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Foo Fighters

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Foo Fighters
Foo Fighters 2007.jpg
Foo Fighters em um concerto, 2007. De esquerda a direita: Chris Shiflett, Dave Grohl, Taylor Hawkins e Nate Mendel.
Informação pessoal
OrigemFlag of the United States.svg Seattle, Washington, Estados Unidos
Informação artística
Género(s)Rock alternativo, grunge, pós-grunge, indie rock.[1]
Período de actividade1995 - Presente
Discográfica(s)Roswell Records
Capitol Records
RCA
Artistas relacionadosNirvana
Sunny Day Real Está
Queens of the Stone Age
Probot
Jackson United
Alanis Morissette
Membros
Dave Grohl
Taylor Hawkins
Nate Mendel
Chris Shiflett
Antigos membros
William Goldsmith
Pat Smear
Franz Stahl

Foo Fighters é uma banda de origem estadounidense criada no ano 1995 por Dave Grohl, ex-baterista de Nirvana .

A banda tem conseguido vários reconhecimentos e tem marcado muitíssimos sucessos ao redor do mundo, tais como "Big Me ","This is a Call", "Everlong", "Monkey Wrench", "Learn to Fly", "All My Life", "Times Like These", "Best of You", "D.Ou.A.", "Não Way Back", "The Pretender", que atingiu o posto N° 1 nos Hot Modern Rock Tracks no sábado 1 de setembro do 2007 e se manteve como número 1 por 18 semanas consecutivas. Seu último single é "Wheels", incluído em seu álbum de Grandes Sucessos lançado o 3 de novembro de 2009 em Norteamérica.

Conteúdo

Biografia

Inícios (1994-1995)

Artigo principal: Nirvana

A história de Foo Fighters começa quando Dave Grohl, antigo membro de Scream , é contratado para fazer os labores de batería no por aquele então desconhecido grupo de grunge Nirvana. A casualidade quis que o primeiro disco de Grohl em dita formação, Nevermind, fosse um autêntico sucesso no âmbito "mainstream", graças ao qual a banda se aupó aos primeiros postos nas listas de vendas de todo mundo. Esta situação pôs a Kurt Cobain, líder do grupo, em situações de depressão e abuso de drogas, incomodando por sua posição de estrela mediática, o que acabaria com sua morte em abril de 1994. Durante o tempo no que foi membro de Nirvana, Dave escreveu várias canções por sua conta que não lhe pareceram do todo conforme ao som dessa banda. Por esta razão não mostrou a totalidade delas a seus colegas, e decidiu gravar um demo por sua conta baixo o pseudónimo Bate!, nomeando o álbum como Pocketwatch. A edição deste demo fez-se em mal cem casetes que Grohl repartiu unicamente entre suas amizades e sem pretensão alguma do editar comercialmente.

Depois da morte de Kurt Cobain e a consiguiente desaparecimento de Nirvana, Grohl decidiu seguir adiante com sua carreira musical. Regressou ao estudo por conta própria para gravar outras quantas canções mais que já tinha escrito, desta vez baixo o pseudónimo de Foo Fighters devido à afición de Grohl pelos fenómenos paranormales. Ele mesmo gravou todos os instrumentos em todas as canções, a excepção de uma guitarra de acompañamiento cortesía de seu amigo Greg Dulli (guitarrista de Afghan Whigs).[2] Igualmente editou esta gravação em casete e repartiu-a entre seus amigos. No entanto, nesta ocasião recebeu muito bons comentários e inclusive uma das canções, This is a Call, começou a ter rotação na rádio angelina, razão pela qual decidiu formalizar o que até o momento era só um projecto e recrutou a outros músicos para formar uma banda oficialmente, criando ademais seu próprio selo discográfico: Roswell Records, subsidiaria de Capitol Records.[3]

Foi bem como deu-se início aos Foo Fighters, cujo nome prove da forma em que chamavam os pilotos aliados aos objectos voladores não identificados (OVNI) durante a Segunda Guerra Mundial.[2]

