| Exciter | |||||
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| Álbum de Depeche Mode | |||||
| Publicação | 14 de maio do 2001 na Inglaterra 15 de maio do 2001 nos Estados Unidos | ||||
| Gravação | diversos lugares durante 2000 e 2001 | ||||
| Género(s) | Synth pop Rock electrónico Música alternativa | ||||
| Duração | 56 minutos | ||||
| Discográfica | Mute Records na Inglaterra Reprise Records nos Estados Unidos | ||||
| Produtor(é) | Mark Bell | ||||
| Calificaciones profissionais | |||||
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| Cronología de Depeche Mode | |||||
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Exciter é o décimo álbum do grupo inglês de música electrónica Depeche Mode (Martin Gore, David Gahan, Andrew Fletcher) produzido durante 2000-01 e publicado em 2001.
Foi produzido por Mark Bell. Todas as canções foram escritas por Martin Gore.
Com motivo do disco, Depeche Mode realizou durante 2001 gira-a Exciter Tour, acompanhados do baterista Christian Eigner e o teclista Peter Gordeno como músicos de apoio.
Exciter debutó no posto 9 nas listas britânicas e debutó no posto 8 no Billboard 200 com vendas de 115.000 cópias em sua primeira semana de lançamento.[6] É o único álbum de Depeche Mode com o debut mais alto nos Estados Unidos que no Reino Unido. A partir de 2009, Exciter tem vendido mais de 600.000 cópias nos Estados Unidos e lá foi certificado como disco de ouro.
Conteúdo |
O álbum apareceu em quatro formatos, o regular em CD, em duplo disco de vinilo, em minidisco de Sony e, como dado anecdótico, foi o último material de Depeche Mode publicado também em casete de fita magnética de audio.[7] [8]
Desde 1993 todos os discos de Depeche Mode se editam na Europa também em formato de disco de vinilo. O caso do LP Exciter resulta diferente à versão em CD pois é apresentado não em um senão em dois discos com os treze temas do álbum, e cujos lados estão ordenados alfabeticamente do À o D, ainda que numerados desde 1 na cada lado.
Disco umLado A
Lado B
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Disco doisLado C
Lado D
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Esta é uma situação que se deu só com alguns outros materiais de Depeche Mode, sobretudo desde 1998, as compilações desse ano The Singles 86>98 e The Singles 81>85, a do 2004 Remixes 81-04, enquanto Exciter foi o primeiro álbum de estudo do grupo em aparecer assim em sua edição de Long Play; os que lhe seguiram, Playing the Angel de 2005 e Sounds of the Universe de 2009, também aparecem em dois discos só em sua edição de vinilo.
Exciter foi o quinto e, como sua edição em casete, o último material de DM disponível no pouco popularizado minidisco digital criado pela casa Sony, em exclusiva para a Europa como os outros discos do grupo que se editaram neste formato.
Esta edição actualmente já não se encontra disponível, como o próprio formato.
As versões de Dream on e I Feel Loved como singelo são mais curtas que no álbum.
A versão de Freelove como singelo tem uma musicalización completamente diferente à do disco, ademais, como singelo a canção é também mais curta e inclusive não tem toda a letra. A versão foi realizada por Mark Ellis “Flood”, quem produzisse os álbuns Violator e Songs of Faith and Devotion de Depeche Mode, e voltou neste álbum para levar a cabo a mistura promocional de Freelove , pelo qual se lhe conhece justamente como Flood Mix.
Só no álbum Exciter se encontra a versão original de Freelove .
Lados B
Os únicos temas que ficaram fora do álbum Exciter e apareceram como lados B dos singelos foram as peças instrumentales Easy Tiger e Zenstation, compostas também por Martin Gore, bem como o cover Dirt, original do grupo The Stooges do cantor Iggy Pop.
No caso da canção Dirt, esta aparece como lado B do disco singelo I Feel Loved, mas se lhe incluiu também no soundtrack do filme estadounidense Resident Evil.
