Fabrizio Meoni (*Castiglion Fiorentino, Arezzo, Itália, 31 de dezembro de 1957 — † Kiffa, Mauritania 11 de janeiro de 2005 ) foi um piloto de rallies. Bicampeón do Rally Dakar em 2001 e 2002, com a equipa KTM.
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Apodado O africano, esteve casado com Elena tendo como filho a Gioele.
Em 1990 , quando participa com uma KTM 500, de dois tempos, no Rally da Tunísia. Era sua primeira experiência no deserto, pese ao qual Meoni foi sempre nas primeiras posições até a última etapa, quando uma queda lhe produziu uma luxación de clavícula.
Então começou-se a preparar o que ele mesmo definiu já então como seu "grande sonho": o Rally Dakar. Dois anos depois cumpriu seu sonho e tomou parte na Dakar com uma Yamaha XTZ660 de série. Terminou o desafiou, ocupou a duodécima praça e foi o primeiro dos pilotos privados. Nesse ano, assim mesmo, acabou terceiro no dos Faraones. Ganhar o Dakar já se converteu em seu grande obsesión.
Depois de ter ganhado na Tunísia (1997, 2000) e no Egipto (1998, 1999 e 2000) -as outras dois grandes clássicas do deserto africano-. E sacou-lha em 2001, quando aos comandos de uma KTM conquistou por vez primeira o Paris-Dakar. Em um ano redondo já que, assim mesmo, fez-se com o Rally da Tunísia e o do Egipto. Meoni repetiu triunfo ao ano seguinte no Paris-Dakar e já começou a pensar em não participar mais na durísima cita africana. Mas Africa voltou-lhe a chamar e em 2003, esteve na linha de saída e de chegada, acabando na terceira praça.
Também tomou parte na edição 2004, dominada pelo espanhol Nani Roma. E a sua volta anunciou sua retirada do Dakar. Poucos lhe creram, pois era sabido seu amor por esta prova. Durante uns meses manteve-se em seus treze, disse que não voltaria. Mas como era lógico, de novo sofreu o telefonema de Africa, deu marcha atrás e anunciou que ia participar no Barcelona-Dakar 2005, que devia ser, em verdade, sua última participação.
Uma prova da que, depois da ter conquistado na categoria de motos nos anos 2001 e 2002, se tinha tentado afastar, chegando a anunciar em várias ocasiões sua retirada.
O desejo de Meoni era retirar com o triunfo. Nas dez etapas disputadas esteve nos primeiros lugares, liderou a prova em uns dias e à linha de saída de sua última etapa apresentou-se como segundo classificado, a 9'13" do líder, o francês Cyril Despres.
Mas o 11 de janeiro de 2005 pela manhã, em um dia após a morte do espanhol José Manuel Pérez e depois de uma queda, Meoni sofreu um desemprego cardíaco quando acabava de superar o segundo ponto de passagem da especial. Durante quarenta e cinco minutos tentou-se-lhe reanimar com masajes cardíacos, mas tudo resultou vão.
Meoni convertia-se na cuadragésima sexta vítima do Dakar nos vinte e sete anos de vida da prova.