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Ensino

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O ensino é uma actividade realizada conjuntamente mediante a interacção de 3 elementos: um professor ou docente, um ou vários alunos ou discentes e o objecto de conhecimento.

Segundo a concepção enciclopedista, o docente transmite seus conhecimentos ao ou aos alunos através de diversos meios, técnicas e ferramentas de apoio; sendo ele, a fonte do conhecimento, e o aluno um simples receptor ilimitado do mesmo. A aprendizagem é um processo bioquímico.[1]


Conteúdo

Ensinar

O ensino atañe ao sentido auditivo e a finalidade da educação.o caracter e a hierarquia dos temas relacionam-se com a pergunta que ensinar?. A estrutura e secuenciación dos conteúdos são abordados ao resolver o interrogante sobre quando ensinar?, ao mesmo tempo em que o problema metodológico vinculado com a relação e o papel do maestro, o/a estudante e o saber, conduz-nos à pergunta como ensinar?. O caracter e a finalidade dos meios, as ajudas e os recursos didácticos, provem de resolver o interrogante com que ensinar?

Arquivo:Ensenanza.JPG
Ensino em México.

De acordo com as concepções mais actuais, esolanovistas ou cognitivistas, o docente actua como "facilitador", "guia" e nexo entre o conhecimento e os alunos, conseguindo um processo de interacção, (dantes chamado processo ensino-aprendizagem"), baseado na iniciativa e o afán de saber dos alunos; fazendo do processo uma constante, um ciclo e individualizando de algum modo a educação.

Os métodos mais utilizados para a realização dos processos de ensino estão baseados na percepción, isto é: podem ser orales e escritos. As técnicas que se derivam deles vão desde a exposição, o apoio em outros textos (contos, narrações), técnicas de participação e dinâmicas de grupos.

De igual forma o ensino de línguas entra para propor novas tendências e métodos de ensino, não é o mesmo ensinar em teu idioma verdadeiros temas, que ensinar teu idioma a estrangeiros , o ensino de línguas a cada vez se vai expandindo e é mais criativa, dinâmica e propõe jogos de interacção.

As ferramentas habituais com as quais se dava o ensino eram a tiza, a pizarra, o lápis e papel e os livros de texto; as que com o avanço científico de nossos dias têm evoluído até desenvolver diferentes canais para chegar ao aluno: a rádio e o video, entre outros.

O ensino é uma acção coordenada ou melhor ainda, um processo de comunicação, cujo propósito é apresentar ao os alunos de forma sistémica os factos, ideias, técnicas e habilidades que conformam o conhecimento humano.

Existem métodos e técnicas de ensino que são utilizadas pelo professor e não necessariamente tem que interactuar de maneira monónota; por exemplo o método tradicionalista é o que todos criticam e que muitos ainda utilizam. Alguns mais utilizados e actuais:

Possibilidades e limitações do video

Devido à importância do video utilizado amplamente como recurso didáctico, podemos propor as vantagens e desventajas da utilização deste recurso tão comum nas aulas:

Dentro das possibilidades que nos oferece este recurso encontramos que o programa eleito pode se observar um número indefinido de vezes. Dá-nos a possibilidade de introduzir através dele mensagens de outros meios como a televisão e o cinema. Apresentam uma diminuição progressiva no custo das equipas. A possibilidade de utilizar-se em diferentes níveis educativos. Apresentam-se com uma grande facilidade de manejo tanto nos reprodutores como nos grabadores, ampliada com o digital. Tem grande diversidade de funções para as que pode ser utilizado no ensino, favorecendo um uso activo do estudante sem esquecer que pode facilmente ser incorporado em um conjunto de materiais multimédia e na rede. Claro está que pese a este amplo leque de possibilidades, o video tem certas limitações. Entre estas limitações podemos mencionar que sua produção por parte dos professores e alunos, requer de uma formação específica, relativo ao técnico, ao domínio de sua linguagem e a seu desenho. É preciso possuir de uma mínima dotação instrumental. Pode favorecer a pasividad no estudante. Apresenta dificuldades ante a existência de diferentes formatos e bem como as limitações do copyright que não são tidas em conta muitas vezes nas escolas.

Também se desenvolveram plataformas didácticas em Internet e em computadores, como granjas de edublogs, eduwikis, OfficeManager, Moodle, Atutor, Voyager, webCT entre muitas tantas.

Actualmente o ensino está auxiliada pelas redes de computadores no aula. Permite acesso a conteúdos de Internet, e é possível utilizando verdadeiro software que o conteúdo de um ecrã de computador seja compartilhado entre os alunos e o professor. O blog é uma ferramenta didáctica muito útil e ajuda à investigação.

Com o avanço destas ferramentas, cobra maior importância a formação dos docentes em informática aplicada ao aula e a geração de redes de docentes para a criação cooperativa de conhecimento.

