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Globalização

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Globalização
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Factores que impulsionam seu desenvolvimento:

Benefícios potenciais:

  • Maior eficiência do mercado que aumenta sua concorrência diminuindo o poder monopolista.
  • Melhoras na comunicação e cooperação internacional que pode levar a um melhor aprovechamiento dos recursos.
  • Impulsiono desenvolvimento científico-técnico ao ser lucrativo.
  • Maior capacidade de manobra em frente às flutuações das economias nacionais.
  • Eliminação das barreiras primeiramente do mercado trabalhista, financeiro e de bens e serviços.

Riscos:

  • Irresponsabilidad de empresas e multinacionais.
  • Aumento de desequilíbrios económicos, sociais e territoriais.
  • Descuido sobre os índices de desenvolvimento humano: aumento da pobreza.
  • Perda de factores que não se adaptem à concorrência.

A globalização é um processo económico, tecnológico, social e cultural a grande escala, que consiste na crescente comunicação e interdependencia entre os diferentes países do mundo unificando seus mercados, sociedades e culturas, através de uma série de transformações sociais, económicas e políticas que lhes dão um carácter global. A globalização é com frequência identificada como um processo dinâmico produzido principalmente pelas sociedades que vivem baixo o capitalismo democrático ou a democracia liberal e que têm aberto suas portas à revolução informática, dobrando a um nível considerável de liberalização e democratização em sua cultura política, em seu ordenamento jurídico e económico nacional, e em suas relações internacionais.

Este processo originado na Civilização Ocidental e que se expandiu ao redor do mundo nas últimas décadas da Idade Contemporânea (segunda metade do século XX) recebe seu maior impulso com a queda do comunismo e o fim da Guerra Fria, e continua no século XXI. Caracteriza-se na economia pela integração das economias locais a uma economia de mercado mundial onde os modos de produção e os movimentos de capital se configuram a escala planetaria (Nova Economia) cobrando maior importância o papel das empresas multinacionais e a livre circulação de capitais junto com a implantação definitiva da sociedade de consumo. O ordenamento jurídico também sente os efeitos da globalização e se vê na necessidade de uniformizar e simplificar procedimentos e regulações nacionais e internacionais com o fim de melhorar as condições de competitividade e segurança jurídica, além de universalizar o reconhecimento dos direitos fundamentais de cidadania. Na cultura caracteriza-se por um processo que interrelaciona as sociedades e culturas locais em uma cultura global (Aldeia global), ao respecto existe divergência de critérios sobre se se trata de um fenómeno de assimilação ocidental ou de fusão multicultural. No tecnológico a globalização depende dos avanços na conectividade humana (transporte e telecomunicações) facilitando a livre circulação de pessoas e a masificación das TICs e a Internet. No plano ideológico os credos e valores colectivistas e tradicionalistas causam desinterés generalizado e vão perdendo terreno ante o individualismo e o cosmopolitismo da sociedade aberta. Enquanto na política os governos vão perdendo atribuições ante o que se denominou sociedade rede, o activismo a cada vez mais gira em torno das redes sociais, se estendeu a transição à democracia contra os regimes despóticos, e em políticas públicas destacam os esforços para a transição ao capitalismo em algumas das antigas economias dirigidas e em economias subdesarrolladas de alguns países ainda que com diferentes graus de sucesso. Geopolíticamente o mundo se debate entre a unipolaridad da superpotência estadounidense e o surgimiento de novas potências regionais, e em relações internacionais o multilateralismo e o poder macio voltam-se os mecanismos mais aceitados pela comunidade internacional.

A valoração positiva ou negativa deste fenómeno, ou a inclusão de definições ou características adicionais para realçar a inclusão de algum julgamento de valor, podem variar segundo a ideologia do interlocutor. Isto porque o fenómeno globalizador tem acordado grande entusiasmo em alguns sectores, enquanto em outros tem acordado uma profunda rejeição (Antiglobalización), tendo também posturas eclécticas e moderadas.

