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O espaço físico é o espaço sem limites onde se encontram os objectos e no que os eventos que ocorrem têm uma posição e direcção relativas.[1] O espaço físico é habitualmente concebido com três dimensões lineares, ainda que os físicos modernos usualmente consideram-no, com o tempo, como uma parte de um infinito contínuo de quatro dimensões conhecido como espaço tempo. Em matemáticas examinam-se espaços com diferente número de dimensões e com diferentes estruturas subjacentes. O conceito de espaço é considerado de fundamental importância para um entendimento do universo físico ainda que tenha contínuos desacordos entre filósofos a respeito de se é uma entidade, uma relação entre entidades, ou parte de um marco conceptual.
Muitas destas questões filosóficas surgiram no século XVII, durante o desenvolvimento temporão da mecânica clássica. Segundo Isaac Newton, o espaço era absoluto, no sentido de que era permanente e existia independentemente da matéria.[2] Em mudança, os filósofos naturalistas, como Gottfried Leibniz, pensavam que o espaço era uma colecção de relações entre objectos, dada por sua distância e direcção desde outro. No século XVIII, Immanuel Kant descreveu o espaço e o tempo como elementos de um marco sistémico que os seres humanos usam para estruturar suas experiências.
Nos séculos XIX e XX os matemáticos começaram a examinar a geometria não euclidiana, cujo espaço pode se dizer que é curvo, mais que plano. De acordo à teoria geral da relatividad de Albert Einstein o espaço ao redor dos campos gravitatorios desvia-se do espaço euclídeo.[3] Provas da relatividad geral têm confirmado que o espaço não euclídeo provee um melhor modelo para a forma do espaço.