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Energia renovável

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O girasol, ícone das energias renováveis por seu enorme aprovechamiento da luz solar, seu uso para fabricar biodiésel e seu "parecido" com o Sol.

Denomina-se energia renovável à energia que se obtém de fontes naturais virtualmente inesgotáveis, umas pela imensa quantidade de energia que contêm, e outras porque são capazes de se regenerar por meios naturais.

Conteúdo

Energia alternativa

Uma energia alternativa, ou mais precisamente uma fonte de energia alternativa é aquela que pode suplir às energias ou fontes energéticas actuais, já seja por seu menor efeito contaminante, ou fundamentalmente por sua possibilidade de renovação.

O consumo de energia é um dos grandes medidores do progresso e bem-estar de uma sociedade. O conceito de crise energética" aparece quando as fontes de energia das que se abastece a sociedade se esgotam. Um modelo económico como o actual, cujo funcionamento depende de um contínuo crescimento, exige também uma demanda igualmente crescente de energia. Já que as fontes de energia fóssil e nuclear são finitas, é inevitável que em um determinado momento a demanda não possa ser abastecida e todo o sistema colapse, salvo que se descubram e desenvolvam outros novos métodos para obter energia: estas seriam as energias alternativas.

Em conjunto com o anterior tem-se também que o abuso das energias convencionais actuais hoje em dia tais como o petróleo a combustão de carvão entre outras acarretam consigo problemas de agravación progressiva como a contaminação, o aumento dos gases invernadero e a perforación da capa de ozónio.

A discussão energia alternativa/convencional não é uma mera classificação das fontes de energia, senão que representa uma mudança que necessariamente terá que produzir durante este século. É importante reseñar que as energias alternativas, ainda sendo renováveis, também são finitas, e como qualquer outro recurso natural terão um limite máximo de exploração. Por tanto, inclusive ainda que possamos realizar a transição a estas novas energias de forma suave e gradual, também não vão permitir continuar com o modelo económico actual baseado no crescimento perpétuo. É por isso pelo que surge o conceito do Desenvolvimento sostenible.

Dito modelo baseia-se nas seguintes premisas:

Electricidade fotovoltaica.

A produção de energias limpas, alternativas e renováveis não é por tanto uma cultura ou uma tentativa de melhorar o médio ambiente, senão uma necessidade à que o ser humano se vai ver abocado, independentemente de nossa opinião, gustos ou crenças.

Classificação

Veja-se também: Energia

As fontes renováveis de energia podem dividir-se em duas categorias: não contaminantes ou limpas e contaminantes. Entre as primeiras:

As contaminantes obtêm-se a partir da matéria orgânica ou biomasa, e podem-se utilizar directamente como combustível (madeira ou outra matéria vegetal sólida), bem convertida em bioetanol ou biogás mediante processos de fermentación orgânica ou em biodiésel , mediante reacções de transesterificación e dos residuos urbanos.

As energias de fontes renováveis contaminantes têm o mesmo problema que a energia produzida por combustíveis fósseis: na combustão emitem dióxido de carbono, gás de efeito invernadero, e com frequência são ainda mais contaminantes já que a combustão não é tão limpa, emitindo hollines e outras partículas sólidas. Enquadram-se dentro das energias renováveis porque enquanto possam cultivar-se os vegetales que as produzem, não esgotar-se-ão. Também se consideram mais limpas que seus equivalentes fósseis, porque teoricamente o dióxido de carbono emitido na combustão tem sido previamente absorvido ao se transformar em matéria orgânica mediante fotosíntesis. Em realidade não é equivalente a quantidade absorvida previamente com a emitida na combustão, porque nos processos de semeia, recolección, tratamento e transformação, também se consome energia, com suas correspondentes emissões.

Ademais, pode-se atrapar grande parte das emissões de CO2 para alimentar cultivos de microalgas/certas bactérias e fermentos (potencial fonte de fertilizantes e pensos, sal (no caso das microalgas de água salobre ou salgada) e biodiésel/etanol respectivamente, e médio para a eliminação de hidrocarburos e dioxinas no caso das bactérias e fermentos (proteínas petrolíferas) e o problema das partículas resolve-se com a gasificación e a combustão completa (combustão a muito altas temperaturas, em uma atmosfera muito rica em Ou2 ) em combinação com médios descontaminantes das emissões como os filtros e precipitadores de partículas (como o precipitador Cottrel), ou como as superfícies de carvão activado.