A importância do uso de sistemas didácticos informatizados pode permitir aos professores dar um salto importante para superar a brecha digital. A diferença entre as plataformas é a chave. Algumas exigem que o docente seja um grande conhecedor das ciências informáticas, enquanto outras centram seu trabalho formativo e criativo em um marco metodológico mais transparente para o docente.

Há também VIDEOjuegos educativos, que dão a possibilidade de estudar diferentes esferas da vida. Por exemplo, o jogo económico em linha Virtonomics ajuda-lhe à gente estudar as leis da economia e negócios.

Tradicionalismo vs inovações

Muitas vezes se aboga pelo tradicional, no entanto algumas vezes esquecemos as características que definem algum acontecimento como inovador. Na docencia, relativo às actividades que o maestro põe em jogo para que os alunos desenvolvam suas habilidades, são criticadas algumas praticas, por ser consideradas tradionalistas. No entanto esquecem que toda prática se é abusada e repetitiva, ao passo de tempo termina sendo uma tradição, perdendo seu grau de inovação. Em realidade para que algo seja inovador, requer cumprir certas características, como por exemplo: a intencionalidad, a criatividade, ser inovador e perdurável, entre outras coisas. Baseando-nos no anterior pode dizer-se que as actividades seguem sendo as mesmas, o que em realidade muda é a intencionalidad e a aplicação criativa do docente no momento de sua aplicação e principalmente é em função disso como poderemos decidir se um maestro é tradicionalista ou não.

Crítica ao conceito do ensino

A experiência das escolas democráticas modelo Sudbury mostra que há muitas formas de estudar e aprender sem a intervenção do ensino, isto é sem que obrigatoriamente exista a intervenção de um maestro.

A educação tradicional está enfocada no ensino, não na aprendizagem. Ela incorrectamente supõe que pela cada grama de ensino há uma grama de aprendizagem naqueles aos que se lhes ensina. Em oposição a essa suposição, a maior parte do que aprendemos dantes, no transcurso e após assistir à escola é aprendido sem que no-lo seja ensinado. Um menino aprende coisas tão básicas como caminhar, falar, comer, se vestir, e outras, sem que estas coisas lhe sejam ensinadas. Os adultos aprendem a maioria das coisas que usam no trabalho ou em suas horas de lazer, no mesmo trabalho e nas mesmas horas de lazer. A maior parte do que é ensinado no marco do salão de classe é esquecido e muito do que recordamos, ou em general o que recordamos, é irrelevante.[2] [3] [4] [5]

Feminización docente em primária

Nestes últimos anos produziu-se um desequilíbrio entre o número de professoras e professores em primária, sendo muito maior o número de professoras que o de professores. Dois das principais causas que propiciou que se produzisse este aumento é devido principalmente ao tema económico do momento e a outra causa é sua condição de mãe.

Desde finais do século XIX, muitas jovens ingressaram no mercado trabalhista como professoras de primária (o 75% do total de docentes nos Estados Unidos, 68% na Itália, 66% na Inglaterra e 65% no Canadá). Em Espanha o desequilíbrio é também patente, em primária, o 75% são professoras, na secundária obrigatória, um 62,5% enquanto na secundária superior se iguala um pouco mas a coisa, 50,2%.

Como podemos ver o predominio de professoras nos primeiros níveis de primária é mais que evidente, mas não é assim no Bachillerato onde a coisa está mas igualada. A causa que se está a estudar actualmente é se este elevado número de professoras em primária é devido a seu claramente maior vocação docente. Há pessoas que pensam, como temos dito dantes, que a mulher tem capacidades próprias por sua condição de mulher.


Referências

  1. Aprendizagem um processo bioquímico, Cujo Lado, Ricardo.
  2. Russell L. Ackoff and Daniel Greenberg (2008), Turning Learning Right Side Up: Putting Education Back on Track (pdf) HTML adquirir.Em decorrência dos últimos 50 anos, de facto tudo a mudado excepto a educação. Neste livro, dois dos pensadores e homens práticos e de factos, têm recreado a educação desde seus alicerces. Eles oferecem um plano potente para uma sociedade que se desenvolve, uma sociedade de aprendedores em decorrência de toda sua vida.
  3. Greenberg, H. (1987), "The Silent Factor," The Sudbury Valley School Experience.
  4. Greenberg, H. (1987), "The Art of Doing Nothing," The Sudbury Valley School Experience.
  5. Mitra, S. (2007) Plática: Sugata Mitra mostra como os meninos se ensinam a se mesmos (vídeo – 20:59). Can Kids Teach Themselves? "A Abertura no Muro" de Sugata Mitra e os experimentos da Educação Invasiva Mínima mostram que, em ausência da supervisión ou do ensino formal, os meninos podem se ensinar a se mesmos e o um ao outro, se estão motivados pela curiosidade.

Enlaces externos

Exemplos de ensino cooperativa:

Veja-se também

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/t/e/Ate%C3%ADsmo.html"
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