Conteúdo

Etimología

Certos autores consideram mais adequado em espanhol o termo mundialização, galicismo derivado da palavra francesa mondialisation, em lugar de globalização, anglicismo procedente do inglês globalization, já que em espanhol «global» não equivale a «mundial», como sim ocorre em inglês. No entanto, o Dicionário da Real Academia Espanhola regista a entrada «globalização», entendida como a «tendência dos mercados e das empresas a se estender, atingindo uma dimensão mundial que ultrapassa as fronteiras nacionais» (DRAE 2006, 23ª edição),[1] enquanto a entrada «mundialização» não está no Dicionário.

História

Barco britânico carregado de mercadorias cruza do Mar Caraíbas ao Oceano Pacífico através do Canal do Panamá. A intensificação do comércio mundial tem levado ao governo panamenho a lançar projectos de ampliação do Canal.

Meio político-económico prévio

Pablo Vázquez assinala que o actual processo de globalização é parte de um processo maior iniciado em 1492 com a conquista e colonização de grande parte do mundo por parte da Europa.[2] Marshall McLuhan sustentava já em 1961 que os meios de comunicação electrónicos estavam a criar uma aldeia global.[3] Rüdiger Safranski destaca que a partir da explosão da bomba atómica em Hiroshima em 1945 nasceu uma comunidade global unida no terror a um holocausto mundial. Também se associou o início da globalização à invenção do chip (12 de setembro de 1958), a chegada do homem à Lua, que coincide com a primeira transmissão mundial via satélite (20 de julho de 1969), ou a criação de Internet (1 de setembro de 1969). Mas em general localiza-se o começo da globalização com o fim da Guerra Fria, quando desaparece a União Soviética e o bloco comunista que encabeçava, cujo experimento frustrado de colectivismo representava o ocaso dos projectos de sociedades fechadas e economias protegidas. Conquanto a autodisolución da União Soviética produziu-se o 25 de dezembro de 1991, generalizou-se simbolizar com a Queda do Muro de Berlim o 9 de novembro de 1989 .

O processo de globalização também faz entrar em crise ao proteccionismo e ao Estado de Bem-estar tinha ganhado popularidade em período entreguerras, quando nas nações capitalistas se difunde a noção de que o Estado tem uma dupla função fundamental no bom funcionamento da economia: um em assegurar a prosperidade da população e o outro em evitar os ciclos de crescimento e recessão. Criam-se assim as bases para o aparecimento do keynesianismo e o Trato Novo. Nas seguintes décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial viu-se a emergência à preeminencia das "corporaciones" ou empresas multinacionais, que deslocam a importância das empresas do capitalismo clássico que tanto Adam Smith como Karl Marx conheceram quando formularam suas teorias.[4] Viu-se na Alemanha um precedente do sucesso da liberalização que tomariam outros países: o resurgimiento de sua nação no denominado Milagre alemão.

No entanto, uma nova crise que se iniciou em meados da década do sessenta (ver estanflación), agudizada pela crise do petróleo de 1973 provocou uma reordenação radical da economia, fundada na intensa promoção da inovação tecnológica (TIC), a reforma das políticas de desenvolvimento (ver Consenso de Washington) e tentativas de desmantelar do Estado de Bem-estar, que chego a ser visto como -nas palavras de Margaret Thatcher - um "estado niñera", sofocador das liberdades e restringidor da capacidade de escolher dos indivíduos. Já desde a década dos 70 e 80 do século XX vários analistas e políticos encontraram necessário ou conveniente efectuar uma forte critica, seja desde um ponto de vista pragmático ou desde um ponto de vista liberal a formas sócio-político e económicas anteriores, que eles consideravam estatizantes e em consequência restrictoras tanto das liberdades individuais como do desenvolvimento económico e social, propondo novas formas a fim de criar um terreno favorável para a revitalización das economias.

