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Exciter

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Exciter
Álbum de Depeche Mode
Publicação 14 de maio do 2001 na Inglaterra
15 de maio do 2001 nos Estados Unidos
Gravação diversos lugares durante 2000 e 2001
Género(s) Synth pop
Rock electrónico
Música alternativa
Duração 56 minutos
Discográfica Mute Records na Inglaterra
Reprise Records nos Estados Unidos
Produtor(é) Mark Bell
Calificaciones profissionais
Singelos de Exciter.
  1. Dream on
    Publicação: 23 de abril de 2001 na Europa
    24 de abril de 2001 na América
  2. I Feel Loved
    Publicação: 30 de julho de 2001 na Europa
    7 de agosto de 2001 na América
  3. Freelove
    Publicação: 11 de novembro de 2001 na Europa
    11 de dezembro de 2001 na América
  4. Goodnight Lovers
    Publicação: 11 de fevereiro de 2002 ; só na Europa
Cronología de Depeche Mode
1998
The Singles 81>85
2001
Exciter
2004
Remixes 81-04

Exciter é o décimo álbum do grupo inglês de música electrónica Depeche Mode (Martin Gore, David Gahan, Andrew Fletcher) produzido durante 2000-01 e publicado em 2001.

Foi produzido por Mark Bell. Todas as canções foram escritas por Martin Gore.

Com motivo do disco, Depeche Mode realizou durante 2001 gira-a Exciter Tour, acompanhados do baterista Christian Eigner e o teclista Peter Gordeno como músicos de apoio.

Exciter debutó no posto 9 nas listas britânicas e debutó no posto 8 no Billboard 200 com vendas de 115.000 cópias em sua primeira semana de lançamento.[6] É o único álbum de Depeche Mode com o debut mais alto nos Estados Unidos que no Reino Unido. A partir de 2009, Exciter tem vendido mais de 600.000 cópias nos Estados Unidos e lá foi certificado como disco de ouro.

Conteúdo

Listagem de canções

O álbum apareceu em quatro formatos, o regular em CD, em duplo disco de vinilo, em minidisco de Sony e, como dado anecdótico, foi o último material de Depeche Mode publicado também em casete de fita magnética de audio.[7] [8]

Edição em CD

  1. Dream on - 4:19
  2. Shine - 5:32
  3. The Sweetest Condition - 3:42
  4. When the Body Speaks - 6:01
  5. The Dead of Night - 4:50
  6. Lovetheme - 2:02
  7. Freelove - 6:10
  8. Comatose - 3:24
  9. I Feel Loved - 4:20
  10. Breathe - 5:17
  11. Easy Tiger - 2:05
  12. I Am You - 5:10
  13. Goodnight Lovers - 3:48

Edição em LP.

Desde 1993 todos os discos de Depeche Mode se editam na Europa também em formato de disco de vinilo. O caso do LP Exciter resulta diferente à versão em CD pois é apresentado não em um senão em dois discos com os treze temas do álbum, e cujos lados estão ordenados alfabeticamente do À o D, ainda que numerados desde 1 na cada lado.

Disco um

Lado A

  1. Dream on - 4:19
  2. Shine - 5:32
  3. The Sweetest Condition - 3:42

Lado B

  1. When the Body Speaks - 6:01
  2. The Dead of Night - 4:50
  3. Lovetheme - 2:02

Disco dois

Lado C

  1. Freelove - 6:10
  2. Comatose - 3:24
  3. I Feel Loved - 4:20

Lado D

  1. Breathe - 5:17
  2. Easy Tiger - 2:05
  3. I Am You - 5:10
  4. Goodnight Lovers - 3:48

Esta é uma situação que se deu só com alguns outros materiais de Depeche Mode, sobretudo desde 1998, as compilações desse ano The Singles 86>98 e The Singles 81>85, a do 2004 Remixes 81-04, enquanto Exciter foi o primeiro álbum de estudo do grupo em aparecer assim em sua edição de Long Play; os que lhe seguiram, Playing the Angel de 2005 e Sounds of the Universe de 2009, também aparecem em dois discos só em sua edição de vinilo.

Edição em MD.

Exciter foi o quinto e, como sua edição em casete, o último material de DM disponível no pouco popularizado minidisco digital criado pela casa Sony, em exclusiva para a Europa como os outros discos do grupo que se editaram neste formato.