O Easy Tiger que aparece no álbum Exciter é uma versão curta.
| Exciter | ||
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| Álbum de Depeche Mode | ||
| Publicação | 1 de outubro de 2007. | |
| Gravação | 2000-01 | |
| Género(s) | Synthpop Música electrónica | |
| Discográfica | Mute Records na Europa Sire/Reprise/Rhino Records nos Estados Unidos | |
| Produtor(é) | Mark Bell | |
Em 2007 o álbum Exciter relançou-se com todo o conteúdo da edição original, incluindo o caras B dos singelos, em edições para formato de SACD e DVD, como parte da reedición de todos os álbuns anteriores ao Playing the Angel do 2005.
O relanzamiento consistiu em empatar todos os álbuns prévios com o Playing the Angel, o qual foi lançado em duas edições, uma normal só com o disco e outra acompanhada de um DVD, e ao igual que este a reedición americana contém o álbum Exciter em CD acompanhado do DVD enquanto na reedición européia aparece em formato SACD junto com o DVD, de qualquer modo o conteúdo em ambas edições é o mesmo.
Adcicionalmente, o álbum relançou-se em sua edição original de CD, bem como em disco de vinilo em ambos continentes, com o qual de passagem apareceu pela primeira vez em LP na América.
Híbrido em multicanal de audio.
Disco de video que além do Exciter em DTS 5.1, Dolby Digital 5.1 e PCM Stereo, contém material adicional.
Depeche Mode: 1999-2002 (Presenting the Intimate and Delicate Side of Depeche Mode)
A versão Flood Mix de Freelove não aparece acreditada na reedición; é em realidade um tema oculto.
O lançamento do disco coincidiu com os vinte anos de existência do grupo, ou pelo menos vinte anos após ter gravado por vez primeira um disco. Menciona-se particularmente seu parecido com o álbum Black Celebration de 1986 como em ambos as canções resultam ser de diferentes géneros, deste realça sobretudo o tema Goodnight Lovers, último do disco e também eleito como último singelo, como é uma canção de berço.
David Gahan declarou que "Exciter é como a colecção de grandes sucessos nunca dantes escutados de Depeche Mode". Por sua vez Martin Gore chegou a dizer que The Sweetest Condition é o tipo de canção que sempre quis fazer porque é um blues. Depois, o mesmo Gahan agregou que Freelove era o melhor tema que tinha interpretado desde Condemnation.
As outras canções como se menciona emulan diferentes géneros, assim Dream on pertence ao género synth pop; Comatose é um tema minimalista; I Am You é uma canção electrónica mais do tipo de música que Depeche Mode tinha feito em seus mais conhecidos discos; Shine é uma balada com elementos do que alguns chamam música robótica; I Feel Loved é um tema bailable com ritmo de house ; Breathe é outra balada acústica sintetizada; The Dead of Night é uma mistura de rock pesado com industrial, etc.
Musicalmente o disco é sobretudo electrónico, no entanto como nos dois anteriores álbuns se conservaram os instrumentos acústicos e até orquestales, apresentando assim novamente o tipo de música sintetizada que tinha facto famoso ao grupo em seus anos de maior sucesso.
Comercialmente o disco não foi um sucesso e, ainda que alguns seguidores do grupo o consideraram como "pouco inspirado", a crítica o qualificou como um muito bom trabalho, provocando opiniões ambiguas. No entanto com o tempo tem-se-lhe ido valorizando como um disco ecléctico e ao menos de bom acabamento formal.
Em realidade, o álbum Exciter é um dos que tem provocado uma resposta mais enfrentada entre os seguidores de Depeche Mode. Ainda que os detractores do material e daquela época do grupo mencionam com maliciosa frequência que o cantor David Gahan em algum momento chegou a declarar que Exciter era “um álbum muito débil”, ou mais extremos ao dizer que é o pior álbum tão só junto com A Broken Frame de 1982, na própria comunidade musical provocou uma generalizada boa impressão.
Por exemplo, o produtor Mark Ellis “Flood”, responsável por seus álbuns Violator e Songs of Faith and Devotion, ambos importantísimos dentro da discografía de Depeche Mode, depois de de o segundo tinha declarado publicamente seu incomodo de colaborar com o grupo em um período tão problemático, e também que jamais voltaria a trabalhar com eles. No entanto, positivamente impressionado por Exciter , voltou a colaborar com eles realizando uma nova mistura do tema Freelove, a qual foi a promocionada como a versão do disco singelo.