No governo de Pinochet em Chile (no que se chamou "experimento",[5] ver Milagre de Chile), seguido pelo de Thatcher (1979-1990) em Grã-Bretanha) e o de Reagan (1981-1989) em EE.UU. , etc, implementaram parcialmente as políticas económicas de personagens tais como Friedrich Hayek e Milton Friedman respectivamente,[6] o que de facto redundó na geração de novas interrelaciones entre os factores económicos e mercados de todo mundo (consumidores, trabalho, recursos naturais, investimentos financeiros, etc.); no entanto ambos governos foram em outras áreas fortemente intervencionistas. A partir de então outros governos aplicariam medidas combinando algum nível de liberalismo económico junto com a tecnocracia estatal, muitas vezes para poder contentar com algum grau de intervencionismo a sectores sociais e grupos de pressão que recusam o desmantelamiento do Estado de Bem-estar. Todo este fenómeno em políticas públicas seria conhecido, especialmente por seus críticos provenientes do socialismo pós-Guerra Fria, baixo o confuso termo de "neoliberalismo".

O 9 de novembro de 1989, produziu-se a queda do Muro de Berlim, abrindo caminho à implosión da União Soviética em 1991 e o desaparecimento do bloco comunista. A partir desse momento começou uma nova etapa histórica: a globalização. Ante os factos em julho-setembro de 1989 o economista político estadounidense Francis Fukuyama publica um artigo titulado O fim da História, chegou a dizer que «o que poderíamos estar a ver não é só o fim da Guerra Fria, ou de um particular período de pós-guerra, senão o fim da história como tal: isto é, o ponto final da evolução histórica da humanidade e a universalización da democracia liberal ocidental como a forma final de governo humano». Posteriormente se retractaría de tal afirmação.

Durante este período destaca o papel dos organismos internacionais como OMC, OCDE, FMI e BM que nas últimas décadas têm sido retratados como impulsores da globalização, no entanto, a globalização sendo um processo civil e de mercado mais bem tende a ser vista como uma ordem espontáneo independente dos organismos políticos, sendo discutido se as acções dos organismos supraestatales dificultam em vez de facilitar a globalização.[7] Uma organização privada que anualmente se reúne para dar sua respaldo ao processo globalizador é o Foro Económico Mundial.

A nova relação sócio-económica

Cibercafé em Seul .

A globalização em si mesma é um processo contínuo e dinâmico, que desafia as leis dos países em sua forma de regular o funcionamento de empresas e o comportamento económico dos indivíduos a nível internacional que, conquanto podem dar trabalho à mão de obra desocupada ou ser os contratados, também podem se beneficiar de irregularidades e debilidades subsistentes em um determinado país. É fácil para estas empresas simplesmente transladar seus centros de produção a lugares nos quais se lhes do máximo de facilidades. É também um desafio aos projectos de desenvolvimento dos países, especialmente para aqueles que estão em via de desenvolvimento, pois não só considera qualquer intervenção estatal como inimica aos interesses dessas empresas (na medida que tais planos implicam regulações e demandan impostos e outros recursos) senão que ademais asevera que a ideia mesma do desenvolvimento social como meta e objectivo governamental ou estatal precluye a liberdade individual e distorsiona tanto a sociedade como o mercado.(ver por exemplo posição paretiana em: [2]}

Estas foram as pautas de um primeiro momento nesta nova relação sócio-económica. Pode-se observar, como exemplo, que os altos custos de produção nos países desenvolvidos, que confluyendo com uma abertura dos países do este oriental, especialmente Chinesa e Índia, aos mercados de capitais e sua inclusão como membros da Organização Mundial de Comércio (OMC), resultou no translado em massa da produção industrial desde Europa e EE.UU. a esses ou outros países que ofereciam condições mais favoráveis ao incremento dos ganhos dessas empresas internacionais.