Também se pode obter energia a partir dos residuos sólidos urbanos e dos lodos das centrais depuradoras e potabilizadoras de água. Energia que também é contaminante, mas que também sê-lo-ia em grande parte se não se aproveitasse, pois os processos de pudrición da matéria orgânica se realizam com emissão de gás natural e de dióxido de carbono.

Evolução histórica

As energias renováveis têm constituído uma parte importante da energia utilizada pelos humanos desde tempos remotos, especialmente o solar, a eólica e a hidráulica. A navegação a vela, os molinos de vento ou de água e as disposições construtivas dos edifícios para aproveitar a do sol, são bons exemplos disso.

Com o invento da máquina de vapor por James Watt, vão-se abandonando estas formas de aprovechamiento, por considerar-se instáveis no tempo e caprichosas e utilizam-se a cada vez mais os motores térmicos e eléctricos, em uma época em que o ainda relativamente escasso consumo, não fazia prever um agotamiento das fontes, nem outros problemas ambientais que mais tarde se apresentaram.

Para a década de anos 1970 as energias renováveis consideraram-se uma alternativa às energias tradicionais, tanto por sua disponibilidade presente e futura garantida (a diferença dos combustíveis fósseis que precisam milhares de anos para sua formação) como por seu menor impacto ambiental no caso das energias limpas, e por esta razão foram chamadas energias alternativas. Actualmente muitas destas energias são uma realidade, não uma alternativa, pelo que o nome de alternativas já não deve se empregar.

Segundo a Comissão Nacional de Energia espanhola, a venda anual de energia do Regime Especial multiplicou-se por mais de 10 em Espanha, ao mesmo tempo que seus preços se têm rebajado um 11 %.

Em Espanha as energias renováveis supuseram no ano 2005 um 5,9% do total de energia primária, um 1,2% é eólica, um 1,1% hidroeléctrica, um 2,9 biomasa e o 0,7% outras. A energia eólica é a que mais cresce.

As fontes de energia

As fontes de energia podem-se dividir em dois grandes subgrupos: permanentes (renováveis) e temporários (não renováveis).

Não renováveis

Os combustíveis fósseis são recursos não renováveis: não podemos repor o que gastamos. Em algum momento, acabar-se-ão, e talvez seja necessário dispor de milhões de anos de evolução similar para contar novamente com eles. São aquelas cujas reservas são limitadas e se esgotam com o uso. As principais são a energia nuclear e os combustíveis fósseis (o petróleo, o gás natural e o carvão).

Energia fóssil

Artigo principal: Aquecimento global

Os combustíveis fósseis podem-se utilizar em forma sólida (carvão), líquida (petróleo) ou gasosa (gás natural). São agregados de seres vivos que viveram faz milhões de anos e que se têm fosilizado formando carvão ou hidrocarburos. No caso do carvão trata-se de bosques de zonas pantanosas, e no caso do petróleo e o gás natural de grandes massas de plancton marinho acumuladas no fundo do mar. Em ambos casos a matéria orgânica se decompôs parcialmente por falta de oxigénio e acção da temperatura, a pressão e determinadas bactérias de forma que ficaram armazenadas moléculas com enlaces de alta energia.

A energia mais utilizada no mundo é a energia fóssil. Se considera-se todo o que está em jogo, é de soma importância medir com exactidão as reservas de combustíveis fósseis do planeta. Distinguem-se as “reservas identificadas” ainda que não estejam explodidas, e as “reservas prováveis”, que poder-se-iam descobrir com as tecnologias futuras. Segundo os cálculos, o planeta pode fornecer energia durante 40 anos mais (se só se utiliza o petróleo) e mais de 200 (se se segue utilizando o carvão). Há alternativas actualmente em estudo: a energia fisil –nuclear e não renovável-, as energias renováveis, as pilhas de hidrógeno ou a fusão nuclear.

Energia nuclear

Artigo principal: Energia nuclear

O núcleo atómico de elementos pesados como o urânio, pode ser desintegrado (fisión nuclear) e libertar energia radiante e cinética. As centrais termonucleares aproveitam esta energia para produzir electricidade mediante turbinas de vapor de água. Obtém-se ao romper os átomos de minerales radiactivos em reacções em corrente que se produzem no interior de um reactor nuclear.

Uma consequência da actividade de produção deste tipo de energia, são os residuos nucleares, que podem demorar milhares de anos em desaparecer e demoram muito tempo em perder a radiactividad

Renováveis ou verdes

Energia verde é um termo que descreve a energia gerada a partir de fontes de energia primária respetuosas com o médio ambiente. As energias verdes são energias renováveis que não contaminam, isto é, cujo modo de obtenção ou uso não emite subproductos que possam incidir negativamente no médio ambiente.