The Colour and the Shape (1997-1999)

Artigo principal: The Colour and the Shape

Depois do grande sucesso que teve a banda, estiveram de gira durante vários meses se apresentando por todo Estados Unidos e algumas cidades da Europa (incluído o sucesso em massa na Inglaterra). Ainda assim, depois de quase dois anos de gira exhaustiva, Pat Smear decidiu deixar a banda devido ao agotamiento, não sem dantes gravar em 1997 seu segundo álbum, The Colour And The Shape, o qual contém grandes sucessos como Monkey Wrench, My Hero, Hey, Johnny Park! e Everlong. Para a gravação do disco, William Goldsmith foi requerido só em Doll e Up inArms , o que provocou seu abandono do grupo após várias discussões. Outras fontes citam confrontos entre o produtor Gil Norton e Goldsmith os que provocaram a saída deste último.[2] A crítica proclamou-o como um dos melhores discos de rock da década dos 90.

Procurando um substituto que ocupasse o posto de batería no grupo, Grohl chamou a Taylor Hawkins (ex membro de Hot Chocolate, a banda ao vivo de Alanis Morissette) para lhe perguntar se conhecia a alguém que pudesse ocupar o lugar de Goldsmith, mas, para surpresa de Grohl, Hawkins se ofereceu para tomar os labores de batería. Assim mesmo, Dave contratou a Franz Stahl (ex parceiro de Grohl na banda Scream) nas guitarras, quem deixou a banda dantes da gravação do seguinte disco por "diferenças criativas".

There Is Nothing Left to Lose (1999-2002)

Em 1999, Grohl decidiu tomar um descanso e regressar a seu natal Virginia. Após um par de meses de radicar aí, converteu o sótano de sua casa em um estudo de gravação onde começaram a trabalhar no que converter-se-ia em seu terceiro álbum, There is Nothing Left to Lose. Este disco contaria com um tom bem mais melódico que seus predecessores. Deste se desprendem temas como Breakout (que incluir-se-ia na banda sonora do filme Eu, eu mesmo e Irene), Next Year (banda sonora da série televisiva Ed), Generator, Stacked Actors e Learn to Fly (número 1 na lista do Billboard).[2]

Após a saída de Stahl, a banda provou a um grande número de guitarristas, dando finalmente com Chris Shiflett, ex-integrante de Não Use for a Name e Me First and the Gimme Gimmes. Mas a banda já estava a terminar de gravar o álbum, razão pela qual não aparece nos créditos do mesmo.

Chris Shiflett em agosto de 2003

Nesse mesmo ano Foo Fighters estabeleceu contacto com a banda de rock Queen. Brian May colaborou no segundo cover que realiza Foo Fighters do tema de Pink Floyd Have a Cigar, que apareceu na banda sonora do filme Missão Impossível 2.[3]

Quando Queen entrou no salão de fama do rock em março de 2001, Grohl e Hawkins são convidados para tocar junto com a mítica banda o tema Tie your Mother Down.[3] Foo Fighters tocou com eles em outras ocasiões, incluído o VH1 Rock Honors e seu concerto no Hyde Park de Londres .

Alive & Well

Em 2000, a banda reconheceu em público seu apoio a Alive & Well,[4] uma organização estadounidense que não acha que o vírus de inmunodeficiencia humana seja a causa do SIDA, além de questionar a validade dos controles para detectar o vírus e negar o uso de medicamentos para frear as causas da doença. O bajista Nate Mendel foi quem recomendou o livro da fundadora da entidade, Christine Maggiore, ao resto dos membros da banda.

