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Fogo

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Para outros usos deste termo, veja-se Fogo (desambiguación).
Fogo.

Chama-se fogo à reacção química de oxidación violenta de uma matéria combustível, com desprendimiento de lumes, calor, vapor de água e dióxido de carbono. É um processo exotérmico. Desde este ponto de vista, o fogo é a manifestação visual da combustão.

Assinala-se também como uma reacção química de oxidación rápida que é produzida pela evolução da energia em forma de luz e calor.

Conteúdo

Influjo histórico

Fazendo fogo por atrito, Vanuatu.

O fogo tem fascinado à humanidade durante séculos. Quiçá o ser humano cobrou consciência de seu superioridad quando dominou o fogo, ao que os demais animais temiam. Seus primeiros usos foram o calor e a defesa ante as alimañas, mas em seguida deu provas de que era algo mais. A simples observação de que a ponta do pau, com que se removiam as brasas de uma fogata, se carbonizava e ganhava dureza, o convertendo em arma de caça mais eficaz, foi o princípio de sua aplicação como gerador de técnicas.

A seu ao redor, e graças a seu calor, têm vivido milhares de homens. O homem tem sabido usar a energia do fogo em seu proveito, para extrair a energia dos materiais que lhe proporcionava a natureza ou poder os moldar a sua gosto. Conquanto a mão é a ferramenta principal do homem, também o fogo tem parte na responsabilidade da construção da actual cultura.

Uma das considerações históricas mais importantes, é a influência do cientista Lavoisier, pai da química, ao descobrir a intervenção dos gases aéreos, como o oxigénio, nas combustões, substituindo a teoria do "flogisto". Dita teoria tratava de explicar a combustão supondo que um corpo ardia pelo facto de conter um princípio inflamável, denominado flogisto, (descendente directo do "azufre" dos alquimistas e mais remoto que o antigo elemento "fogo" era uma substância imponderable, misteriosa, que fazia parte dos corpos combustíveis). Quanto mais flogisto tivesse um corpo, melhor combustível era. Os processos de combustão supunham a perda do mesmo no ar. O que ficava depois da combustão não tinha flogisto e, por tanto, não podia seguir ardendo. O ar era indispensável para a combustão, mas com carácter de mero auxiliar mecânico.

Desde depois, tratava-se de uma teoria subjetiva que se completou cientificamente por Lavoisier ao explicar que os corpos ardiam em presença de oxigénio, intervenção do mesmo ou outro comburente, quando aparecia uma fonte de calor que activasse a reacção. é uma das fontes de energia mas antiga o mundo antigo.

Quando o fogo era novo

Para que exista o fogo deve existir o oxigénio e este elemento não sempre tem estado presente a nossa atmosfera, pelo que o fogo é posterior à Terra. Contrário ao que parece óbvio, o Sol não tem fogo, senão plasma incandescente.

O fogo é então posterior à presença de oxigénio na atmosfera terrestre e este a sua vez é devido à proliferación de vegetales fotosintéticos que mediante esta função encheram a atmosfera de oxigénio.

Comportamento do fogo em estruturas confinadas

Dentro de estruturas fechadas ou confinadas há certos fenómenos especiais do fogo. Os bombeiros têm que se treinar a fundo e conhecer estes fenómenos para evitar morrer produto de algum deles. Algum destes fenómenos são:

Veja-se também

Enlaces externos

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