Actualmente, estão a cobrar maior importância por causa do agravamiento do efeito invernadero e o consequente aquecimento global, acompanhado por uma maior tomada de consciência a nível internacional com respeito a dito problema. Assim mesmo, economias nacionais que não possuem ou esgotaram suas fontes de energia tradicionais (como o petróleo ou o gás) e precisam adquirir esses recursos de outras economias, procuram evitar dita dependência energética, bem como o negativo em sua balança comercial que essa aquisição representa.

Polémicas

Existe certa polémica sobre a inclusão da incineração (dentro da energia da biomasa) e da energia hidráulica (a grande escala) como energias verdes, pelos impactos medioambientales negativos que produzem, ainda que se trate de energias renováveis.

O estatus de energia nuclear como « energia limpa » é objecto de debate. Efectivamente, ainda que apresenta uma das mais baixas taxas de emissões de gases de efeito invernadero, gera desechos nucleares cuja eliminação não está ainda resolvida. Segundo a definição actual de "elimino" não se trata de uma energia limpa.

Ainda que as vantagens deste tipo de energias são notorias, também tem causado diversidade na opinião pública. Por um lado, colectivos ecologistas como Greenpeace, têm alçado a voz sobre o impacto ambiental que estas podem chegar a causar no medioambiente e também sobre o negócio que muitos têm visto neste novo sector. Este colectivo junto com outras associações ecologistas têm recusado o impacto que energias como a eólica causam no meio. Para isso têm proposto que os geradores se instalem no mar obtendo maior quantidade de energia e evitando uma contaminação paisajística. Agora bem, estas alternativas têm sido recusadas por outros sectores, principalmennte o empresarial, devido a seu alto custo económico e também, segundo os ecologistas, pelo afán de monopólio das empresas energéticas. Os empresários em mudança defende a necessidade de tal impacto pois dessa forma os custos são menores e por tanto o preço a pagar pelos utentes é mais baixo.

Impacto ambiental

Artigo principal: Impacto ambiental

Todas as fontes de energia produzem algum grau de impacto ambiental. A energia geotérmica pode ser muito nociva se arrastam-se metais pesados e gases de efeito invernadero à superfície; a eólica produz impacto visual na paisagem, ruído de baixa frequência, pode ser uma armadilha para aves. A hidráulica menos agressiva é a minihidráulica já que as grandes presas provocam perda de biodiversidade, geram metano pela matéria vegetal não retirada, provocam pandemias como febre amarela, dengue, equistosomiasis em particular em climas temperados e climas cálidos, inundam zonas com património cultural ou paisajístico, geram o movimento de populações completas, entre outros Asuán, Itaipú, Yaciretá e aumentam a salinidad dos cauces fluviales. A energia solar encontra-se entre as menos agressivas salvo o debate gerado pela electricidade fotovoltaica com respeito a que se utiliza grande quantidade de energia para produzir os painéis fotovoltáicos e demora bastante tempo em amortizarse essa quantidade de energia. A mareomotriz tem-se discontinuado pelos altísimos custos iniciais e o impacto ambiental que supõem. A energia das ondas junto com a energia das correntes marinhas habitualmente têm baixo impacto ambiental já que usualmente localizam-se em costa agrestes. A energia da biomasa produz contaminação durante a combustão por emissão de CO 2 mas que é reabsorbida pelo crescimento das plantas cultivadas e precisa terras cultivables para seu desenvolvimento, diminuindo a quantidade de terras cultivables disponíveis para o consumo humano e para a ganadería, com um perigo de aumento do custo dos alimentos e aumentando a produção de monocultivos .

Energia hidráulica

Artigo principal: Energia hidráulica

A energia potencial acumulada nos saltos de água pode ser transformada em energia eléctrica. As centrais hidroeléctricas aproveitam a energia dos rios para pôr em funcionamento umas turbinas que movem um gerador eléctrico. Em Espanha utiliza-se um 15 % desta energia para produzir electricidade.

Um dos recursos mais importantes quantitativamente na estrutura das energias renováveis é a procedente das instalações hidroeléctricas; uma fonte energética limpa e autóctona mas para a que se precisa construir infra-estruturas necessárias que permitam aproveitar o potencial disponível com um custo nulo de combustível. O problema deste tipo de energia é que depende das condições climatológicas.