Esta edição actualmente já não se encontra disponível, como o próprio formato.

Créditos

Martin Gore, guitarra, sintetizador e segunda voz; ademais canta os temas Comatose e Breathe.
David Gahan, voz principal; só o tema The Sweetest Condition o cantam parcialmente a dueto.
Andrew Fletcher, sintetizador, segunda voz em When the Body Speaks. Tem participação vocal em Dream on, The Dead of Night e em Goodnight Lovers.
Knox Chandler, só cello e arranjo de sensatas em When the Body Speaks.
Todd C. Reynolds, Joyce Hammann, Natalie Cenovia Cummins, Ralph H. Farris, Leio Grinhauz, sensatas em When the Body Speaks.
Airto Moreira, percussão em Freelove e em I Feel Loved.
Christian Eigner, batería em I Am You.
Mark Bell, Produção.
Gareth Jones, Engenharia, preproducción e produção adicional.
Paul Freegard, preproducción e produção adicional.
Steve Fitzmaurice, Mistura.
Mike Marsh em The Exchange, Masterización.
Boris Alridge, Andrew Davis e Andrew Griffiths, assistentes de gravação em Londres .
Nick Sevilla e Lisa Butterworth, assistentes de gravação em Santa Barbara.
Jonathan Adler, Allissa Myhowich e James Chang, assistentes de gravação em Nova York.

Singelos

As versões de Dream on e I Feel Loved como singelo são mais curtas que no álbum.

A versão de Freelove como singelo tem uma musicalización completamente diferente à do disco, ademais, como singelo a canção é também mais curta e inclusive não tem toda a letra. A versão foi realizada por Mark Ellis “Flood”, quem produzisse os álbuns Violator e Songs of Faith and Devotion de Depeche Mode, e voltou neste álbum para levar a cabo a mistura promocional de Freelove , pelo qual se lhe conhece justamente como Flood Mix.

Só no álbum Exciter se encontra a versão original de Freelove .

Lados B

Os únicos temas que ficaram fora do álbum Exciter e apareceram como lados B dos singelos foram as peças instrumentales Easy Tiger e Zenstation, compostas também por Martin Gore, bem como o cover Dirt, original do grupo The Stooges do cantor Iggy Pop.

No caso da canção Dirt, esta aparece como lado B do disco singelo I Feel Loved, mas se lhe incluiu também no soundtrack do filme estadounidense Resident Evil.

O Easy Tiger que aparece no álbum Exciter é uma versão curta.

Edição 2007

Exciter
Álbum de Depeche Mode
Publicação 1 de outubro de 2007.
Gravação 2000-01
Género(s) Synthpop
Música electrónica
Discográfica Mute Records na Europa
Sire/Reprise/Rhino Records nos Estados Unidos
Produtor(é) Mark Bell

Em 2007 o álbum Exciter relançou-se com todo o conteúdo da edição original, incluindo o caras B dos singelos, em edições para formato de SACD e DVD, como parte da reedición de todos os álbuns anteriores ao Playing the Angel do 2005.

O relanzamiento consistiu em empatar todos os álbuns prévios com o Playing the Angel, o qual foi lançado em duas edições, uma normal só com o disco e outra acompanhada de um DVD, e ao igual que este a reedición americana contém o álbum Exciter em CD acompanhado do DVD enquanto na reedición européia aparece em formato SACD junto com o DVD, de qualquer modo o conteúdo em ambas edições é o mesmo.

Adcicionalmente, o álbum relançou-se em sua edição original de CD, bem como em disco de vinilo em ambos continentes, com o qual de passagem apareceu pela primeira vez em LP na América.

Disco um, SACD/CD

Híbrido em multicanal de audio.

  1. Dream on
  2. Shine
  3. The Sweetest Condition
  4. When the Body Speaks
  5. The Dead of Night
  6. Lovetheme
  7. Freelove
  8. Comatose
  9. I Feel Loved
  10. Breathe
  11. Easy Tiger
  12. I Am You
  13. Goodnight Lovers

Disco dois, DVD

Disco de video que além do Exciter em DTS 5.1, Dolby Digital 5.1 e PCM Stereo, contém material adicional.