A nível cultural, o incremento da a intercomunicación física e virtual, têm incrementado e facilitado este processo. A interconexión física baseia-se na masificación do transporte. A interconexión virtual baseia-se exclusivamente na tecnologia, por exemplo, Internet. Isto tem levado a dois resultados contradictorios: por um lado a centralización do controle administrativo e político a níveis governamentais e corporativos viu-se facilitada enormemente. Por outro, se facilitou de maneira igualmente enorme a diseminación de ideias críticas e a comunicação a nível de cidadãos comuns e correntes, que anteriormente estavam para sua informação a graça dos Meios estabelecidos ou não podiam responder rápida e efectivamente a decisões que os afectavam (ver, por exemplo: ciberactivismo)

Um último ponto de interesse é o crescimento económico a nível mundial desde a introdução do processo. Segundo dados do FMI, todos os países desenvolvidos e muitos dos que se encontram em via de desenvolvimento, têm experimentado um crescimento sustentado de suas economias, o que tem e está a permitir a incorporação de centos de milhões de habitantes às economias modernas. Esta é geralmente a justificativa mais usada em favor da globalização.

Metas no período de globalização

A seguir algumas metas da crescente interdependencia entre os países do mundo. Não é uma lista que reflita todo o que a globalização é, mas estes eventos podem identificar no contexto da mesma.

Argumentos em favor da globalização

É importante anotar que entre os partidários da globalização estão correntes com visões encontradas e radicalmente diferentes em sua percepción sobre os benefícios da globalização, é o o caso do liberalismo libertario e o neoconservadurismo no político, ou a escola austríaca e o monetarismo/escola neoclásica na doutrina económica.

Área Demographic 1981 1984 1987 1990 1993 1996 1999 2002 Mudança Percentual 1981-2002
Ásia do Leste e Pacifico Menos de $1 por dia57.7%38.9%28.0%29.6%24.9%16.6%15.7%11.1%-80.76%
Menos que $2 por dia84.8%76.6%67.7%69.9%64.8%53.3%50.3%40.7%-52.00%
America LatinaMenos que $1 por dia9.7%11.8%10.9%11.3%11.3%10.7%10.5%8.9%-8.25%
Menos que $2 por dia29.6%30.4%27.8%28.4%29.5%24.1%25.1%23.4%-29.94%
África subsaarianaMenos de $1 por dia41.6%46.3%46.8%44.6%44.0%45.6%45.7%44.0%+5.77%
Menos de $2 por dia73.3%76.1%76.1%75.0%74.6%75.1%76.1%74.9%+2.18%

Fonte: World Bank, Poverty Estimates, 2002[9]

Os proponentes da globalização criticam duramente algumas políticas correntes em países desenvolvidos. Em particular, os subsídios à agricultura e as tarifas protectivas nesses países. Por exemplo, quase a metade do orçamento da União Européia emprega-se em subsídios agrícolas, em sua maioria, às grandes empresas e granjas industrialisadas que constituem um poderoso lobby.[20] Japão , por sua vez, concedeu a seu sector agricola 47 mil milhões de dólares no 2005.[21] quase quatro vezes a quantidade que deu em Ajuda oficial ao desenvolvimento.[22] Os EE.UU. dão 3.900 milhões de dólares a cada ano a seu sector agricola algodonero, que inclui 25 mil granjeros, três vezes superior ao orçamento completo de USAID para os 500 milhões de habitantes de Africa[23] `Estas políticas esgotam os recursos dos contribuintes e incrementa o preço aos consumidores nos países desenvolvidos, diminui a concorrência e eficiência, evita as exportações de agricultores mais eficientes e outros sectores nos países em desenvolvimento e socaba as indústrias nos quais os países desenvolvidos têm vantagens comparativas. Assim, as barreiras ao comércio dificultam o crescimento económico não só das nações em desenvolvimento, o que tem um efeito negativo nos níveis de vida gerais.[24]

A globalização desde um ponto de vista crítico

Somos cultura que caminha em um mundo globalizado, frase que coroa a pintada da imagem, tomada na localidade de Humahuaca no norte da Argentina