Energia solar térmica

Artigo principal: Energia solar térmica

Trata-se de recolher a energia do sol através de painéis solares e convertê-la em calor o qual pode se destinar a satisfazer numerosas necessidades. Por exemplo, pode-se obter água quente para consumo doméstico ou industrial, ou bem para dar calefacção a lares, hotéis, colégios ou fábricas. Também, poder-se-á conseguir referigeração durante as épocas cálidas. Em agricultura podem-se conseguir outro tipo de aplicações como invernaderos solares que favorecessem as melhoras das colheitas em qualidade e quantidade, os secaderos agrícolas que consomem muita menos energia se se combinam com um sistema solar, e plantas de purificación ou desalinización de águas sem consumir nenhum tipo de combustível. Com este tipo de energia poder-se-ia reduzir mais do 25 % do consumo de energia convencional em moradias de nova construção com a consiguiente redução de queima de combustíveis fósseis e deterioro ambiental. Devemos ter em conta que a obtenção de água quente supõe em torno do 28 % do consumo de energia nas moradias e que estas, a sua vez, demandan algo mais do 12 % da energia em nosso país.


Biomasa

Artigo principal: Biomasa

A formação de biomasa a partir da energia solar leva-se a cabo pelo processo denominado fotosíntesis vegetal que a sua vez é desencadenante da corrente biológica. Mediante a fotosíntesis as plantas que contêm clorofila, transformam o dióxido de carbono e a água de produtos minerales sem valor energético, em materiais orgânicos com alto conteúdo energético e a sua vez servem de alimento a outros seres vivos. A biomasa mediante estes processos armazena em curto prazo a energia solar em forma de carbono. A energia armazenada no processo fotosintético pode ser posteriormente transformada em energia térmica, eléctrica ou combustíveis de origem vegetal, libertando de novo o dióxido de carbono armazenado.

Energia solar

Estes colectores solares parabólicos concentram a radiación solar aumentando temperatura no receptor.
Os painéis fotovoltaicos convertem directamente a energia luminosa em energia eléctrica.
Artigo principal: Energia solar

A energia solar é uma fonte de vida e origem da maioria das demais formas de energia na Terra. A cada ano a radiación solar contribui à Terra a energia equivalente a vários milhares de vezes a quantidade de energia que consome a humanidade. Recolhendo de forma adequada a radiación solar, esta pode transformar em outras formas de energia como energia térmica ou energia eléctrica utilizando painéis solares.

Mediante colectores solares, a energia solar pode transformar-se em energia térmica, e utilizando painéis fotovoltaicos a energia luminosa pode transformar-se em energia eléctrica. Ambos processos nada têm que ver entre si quanto a sua tecnologia. Assim mesmo, nas centrais térmicas solares se utiliza a energia térmica dos colectores solares para gerar electricidade.


Distinguem-se dois componentes na radiación solar: a radiación directa e a radiación difusa. A radiación directa é a que chega directamente do foco solar, sem reflexões ou refrações intermediárias. A difusa é a emitida pela abóbada celeste diurna graças aos múltiplos fenómenos de reflexão e refração solar na atmosfera, nas nuvens, e o resto de elementos atmosféricos e terrestres. A radiación directa pode refletir-se e concentrar para sua utilização, enquanto não é possível concentrar a luz difusa que prove de todas direcções. No entanto, tanto a radiación directa como a radiación difusa são aprovechables.

Pode-se diferenciar entre receptores activos e pasivos em que os primeiros utilizam mecanismos para orientar o sistema receptor para o Sol -chamados seguidores- e captar melhor a radiación directa.

Uma importante vantagem da energia solar é que permite a geração de energia no mesmo lugar de consumo mediante a integração arquitectónica. Assim, podemos dar lugar a sistemas de geração distribuída nos que se eliminem quase por completo as perdas relacionadas com o transporte -que na actualidade supõem aproximadamente o 40% do total- e a dependência energética.

As diferentes tecnologias fotovoltaicas adaptam-se para sacar o máximo rendimento possível da energia que recebemos do sol. Desta forma por exemplo os sistemas de concentração solar fotovoltaica (CPV por suas siglas em inglês) utiliza a radiación directa com receptores activos para maximizar a produção de energia e conseguir assim um custo menor por kW/h produzido. Esta tecnologia resulta muito eficiente para lugares de alta radiación solar, mas actualmente não pode competir em preço em localizações de baixa radiación solar como Centro a Europa, onde tecnologias como a Capa Fina (Thin Filme) estão a conseguir reduzir também o preço da tecnologia fotovoltaica tradicional.

Energia eólica

Artigo principal: Energia eólica

A energia eólica é a energia obtida da força do vento, isto é, mediante a utilização da energia cinética gerada pelas correntes de ar.Obtém-se através de uma turbinas eólicas são as que convertem a energia cinética do vento em electricidade por médio de aspas ou hélices que fazem girar um eixo central conectado, através de uma série engrenagens (a transmissão) a um gerador eléctrico.

