A fotografia (de foto- [ grego φωτο-, da raiz de φῶς , φωτός, luz] e -grafía [ grego -γραφία, da raiz de γράφειν , escrever]) é o processo de capturar imagens e armazená-las em um médio de material sensível à luz, baseando no princípio da câmara escura, com a qual se consegue projectar uma imagem captada por um pequeno buraco sobre uma superfície, de tal forma que o tamanho da imagem fica reduzido e aumentada sua nitidez. Para armazenar esta imagem, as câmaras fotográficas utilizavam até faz em alguns anos exclusivamente o filme sensível, enquanto na actualidade empregam-se, quase sempre, sensores CCD e CMOS e memórias digitais; é a nova fotografia digital.
O termo fotografa, procede do grego φως phos ("luz"), e γραφίς grafis ("desenhar", "escrever") que, em conjunto, significa "desenhar/escrever com a luz". É difícil estabelecer a paternidad da palavra, e mais ainda determinar com exactidão quem tenha sido o inventor da técnica mesma, já que esta contou com uma longa fase preparatoria. Mas podemos dizer que grande parte de seu desenvolvimento se deve a Joseph-Nicéphore Niépce, e que a descoberta foi feita público por Louis-Jacques-Mandei Daguerre, conhecido também como Louis Daguerre, depois de perfeccionar a técnica.
Dantes de que o termo fotografa se utilizasse para identificar esta técnica de impressão química de imagens, foi conhecida popularmente como daguerrotipia.
A fotografia pode classificar-se baixo a mais ampla denominação de tratamento de imagens e, devido a isto, tem fascinado a artistas e demais pessoas desde seus inícios. Os cientistas, sobretudo, têm aproveitado sua capacidade para plasmar com precisão todo o tipo de circunstâncias e estudos, tais como os dedicados à locomoción humana e animal de Eadweard Muybridge (1887).
Conteúdo |
Nas páginas dedicadas à história da fotografia realiza-se um estudo detalhado que abarca desde seus inícios até o próprio século XXI e que compreende o estudo dos diferentes eventos, personagens e géneros fotográficos que têm influído no desenvolvimento destes dois séculos da história da fotografia.
No entanto, a começos do século XIX todos estes inventos estavam esquecidos, pelo que terá que redescubrirlos.
A fotografia nasce na França no momento de trânsito da sociedade pré-industrial à sociedade industrial, favorecida pelas inovações técnicas da época. Também influi em seu nascimento a filosofia positivista, que estabelece que a cada elemento da Natureza deve ser provado empiricamente. A burguesía é a classe social dominante do momento, que utiliza o retrato como instrumento de ascensión social.
Em 1816 Niépce obtém a primeira imagem negativa com uma câmara escura. Em 1826, ele mesmo, faz sua primeira heliografía, partindo do betún de Judea.
Louis Daguerre associa-se com Niépce, para seguir as investigações. Mas em 1833 falece Niépce, e Daguerre continua só até obter um procedimento fiável e comercial. O daguerrotipo apresenta-se em 1839 na Academia de Ciências e Belas Artes da França.
Nesse mesmo ano 1839, divulga-se mundialmente o procedimento do daguerrotipo. O sistema consiste na obtenção de uma imagem única formada sobre um suporte metálico, sempre de cobre plateado. A imagem revelava-se com vapores de mercurio, aparecendo na cara plateada da placa, que previamente se tinha sensibilizado com vapores de yodo.[1] Mas era um procedimento caro, e a equipa pesada, e precisava de um tempo de exposição alto, de vários minutos, ao princípio. Ademais os vapores de mercurio eram realmente daninhos para a saúde.