A globalização é um fenómeno complexo, não deveria ser surpresa portanto que provoque diferentes reacções entre diferentes indivíduos ou grupos. Para alguns, como o senador canadiano, ameaça a estrutura mesma da "Nação estado" e o conceito moderno de democracia enquanto para outros, tais como os partidários do Islamismo político, procura impor estruturas políticas não islâmicas (isto é, a democracia) sobre países que o recusam. Para outros, ameaça a identidade nacional enquanto outros -por exemplo para o escritor Mario Vargas Llosa[25] vêem essa identidade como uma construção imposta que procura obliterar diferenças individuais e culturas locais em aras de uma unidade artificial. Ainda outros vêem o processo como simplesmente uma continuação ou inclusive agudizacion de processos explotativos, resultado directo do neocolonialismo capitalista, enquanto para outros ameaça o fim dessa predominancia.[26] Para alguns, promete uma nova era de riquezas para todos, para outros, tais como o escritor Eduardo Galeano é a sedução de um consumismo que arruinará económica e moralmente à mayoria[27] (comparar também com a posição da Igreja católica.[28] )

Dantes de fazer uma crítica é necessário considerar um aspecto fundamental: a diferença entre o que os apoyadores do processo propõem e a maneira que essas propostas têm sido ou estão a ser implementada. O livre comércio da globalização não só se refere ao livre movimento de capitais senão que também ao livre movimento de bens e pessoas. Portanto os globalistas consideram inaceitável, como se viu, as barreiras aduaneiras e tratos preferenciales que os países desenvolvidos impõem ou praticam quando assim lhes convém. As mesmas objeciones aplicam-se às barreiras de todo o tipo à migração e movimento dos trabalhadores: como podem os recursos ser alocados racionalmente ou as sociedades derivar o máximo de benefício do sistema quando se impõem condições que são ultimamente irracionais em termos económicos?

Pontos a considerar segundo os críticos

Críticas

As críticas radicais ao processo globalizador configuram o que se denomina movimento antiglobalización ou altermundismo e suas cabeças mediáticas geralmente estão localizadas em um contexto nacionalista, de extrema esquerda, de algum dos novos movimentos sociais progressistas, da socialdemocracia ortodoxa (aquela que recusa a Terceira Via) ou do populismo tercermundista (que pode incluir componentes antioccidentales ou antiestadounidenses), assim mesmo vários movimentos religiosos conservadores e a extrema direita se posicionaram na contramão da globalização. O ponto em comum maioritário que têm estas críticas é que equipassem globalização a imperialismo e neocolonialismo (ver Teoria da dependência), todas se opõem ao que têm denominado fundamentalismo de mercado e acusam à globalização de fomentar um estilo de vida consumista e postmaterialista.

Como solução mais generalizada todas estes credos ideológicos apontam à necessidade de um Estado forte e regulador para a sociedade e propõem o resurgimiento do desarrollismo, o dirigismo e o proteccionismo nas políticas económicas das nações, ao mesmo tempo que reclamam reeducar à sociedade em torno de valores que contrarresten os valores e costumes individualistas.

