| FreeBSD | |
|---|---|
| Parte da família BSD | |
FreeBSD com GNOME 2.20 | |
| Programador | |
| Projecto FreeBSD www.freebsd.org | |
| Informação geral | |
| Modelo de desenvolvimento | Software livre |
| Última versão estável | 8.0[1] 26 de novembro de 2009 |
| Núcleo | FreeBSD |
| Tipo de núcleo | Monolítico |
| Licença | BSD |
| Estado actual | Em desenvolvimento |
| Em espanhol | ? |
FreeBSD é um sistema operativo livre para computadores baseado nas CPU de arquitectura Intel, incluindo processadores 386, 486 (versões SX e DX), e Pentium. Também funciona em processadores compatíveis com Intel como AMD e Cyrix. Actualmente também é possível o utilizar até em onze arquitecturas diferentes[2] como Alpha, AMD64, IA-64, MIPS, PowerPC e UltraSPARC.
FreeBSD está baseado na versão 4.4 BSD-Lite do Computer Systems Research Group (CSRG) da University of Califórnia, Berkeley seguindo a tradição que tem distinguido o desenvolvimento dos sistemas BSD. Além do trabalho realizado pelo CSRG, o projecto FreeBSD tem investido milhares de horas em ajustar o sistema para oferecer as máximas prestações em situações de ónus real.
A mascota do sistema operativo é Beastie.
Conteúdo |
FreeBSD é um sistema operativo multiusuário, capaz de efectuar multitarea com apropiación e multiproceso em plataformas compatíveis com múltiplos processadores; o funcionamento de FreeBSD está inspirado, como já se disse, na variante 4.4 BSD-Lite de UNIX . Ainda que FreeBSD não pode ser propriamente chamado UNIX, ao não ter adquirido a devida licencia de The Open Group, FreeBSD sim está facto para ser compatível com a norma POSIX, ao igual que vários outros sistemas "clones de UNIX".
O sistema FreeBSD inclui o núcleo, a estrutura de ficheiros do sistema, bibliotecas do API de C , e algumas utilidades básicas. A versão 6.1[3] trouxe importantes melhoras como maior apoio para dispositivos Bluetooth e controladores para cartões de som e rede.
A versão 7.0, lançada o 27 de fevereiro do ano 2008, inclui compatibilidade com o sistema de arquivos ZFS de Sun e à arquitectura ARM, entre outras novidades.
Os instaladores, código fonte e pacotes do sistema operativo FreeBSD distribuem-se de maneira gratuita ao público, em forma de arquivos e imagens ISO disponíveis em servidores FTP e através da WWW. Também é possível os comprar em forma de CD-ROM ou DVD de alguns revendedores, principalmente nos Estados Unidos.
A instalação do sistema FreeBSD pode ser iniciada de várias formas. A mais comum é a utilização de um CD-ROM ou DVD auto-arrancable, ou utilizando um jogo de 2 ou 3 disquetes (em função da versão que se deseja instalar), ou inclusive mediante rede utilizando o regular PXE.
Todas elas arrancam o computador com um sistema FreeBSD abreviado, e levam à mesma utilidade sysinstall. A utilidade sysinstall é a encarregada de instalar realmente o sistema operativo, e possui várias alternativas. A saber, instalar o sistema utilizando os dados disponíveis em um dispositivo de armazenamento local (CD-ROM, DVD, diretório em um sistema de arquivos FAT, etc.), ou obtendo desde um lugar remoto através de um protocolo de transferência de arquivos (HTTP, FTP, NFS, etc.).
FreeBSD ao igual que vários outros sistemas inspirados em BSD, provee de manejo semi-automatizado de pacotes distribuídos em formato comprimido (em formato tar.bz ou .tbz). Além disso, e ao igual que NetBSD e OpenBSD, FreeBSD provee para conveniencia do utente, de um eficiente sistema de gestão de paquetería chamado ports. Os ports são um conjunto de comandos por lotes, que especificam exactamente os requisitos, o que se deve fazer para compilar o código fonte e o necessário para instalar a versão executável de um determinado pacote de software no sistema. Existem milhares de programas livres e comerciais factos para sistemas como Linux, que também têm versões em FreeBSD. Como muitos dos pacotes estão já compilados e preparados pelos participantes do projecto FreeBSD, estes podem ser instalados simplesmente seleccionando em uma interface provista pelo sistema operativo, e copiados directamente desde um servidor HTTP ou FTP.
FreeBSD é compatível com binários de vários sistemas operativos do tipo Unix, incluindo Linux. A razão disto é a necessidade de executar aplicações desenvolvidas para Linux, nas que o código fonte não se distribui publicamente e, por tanto, não podem ser portadas a FreeBSD.
Algumas das aplicações usadas baixo esta compatibilidade a versão de Linux de Adobe Flash Player, Linux-Firefox, Linux-Opera, Netscape, Adobe Acrobat, RealPlayer, VMware, Oracle, WordPerfect, Skype, Doom 3, Quake 4, Unreal Tournament, SeaMonkey e várias mais.
Geralmente não se sente perda de rendimento, e funcionam igual de rápido que as versões nativas. Inclusive pode ser mais veloz executar um binário de Linux em FreeBSD, que um binário nativo (como no caso de Firefox, não obstante é muito relativo já que FreeBSD compila o código e Linux na maioria das distros não, mas se compilasse, obteria uma funcionalidade similar ao de FreeBSD, uns programas funcionam melhor em Linux enquanto outros em FreeBSD).
Conquanto algumas aplicações funcionam perfeitamente, outras se vêem limitadas como a capa de compatibilidade só inclui os telefonemas de sistema do núcleo Linux 2.4.2, uma versão antiga. Uma emulación incompleta do núcleo Linux 2.6 está incluída em FreeBSD 7.x, ainda que ainda não vem activada por defeito. FreeBSD 8.x implementa compatibilidade com os telefonemas nativos do núcleo linux 2.6 e o conjunto de livrarias baseie de Fedora 10.
Notícia[1]Wikinoticias[2]