Em 1840 William Henry Fox Talbot desenvolve um sistema negativo-positivo, em um outro procedimento chamado calotipo. Consistia em um negativo de papel copiado sobre outra folha, que por contacto criava um positivado. O papel se humedecía em uma solução ácida de nitrato de prata, dantes e após a exposição e dantes de ser fixada. Supôs, ademais, o invento da cópia fotográfica, já que um único negativo podia dar lugar a vários positivos e seu tempo de exposição era muito menor, de 1 a 7 minutos. Em 1842 o astrónomo e químico inglês Sir John Frederick William Herschel (1792-1871) introduz o processo de cianotipia . Também foi o primeiro em aplicar os termos "positivo" e "negativo" às imagens fotográficas. Em 1819, Herschel descobriu o poder solvente do hiposulfito de sodio em torno dos sais de prata insolubles, estabelecendo um precedente a sua utilização como um agente fijador na fotografia. Informou a Talbot e Daguerre de sua descoberta em 1839 e que este podia ser utilizado para fixar imagens de um modo permanente. Fez o primeiro negativo de cristal no final de 1839.
Para melhorar a nitidez destas imagens e evitar as rugosidades do papel, em 1850 Blanquart Evrard emprega o papel de albúmina, que conseguia que a emulsión sobre o papel não seguisse as imperfecciones das fibras, o recobrindo com albúmina de ovo, e o sensibilizando em nitrato de prata.
Em 1851 apresenta-se o novo procedimento fotográfico do colodión húmido. O colodión verte-se líquido sobre as placas de vidro, muito limpas. A seguir as placas sensibilizavam-se em um tanque com nitrato de prata, e carregam-se nos chasis. Permite a obtenção de imagens negativas muito nítidas. Chama-se "colodión húmido" porque a placa tem de permanecer húmida durante todo o procedimento de tomada e revelado das imagens. Isto supunha que os fotógrafos tinham que levar consigo um laboratório fotográfico portátil, a fim de preparar a placa dantes da tomada e proceder à revelar imediatamente. Generalizou-se assim o uso de lojas de campanha e carromatos reconvertidos em laboratórios para os fotógrafos de viagens que trabalhavam no exterior.
A partir de 1855 é quando realmente triunfa o colodión, sendo o procedimento mundialmente mais usado até 1880. Entre os fotógrafos mais importantes que trabalharam em Espanha, neste período, empregando os negativos de vidro ao colodión, há que citar ao britânico Charles Clifford e ao francês J. Laurent.
Em 1871 nasce o procedimento das placas secas ao gelatino-bromuro, que supõe o emprego de uma placa de vidro sobre a que se estende uma solução de bromuro, água e gelatina sensibilizada com nitrato de prata, que já não precisa manter húmida a placa em todo momento. Se rebaja o tempo de exposição a um quarto de segundo, o que permite posteriormente acercar ao conceito de instantânea fotográfica.
Em 1888, George Eastman lança a câmara Kódak. Seu grande sucesso comercial foi a introdução no mercado do carrete de filme fotográfica, o que provocou a substituição das placas de cristal empregadas até o momento.
Em 1907 a fábrica Lumière comercializa a fotografia em cor. São diapositivas ou transparências em vidro. Em 1931 descobre-se o flash electrónico, que se utiliza sobretudo quando a luz existente não é suficiente para tomar a fotografia com uma exposição determinada. O flash é uma fonte de luz intensa e dura, que geralmente abarca pouco espaço e é transportable.
Em 1948 nasce a fotografia instantânea de Polaroid : uma câmara que revelava e positivaba a imagem em tão só 60 segundos.
Finalmente, em 1990, começa a digitalização do âmbito fotográfico: as imagens são capturadas por um sensor electrónico que dispõe de múltiplas unidades fotosensibles e desde ali se archivan em outro elemento electrónico que constitui a memória.
Torre Eiffel, 1902. |
Fotografia em cor, para 1915, por Serguéi Mijáilovich Prokudin-Gorskii. |
A fotografia tem constituído desde seus inícios um médio de grande utilidade na investigação científica. Graças a sua utilização a nível científico tem-se a possibilidade de registar fenómenos que não podem ser observados directamente, como por exemplo aqueles que se desenvolvem em tempos muito breves (fotografia ultrarrápida), ou extremamente lentos (fotografia de baixa velocidade), aqueles que se produzem a escala microscópica, aqueles que afectam a regiões muito vastas da Terra ou do Espaço (fotografia aérea, orbital, astronómica), aqueles unidos a radiaciones não visíveis ao olho humano, ou em situações nas que não pode estar fisicamente o ser humano, etc.
