Luis Gonzalo Farrugia (Trinta e três - Montevideo, 9 de janeiro de 2009 ), baterista uruguaio cuja trajectória mais importante pode localizar nos grupos Psiglo, Níquel, Porsuigieco e Crucis.
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Para 1971 forma junto a César Rechac, Luis Cesio, Jorge García Banegas e Ruben Melogno da formação do grupo Psiglo, o qual é considerado um dos grupos mais importantes da história do rock sudamericano e se conta entre os 20 mais importantes da história do "hard rock progressivo".
Depois do golpe de estado no Uruguai se radicó em Buenos Aires, onde participou em lhe projecto Porsuigieco e na banda Crucis.[1]
No final de 1978 translada-se à cidade mexicana de Tijuana , onde junto a Francisco Javier García, formou a Banda Municipal de Tijuana em 1980. Neste marco grava uma nova versão do Hino Nacional Mexicano com base nas partituras oficiais, a qual foi adoptada pelo governo desse país como a oficial.[2]
Compartilhou palcos com músicos como os uruguaios Eduardo Mateo e Jorge Nasser, entre outros, e os argentinos León Gieco, Charly García, David Lebón, Pappo Napolitano e Alejandro Lerner.[3]
O músico suicida-se o 9 de janeiro de 2009 .[4]
Seu colega Jorge Barral (Opus Alfa, Dias de Blues), compôs-lhe uma canção a modo de homenagem chamada "É pa' tí", na que colaboram os ex parceiros de Psiglo Rubén Melogno e César Rechac.
Modelo:ORDENAR:Farrugia, Gonzalo