Documental

Depeche Mode: 1999-2002 (Presenting the Intimate and Delicate Side of Depeche Mode)

Exciter
  1. Dream on
  2. Shine
  3. The Sweetest Condition
  4. When the Body Speaks
  5. The Dead of Night
  6. Lovetheme
  7. Freelove
  8. Comatose
  9. I Feel Loved
  10. Breathe
  11. Easy Tiger
  12. I Am You
  13. Goodnight Lovers
Canções ao vivo em Paris em outubro de 2001.
  1. The Dead of Night
  2. The Sweetest Condition
  3. Dream on
  4. When the Body Speaks
  5. Breathe
  6. Freelove
Canções adicionais (só em PCM Stereo).
  1. Easy Tiger (versão completa)
  2. Dirt
  3. Freelove (Flood Mix)
  4. Zenstation
  5. When the Body Speaks (versão acústica)

A versão Flood Mix de Freelove não aparece acreditada na reedición; é em realidade um tema oculto.

Dados

O lançamento do disco coincidiu com os vinte anos de existência do grupo, ou pelo menos vinte anos após ter gravado por vez primeira um disco. Menciona-se particularmente seu parecido com o álbum Black Celebration de 1986 como em ambos as canções resultam ser de diferentes géneros, deste realça sobretudo o tema Goodnight Lovers, último do disco e também eleito como último singelo, como é uma canção de berço.

David Gahan declarou que "Exciter é como a colecção de grandes sucessos nunca dantes escutados de Depeche Mode". Por sua vez Martin Gore chegou a dizer que The Sweetest Condition é o tipo de canção que sempre quis fazer porque é um blues. Depois, o mesmo Gahan agregou que Freelove era o melhor tema que tinha interpretado desde Condemnation.

As outras canções como se menciona emulan diferentes géneros, assim Dream on pertence ao género synth pop; Comatose é um tema minimalista; I Am You é uma canção electrónica mais do tipo de música que Depeche Mode tinha feito em seus mais conhecidos discos; Shine é uma balada com elementos do que alguns chamam música robótica; I Feel Loved é um tema bailable com ritmo de house ; Breathe é outra balada acústica sintetizada; The Dead of Night é uma mistura de rock pesado com industrial, etc.

Musicalmente o disco é sobretudo electrónico, no entanto como nos dois anteriores álbuns se conservaram os instrumentos acústicos e até orquestales, apresentando assim novamente o tipo de música sintetizada que tinha facto famoso ao grupo em seus anos de maior sucesso.

Comercialmente o disco não foi um sucesso e, ainda que alguns seguidores do grupo o consideraram como "pouco inspirado", a crítica o qualificou como um muito bom trabalho, provocando opiniões ambiguas. No entanto com o tempo tem-se-lhe ido valorizando como um disco ecléctico e ao menos de bom acabamento formal.

Em realidade, o álbum Exciter é um dos que tem provocado uma resposta mais enfrentada entre os seguidores de Depeche Mode. Ainda que os detractores do material e daquela época do grupo mencionam com maliciosa frequência que o cantor David Gahan em algum momento chegou a declarar que Exciter era “um álbum muito débil”, ou mais extremos ao dizer que é o pior álbum tão só junto com A Broken Frame de 1982, na própria comunidade musical provocou uma generalizada boa impressão.

Por exemplo, o produtor Mark Ellis “Flood”, responsável por seus álbuns Violator e Songs of Faith and Devotion, ambos importantísimos dentro da discografía de Depeche Mode, depois de de o segundo tinha declarado publicamente seu incomodo de colaborar com o grupo em um período tão problemático, e também que jamais voltaria a trabalhar com eles. No entanto, positivamente impressionado por Exciter , voltou a colaborar com eles realizando uma nova mistura do tema Freelove, a qual foi a promocionada como a versão do disco singelo.