Entre as mais importantes especializações da fotografia no campo científico destacam a fotografia ultrarrápida e estroboscópica, a fotografia estereoscópica, a fotografia infravermelha e ultravioleta, a fotografia aérea e orbital, ou a fotografia astronómica.
A fotografia reproduz os objectos sobre uma superfície plana e a ilusão da profundidade é conseguida exclusivamente graças à perspectiva e ao claro-escuro. No entanto, resulta possível reproduzir o efeito da visão binocular observando separadamente com nossos olhos duas imagens tomadas desde pontos de vista a distância pupilar, ou maior. As primeiras imagens estereoscópicas da história da fotografia são uns daguerrotipos do ano 1842.
A fotografia estereoscópica esteve muito de moda em várias décadas do século XIX. Muitos fotógrafos realizavam vistas estereoscópicas utilizando câmaras especiais de dois objectivos, ou bem com câmaras de um objectivo desplazable lateralmente. Autores clássicos, como J. Laurent, tomavam sistematicamente vistas estereoscópicas, além das normais. O Ministério de Cultura de Espanha conserva, no Arquivo Ruiz Vernacci, cerca de 1.000 placas estereoscópicas de Laurent, do procedimento de vidro ao colodión húmido, no formato 13 x 18 centímetros, com vistas de Espanha fechables entre os anos 1857 e 1880, e de Portugal do ano 1869.[2] Ademais conservam-se outras 11.000 placas de vidro de formatos maiores, realizadas tanto por Laurent como por seus colaboradores.
A imagem estereoscópica também é utilizada para fins cartográficos.
Os filmes normais são sensíveis à luz ultravioleta. Um dos métodos para realizar este tipo de fotografia consiste em utilizar uma fonte de luz ultravioleta para alumiar ao objecto, de forma que o objectivo da câmara esteja provisto de um filtro que permita unicamente o passo desta luz. Outro método serve-se da fluorescencia causada pela luz ultravioleta. O filtro do que está provista a câmara absorve a luz ultravioleta e permite o passo da fluorescente. Uma importante aplicação deste tipo de fotografia é o estudo de documentos falsificados, já que a luz ultravioleta detecta os rastros de escritura apagada.
Os plásticos e outros produtos químicos que reagem à luz ultravioleta substituem à emulsión de haluros de prata dos filmes normais em diversos processos, para produzir imagens fotográficas com a faixa ultravioleta do espectro.
Em um destes processos a superfície de substâncias plásticas expostas aos raios ultravioleta se endurece em proporção directa à exposição, e a eliminação das zonas não endurecidas faz surgir uma imagem fotográfica.
Em outros processos coloca-se um fino filme de produtos químicos entre as folhas de plástico. Estes produtos químicos emitem borbulhas de gás em quantidades proporcionais à exposição recebida na zona quando se lhes expõe aos raios ultravioletas. As borbulhas crescem e fazem-se visíveis com a aplicação de calor nas folhas, criando assim uma transparência na que as borbulhas de gás formam a imagem.
Outro tipo de plástico, ao ser aquecido, reage quimicamente com as borbulhas de gás, de maneira que obtém-se nas folhas de plástico uma imagem positiva com manchas. O filme fotocromática, criada pela National Cash Register Company, utiliza um tinte sensível à luz ultravioleta. Podem-se obter enormes ampliações, já que este tinte não possui estrutura granular. Por exemplo, podem-se conseguir ampliações de um filme que contenha um livro inteiro em um espaço do tamanho de um selo ou estampilla de correios.
A fotografia aérea supõe uma análise da superfície terrestre mediante o emprego de máquinas fotográficas instaladas a bordo de diversos meios aéreos. Encontra aplicações no campo da investigação arqueológica ou geológica, bem como em agricultura para recabar informação sobre a natureza dos terrenos e a extensão dos cultivos, ou no campo militar para obter informação sobre objectivos estratégicos. Em arqueologia utiliza-se como método de prospección do subsuelo para descobrir estruturas no subsuelo sem necessidade de escavar.
