A fome é a sensação que indica a necessidade de alimento.
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Fisiologicamente, a fome está produzida pelos grandes estímulos que exercem certas substâncias sobre nosso cérebro. Assim, por exemplo, a hipoglucemia, estimula ao hipotálamo lateral e produz estímulos vagales que nos obrigam a comer, enquanto os ácidos grasos, a colecistoquinina e a serotonina estimulam ao hipotálamo ventromedial e nos produzem a sensação contrária da fome: a saciedade.
Nesta situação, activam-se os processos necessários para a consecución de alimento: Actividade do sistema dopaminérgico, dota ao sistema nervoso central de uma clareza no pensamento e na percepción do médio (similar à que a estimulação por drogas possa causar), aumentando a neuroactividad (em alguns casos rozando a precognición: O depredador adianta-se aos movimentos de sua presa). Quando a fonte de alimento está localizada, entram em funcionamento as catecolaminas (em concreto a adrenalina), que dotará ao organismo de energias de reserva para poder conseguir a fonte de energia necessária.
A maioria das mortes por fome devem-se a desnutrición permanente. As famílias singelamente não têm suficientes alimentos (ou talvez não contam com recursos para os adquirir devido a seu carestía). Isto, a sua vez, se deve à extrema pobreza.
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) estima que uns 1500 milhões de pessoas no mundo sofrem de fome e desnutrición, uma quantidade cerca de 200 vezes maior que o número de pessoas que efectivamente morrem por essas causas ao ano.
O 24 de agosto de 2006 , celebrou-se a Cimeira mundial contra a fome, liderada pelos governos do Brasil, Chile, Espanha e França na que mandatários de 113 países assinaram uma declaração contra a fome no mundo.