Referências

  1. Globalização no Dicionário
  2. Ferrer, Aldo, Factos e ficções da globalização, Fundo de Cultura Económica, Buenos Aires, 1997, pag. 13.
  3. Mc Luhan, Marshall, A galaxia de Gutenberg, Origem Planeta, México, 1985, pag. 45.
  4. John Kenneth Galbraith Capitalismo americano
  5. por exemplo: Sebastián Edwards CEP Centro de Estudos Publico ESTABILIZAÇÃO COM LIBERALIZAÇÃO: DEZ ANOS DO EXPERIMENTO CHILENO COM POLÍTICAS DE MERCADO LIVRE 1973-1983 em Centro de Estudos Públicos e Edwards, Sebastian e Alejandra Cox Edwards: "Monetarismo e liberalizacion : o experimento chileno" Fundo de Cultura Economica : ISBN 968-16-3856-5; ISBN 978-968-16-3856-6
  6. Milton Friedman: Chile e o Prêmio Nobel, por Ángel Soto
  7. A ordem espontáneo da globalização, por Ezequiel Vásquez
  8. a b c Sachs, Jeffrey (2005). The End of Poverty, New York, New York: The Penguin Press. 1-59420-045-9.
  9. a b c «World Bank, Poverty Rates, 1981 - 2002». Consultado o 04-06-2007.
  10. David Brooks, "Good News about Poverty"
  11. "How Have the World's Poorest Fared Since the Early 1980s?" by Shaohua Chen and Martin Ravallion. [1]
  12. Michel Chossudovsky, "Global Falsehoods"
  13. Guy Pfefferman, "The Eight Losers of Globalization"
  14. Freedom House
  15. [http://reason.com/news/show/34961.html BAILEY, R.(2005).
  16. BAILEY, R.(2005). The poor may not bê getting richer but they are living longer.
  17. ScienceDirect
  18. Oxford Leadership Academy.
  19. [http://http://www.uis.unesco.org/template/pdf/cscl/IntlFlows_EM.pdf 2005 UNESCO report
  20. Oxfam:Stop the dumping!
  21. OECD Producer Support Estimate By Country
  22. OECD Development Aid At a Glance By Region
  23. Cultivating Poverty The Impact of US Cotton Subsidies on Africa
  24. Six Reasons to Kill Farm Subsidies and Trade Barriers
  25. { O diz que a oposição a este fenómeno se baseia no nacionalismo e aponta a que esse nacionalismo oprimiu culturas locais e diferenças individuais em aras de criar uma identidade artificial.- As Culturas e a Globalização em http://www.caretas.com.pe/2000/1615/colunas/mvll.phtml
  26. por exemplo, Sachs Jeffrey diz: "Uma das ironías do recente sucesso da China e Índia é o temor de que esse sucesso se consiga graças aos EE.UU. Esses temores são não só fundamentalmente erróneos senão que, inclusive pior, perigosos. São erróneos porque o mundo não é uma luta de estilos "soma zero", senão mais bem um de soma positiva" na qual a melhora da tecnologia e habilidades pode incrementar os níveis de vida a nível mundial" The End of Poverty (2005)
  27. O Império do Consumo http://eduardogaleano.net/index.php?option=com_content&task=view&vão=81&Itemid=34
  28. COMPENDIO 
DA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA (pontos 361 a 376) em http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/justpeace/documents/rc_pc_justpeace_doc_20060526_compendio-dott-soc_sp.html#A%20globalizaci%F3n:%20oportunidades%20e%20riscos
  29. Joseph E. Stiglitz: O mal-estar na globalização
  30. o Banco Interamericano de Desenvolvimento, por exemplo, alega que "não é possível avançar no crescimento sostenible e equitativo sem progredir na segurança jurídica e na igualdade ante a lei de todos os cidadãos" http://www.iadb.org/sds/SCS/site_2776_s.htm
  31. por exemplo: Agenda de Barcelona: http://www.realinstitutoelcano.org/analisis/660/IlianaAgendaBarcelona%20pdf.pdf
  32. Oficina sobre Democracia Direitos Humanos e Estado de Direito - Nota Informativa
  33. Por exemplo C. Fred Bersten em sua conferência à reunião da Comision Trilateral em Tokio no 2000 argumento que é necessário reconhecer que a globalização tem não só benefícios senão também custos e danificados, é necessário então implementar um sistema a fim de remediar esses problemas. Ver The Backlash Against Globalization http://www.trilateral.org/annmtgs/trialog/trlgtxts/t54/ber.htm
  34. Crescimento económico sem Estado de Direito
  35. http://www.ije.com.mx/Articulos/Estado%20de%20direito%20e....pdf
  36. Estado de Direito e Desenvolvimento Humano - Dialnet
  37. A respeito de nós, Programa Estado de Direito para Latinoamérica, Konrad-Adenauer-Stiftung e.V