De tal modo, alguns elogiam as atmosferas sintéticas conseguidas no álbum e a volta a um som electrónico mais refinado, enquanto outros criticam as letras simplonas e sua fórmula efectista de apostar por sons já provados. Ao respecto, cabe mencionar outra vez o detalhe de que todas as canções são muito diferentes entre si, incluindo sua percepción entre os próprios seguidores de DM. Dream on é, a julgamento dos próprios integrantes de Depeche Mode, um de seus temas melhor conseguidos com sua forma de electroacústico e uma letra desenfadada; igual que a própria Freelove, a qual eles mesmos consideram uma de suas melhores balidas em muito tempo; enquanto por exemplo o tema Breathe é em verdade o mais intrascendente de toda a colecção; ou ao extremismo total com a canção I Am You que alguns de seus seguidores consideraram das melhores em toda sua história.

Por outro lado, conquanto o disco teve um ténue recibimiento económico a correspondente gira, Exciter Tour, ao invés teve uma muito boa resposta, ainda e quando foi relativamente corta em comparação com outras de DM. Isto se deveu a uma evidente discreción por parte dos membros, pois sua última gira prolongada, Devotional-Exotic Tour de 1993-94, quase lhes custa a própria existência como grupo. Inclusive anunciou-se uma extensão do Exciter Tour para 2002, mas pouco dantes de começar foi simplesmente cancelada, só por não cair novamente em excessos.

Prova do sucesso de gira-a foi o concerto editado resultante dela, One Night inParis , lançado o 2002 e que foi seu primeiro álbum ao vivo em formato DVD, o qual cedo conseguiu chamar poderosamente a atenção e se converter em clássico de seu discografía.

Ainda assim, os detractores do material encontram em detalhes como a cancelamento da extensão da gira uma demonstração de que o disco foi muito pouco gostado entre muitos dos seguidores do grupo. Por exemplo, em gira-a posterior ao Exciter Tour, telefonema Touring the Angel realizada com motivo do álbum Playing the Angel do 2005, unicamente incluiu-se o tema Goodnight Lovers de Exciter , e só nos sets europeus, o qual supostamente é outra mostra do falhanço do álbum, mas naquela gira também se tocou só o tema Home do álbum Ultra, pois essa gira em realidade esteve muito centrada aos temas do período mais exitoso de Depeche Mode.

Um detalhe anecdótico do álbum, Depeche Mode em sua carreira caracterizou-se por apresentar sempre só temas originais, e nas gravações de Exciter Tour se decidiram a realizar um novo cover, o segundo em seus vinte anos de existência, Dirt de Iggy Pop, o qual ficou fora do disco evidentemente por desentonar com seu discurso pasional e romântico. Esse tema apresentou-se como lado B do singelo I Feel Loved, mas se incluiu no soundtrack do filme norte-americano Resident Evil como tema principal.