O termo eólico vem do latín Aeolicus(grego antigo Αἴολος / Aiolos), pertencente ou relativo a Éolo ou Eolo, deus dos ventos na mitología grega e, por tanto, pertencente ou relativo ao vento. A energia eólica tem sido aproveitada desde a antigüedad para mover os barcos impulsionados por velas ou fazer funcionar a maquinaria de molinos ao mover suas aspas. É um tipo de energia verde.

A energia do vento está relacionada com o movimento das massas de ar que deslocam de áreas de alta pressão atmosférica para áreas adjacentes de baixa pressão, com velocidades proporcionais(gradiente de pressão).

Pelo que pode se dizer que a energia eólica é uma forma não-directa de energia solar,as diferentes temperaturas e pressões na atmosfera, provocadas pela absorción da radiación solar, são as que põem ao vento em movimento.

O aerogenerador é um gerador de corrente eléctrica a partir da energia cinética do vento, é uma energia limpa e também a menos cara de produzir, o que explica o forte entusiasmo por esta tecnologia.

Actualmente utiliza-se para sua transformação em energia eléctrica através da instalação de aerogeneradores ou turbinas de vento. Dentre todas as aplicações existentes da energia eólica, a mais estendida, e a que conta com um maior crescimento é a dos parques eólicos para produção eléctrica.

Um parque eólico é a instalação integrada de um conjunto de aerogeneradores interconectados electricamente. Os aerogeneradores são os elementos finques da instalação dos parques eólicos que, basicamente, são a evolução dos tradicionais molinos de vento. Como tais são máquinas rotativas que estão formadas por três aspas, de uns 20-25 metros, unidas a um eixo comum. O elemento de captación ou rotor que está unido a este eixo, capta a energia do vento. Mediante o movimento das aspas ou paletas, accionadas pelo vento, activa um gerador eléctrico que converte a energia mecânica da rotação em energia eléctrica.

Estes aerogeneradores costumam medir uns 40-50 metros dependendo da orografía do lugar, mas podem ser inclusive mais altos. Este é um dos grandes problemas que afecta às populações desde o ponto de vista estético.

Os aerogeneradores podem trabalhar sozinhos ou em parques eólicos, sobre terra formando as granjas eólicas, sobre a costa do mar ou inclusive podem ser instalados sobre as águas a certa distância da costa no que se chama granja eólica marinha, a qual está a gerar grandes conflitos em toda aquela costa nas que se pretende construir parques eólicos. O grande benefício medioambiental que reporta o aprovechamiento do vento para a geração de energia eléctrica vem dado, em primeiro lugar, pelos níveis de emissões gasosas evitados, em comparação com os produzidos em centrais térmicas. Em definitiva, contribui à estabilidade climática do planeta.

Um desenvolvimento importante da energia eléctrica de origem eólico pode ser, por tanto, uma das medidas mais eficazes para evitar o efeito invernadero já que, a nível mundial, considera-se que o sector eléctrico é responsável pelo 29% das emissões de CO2 do planeta.

Como energia renovável que é contribui minimizar o aquecimento global. Se centramos-nos nas vantagens sociais e económicas que nos incumben de uma maneira bem mais directa são maiores que os benefícios que nos contribuem as energias convencionais. O desenvolvimento deste tipo de energia pode reforçar a competitividade geral da indústria e ter efeitos positivos e tangibles no desenvolvimento regional, a coesão económica e social, e o emprego.

A indústria eólica é um sector com indudable futuro. As repercussões que em matéria de emprego está a ter e vai ter este dinâmico investimento são sem dúvida importantes. Este despliegue da energia eólica pode ser uma característica finque do desenvolvimento regional com o objectivo de dar lugar a uma maior coesão social e económica.

Os fundos investidos a escala regional no desenvolvimento das fontes de energia renováveis podem contribuir a elevar os níveis de vida e de renda das regiões menos favorecidas ou em declive mediante a utilização de recursos locais, gerando empregos permanentes a nível local e criando novas oportunidades para a agricultura. As energias renováveis contribuem desta forma ao desenvolvimento das regiões menos favorecidas, cujos recursos naturais encontram assim uma oportunidade.