De tal modo, alguns elogiam as atmosferas sintéticas conseguidas no álbum e a volta a um som electrónico mais refinado, enquanto outros criticam as letras simplonas e sua fórmula efectista de apostar por sons já provados. Ao respecto, cabe mencionar outra vez o detalhe de que todas as canções são muito diferentes entre si, incluindo sua percepción entre os próprios seguidores de DM. Dream on é, a julgamento dos próprios integrantes de Depeche Mode, um de seus temas melhor conseguidos com sua forma de electroacústico e uma letra desenfadada; igual que a própria Freelove, a qual eles mesmos consideram uma de suas melhores balidas em muito tempo; enquanto por exemplo o tema Breathe é em verdade o mais intrascendente de toda a colecção; ou ao extremismo total com a canção I Am You que alguns de seus seguidores consideraram das melhores em toda sua história.
Por outro lado, conquanto o disco teve um ténue recibimiento económico a correspondente gira, Exciter Tour, ao invés teve uma muito boa resposta, ainda e quando foi relativamente corta em comparação com outras de DM. Isto se deveu a uma evidente discreción por parte dos membros, pois sua última gira prolongada, Devotional-Exotic Tour de 1993-94, quase lhes custa a própria existência como grupo. Inclusive anunciou-se uma extensão do Exciter Tour para 2002, mas pouco dantes de começar foi simplesmente cancelada, só por não cair novamente em excessos.
Prova do sucesso de gira-a foi o concerto editado resultante dela, One Night inParis , lançado o 2002 e que foi seu primeiro álbum ao vivo em formato DVD, o qual cedo conseguiu chamar poderosamente a atenção e se converter em clássico de seu discografía.
Ainda assim, os detractores do material encontram em detalhes como a cancelamento da extensão da gira uma demonstração de que o disco foi muito pouco gostado entre muitos dos seguidores do grupo. Por exemplo, em gira-a posterior ao Exciter Tour, telefonema Touring the Angel realizada com motivo do álbum Playing the Angel do 2005, unicamente incluiu-se o tema Goodnight Lovers de Exciter , e só nos sets europeus, o qual supostamente é outra mostra do falhanço do álbum, mas naquela gira também se tocou só o tema Home do álbum Ultra, pois essa gira em realidade esteve muito centrada aos temas do período mais exitoso de Depeche Mode.
Um detalhe anecdótico do álbum, Depeche Mode em sua carreira caracterizou-se por apresentar sempre só temas originais, e nas gravações de Exciter Tour se decidiram a realizar um novo cover, o segundo em seus vinte anos de existência, Dirt de Iggy Pop, o qual ficou fora do disco evidentemente por desentonar com seu discurso pasional e romântico. Esse tema apresentou-se como lado B do singelo I Feel Loved, mas se incluiu no soundtrack do filme norte-americano Resident Evil como tema principal.
| Prontas (2001) | Melhor posição | Certificación | Vendas |
|---|---|---|---|
| Lista de álbuns australiana | 2 | Platino | 25,000+ |
| Canada | 2 | Ouro | 75,000+ |
| Finlândia | 2 | Ouro | 16,000+ |
| Lista de álbuns francesa | 1 | Platino | 235,000+ |
| Lista de álbuns alemã | 1 | 2x Platino | 400,000+ |
| Itália | 2 | Platino | 150,000+ |
| Lista de álbuns holandesa | 15 | Não certificado | 25,000+ |
| Lista de álbuns espanhola[9] | 1 | Platino | 125,000+ |
| Listem e álbuns sueca | 1 | 2x Platino | 60,000+ |
| Lista de álbuns suíça | 2 | 2x Platino | 40,000+ |
| UK Albums Chart | 9 | Prata | 90,000+ |
| US Billboard 200[6] [10] | 8 | Ouro[11] | 600,000+ |
| Vendas na Europa | 1 | Platino | 1,400,000+ |
| Vendas mundiais | 2 | Platino+Ouro | 3,400,000+ |