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Hiyab

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Hiyab
Burqa Chador
Nicáb Abaya
Jilbab Jimar

O hiyab é um código de vestimenta feminina islâmica que estabelece que deve se cobrir a maior parte do corpo e que na prática se manifesta com diferentes tipos de prendas, segundo zonas e épocas. Em sentido restringido, costuma usar-se para designar uma prenda específica moderna, telefonema também velo islâmico. Hiyab, em espanhol, é uma palavra de género masculino.[1]

Conteúdo

Significado da palavra

O termo hiyab (em árabe , حِجَاب ḥiŷāb) procede da raiz ḥaŷaba, que significa "esconder", "ocultar à vista" ou inclusive "separar": dá lugar também a palavras como "cortina" ou "ecrã", e por tanto seu campo semántico é mais amplo que o do castelhano "velo".[cita requerida]

O velo no Mediterráneo e o islão

Menina iraquiana com um moderno velo islâmico

A importância e o significado do hiyab é diferente segundo o médio sociocultural de que se trate e segundo a época histórica. Ainda que actualmente fundamenta-se seu uso no islão, não é algo especificamente islâmico: em muitas partes do mundo as mulheres cobrem a maior parte de seu corpo, incluída a cabeça, por razões análogas às esgrimidas pelos muçulmanos, e na totalidade do Mediterráneo tem sido prática generalizada até tempos muito recentes. Dentro da cultura árabe, há que dizer que o hiyab existia já na Arabia preislámica como signo de respetabilidad, pois entre outras coisas distinguia às mulheres livres das escravas.

A situação das mulheres em Arabia sofreu uma importante mudança em época não muito anterior ao surgimiento do islão. Desde tempos antigos, ao que parece, as mulheres árabes gozavam globalmente de uma posição forte: podiam repudiar a seus maridos sem que estes tivessem um direito análogo, ter relações sexuais livremente, etc. No entanto, a situação foi revertendo-se paulatinamente de maneira que, na época de Mahoma , a sociedade árabe tinha chegado a ser um absoluto patriarcado onde as mulheres tinham poucos direitos: os homens podiam casar-se com quantas mulheres quisessem e repudiarlas a vontade sem compensação alguma. As mulheres repudiadas, totalmente dependentes do marido para sobreviver, acabavam com frequência na miséria, e com frequência dedicavam-se à prostituição ou a pedir esmola.

O islão põe coto a essa situação estabelecendo certas garantias para as mulheres, sem renunciar ao marco patriarcal global, que, na teoria ao menos, fica bastante esmaecido: um homem só pode se casar com quatro mulheres, desde que demonstre ter médios para as manter e desde que suas esposas anteriores estejam de acordo; deve compensá-las em caso de repudio que é ademais um direito mútuo e está bastante regulado; seus bens são também da mulher, e no entanto a mulher pode ter seus próprios bens e fazer seus próprios negócios sem intervenção do marido e um longo etcétera que pretende acabar com a situação anterior.

Mulher tunecina com velo islâmico

Com estas disposições, generaliza-se o hiyab entre as adeptas à nova religião como signo de dignidade recobrada: mostrar o corpo relacionava-se com a condição de mulher submetida ao homem --escrava ou prostituta--. Por outra parte, ao converter-se o hiyab em um preceito religioso, usá-lo podia denotar sumisión a Deus, isto é, que só se pertence a Deus, e não ao homem. Este é, parece ser, a origem do uso do hiyab, ainda que mais adiante, ao se converter em tradicional, perdesse em grande parte este sentido original e se convertesse em símbolo da exclusão da mulher do espaço público. O novo hiyab, do que falar-se-á mais adiante, recupera em parte este sentido primigenio.

A menção mais importante do hiyab no Corán está em uns versículos que é necessário contextualizar. Mahoma era visitado a todas horas em sua casa, que ademais era a primeira mesquita e centro de reunião dos muçulmanos, por pessoas que desejavam lhe fazer perguntas sobre questões de religião. Tal afluencia de gente devia importunar-lhe, e então, sempre segundo a tradição, Deus lhe revelou uns versículos para que lhos transmitisse aos muçulmanos que em esencia diziam que as mulheres do profeta estavam tão qualificadas como ele mesmo para atender aos fiéis no que precisassem. Por conseguinte, as esposas de Mahoma começaram a atender às visitas igual que o próprio Mahoma. No entanto, deviam ser objecto de verdadeiro acosso, porque pouco depois, o profeta recebeu uma nova revelação que dizia assim:

Os que crieis: não entreis nos aposentos do profeta se não se vos tem convidado a comer, nem sem que seja o momento. Mas quando se vos tenha convidado, entrem, e quando tenhais comido, saiam sem vos dar familiarmente à conversa. Isto ofende ao profeta e se envergonha do dizer, mas Deus não se envergonha de dizer a verdade. E quando lhes peçais algo a elas o façam por trás de um velo: é mais puro para vossos corações e para os seus. Não podeis ofender ao enviado de Deus nem vos casar jamais, após ele, com suas esposas. Isso é, para Deus, um grande pecado.
(Corán, 33, 53).

Deste versículo nasce a ideia de que as mulheres devem se cobrir a cabeça, ou inclusive o rosto (dando lugar a prendas como o burka), apesar de que a admonición divina se refere só às relações dos crentes com as mulheres do profeta e de que aqui a palavra velo alude claramente a uma cortina e não a uma prenda. De facto, a palavra hiyab aparece sete vezes no Corán e em nenhum dos casos se refere ao atuendo feminino, para o que se utilizam outros termos. No entanto, nenhum destes alude especificamente a se cobrir a cabeça ou a cara. Um versículo próximo ao anterior diz assim:

Profeta: dei a tuas mulheres e a tuas filhas e às mulheres dos crentes que se cinjam seus os vai. Essa é a melhor maneira de que sejam reconhecidas e não sejam molestadas. Deus é indulgente, misericordioso.
(Corán, 33, 59).

A palavra que aqui se costuma traduzir por "os vai" é em realidade ŷa oābīb, isto é, chilabas ou túnicas. Não se refere, pois, à prenda que cobre a cabeça ou a cara.

Dei aos crentes que baixem suas miradas e sejam castos. Isto é o mais conveniente para eles. Deus está bem informado do que fazem. Dei às crentes que baixem suas miradas e sejam castas, e que não mostrem de suas adornos mais que o que se vê. Que cubram seu peito com seus os vai! [...]
(Corán, 24, 31-32).

Novamente, a palavra que aqui se costuma traduzir por "velo" é literalmente jumur, uma teia longa que, esta sim, pode cobrir a cabeça, mas em qualquer caso o versículo não decreta a obrigação de se tampar a cabeça, senão de cobrir o peito, usando para isso os lenços da cabeça (há que dizer que a cabeça coberta faz parte do atuendo tradicional masculino e feminino da península de Arabia, o qual é lógico dado o clima desértico).

Por tanto, o hiyab do Corán não se refere nunca ao atuendo, senão a um velo ou cortina, que ademais só em um caso se põe em relação com as mulheres. As disposições sobre o atuendo, por outro lado, não parecem indicar que tenha que se cobrir por completo,[2] senão que aludem em termos gerais a utilizar um atuendo recatado, não tanto por uma questão sexual (pecado) como social, já que as normas de vestimenta que impõe às mulheres só são válidas se estas estão em presença de pessoas que não pertençam a seu círculo familiar ou doméstico. Não é uma exigência original: abster-se de mostrar o corpo em demasía ou cobrir-se o peito são exigências de atuendo que se podem encontrar em âmbitos tradicionais cristãos, judeus, indianos ou outros.

O desenvolvimento do hiyab

Como têm assinalado autoras muçulmanas, o ocultamiento do corpo feminino nas culturas islâmicas não procede tanto das prescripciones sagradas em si como de uma interpretação excessivamente rigorista e descontextualizada das mesmas, feita, naturalmente, por homens. Há que dizer de passagem que estas mesmas autoras advertem que de toda a história das mulheres do profeta e os crentes que se relata mais acima poderia se ter interpretado perfeitamente que as mulheres são tão entendidas na interpretação dos textos sagrados como os homens, pois é esse a origem do episódio e dos versículos relacionados com ela. Dita interpretação rigorista une-se aos costumes das diferentes sociedades, nas que o corpo se cobre por tradição em maior ou menor grau[cita requerida].