Nesse mesmo ano, Mendel organiza um concerto em benefício da organização,[4] bem como colaborações do documental promovido por dita sociedade chamado The Other Side of AIDS (a outra cara do SIDA).[5]

One by One (2002-2005)

Artigo principal: One by One

No final de 2001, e já com seu novo guitarrista, a banda regressou a Virginia para trabalhar em um novo disco que não satisfez as expectativas de Grohl, razão pela qual decidiu abandonar as sessões de gravação e tomar um receso. Durante este tempo gravou as baterías no disco Songs for the Deaf de Queens of the Stone Age,[2] saindo também de gira com eles durante 2002. Shifflet trabalhou também em um projecto próprio durante este tempo, um grupo de punk chamado Jackson (agora Jackson United). Tendo retomado novos bríos, a banda regressou ao estudo para voltar a gravar em tão só duas semanas o disco que tinha preparado dantes de sua etapa em Queens of the Stone Age, titulado One by One. Esta gravação está composta por canções como All My Life, Low, Overdrive, Comeback, Have it All e Times Like These. O vídeo de Low foi tremendamente criticado e censurado em muitas emissoras do mundo, já que nele aparecia Grohl, junto com seu amigo Jack Black, visivelmente bêbado e posando em posturas obscenas. Este disco serviu-lhes para consolidar-se definitivamente como uma das propostas de rock alternativo mais importantes e vigentes de nossos dias, viajando novamente de gira por todo o planeta.

Polémica político-estadounidense

A banda costuma-se manter afastada de temas políticos, mas em 2004, Grohl decidiu apoiar ao candidato para a presidência dos Estados Unidos, John Kerry; a raiz deste acontecimento, toda a banda se uniu à proposta de Grohl e realizou concertos para sua campanha. Então, seu contrincante, George W. Bush, utilizou dois de suas canções, Times like These e My Hero, para suas campanhas, declarando-se fanático da banda, coisa que a Dave Grohl não lhe agradou em absoluto.[3] Este acontecimento foi o que inspirou o título de seu seguinte álbum, In Your Honra.[3]

In your Honra (2005-2007)

Artigo principal: In Your Honra
Concerto em Londres em 2006

Para o 2004 decidem mudar-se a Los Angeles e construir um novo estudo em uma grande adega, que Grohl chamou Studio 606 West. No entanto, a gravação de um novo álbum devia justificar com a redefinição do som do grupo. Por esta razão decidiram levar aos extremos suas composições trabalhando em um álbum duplo que compor-se-ia de um disco com canções rockeras e potentes, e outro mais com canções só acústicas. No dia 14 de junho de 2005 saiu à venda In Your Honra. Dave Grohl admitiu que estava enojado consigo mesmo já que tinha gravado muito rápido o disco One by One e não gostou do conteúdo; por conseguinte pôs-lhe mais atenção a este novo. Segundo suas palavras, Dave Grohl disse: "Se dentro de 20 anos um filho pergunta-lhe a seu pai: 'Conheces aos Foo Fighters? Que disco deveria ter?'; sem dúvida alguma a resposta seria "In Your Honra".[6] Com esta declaração Dave Grohl deixou mais que claro que este disco é o primeiro que tem realizado com tanto trabalho e que lhe parece simplesmente fenomenal.

Este álbum destaca-se por ser um disco duplo: no primeiro disco pode-se notar bastante influência do heavy metal, especialmente em canções como Free Me ,ainda que as demais estão dentro dos parámetros do hard rock; entre elas sobresale Não Way Back, Best of You, End Over End ou D.Ou.A..

No segundo disco podem-se notar influências do rock alternativo, além de ter formato acústico: é mais relajante e melancólico que o anterior, e por momentos a voz de Grohl se assemelha à de um trovador; as canções mais destacables são: Miracle, Over and Out, Friend of a Friend ou Virginia Moon, com Norah Jones.

Skin and Bones

Artigo principal: Skin And Bones
Foo Fighters acoustic.jpg

Em 2006, Foo Fighters lançou em formato de CD e DVD Skin And Bones, no qual se editaram ao vivo suas canções mais conhecidas em formato acústico. Para sua gravação contou-se com a participação de Pat Smear, ex membro da banda. O disco foi um resultado de uma pequena gira acústica em apoio de In Your Honra, aproveitando para tocar algumas das canções menos conhecidas da banda.