  38. ver, por exemplo, Adam Parson: O final do crescimento economico. em http://www.economiasur.com/analisis/ParsonsFinalCrecimientoEc.html
  39. um relatório de CETIM diz: 12. O Banco Mundial apropriou-se de todos os conceitos dos movimentos progressistas. A luta contra a pobreza, o traspasso de poder e participação cidadã, desenvolvimento social. .. esta, agora, começando a interessar na desigualdade...(..).. de facto, é atraves de um analisis das dinâmicas dos sentidos das palavras que podem ser desenmascaradas e denunciadas as politicas que promovem o triunfo dos mercados ao custo da sociedade. A luta contra a pobreza e a desigualdade são necessárias, por suposto, mas através do desenvolvimento social e económico, através de envolver a solidariedade do mundo desenvolvido... etc. (em ingles no original) http://www.cetim.ch/em/interventions_details.php?iid=240 Mas adiante CETIM sugere que o problema não termina com essa apropiación senão que contínua com a tergiversación com fins específicos, por exemplo: "pôr no banco às empresas do Estado e exonerar ou disimular a responsabilidade principal que lhes cabe às grandes sociedades multinacionais privadas em matéria de violação dos direitos humanos" - http://www.cetim.ch/é/interventions_details.php?iid=281 -.
  40. Larry Elliot e Dão Atkinson (The Age of Insecurity, p. 274, e p. 223) alegam que "o rendimento da economia mundial, desde que se liberou o capital, tem sido pior que quando estava fortemente controlado" e que "até agora, o rendimento do capital liberado não tem cumprido as expectativas que acordou."
  41. Outro relatório de CETIM argumenta: "Ao igual que "os ajuste estruturais", a "luta contra a pobreza" tem como alvo principal as classes médias -os privilegiados- e transforma a "os pobres" em aliados potenciais das "classes globalizadas". A luta contra a pobreza, um tema que é consensual por definição, faz que o desenvolvimento desapareça como um projecto nacional de modernização e emancipación e elimina as elites nacionais, tanto sindicais como empresariais. Os pobres transformam-se em actores de uma mudança que se limita a consolidar uma sociedade dualista de pobres e ricos
  42. de acordo a um relatório do Instituto Para os Estudos de Economia de Desenvolvimento da Universidade da ONU (UNU-WIDER) publicado o 2006, no 2000, o 10% mas rico da população era proprietária de 85% da riqueza do mundo. Dentro do qual, o 1% mas rico possui o 40% do total. Em contraste, a metade mas pobre possui em conjunto sozinho um 1% da riqueza do mundo. Interessantemente, ainda que o relatório confirma que a riqueza se concentra nos paises desenvolvidos (que possuem colectivamente quase o 90% dessa riqueza), muita da população desses paises esta, teoreticamente, em uma situação pior que os habitantes dos paises em desenvolvimento, em que os níveis de dívida que têm, especialmente entre as classes médias, são tão altos que economicamente falando, sua "riqueza" é negativa.| http://update.unu.edu/archive/issue44_22.htm
  43. "Outra repercussão mundial deste tipo de déficit, e isto vai na contramão da economia tradicional regular, é que os países em desenvolvimento estão a financiar aos países ricos. Isto é o que sucede quando se maneja uma economia de tal magnitude e um déficit de conta corrente. Significa que você está a solicitar um empréstimo ao resto do mundo. Quer dizer que Estados Unidos lhe está a solicitar um empréstimo ao resto do mundo, o que significa que o resto do mundo, basicamente os países em desenvolvimento, lhe está a fornecer capital a Estados Unidos, em lugar de ser o contrário. E isto tem grandes consequências também, porque, uma vez mais, vemos com frequência que países subdesarrollados fazem concessões em negociações com o FMI ou com o Banco Mundial. Fazem estas concessões com a finalidade de ter acesso a capital estrangeiro. Mas o fluxo de capital realmente toma outra direcção. Agora vai do sul ao norte. De maneira que esse é outro assunto". em http://www.bcv.org.vê c4/Conferências.asp?Codigo=4491&Operacion=2&Sec=False
  44. por ejmeplo: http://www.theecologist.net/files/docshtm/index.asp

Bibliografía

Veja-se também

Enlaces externos

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