| Enrique Dumas | |
|---|---|
| Informação pessoal | |
| Nome real | Enrique Rodríguez Acha |
| Nascimento | 8 de maio de 1935 |
| Morte | 18 de janeiro de 2009 (73 anos) |
| Ocupação(é) | Cantor |
| Informação artística | |
| Alias | Quique |
| Género(s) | Tango |
| Instrumento(s) | Voz |
Enrique Dumas –seudónimo artístico de Enrique Rodríguez Acha- (n. A Prata, Buenos Aires, Argentina; 8 de maio de 1935 - f. Jesús María, Córdoba, Argentina; 18 de janeiro de 2009 ) foi um cantor de tangos argentino.
Aos 14 anos começou sua carreira artística cantando jazz, na orquestra Dixieland, com o seudónimo Hugo Randall, e em abril de 1955 debutó em Rádio Splendid com a orquestra típica de Carlos Figari. Manteve-se vinculado a este agrupamento durante vários anos, com a qual se apresentou em diversos palcos, e gravou seus primeiros discos para o selo “Music Hall”. A começos da década de 1960 converter-se-ia em solista e contrairia casal com a condutora de rádio e televisão Nélida Teresa Colomba. O casal teve três filhos e com os anos separou-se.[1]
Na televisão argentina participou em diversos programas. Entre outros podemos citar Canto de Tango” com Carlos Figari (canal 7, 1958), “A Família Gesa” junto a Virginia Luque (canal 7, 1958 a 1960); “O show de Antonio Prieto” (canal 13, 1963), “Eu te canto Buenos Aires” (canal 11), “Grandes valores do tango” conduzido por Silvio Soldán (canal 9), e “A botica do anjo” conduzido por Eduardo Bergara Leumann (canal 11 , 1982 a 1988), e na televisão uruguaia se apresentou nos programas "As noites do mercado", "Galas de tango", "Montevideo tango" e "Cidade de tango".
Também actuou em teatro, e seu debut se produziu com “Aqui está a velha onda e desta vez não vem sozinha” junto a Olinda Bozán e Alberto Anchart. Participou ademais, na reedición da obra teatral “A rapariga do centro” de Francisco Canaro, com José Marrone, e em “Buenos Aires de seda e percal”, com Mariano Mores, Susy Leiva, Néstor Fabián e Mirtha Legrand, no Teatro Coliseo. No Teatro San Martín encarnou a Santos Vega em “A guitarra do Diabo”. Outras obras em que participou foram “O conventillo da pomba” junto a Pepita Muñoz e Marcos Caplán; “Aplausos” com Liberdade Lamarque e Juan Carlos Thorry; “Tangos no Dante” junto a Aníbal Troilo e Tito Lusiardo; “Eu canto a minha Argentina”, com Mariano Mores, Tito Lusiardo e Héctor Gagliardi; e “Buenos Aires, todo tango”, com Beba Bidart, Horacio Salgán e Ubaldo de Lío.
Em cinema actuou nos filmes “Viaje de uma noite de verão” (1965), junto a Néstor Fabián e os cantores japoneses Ikuo Abo e Ranko Fujisawa; “Bicho raro” (1965); e “Flor de piolas” (1967; estreada em 1969).[2]
No ano 2003, viajou a Japão como artista convidado, junto à orquestra do bandoneonista Carlos Galván, e em junho de 2005 sofreu um grave acidente automobilístico. Em seus últimos anos actuou como convidado em recitais e festivais locais,[3] [4] e sua última apresentação foi a sexta-feira 16 de janeiro de 2009 (madrugada do sábado) em “A noite do tango”, no marco do “Festival de Doma e Folklore de Jesús María” (Córdoba). Enrique Dumas faleceu de um infarto em massa para o meio dia do domingo 18 de janeiro de 2009.[5]
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