A fotografia orbital permite a obtenção de imagens de altura muito superior àquelas próprias da fotografia aérea, da qual constitui uma extensão, mediante aparelhos fotográficos situados sobre veículos espaciais ou satélites em órbita em torno da Terra. Entre seus várias aplicações cabe assinalar os estudos meteorológicos, a investigação sobre a contaminação dos mares ou sobre os recursos naturais, etc.
Veja-se também: Ortofotografía
Apesar de que a fotografia subacuática é uma modalidade muito praticada no mergulho desportivo, e inclusive uma especialidad competitiva da Federação Espanhola de Actividades Subacuáticas (FEDAS), se trata de uma especialidad fotográfica muito utilizada por diferentes ciências entre as que cabe mencionar: arqueologia subacuática, biologia marinha ou de águas continentais, ecología ou oceanografía. Três são as dificuldades fotográficas que propõe o médio subacuático aos fotógrafos: a alta pressão do médio que faz que as equipas fotográficos devam ser não só estancos senão resistentes à pressão, ou bem protegidos no interior de caixas estancas especiais; a falta de luz do meio subacuático e o efeito de filtrado selectivo das cores na coluna de água, o que faz que habitualmente se devam empregar complexas equipas de flash para restaurar a coloración original dos sujeitos fotografados; e a difracción da água que faz que os objectivos fotográficos aumentem sua longitude focal com respeito à que têm na fotografia subaérea.
Muito utilizada para fotografar pequenas coisas (insectos, organismos microscópicos, flores, matizes da pele, etc). Para isso precisamos uma equipa especial dotado de canos de extensão ou lentes de aproximação. Para fazer macrofotografía de andar por casa pode-se utilizar o objectivo da câmara investido, unicamente fica-nos o foco que consegui-lo-emos nos acercando ou afastando do objecto a fotografar. O investido do objectivo é o recurso (para este tipo de fotografia) mais utilizado e mais económico. Para utilizar este método precisa-se de um anel adaptador que tem o próprio fabricante da câmara. Com este sistema perdemos os automatismos da máquina, tanto em diafragama como no resto de controles e nos limitamos a uma distância concreta. Não poderemos realizar macrofotografía com objectivos maiores de 50mm também chamados teleobjetivos. As lentes de aproximação são cristais de lentes corrigidas com diferente graduación que se enroscan adiante do objectivo.
|
|
Este artigo ou secção precisa referências que apareçam em uma publicação acreditada, como revistas especializadas, monografías, imprensa diária ou páginas de Internet fidedignas. Podes acrescentá-las assim ou avisar ao autor principal do artigo em sua página de discussão colando: {{subst:Aviso referências|Fotografa}} |
A fotografia não foi sempre considerada uma arte. Sua integração à arte foi um processo muito discutido que começou com os fotógrafos retratistas. O retrato fotográfico teve grande acolhida como substituição do retrato pintado já que este era bem mais barato. Como o retrato fotográfico remplazaba ao retrato pintado, grande quantidade de pintores decidiram se converter em fotógrafos retratistas para sobreviver. Leste foi o caso de Félix Tournachon, Gustave Lhe Gray e o segundo dos irmãos Bisson. Este foi o primeiro rendimento da fotografia ao médio artístico. Ademais estes pintores foram alguns dos que lutaram por que a fotografia seja considerada uma arte.
Em meados do século XIX apareceu uma nova tendência artística, o naturalismo. O aparecimento desta nova tendência, centrada na objetividad, procurava imitar a realidade e a natureza com um alto grau de perfección e desprezava a subjetividad. Assim, o naturalismo foi a porta que se abriu para dar à fotografia uma verdadeira importância na arte já que ao imitar de uma forma quase perfeita a realidade, superava amplamente à pintura neste aspecto. Por outra parte, o constante desenvolvimento da fotografia nessa época, basicamente com as novas técnicas sobre a utilização da luz do sol, deu origem a fotos com um maior significado estético, o que levou a uma nova aproximação da fotografia para a arte.
