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Hígado

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O hígado é um órgão ou víscera presente aos vertebrados e em alguns outros animais; e é, ao mesmo tempo, a glándula mais volumosa da anatomía e uma das mais importantes quanto à actividade metabólica do organismo. Desempenha funções únicas e vitais como a síntese de proteínas plasmáticas, função desintoxicante, armazena vitaminas, glucógeno, entre outros para o bom funcionamento das defesas, etcétera. Ademais, é o responsável por eliminar do sangue as substâncias que podem resultar nocivas para o organismo, as transformando em outras inocuas.

Conteúdo

Anatomía hepática

O hígado localiza-se na região do hipocondrio direito do abdomen (não ultrapassa o limite da borda costal salvo em caso de hepatomegalia), no epigastrio e uma porcion do hipocondrio esquerdo, enchendo o espaço da cúpula diafragmática, onde pode atingir até a quinta costilla, e se relaciona com o coração através do centro frénico, à esquerda da cava inferior. Sua consistência é macia e depresible, e está recobrir por uma cápsula fibrosa, sobre a qual se aplica o peritoneo, parte da superfície do hígado (excepto na área nua do hígado, que corresponde a sua superfície postero-superior).

Aspectos gerais

Está dividido em quatro lóbulos:

Clinicamente, e cirurgicamente sobretudo, emprega-se o conceito de segmento hepático, baseando nas divisões arteriales e no facto de que tenha poucas anastomosis entre segmentos. Se olhamos pela cara anterosuperior do hígado, podemos distinguir de direita a esquerda um segmento posterior, na borda do lado direito, seguido de um segmento anterior, um segmento medial e um segmento lateral que forma o limite esquerdo.

Hígado com excesso de álcool.

O hígado relaciona-se principalmente com estruturas situadas ao lado esquerdo do abdomen, muitas das quais deixam uma impressão na cara inferior do lóbulo direito do hígado.

Assim, temos de atrás a diante a impressão cólica, a impressão duodenal, colada à fosa cística, e a impressão renal, menos marcada. Na cara inferior do lóbulo esquerdo estão a impressão gástrica e a escotadura do esófago, na borda posterior. O hígado também se relaciona anatómicamente com o diafragma e com o coração.

A base do hígado dá entrada ao hilio hepático, que não é senão a zona primeiramente da veia porta, a arteria hepática e a saída do conduto hepático. O omento (epiplón) menor (fixado em uma prominencia da cara inferior denominada tubérculo omental) reveste o fundo dos surcos da base do hígado (surco do ligamento venoso, surco do ligamento redondo) e atinge a borda posterior da cara inferior, onde o peritoneo que o recobre passa a revestir o diafragma e a parede posterior, formando o ligamento hepatorrenal. Por diante, o peritoneo reveste a cara diafragmática até seu limite superior, onde salta a revestir a cara abdominal do diafragma. Entre os dois repliegues de peritoneo que saltam da superfície do hígado ao diafragma, fica compreendida a cara nua do hígado, zona na que o peritoneo não recobre a cápsula hepática. Por esta zona cava-a inferior relaciona-se com o hígado e recebe as veias hepáticas.

Cara inferior do hígado.

Na cara diafragmática encontra-se o ligamento falciforme, o qual se estende até atingir a zona umbilical. Por sua borda livre corre o ligamento redondo do hígado (restos da veia umbilical embrionaria). Este resto da veia umbilical une-se às veias subcutáneas periumbilicales que irradian desde o ombligo, as quais drenan na veia ilíaca externa e finalmente na cava inferior. Em casos patológicos com hipertensión portal estas veias se dilatan, dando lugar ao fenómeno da cabeça de Medusa.

O ligamento falciforme pode ser considerado como o resto do mesogastrio ventral (na porção não desenvolvida do septum transversum pela invasão embrionaria do brote duodenal) que se estende pelo mesogastrio ventral e que contribui à formação do hígado. Este ligamento, ao chegar à parte posterior da cara diafragmática do hígado, divide-se em duas folhas, dando lugar ao ligamento coronario (limite superior da área nua do hígado). A cada uma destas folhas dirige-se para a cada um dos bordes direito e esquerdo do hígado, em onde se une à folha peritoneal da cara visceral do hígado, que se reflete sobre o diafragma, formando os ligamentos triangulares direito e esquerdo (este último mais definido que o direito).

A estrutura do hígado vai seguir as divisões da veia portal. Depois da divisão de ramos segmentarios, os ramos da veia porta, acompanhadas das da arteria hepática e das divisões dos condutos hepáticos, encontram-se juntas no espaço porta (veia interlobulillar, arteria interlobulillar e conductillos interlobulillares).HH

Drenaje linfático do hígado

O drenaje linfático do hígado corre a cargo de copos que desembocam na veia cava inferior ou nos ganglios hepáticos que seguem o percurso inverso da arteria hepática.

Inervación do hígado

O hígado recebe nervos do plexo celiaco, dos nervos neumogástrico esquerdo e direito e também do frénico direito, por médio do plexo diafragmático. O contribua nervoso também lhe vem do plexo celíaco que inerva ao hepático, mistura de fibras simpáticas e parasimpáticas. Estes nervos chegam ao hígado junto à arteria hepática, Segrega a bilis que fica armazenada na vesicula biliar.

Fisiología do hígado

O hígado é um órgão ou víscera presente aos vertebrados e em alguns outros animais; e é, ao mesmo tempo, a glándula mais volumosa da anatomía e uma das mais importantes quanto à actividade metabólica do organismo. Desempenha funções únicas e vitais como a síntese de proteínas plasmáticas, função desintoxicante, armazena vitaminas, glucógeno, entre outros para o bom funcionamento das defesas, etcétera. Ademais, é o responsável por eliminar do sangue as substâncias que podem resultar nocivas para o organismo, as transformando em outras inocuas.


O hígado desempenha múltiplas funções no organismo como são:

Histología hepática

O tecido hepático é um tecido estável. Apresenta uma grande capacidade de regeneração em resposta a estímulos externos, como lesões ou processos tumorales. No entanto, as lesões crónicas como o alcoholismo e as infecções hepáticas implicam uma perda constante e prolongada do parénquima, sem a proliferación compensatoria necessária. Em consequência, o parénquima hepático é substituído por tecido fibroso e acúmulos de gordura, produzindo assim cirrosis.

O parénquima hepático está formado por:

Doenças do hígado

Os padecimientos do hígado são:

Enlaces externos

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