As 15 canções foram gravadas em agosto do 2006 no Pantages Theater de Los Angeles.


Live Earth

Em julho de 2007, Foo Fighters apresentou-se em Londres junto com outros artistas para tocar no Live Earth, um festival musical que luta contra a fome, a pobreza e o aquecimento global. No mesmo tocaram os temas All My Life, My Hero, Times Like These, Best of You e Everlong. Este concerto está considerado como um dos melhores da banda, sendo assinalado em uma entrevista a Taylor Hawkins como o "ponto cimeira" da carreira da banda,[7] obrigado em parte aos 70.000 espectadores que viram o concerto ao vivo, além das positivas críticas com as que foi recebido.[8]

Além de Foo Fighters, outros artistas que actuaram no concerto londrino foram Madonna, Rede Hot Chili Peppers, The Black Eyed Peas, Beastie Boys, Metallica, John Legend, David Gray, Snow Patrol, Terra Naomi, Spinal Tap, SOS All Stars, Razorlight, Paolo Nutini, M People, Keane, Kasabian, James Blunt, Geri Halliwell, Genesis, Duram Duram, Damien Encrespe, Corinne Bailey Rae, Chris Rock, Bloc Party e The Pussycat Dolls.

Echoes, Silence, Patience & Grace (2007)

O último disco de Foo Fighters, até esse momento foi lançado o 25 de setembro de 2007: baixo o título de Echoes, Silence, Patience & Grace, e produzido pelo mesmo produtor de seu grande álbum, The Colour and the Shape, sendo apresentado com o single The Pretender, que já estava a atingir uma grande popularidade em um mês dantes da edição do álbum.

O disco conta com doze temas e a colaboração da guitarrista Kaki King no tema The Ballad of the Beaconsfield Miners (dedicado a uns mineiros atrapados em uma mina da Austrália que pediram um Mp3 com música de Foo Fighters), até agora único tema instrumental na discografía do grupo. Outra das particularidades do álbum são os coros, levados a cabo por Taylor Hawkins em lugar do próprio Grohl, quem vinha exercendo este labor nos anteriores trabalhos da banda. Assim mesmo, a banda tem previsto começar sua gira de apresentação do álbum pelos Estados Unidos em 2008.

Uma de suas canções, Let it Die, está inspirada, segundo Grohl, em "a caótica relação entre Kurt Cobain e Courtney Love".[3]

Como opinião do CD, Dave Grohl disse: "Soa definitivamente como um álbum de Foo Fighters, mas nos estamos a mover em diferentes direcções".[8]

O vídeo musical Long Road to Ruin estreou-se o 1ro de Novembro com seu Single publicado o 3ro de Dezembro. No vídeo aparece a actriz Rashinda Jhones com quem tinha colaborado previamente com outros temas da banda.

Na 50º edição dos prêmios Grammy, a canção "The Pretender" conseguiu o prêmio na categoria de Melhor Interpretação de Hard Rock. Ademais, o álbum que a contém, Echoes, Silence, Patience & Grace conseguiu o galardão na categoria de Melhor Álbum de Rock.

Live At Wembley Stadium (2008)

Live At Wembley Stadium é um DVD ao vivo de Foo Fighters. Foi gravado durante dois shows levados a cabo no Estádio de Wembley, em Londres, nos dias sextas-feiras 6 e sábado 7 de junho de 2008. O DVD inclui uma combinação de temas das duas noites, sendo estes os grandes sucessos de toda a carreira de Foo Fighters. Fazem-se notar as colaborações de John Paul Jones e Jimmy Page como convidados especiais nos temas Ramble On e Rock and Roll.