A energia eólica supõe uma evidente contribuição ao autoabastecimiento energético. Apesar de que as vantagens medioambientales da energia eólica são incuestionables, e de que existe um amplo consenso em nossa sociedade sobre o alto grau de compatibilidade entre as instalações eólicas e o respeito pelo médio ambiente, são muitos os que consideram que a instalação concreta de um parque eólico pode produzir impactos ambientais negativos, que dependerão da localização eleita. Ainda que muitas delas se encontram em localizações reservados.

Há quem consideram que a eólica não supõe uma alternativa às fontes de energia actuais, já que não gera energia constantemente pró falta ou excesso de vento. É a intermitencia um de seus principais inconvenientes. O impacto em detrimento da qualidade da paisagem, os efeitos sobre a avifauna e o ruído, costumam ser os efeitos negativos que geralmente se citam como inconvenientes medioambientales dos parques eólicos.

Com respeito aos efeitos sobre a avifauna o impacto dos aerogeneradores não é tão importante como pudesse parecer em um princípio. Outro dos maiores inconvenientes é o efeito ecrã que limita de maneira notável a visibilidade e possibilidades de controle que constitui a razão de ser de suas respectivas localizações, consequência da alienación dos aerogeneradores. Às limitações visuais acrescentam-se as previsíveis interferências electromagnéticas nos sistemas de comunicação.

Energia geotérmica

Artigo principal: Energia geotérmica

A energia geotérmica é aquela energia que pode ser obtida pelo homem mediante o aprovechamiento do calor do interior da Terra.

Parte do calor interno da Terra (5.000 ºC) chega à corteza terrestre. Em algumas zonas do planeta, cerca da superfície, as águas subterrâneas podem atingir temperaturas de ebullición, e, por tanto, servir para accionar turbinas eléctricas ou para aquecer.

O calor do interior da Terra deve-se a vários factores, entre os que destacam o gradiente geotérmico e o calor radiogénico. Geotérmico vem do grego geo, "Terra"; e de thermos , "calor"; literalmente "calor da Terra".

Energia mareomotriz

Artigo principal: Energia mareomotriz
Central eléctrica mareomotriz no estuário do rio Rance, ao noroeste da França.

A energia mareomotriz deve-se às forças gravitatorias entre a Lua, a Terra e o Sol, que originam as marés, isto é, a diferença de altura média dos mares segundo a posição relativa entre estes três astros. Esta diferença de alturas pode aproveitar-se em lugares estratégicos como golfos, baías ou estuários utilizando turbinas hidráulicas que se interpõem no movimento natural das águas, junto com mecanismos de canalización e depósito, para obter movimento em um eixo. Mediante seu acoplamento a um alternador pode-se utilizar o sistema para a geração de electricidade, transformando assim a energia mareomotriz em energia eléctrica, uma forma energética mais útil e aprovechable.

A energia mareomotriz tem a qualidade de ser renovável enquanto a fonte de energia primária não se esgota por sua exploração, e é limpa, já que na transformação energética não se produzem subproductos contaminantes durante a fase de exploração. No entanto, a relação entre a quantidade de energia que se pode obter com os meios actuais e o custo económico e o impacto ambiental de instalar os dispositivos para seu processo têm impedido uma proliferación notável deste tipo de energia.

Outras formas de extrair energia do mar são a energia undimotriz, que é a energia produzida pelo movimento das ondas; e a energia devida ao gradiente térmico oceánico, que marca uma diferença de temperaturas entre a superfície e as águas profundas do oceano.

Vantagens e inconvenientes da energia renovável

Energias ecológicas

As fontes de energia renováveis são diferentes às de combustíveis fósseis ou centrais nucleares devido a sua diversidade e abundância. Considera-se que o Sol abastecerá estas fontes de energia (radiación solar, vento, chuva, etc.) durante os próximos quatro mil milhões de anos. A primeira vantagem de uma verdadeira quantidade de fontes de energia renováveis é que não produzem gases de efeito invernadero nem outras emissões, contrariamente ao que ocorre com os combustíveis, sejam fósseis ou renováveis. Algumas fontes renováveis não emitem dióxido de carbono adicional, salvo os necessários para sua construção e funcionamento, e não apresentam nenhum risco suplementar, tais como o risco nuclear.

Não obstante, alguns sistemas de energia renovável geram problemas ecológicos particulares. Por conseguinte, os primeiros aerogeneradores eram perigosos para os pássaros, pois suas aspas giravam muito depressa, enquanto as centrais hidroeléctricas podem criar obstáculos à emigración de certos peixes, um problema sério em muitos rios do mundo (nos do noroeste de Norteamérica que desembocam no oceano Pacífico, se reduziu a população de salmones drasticamente).

Natureza difusa

Batería de painéis solares.

