Visita Encydia-Wikilingue.com

Gene

gene - Wikilingue - Encydia

Para o grupo político argentino, veja-se Geração para um Encontro Nacional.
Para o guerreiro de Street Fighter, veja-se Gene (Street Fighter).
Diagrama esquemático de um gene curto, dentro da estrutura em dupla hélice de DNA que ao se comprimir vai formando um cromosoma (direita). Trata-se de um gene eucariota (o procariota carece de intrones). As proteínas se codifican só nos exones.

Um gene é uma sequência linear organizada de nucleótidos na molécula de DNA (ou ARN no caso de algum vírus), que contém a informação necessária para a síntese de uma macromolécula com função celular específica, normalmente proteínas, mas também ARNm, ARNr e ARNt.

Esta função pode estar vinculada ao desenvolvimento ou funcionamento de uma função fisiológica. O gene é considerado como a unidade de armazenamento de informação genética e unidade de herança ao transmitir essa informação à descendencia. Os genes dispõem-se, pois, ao longo de ambas cromátidas dos cromosomas ocupando no cromosoma uma posição determinada telefonema locus. O conjunto de genes de uma espécie, e por tanto dos cromosomas que os compõem, se denomina genoma.

Conteúdo

História

O conceito de gene tem ido variando ao longo do tempo, conforme tem avançado a ciência que o estuda, a genética:

Tipos de genes

Um gene é uma sequência ou segmento de DNA necessário para a síntese de ARN funcional, como o ARN de transferência ou o ARN ribosomal. No entanto, estes dois tipos de ARN não codifican proteínas, o qual é feito pelo ARN mensageiro. Para isso, a transcrição gera uma molécula de ARN que posteriormente sofrerá tradução nos ribosomas, processo pelo qual se gera uma proteína. Muitos genes encontram-se constituídos por regiões codificantes (exones) interrompidas por regiões não codificantes (intrones) que são eliminadas no processamento do ARN (splicing). Em células procariotas isto não ocorre pois os genes de procariotas carecem de intrones. A sequência de bases presente ao ARN determina a sequência de aminoácidos da proteína por médio do código genético.

Outros genes não são traduzidos a proteína, senão que cumprem sua função em forma de ARN. Entre estes, encontramos genes de ARN transferente, ARN ribosómico, ribozimas e outros ARN pequenos de funções diversas.

Alguns genes têm sofrido processos de mutación ou outros fenómenos de reordenação e têm deixado de ser funcionais, mas persistem nos genomas dos seres vivos. Ao deixar de ter função, denominam-se pseudogenes, e podem ser muito parecidos a outros genes do mesmo organismo que sejam funcionais. Os pseudogenes constituem um recurso evolutivo para a espécie, já que são regiões de DNA quasifuncionales que podem aceitar mutaciones (e gerar novas funções) sem prejuízo das funções que já se desenvolvem no organismo.

Número de genes em alguns organismos

Organismo Nº de genes pares de bases
Plantas <50000 <1011
Humanos 25000[1] 3 × 109
Mosca 12000 1,6 × 108
Hongo 6000 1,3 × 107
Bactéria 500-6000 5 × 105 - 107
Mycoplasma genitalium 500 580.000
Vírus DNA 10-300 5.000 - 800.000
Vírus ARN 1-25 1.000 - 23.000
Transposones 1-10 2.000 - 10.000
Viroides 0-1 500
Priones 0  ;0

Mudanças nos genes

Os organismos diploides dispõem de dois jogos de cromosomas homólogos, a cada um deles proveniente de um dos pais. A cada par de cromosomas tem, um par de cópias da cada gene, uma procedente da mãe e outra do pai.

Algumas doenças como a anemia drepanocítica, podem ser ocasionadas por uma mudança em um sozinho gene. Os genes podem aparecer em versões diferentes, com variações pequenas em sua sequência, e então denomina-lhos alelos. Os alelos podem ser dominantes ou recesivos. Quando uma sozinha cópia do alelo faz que se manifeste o rasgo fenotípico, o alelo é dominante. Quando são precisas duas cópias do alelo, para que se manifeste seu efeito, o alelo é recesivo.

Regulação

Um gene é o conjunto de uma sequência determinada de nucleótidos de um dos lados da "escada" do cromosoma referido. A sequência pode chegar a formar proteínas, ou serão inhibidas, dependendo do programa atribuído para a célula que contribua os cromosomas.[2]

Meio do programa genético[3]

Toda a molécula tende a degradar seu estado de ónus neutra, sendo o momento de manifestar o ónus quando a degradação se manifesta na perda de um elétron ou em seu ganho. Em isto interactúan os factores externos e internos da molécula com o médio. Dado o caso de duas moléculas com ónus idêntico e oposta, terão a tendência a neutralizar o ónus formando enlaces químicos. Ditos enlaces podem ser iónicos ou covalentes. A tendência mais favorável denomina-lha 'Gancho' (hook em inglês), e é a equivalente em nossas dimensões à tendência de certas sementes naturais a engancharse ao cabelo dos animais ou inclusive a nossos calcetines.

A dinâmica entre o exemplo e a dimensão molecular é paralela, nos seguintes casos: Não existe premeditación na colocação da semente nem o lugar que ocupe a molécula em um momento dado de tempo. Não é evidente na natureza um Ego intencional que determine à semente se acaba ou não enganchada no cabelo do animal; ao igual que também não há razão para pensar de forma similar no caso de duas moléculas, que coincidindo no espaço, tenham por estatística uma probabilidade quase certa de acabar enlaçadas.

Baixo estas premisas, b e c pode-se dizer que funciona o programa genético. Um processo totalmente autónomo promovido pela dinâmica da energia, do médio das propriedades inherentes à cada objecto cuja descrição estabelece a física. Os cálculos físico-químicos oferecem uma proposta estatística de previsões nos resultados mais favoráveis, determinados pela menor resistência à hora de expressar suas propriedades. Este determinismo resulta imponderable pelos cálculos físicos. Em conclusão, a expressão do programa genético é consequência do bem conhecido Efeito borboleta.

Dentro do que é o programa genético, se pode afirmar que é a memória de como em um passado as espécies estiveram adaptadas a um médio diferente ao actual, podendo supor que as espécies passadas estavam melhor adaptadas que as actuais e entendendo que os processos de extinção das espécies são, por tanto, uma expressão mais da selecção natural.

A entropía sócia à tendência à desorganización da informação faz ainda mais evidente este facto.

As proteínas fibrosas e globulares são heteroproteínas que consistem em capas.

Apesar de que se conhecem de maneira básica mais de 3000[cita requerida] moléculas proteínicas diferentes, somente se puderam estudar detalhadamente a estrutura de algumas porções que são fundamentais na biologia celular.

Veja-se também

Referências

  1. «Human Genome Project Information» (em inglês).
  2. Investigação e ciência. Temas 38: A nova genética. Pag. 46. Os perigos do dogmatismo. Por W. Wayt Gibbs(adaptação para wikipedia)
  3. Investigação e ciência. Temas 38: A nova genética. adaptação para wikipedia

Bibliografía adicional

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/n/d/Andorra.html"
Your Ad Here