Receso

O 17 de Setembro de 2008, Dave Grohl anunciou em The Chris Moyles Show que a banda ia tomar um longo descanso da música. Assim, disse, eles poderiam voltar com um novo sentido de propósito. Grohl também informou aos fãs que não esperassem nova música por um tempo. "Nunca nos tomamos um longo descanso, acho que é o momento" Comentou Grohl "Após fazer Wembley, não voltaremos ali por dez anos porque já temos tocado para todos. Estivemos no Reino Unido todos os anos, a cada verão, e acho que é tempo de tomar um descanso e voltar quando a gente realmente nos estranhe."[9] A banda está em actividade desde sua formação em 1995.


No entanto, o 12 de fevereiro de 2009 Hawkins nega que a banda estivesse a planear tomar um descanso de longa duração. "Reunimos-nos e exposto nossas ideias", disse. "Só ideias básicas e o que provavelmente façamos durante o próximo ano até que tenhamos um registo das ideias é tomar nosso tempo e deixar a todo mundo desfrutar de outras coisas" - de suas famílias e isso. "Eu diria que quiçá após o verão meter-nos-emos no estudo e começaremos a materializar essas ideias". [10]

Foo Fighters Greatest Hits (2009 - )

O 4 de julho do 2009, em um concerto exclusivo, a banda anunciou que uma compilação de suas melhores sucessos ia ser lançada o 3 de novembro do mesmo ano.[11] Nesse mesmo dia apresentaram também um novo tema titulado "Wheels", que chegou às rádios o 23 de Setembro.[12]

O 30 de Outubro, Foo Fighters realizou um concerto ao vivo desde seu próprio estudo (estudo 606), apresentando seu novo disco. Este recital foi transmitido ao vivo para toda a Internet e teve a grande quantidade de quase 20.000 pessoas o olhando.

Finalmente, o 3 de novembro do 2009, a banda lançou o album Foo Fighters Greatest Hits, com um total de 16 canções entre as quais se encontram duas novas e uma versão acustica do clássico "Everlong". Por outro lado, o 4 de setembro Dave Grohl declarou: "Este Greatest Hits, é o final de algo... é tempo de mover para outro capítulo ou outra fase. Quiçá seja diferente, de outra maneira. Não o sei, é bom não saber que vai vir depois. Vamos fazer alguns shows na Europa, mas, após isso, é como que nem sequer sê se vou seguir vendo a estes garotos. De modo que é médio raro".


Recentemente Dave Grohl confirmou que a banda está a preparar um disco novo neste 2010 e que entrarão a gravar durante o mês de setembro. “Começamos a escrever as canções e em setembro vamos gravá-las, de alguma maneira a vida está cheia de música“, disse Grohl, que não revelou detalhes a respeito do título nem data de saída do álbum. [13]

Membros

Oficiais

Antigos

Membros ao vivo

Antigos membros ao vivo

Discografía

Referências

  1. Stephen Thomas Erlewine. «Foo Fighters em Allmusic». AllMusic. Consultado o 21-04-2010.
  2. a b c d e «Biografia da banda em AlohaPopRock». Consultado o 1 de outubro de 2007.
  3. a b c d e f «Biografia de Foo Fighters em MTV». Consultado o 20 de outubro de 2007.
  4. a b «Foo Fighters negam o SIDA». Consultado o 23 de setembro de 2007.
  5. «Novela de Tara C. Smith Steven P. (2007) HIV Denial in the Internet Era». Consultado o 23 de setembro de 2007.
  6. «Crítica de In Your Honra em AlohaPopRock». Consultado o 1 de outubro de 2007.
  7. «YouTube». Consultado o 29 de outubro de 2007.
  8. a b «NME». Consultado o 29 de outubro de 2007.
  9. «Foo Fighters to take 'long break'». NME (17 de setembro 2008). Consultado o 18 de setembro de 2008.
  10. «Foo fighters pensam em novo disco». NME. Consultado o 12 de fevereiro de 2009.
  11. «Foo Fighters debut new song 'Wheels' for Barack Obama». NME. Consultado o 6 de julho de 2009.
  12. «FMQB». FMQB. Consultado o 2009.
  13. «Rocktails». Rocktails. Consultado o 2020.

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"
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