Um problema inherente às energias renováveis é sua natureza difusa, com a excepção da energia geotérmica a qual, no entanto, só é acessível onde a corteza terrestre é fina, como as fontes quentes e os géiseres.

Já que certas fontes de energia renovável proporcionam uma energia de uma intensidade relativamente baixa, distribuída sobre grandes superfícies, são necessárias novos tipos de centrais" para convertê-las em fontes utilizáveis. Para 1.000 kWh de electricidade, consumo anual per capita nos países ocidentais, o proprietário de uma moradia localizada em uma zona nublada da Europa deve instalar oito metros quadrados de painéis fotovoltaicos (supondo um rendimento energético médio de 12,5%).

No entanto, com quatro metros quadrados de colector solar térmico, um lar pode obter grande parte da energia necessária para a água quente sanitária ainda que, devido ao aprovechamiento da simultaneidad, os edifícios de andares podem conseguir os mesmos rendimentos com menor superfície de colectores e, o que é mais importante, com muita menor investimento por moradia.

Irregularidade

A produção de energia eléctrica permanente exige fontes de alimentação fiáveis ou meios de armazenamento (sistemas hidráulicos de armazenamento por bomba, baterías, futuras pilhas de combustível de hidrógeno, etc.). Por conseguinte, devido ao elevado custo do armazenamento da energia, um pequeno sistema autónomo resulta raramente económico, excepto em situações isoladas, quando a conexão à rede de energia implica custos mais elevados.

Fontes renováveis contaminantes

No que se refere à biomasa, é verdadeiro que armazena activamente o carbono do dióxido de carbono, formando sua massa com ele e cresce enquanto liberta o oxigénio de novo, ao se queimar volta a combinar o carbono com o oxigénio, formando de novo dióxido de carbono. Teoricamente o ciclo fechado arrojaria um saldo nulo de emissões de dióxido de carbono, ao ficar as emissões fruto da combustão fixadas na nova biomasa. Na prática, emprega-se energia contaminante em semeia-a, na recolección e a transformação, pelo que o balanço é negativo.

Por outro lado, também a biomasa não é realmente inesgotável, ainda sendo renovável. Seu uso somente pode fazer-se em casos limitados. Existem dúvidas sobre a capacidade da agricultura para proporcionar as quantidades de massa vegetal necessária se esta fonte se populariza, o que se está a demonstrar com o aumento dos preços dos cereais devido a seu aprovechamiento para a produção de biocombustibles . Por outro lado, todos os biocombustibles produzem maior quantidade de dióxido de carbono por unidade de energia produzida que os equivalentes fósseis.

A energia geotérmica não só se encontra muito restringida geograficamente senão que algumas de suas fontes são consideradas contaminantes. Isto como a extracção de água subterrânea a alta temperatura gera o arraste à superfície de sais e minerales não desejados e tóxicos. A principal planta geotérmica encontra-se na Toscana, cerca da cidade de Calca e é telefonema Central Geotérmica de Larderello [1] [2]. Uma imagem da central na parte central de um vale e a visão de quilómetros de cañerías de um metro de diâmetro que vão para a central térmica mostram o impacto paisajístico que gera.

Na Argentina a principal central foi construída na localidade de Copahue [3] e na actualidade encontra-se fora de funcionamento a geração eléctrica. O surgente utiliza-se para calefacção distrital, calefacção de ruas e aceras e banhos termales.

Diversidade geográfica

A diversidade geográfica dos recursos é também significativa. Alguns países e regiões dispõem de recursos sensivelmente melhores que outros, em particular no sector da energia renovável. Alguns países dispõem de recursos importantes cerca dos centros principais de moradias onde a demanda de electricidade é importante. A utilização de tais recursos a grande escala precisa, no entanto, investimentos consideráveis nas redes de transformação e distribuição, bem como na própria produção.

Administração das redes eléctricas

Se a produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis generalizasse-se, os sistemas de distribuição e transformação não seriam já os grandes revendedores de energia eléctrica, mas funcionariam para equilibrar localmente as necessidades de electricidade das pequenas comunidades. Os que têm energia em excedente venderiam aos sectores deficitarios, isto é, a exploração da rede deveria passar de uma "gestão pasiva" onde se ligam alguns geradores e o sistema é impulsionado para obter a electricidade "descendente" para o consumidor, a uma gestão "activa", onde se distribuem alguns geradores na rede, devendo supervisionar constantemente as entradas e saídas para garantir o equilíbrio local do sistema. Isso exigiria mudanças importantes na forma de administrar as redes.

