| Ezequiel Hurtado | |
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| 1 de abril de 1884 – 11 de agosto de 1884. | |
| Precedido por | José Eusebio Otálora |
| Sucedido por | Rafael Núñez |
| Dados pessoais
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| Nascimento | 14 de dezembro de 1825 Silvia, Cauca |
| Fallecimiento | 24 de setembro de 1890 Popayán, Cauca |
| Partido | Partido Liberal Colombiano |
| Cónyuge | Trinidad Guzmán, Manuelita Salazar |
| Profissão | Político, Militar, Advogado |
Ezequiel Hurtado Hurtado foi um político, militar e Estadista colombiano, Presidente da República, nascido em Silvia , departamento do Cauca o 14 de dezembro de 1825, falecido em Popayán o 4 de setembro de 1890. Filho de Nicolás Hurtado, e María Trinidad Hurtado, Ezequiel Hurtado fez seus primeiros estudos no Colégio de San José e mais tarde seus estudos em Direito na Universidade do Cauca, graduándose o 27 de janeiro de 1852. Mais tarde chegaria a ser professor de dito plantel.
Sua primeira intervenção militar foi em 1851, quando participou em defesa das instituições legais. Dois anos depois iniciaria plenamente sua carreira militar e política, participando na luta contra a ditadura de José María Melo e vinculando ao Partido Liberal.
A partir do ano 1860, participou nas campanhas revolucionárias contra o governo conservador de Mariano Ospina Rodríguez.
Ademais faço parte das tropas do General Tomás Cipriano de Mosquera as quais triunfaram em 1861; Coisa que lhe deu o título de General do Exército.
Fez parte posteriormente da Assembleia do Cauca e do gabinete estatal em várias oportunidades Ademais participou na Convenção de Rionegro que promulgó a constituição de 1863.
Seguido a Isto em 1868 foi eleito Representante à Câmara e posteriormente Senador. Em 1878 o Presidente Julián Trujillo Largacha designa-o Secretário de Guerra e Marinha (Ministro de Defesa), e um ano depois é eleito Presidente (governador) do Estado Soberano do Cauca, para um período de quatro anos (1879 - 1883); Hurtado tinha sido posto no poder pela chamada "Revolução de Abril" (1879), que comandaram os generais Elíseo Payán e Juan de Deus Ulloa, quem representavam uma coalizão de mosqueristas e independentes que se opunha aos abusos cometidos pelos radicais.
Ao deixar o cargo, em 1883, é eleito pelo Congresso como Designado à Presidência da República e foi nomeado magistrado do Corte Suprema de Justiça. Nesta qualidade exerce o poder presidencial entre abril e agosto de 1884, devido a demora-a de Rafael Núñez para assumir o poder. Dentro de seu mandato ao nomear seu gabinete deu as carteiras de Governo, Fazenda, Tesouro, Fomento, Relações Exteriores, Instrução Pública e guerra, respectivamente, aos senhores Manuel M. Castro, Felipe Angulo, Mariano Tanco e José María Caro, José J. Vargas, Eustorgio Salazar, Napoleón Borrero e José María Campo Serrano.
Depois de deixar a Presidência enfrentou-se directamente ao projecto de Regeneração de Núñez, na Guerra de 1885, sendo submetido a estreita prisão e tratado com soma dureza, posteriormente é desterrado a Costa Rica (Centroamérica); em 1889 permitiu-se-lhe regressar ao país, pouco dantes de falecer.
Seus restos descansam no Panteón dos Próceres na cidade de Popayán (Cauca), inaugurado em 1940 por Guillermo León Valencia.
Ocupo grandes cargos dentro do Estado do Cauca e a nível Nacional, pois foi Magistrado do Tribunal do Cauca e Magistrado do Corte Suprema de Justiça, Entre outros cargos, além de ter grandes negócios em dito Estado com a produção de Quina.Atribuem-se-lhe e questionam vários assassinatos cometidos no Cauca na guerra do 60 ao 63, entre liberais e conservadores.
| Predecessor: José Eusebio Otálora | 1884 a 1884. | Sucessor: Rafael Núñez |
Modelo:ORDENAR:Hurtado, Ezequiel