Giovanni Sartori (Florencia, Itália, 13 de março de 1924 ) é um prestigioso investigador no campo da ciência política, especializado no estudo da política comparada. Sua obra mais destacada é Teoria da Democracia.
Em 1946 licenciou-se em Ciências Sociais na Universidade de Florencia. Como docente de Filosofia Moderna, Lógica e Doutrina do Estado impulsionou a criação da primeira Faculdade de Ciências Políticas na Itália, a Cessar Alfieri. Fundou em 1971 a Rivista Italiana dei Scienza Politica.
Sartori tem contribuído firmemente em diferentes vertentes da teoria democrática, os sistemas de partidos e a engenharia constitucional. Em particular, Sartori tem sugerido que os sistemas de partidos não deveriam estar classificados em função do número de formações, senão segundo sua estrutura interna, introduzindo o conceito de partido relevante. Também tem preconizado a aplicação do conhecimento adquirido com estudo da ciência política para o desenho das instituições políticas e melhorar seu funcionamento.
Foi galardoado com o Prêmio Príncipe das Astúrias de Ciências Sociais 2005, em reconhecimento a seu trabalho na elaboração de uma teoria da democracia na que tem estado sempre apresente seu «compromisso com as garantias e as liberdades da sociedade aberta».
O 8 de julho de 1996 a Universidade de Guadalajara, outorgou-lhe o Doctorado Honoris Causa a petição de um grupo de estudantes do Departamento de Estudos Políticos, com motivo de suas valiosas contribuições à Ciência Política.
O 12 de abril de 2007 foi-lhe outorgado um Doctorado Honoris Causa pela Universidade Nacional Autónoma de México.[1]
Em dezembro de 2009 através de uma reunião com o ex presidente argentino Eduardo Duhalde comunicou-se-lhe que a Universidade do Salvador tem decidido também lhe outorgar a distinção de Doctorado Honoris Causa por suas contribuições.[2]