No entanto, o uso a pequena escala de energias renováveis, que com frequência pode se produzir "in situ", diminui a necessidade de dispor de sistemas de distribuição de electricidade. Os sistemas correntes, raramente rentables economicamente, revelaram que um lar médio que disponha de um sistema solar com armazenamento de energia, e painéis de um tamanho suficiente, só tem que recorrer a fontes de electricidade exteriores algumas horas por semana. Portanto, os que abogan pela energia renovável pensam que os sistemas de distribuição de electricidade deveriam ser menos importantes e mais fáceis de controlar.

A integração na paisagem

Um inconveniente evidente das energias renováveis é seu impacto visual no ambiente local. Algumas pessoas odeiam a estética dos geradores eólicos e mencionam a conservação da natureza quando falam das grandes instalações solares eléctricas fosse das cidades. No entanto, todo mundo encontra encanto na vista dos "velhos molinos a vento" que, em seu tempo, eram uma mostra bem visível da técnica disponível.

Outros tentam utilizar estas tecnologias de uma maneira eficaz e satisfatória esteticamente: os painéis solares fixos podem duplicar as barreiras anti-ruído ao longo das autopistas, há tetos disponíveis e poderiam inclusive ser substituídos completamente por captadores solares, células fotovoltaicas amorfas que podem se empregar para teñir as janelas e produzir energia, etc.

As fontes de energia renováveis na actualidade

Representam um 20% do consumo mundial de electricidade, sendo o 90% de origem hidráulico. O resto é muito marginal: biomasa 5,5%, geotérmica 1,5%, eólica 0,5% e solar 0,05%.[cita requerida]

Ao redor de 80% das necessidades de energia nas sociedades industriais ocidentais centram-se em torno da indústria, a calefacção, a climatización dos edifícios e o transporte (carros, comboios, aviões). No entanto, a maioria das aplicações a grande escala da energia renovável concentra-se na produção de electricidade.[cita requerida]

Em Espanha, as renováveis foram responsáveis pelo 19,8 % da produção eléctrica. A geração de electricidade com energias renováveis superou no ano 2007 à de origem nuclear.[1]

Produção de energia

Greenpeace apresentou um relatório[2] no que sustenta que a utilização de energias renováveis para produzir o 100% da energia é tecnicamente viável e economicamente asumible, pelo que, segundo a organização ecologista, o único que falta para que em Espanha se deixem a um lado as energias sujas, é necessária vontade política. Para conseguí-lo, são necessários dois desenvolvimentos paralelos: das energias renováveis e da eficiência energética (eliminação do consumo supérfluo).[3]

Por outro lado, um 64% dos directores das principais utilities consideram que no horizonte de 2018 existirão tecnologias limpas, asequibles e renováveis de geração local, o que obrigará às grandes corporaciones do sector a uma mudança de mentalidade.[4]

A produção de energias verdes vai em aumento não só pelo desenvolvimento da tecnologia, fundamentalmente no campo do solar, senão também por claros compromissos políticos. Assim, o Ministério de Indústria, Turismo e Comércio de Espanha prevê que as energias verdes atinjam os 83.330 MW, em frente aos 32.512 MW actuais, e possam cobrir o 41% da demanda eléctrica em 2030 .[5] Para atingir dita cota, prevê-se atingir previamente o 12% de demanda eléctrica abastecida por energias renováveis em 2010 e o 20% em 2020 .[6]

Em princípio, as fontes permanentes são as que têm origem solar, de facto, se sabe que o Sol permanecerá por mais tempo que a Terra. Ainda assim, o conceito de renovabilidad depende da escala de tempo que se utilize e do ritmo de uso dos recursos.

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Veja-se também

Referências

  1. As renováveis foram responsáveis pelo 19,8 % da produção eléctrica de nosso país - IDAE, Instituto para a Diversificacion e Poupança da Energia
  2. García Ortega, Jose Luis et a o. (2006) Renováveis 100%. Um sistema eléctrico renovável para a Espanha peninsular viabilidad económica Greenpeace.
  3. A ONU fará uma cimeira contra a mudança climática - 20minutos.é
  4. A tecnologia revolucionará a produção eléctrica em 10 anos
  5. Indústria prevê que as renováveis cubram 41% da demanda eléctrica em 2030. Terra Actualidade - EFE. Publicado o 2007-12-11. Com acesso o 2007-12-13.
  6. A prospectiva de Indústria para 2030 contempla triplicar a energia eólica e manter a nuclear Europa Press. Publicado o 2007-12-11. Com acesso o 2007-12-13.

Instituições que fomentam as Energias Renováveis

Enlaces externos

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