A fixação é um conceito utilizado em psicoanálisis para denominar a ligazón da libido a determinadas pessoas, imagos ou representações psíquicas dos objectos. Sigmund Freud refere-se a ela como:[1]
A fixação faz que a libido se uma fortemente a pessoas ou imagos, reproduza um determinado modo de satisfação, permaneça organizada segundo a estrutura característica de uma de suas fases evolutivas. A fixação pode ser manifesta e actual ou constituir uma virtualidad prevalente que abre ao sujeito o caminho para uma regresión.
O conceito de fixação faz parte, em general, de uma concepção genética que implica uma progressão ordenada da libido (fixação a uma fase). Mas, aparte de toda referência genética, também se fala de fixação dentro da teoria freudiana do inconsciente, para designar o modo de inscrição de certos conteúdos representativos (experiências, imagos, fantasías) que persistem no inconsciente de forma inalterada, e aos quais permanece unida a pulsión.