Mais tarde descobriram-se técnicas usando clara de ovo, que faziam possível conseguir que a imagem por si mesma ficasse gravada no papel. Esta técnica foi-se perfeccionando graças ao entendimento do fenómeno químico implicado e a uma contínua experimentación com materiais alternativos. Cedo foi possível ter uma caixa com um papel fotosensible oculto da luz, um canhão com o que enfocarla, e um obturador para fazer passar a luz o tempo suficiente para que impressionasse o filme.
A fotografia como arte, ciência e experiência humana foram evoluído em paralelo durante este tempo. Assim que foi possível fazer da câmara um dispositivo móvel fácil de manejar apareceu a possibilidade de influir no espectador mediante a posição da câmara e seu enfoque, o que permitiam transladar a subjetividad do fotógrafo à fotografia, além de ir construindo uma linguagem artística.
Na actualidade, a fotografia artística em si, tem um carácter muito subjetivo. O impresionismo na pintura e sua consiguiente marcha para o abstrato teve um grande efeito na fotografia. Já na actualidade, a fotografia artística pura é quase completamente subjetiva e a manipulação das imagens se converteu em uma ferramenta fundamental em sua expressão artística,a fotografia de Annie Leibovitz,Tina Nibbana,Helmut Newton,David LaChapelle entre outras, seguem sendo parte da nova revolução fotografica.
A linguagem artística fotográfico partiu da herança da pintura. No entanto, rapidamente ampliou seu léxico graças à facilidade de fazer enfoques extremos (picados, contrapicados, etc.), a captura do movimento com longos tempos de obturador e a decisão do momento. A pressão sobre o fotógrafo para marcar seu subjetividad na fotografia forjou uma linguagem cheia de subtilezas mas perfeitamente comprensible, muito directo para qualquer observador.
Hoje a fotografia é praticada por milhões de pessoas em todo mundo armados com boas câmaras fotográficas. Preferindo-se actualmente as câmaras com uma boa óptica e muitas opções que acrescentem flexibilidade, em frente às câmaras orientadas ao consumidor, onde a óptica e o obturador é dirigida pela electrónica restando ao facto de fazer uma foto grande parte de sua imprevisibilidad. O aparecimento das câmaras digitais, câmaras mistas com vídeo e a fotografia em meios de realidade virtual complicam, enriquecendo, o futuro desta arte.
O direito de autor considera às imagens fotográficas aos fins de tutelar as imagens de pessoas ou de aspectos, elementos ou factos da vida natural ou social obtidas mediante o emprego de um procedimento fotográfico ou processo análogo.
Todos os autores sejam profissionais ou não, têm, pelo sozinho facto de ter feito sua obra, em exclusiva uma série de direitos de carácter económico e moral sobre esta.
Os direitos morais definem o respeito de sua autoria sobre a obra e por tanto o dever de fazer constar sempre seu nome, e o direito que não se modifique a obra sem seu consentimento. Os direitos morais são irrenunciables e inalienables. Por tanto têm de ser sempre respeitados e não tem valor a renúncia.
Corresponde ao fotógrafo, salvo em algumas questões relativas aos retratos fotográficos, o direito exclusivo de reprodução, difusão e venda. No entanto, se a obra tem sido obtida no marco de contrato de arrendamento de serviços ou de trabalho, e baixo expresso consentimento do autor, o direito de reprodução, difusão e venda pode corresponder ao responsável pelo encarrego contractual, enquanto os direitos de autoria são irrenunciables. A duração dos direitos sobre a fotografia vem determinada pelo acordo legal entre o autor e o responsável pelo encarrego contractual.
O Direito também protege a privacidade do sujeito fotográfico. De facto, está permitida a difusão de fotografias sem a permissão do sujeito só nos casos de personagens públicos, entendidos como pessoas que, por trabalho ou cargo público, resultam de notoriedad pública. No resto dos supostos, o fotógrafo titular da obra deve obter a permissão do sujeito à publicação e exposição pública. Em caso de fazê-lo sem permissão do sujeito fotografado, este tem direito a denunciar ao fotógrafo.
|
Conceitos e princípios |
Típos de fotografias
|
Tecnologia e técnica |
|
pcd:Fotografie