| Grupo Santander | |
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| 200px | |
| Tipo | Sociedade Anónima (Ibex 35:SAN) |
| Fundação | 1857 |
| Sede | Passeio de Pereda , 9-12. Santander, |
| Indústria | Finanças |
| Produtos | Serviços financeiros |
| Benefício neto | |
| Activos | 1,11 biliões de euros (2009)[1] |
| Presidente | Emilio Botim |
| Conselheiro delegado | Alfredo Sáenz |
| Filiais | Banco de Santander, Banesto |
| Sitio site | Página oficial |
O Grupo Santander é um grupo bancário espanhol organizado em torno do Banco Santander e que inclui uma rede de entidades financeiras com presença em todo mundo, ainda que principalmente na Europa e Latinoamérica.
O grupo conta com 129.000 empregados, 66 milhões de clientes, 10.200 sucursais e 2,4 milhões de accionistas em todo mundo. A banca minorista, que contribui o 82% do benefício do banco, é sua principal área de negócio.
O Grupo Santander é a 4ª maior entidade financeira do mundo, é o maior banco da Zona Euro, a empresa maior de Espanha e a 6ª a nível mundial, segun a revista Forbes em 2010. [2]
Sua sede operativa, onde trabalham mais de 6000 empregados, está em Boadilla do Monte, Madri, na Cidade Financeira do Santander.[3]
Conteúdo |
O Grupo Santander procede da fusão realizada entre o Banco Santander e o Banco Central Hispano (BCH) no ano 1999. A sua vez o Banco Central Hispano formou-se em 1991 pela fusão dos bancos Central e Hispanoamericano.
O Banco de Santander fundou-se em 1857. Em princípio operava só na província de Santander (hoje Cantabria) mas posteriormente se expandiu por toda Espanha comprando numerosos bancos. Por suparte, o Banco Hispanoamericano fundou-se em 1900 com dinheiro repatriado de Cuba depois da Guerra Hispano-estadounidense de 1898, motivo ao que deve seu nome.
O Banco Central[4] nasceu em 1919 da fusão de oito pequenos bancos. Posteriormente continuou comprando bancos até converter-se no primeiro banco privado de Espanha nos anos 80.
Em maio do 2000, o Grupo Santander adquiriu o banco mexicano Serfín, que se converteu no Grupo Financeiro Santander Serfín, S.A. de C.V. e, finalmente, Santander. Em setembro do 2004 adquiriu o banco britânico Abbey National (posteriormente renomeado Abbey).
Até agosto de 2007, sua denominação social era Banco Santander Central Hispano, mais conhecido por seus iniciais, BSCH. No dia 13 desse mesmo mês, mudou-se dita denominação pela actual de Banco Santander.
Em outubro de 2007 participou junto com o Royal Bank of Scotland e o banco belga Fortis em compra-a do banco holandês ABN AMRO, com a finalidade de desmembrarlo e repartir-lho. Nesta operação ao Santander tocaram-lhe o Banco Real do Brasil e a Banca Antonveneta da Itália. Posteriormente Antonveneta foi vendido a Monte dei Paschi dei Siena (outro banco italiano) e sua divisão de banca corporativa Interbanca a General Electric Finance.[5]
O 14 de julho de 2008 informou-se de que o Santander estava em conversas avançadas para adquirir o banco Alliance & Leicester, um banco hipotecario (building society) britânico, por 1.600 milhões de euros.[6]
O 11 de janeiro de 2010 renomeia as entidades britânicas Abbey e Bradford & Bingley como Santander. Têm a previsão de renomear Alliance & Leicester dantes do fim de 2010, ficando todos fundidos em uma sozinha entidade no país.[7]
Os accionistas de bancos adquiridos pelo Grupo Santander mantêm o mesmo número de acções que tinham anteriormente, mas são renomeados Grupo Santander. O exemplo mais recente é o de Abbey , cujas acções se excluíram da Carteira de Londres e posteriormente voltaram a cotar, mas baixo o nome de Banco Santander Central Hispano (actualmente, Banco Santander).
O banco Santander contava com 10.201 escritórios em todo mundo no final do 2005 e 10.852 ao finalizar o 2006.
Em 1996 o Grupo Santander fez-se com mais de 93% das acções do Banco de Venezuela. Durante esses anos foi um dos bancos mais importantes do país, seguido do BBVA, Banesco e Mercantil. Em junho de 2008 iniciaram-se conversas com o Banco Ocidental de Desconto (BOD) para que absorvesse a participação do Grupo Santander em Venezuela,[9] no entanto, o governo venezuelano impediu a aquisição e o 31 de julho desse ano o presidente Hugo Chávez anunciou que o banco seria estatizado, disse em corrente nacional "eu estou interessado em comprar e vamos a nacionalizarlo", ademais assinalou que o banco recuperar-se-ia " em serviço dos venezuelanos".
O 19 de março de 2009 Hugo Chávez ratifica sua intenção de nacionalización da entidade; "hoje temos retomado o tema e anúncio a nacionalización do Banco de Venezuela", disse Chávez em uma intervenção no canal estatal Venezuelana de Televisão. O governante explicou que a medida se toma para "lhe dar mais força ao sistema bancário público nacional e poder impulsionar bem mais as políticas de desenvolvimento económico e social".[10] O 22 de maio desse ano assinou-se o acordo de compra entre o governo venezuelano e o Grupo Santander por um monto de 1.050 milhões de dólares. O 3 de julho de 2009 o Banco de Venezuela passou a ser administrado pelo governo venezuelano.[11]
Notícia[1]Wikinoticias[2]