Canção por canção

Dream on é uma balada electroacústica que de algum modo emula os modestos inícios de Depeche Mode na música electrónica, sendo uma sorte de canção folclórica feita em forma de pop sintetizado conduzido por uma guitarra e tão só com uns quantos efeitos electrónicos, o qual a converteu a julgamento dos próprios integrantes de DM em um de seus experimentos mais conseguidos. De chamar a atenção foi a voz de Dave Gahan totalmente filtrada, com o qual atingiu vocalmente o registo de um autêntico barítono.
Shine é a primeira balada do álbum, feita de maneira totalmente electrónica e com uma letra sobre amor onírico. O que realça é sobretudo a instrumentação, a qual tem elementos da chamada música robótica com o que Depeche Mode capitalizaba as novas tendências electrónicas da época em que apareceu o álbum.
The Sweetest Condition é o tema blues do álbum com musicalización e letras algo mais agressivas que o resto das canções do disco. Realça sobretudo a música que mistura a tendência blues de guitarra triste com efeitos electrónicos mais fortes cheios de múltiplos sons.
When the Body Speaks é um chamado cadencioso ao amor carnal facto a base de uma musicalización muito singela, de facto orienta-se mais a sua romântica letra na qual o amante de rienda solta a seus desejos e ambições, inclusive falando sobre orar por isso. O acompañamiento é só de guitarra acústica, um discreto sintetizador, uma percussão também muito minimalista, bem como um elocuente e muito fino arranjo de sensatas, a fazendo uma função mais lírica que sintética.
The Dead of Night é uma canção emparentada com os convencionalismos da música rock ainda que mais bem parecesse ser uma burla a uma opinião que durante anos Depeche Mode teve dos meios, isto é, demasiados subversivos para ser garotos bons e demasiado tranquilos para ser garotos maus, por isso o grito de “Somos a Morte da Noite”, o qual a voltou um tema um pouco irónico. A musicalización também pretende ter por completo a forma de rock pesado. Em realidade impõe-se como o tema mas rock em toda a carreira de DM.
Lovetheme é uma função instrumental curta minimalista tocada com um baixo e um teclado, a qual é uma espécie de pausa no álbum que conclui com umas notas de piano.
Freelove é a segunda balada electrónica, da qual os próprios integrantes se sentiram também particularmente orgulhosos. A canção é uma declaração de entendimento e companhia a quem tem fracassado no amor e seguido adiante. A música por outro lado está feita a base de várias camas de som, ainda que na versão do disco singelo optou-se por uma musicalización menos extravagante e mais plana, no entanto a versão original, a do disco, é um tema forte, mais longo e elocuente, além de representativo do álbum.
Comatose é a função mas minimalista de todo o disco. Cantada por Martin Gore, é uma sorte de chamado delirante de amor, seguindo com o discurso sobre relações desesperadas de todo o disco. A musicalización é muito singela e também lhe aposta mas à letra, a qual fala sobre o alucinado e ensoñador do amor.
I Feel Loved foi a peça mais exitosa do álbum. É um tema meramente bailable feito quase exclusivamente a base de sintetizador acompanhado de uma percussão discreta. A letra é, como seu nome indica, simplesmente de amor encarnado. A canção ademais acerca-se muito aos estereotipos de música bailable introduzidos por DM aos Estados Unidos, sendo uma espécie de lembrete de que foram eles quem involuntariamente deixaram escola no género.
Breathe é o tema mais glamoroso do álbum, e foi parte do repertorio durante a correspondente gira, ainda que sua resposta ante o público não foi a mais óptima. É um tema curioso com uma letra como de reclamo com muita familiaridad.
Easy Tiger é o segundo tema instrumental curto do álbum, de facto no disco singelo Dream on aparece sua versão completa. É um tema electrónico doce e rítmico com um acompañamiento acústico mais bem discreto. Foi utilizado durante gira-a Exciter Tour como introdução para os concertos.
I Am You é o tema mais electrónico de todo o álbum, e ademais o que soa mais tradicional para DM, ainda que a batería é acústica. A letra é também muito típica de DM ao falar sobre amor apasionado e arrebatado, no qual duas pessoas têm de se converter em uma sozinha; o estribilho diz com força electrónica “Eu Sou Tu e Tu És Eu”. Musicalmente a canção está cheia de efeitos de sintetizador tão extremos como a letra mesma, a fazendo uma espécie de chamado desesperado por não abandonar uma relação.
Goodnight Lovers é o tema mais estranho de todo o disco ao ser uma canção de berço. Conquanto DM não inaugurou incluir canções de berço em seus discos, se for o caso até a lançaram como singelo promocional do mesmo, o que se foi uma aposta muito rara. A letra é uma doce afirmação sobre a condição do ser humano quem deve sofrer só pelo facto de ter sentimentos concretos; o estribilho diz “Quando Nasces Amante, Nasces Para Sofrer”; ao mesmo tempo a canção é também um chamado pacifista à hermandad da gente. A musicalización é singela mas elocuente, e está feita precisamente como para provocar sonho, com vozes guturales em primeiro plano fazendo um acompañamiento tão extravagante como a canção mesma.

Lista de posições

Prontas (2001) Melhor
posição
Certificación Vendas
Lista de álbuns australiana 2 Platino 25,000+
Canada 2 Ouro 75,000+
Finlândia 2 Ouro 16,000+
Lista de álbuns francesa 1 Platino 235,000+
Lista de álbuns alemã 1 2x Platino 400,000+
Itália 2 Platino 150,000+
Lista de álbuns holandesa 15 Não certificado 25,000+
Lista de álbuns espanhola[9] 1 Platino 125,000+
Listem e álbuns sueca 1 2x Platino 60,000+
Lista de álbuns suíça 2 2x Platino 40,000+
UK Albums Chart 9 Prata 90,000+
US Billboard 200[6] [10] 8 Ouro[11] 600,000+
Vendas na Europa 1 Platino 1,400,000+
Vendas mundiais 2 Platino+Ouro 3,400,000+

Referências

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"
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