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Força Aérea Cubana

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Seu nome oficial é DEFESA AÉREA REVOLUCIONÁRIA(DAFAAR) e foi criada junto à revolução de 1959 . Defesa Anti Aérea das Forças Armadas Revolucionárias (DAAFAR) e foi criada após a Crise dos Mísseis (1963).


Conteúdo

História

A força aérea de Cuba contou em um princípio com muito poucas aeronaves procedentes de compras a Estados Unidos por Fulgencio Batista.

O número foi reduzido com os ataques à daafar,(defenza aérea de cuba) por aviões norte-americanos piloteados por exilados cubanos treinados pela CIA. Durante a Invasão a Praia Girón contava com mal 11 aviões e dois deles em mau estado.Entre ditos aviões estava o Douglas B-26 Marauder.a invasão foi liquidada em 72 horas, graças aos golpes aéreos dos aviões cubanos.

O ataque aos aeródromos de San Antonio dos Banhos, Cidade Libertem (Columbia)e Santiago de Cuba, no dia 15 de abril de 1961, não foi um ataque à DAAFAR, como esse organismo não existia nesse momento.

Com o posterior apoio da URSS fortaleceu-se progressivamente obtendo a cada vez mais aviões. Dos mais poderosos e temidos, exemplo disso na guerra civil de Angola se encontravam os Mikoyan-Gurevich MiG-23. A partir da Crise dos Mísseis (outubro de 1962), a URSS comprometeu-se com os Estados Unidos em não entregar armamento ofensivo e começou a sumnistrar aeronaves de defesa anti-aérea, ao mesmo tempo que montava um sistema no qual a aviação se mantinha subordinada a um comando centralizado e deixava de ser autónoma como força armada.

Depois do Período especial e por necessidade foi reduzindo-se ao compará-la com a antiga e poderosa força de centenas de caça e de transporte prontos para entrar em acção.

Ainda resulta modestamente preparada mas sua capacidade táctica operativa dista muito da que se tinha nos anos 70 e 80.

Equipamento

Os aviões militares mais utilizados constituem os MIG da União Soviética. Suas primeiras importações constituíram o MiG-15. Com motivo do fortalecimiento de dita força dezenas de aviões MiG-21 e MiG-23 foram fortalecendo o céu cubano. Constituiu-se até modernizarse com a caça supersónico MiG-29, o mais usado actualmente em algumas das antigas republicas que pertenciam ao pacto de varsovia e ex republicas soviéticas ,ainda que em cuba existe um número reduzido com capacidade operativa.[1]

Ao redor de 75% das aeronaves encontram-se em dudoso estado de conservação e dificilmente tenham verdadeiras possibilidades de levantar voo, desde um ponto de vista técnico operativo. Mas a Republica da Rússia tem já um acordo para modernizar toda a força armada de cuba, isso inclui também a Força aérea.

Funções

Têm como objectivo a defesa nacional e o cuidado do ar. Ainda que fundamentalmente baseiam-se em aviões caça e não em bombarderos, ademais possuem helicópteros fundamentalmente Meu. Estes têm participado na Defesa Civil de Cuba em missões de resgate e salvamento em situações de alerta com desastres naturais e inclusive internacionalmente.

Potencialidad

É a Força Aérea com mais aviões de combate de Latinoamérica,[2] na actualidade ante a incapacidade de manter esse seu grande volume de aviões, parte das equipas têm sido postos em conservação ainda que se mantém em segredo o número activo actual com propósitos desinformativos.

Especula-se que a aviação militar cubana tem disponíveis:


Segundo o General de Exército Raúl Castro, a Força Aérea consumia mais três vezes recursos que o Exército terrestre.[2] Intensificou-se consideravelmente o treinamento em simuladores, o número de horas de voo tem decrecido e os reparos fazem-se com meios nacionais.

Seus pilotos com experiência de combates reais encontram-se mayormente em retiro e a técnica é guardada zelosamente.[1]

Actualmente o estado cubano tenta negociar novos contratos de manutenções e modernização de sua técnica com Rússia ou intermediários como Venezuela.[1]

Referências

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/t/e/Ate%C3%ADsmo.html"