O atuendo feminino em general, bem como a questão de cobrir a cabeça ou a cara em particular, é muito variável nas diferentes sociedades de religião muçulmana, e há diferenças relacionadas também com o âmbito rural ou urbano, a classe social, etc. O atuendo tradicional feminino em culturas islâmicas tem incluído, pelo geral, o cobrir-se a cabeça de diferentes modos, o qual não quer dizer nada porque também é característico do atuendo tradicional masculino e o mesmo rasgo pode se encontrar em atuendos tradicionais cristãos, judeus ou outros. Quanto a velar a cara, tem sido um rasgo muito menos estendido que se manifestou de formas diversas: desde o burqa afegão que cobre inclusive os olhos, seguido pelas vestimentas escuras ou inclusive as máscaras das mulheres da península de Arabia (telefonemas também burqa), até o velo semitransparente sobre a boca ou o lenço de cabeça que só ocasionalmente se mantém com a mão sobre o rosto, para mostrar distância, ou que inclusive se sustenta com os dentes, com o que perde sua função, pois só cobre uma pequena porção da cara[cita requerida].

Provável futuro do hiyab

No final do século XIX começam a questionar-se determinados aspectos do hiyab, em especial a tradição feminina de cobrir-se a cabeça e, sobretudo, o rosto. Em alguns lugares, o rosto coberto tinha vindo sendo um signo de distinção social, que diferenciava às mulheres urbanas das camponesas (estas últimas levavam a cara descoberta). No entanto, nestes anos começam a considerar-se estas prendas como símbolo da exclusão feminina, da não participação das mulheres nos assuntos públicos.

Isso está muito unido ao processo político que se está a viver desde mediados do século XIX em alguns países islâmicos. Os países mais importantes de Oriente Médio (Egipto, Líbano, Turquia, Síria...) acham-se inmersos em uma época de intensa actividade social, política, científica e cultural que globalmente se conhece como Nahda (renacimiento). Depois de séculos de inmovilismo e isolamento, o mundo islâmico parece acordar e tenta inaugurar uma nova era que olha ao mesmo tempo para a Europa, sua tecnologia, seus valores ilustrados, etc., e para o passado esplendoroso da civilização araboislámica, com sua intensa actividade artística, científica e intelectual. É uma época de optimismo, análoga ao Renacimiento europeu, na que se revisam as bases da sociedade tradicional, entre elas as da religião.

Egipto está à cabeça do processo. É neste país onde se produzem os primeiros questionamentos do hiyab e da situação das mulheres. Em 1899 o escritor modernista Qasim Amin publica um famoso livro, Tahrīr a o-mar'a' (a libertação da mulher). Amin, partidário da plena incorporação das mulheres à vida pública, considera que o hiyab é consequência e símbolo de seu isolamento e promove o desvelamiento (sufūr), fazendo referência sobretudo ao lenço de muselina branca (burqu) que velava o rosto das mulheres urbanas, tanto muçulmanas como cristãs.

No entanto, a grande promotora do desvelamiento é Huda Sha'arawi, considerada mãe do feminismo árabe. Ao regressar de um encontro feminista em Roma , descobre-se a cabeça ante uma multidão de mulheres reunida na estação do Cairo para recebê-la. É a chispa que incendeia a pradera: mulheres desveladas manifestar-se-ão em adiante pelas ruas da capital egípcia reclamando seu lugar na vida pública, suscitando tanto o escândalo como a simpatia.

Em Turquia e no Irão, será o Estado quem imponha por decreto o desvelamiento nas primeiras décadas do século XX: tanto Atatürk como o sha do Irão estavam convencidos de que a modernidad passava necessariamente pela sobreposição mimético dos costumes ocidentais, o que incluía a vestimenta, tanto masculina como feminina.

Mulher marroquina com o atuendo urbano tradicional: chilaba e litam (lenço que cobre o rosto). Na actualidade é um atuendo próprio de pessoas de idade.

Em muitos lugares, a mudança de costumes aparece da mão das lutas contra a colonização. É o caso dos países do Magreb, como Marrocos. O atuendo tradicional das mulheres urbanas marroquinas na rua era o haik ou jaique, uma longa teia branca que envolvia o corpo e a cara e restringia enormemente os movimentos. Aproveitando as convulsões geradas pela mobilização popular contra o ocupante, nos anos 40, as mulheres de classe média começam a mudar o jaique pela chilaba masculina e a participar nas lutas. (Ao mesmo tempo, os homens começarão a utilizar o atuendo ocidental coroado por um fez, sombrero cilíndrico granate, a imagem dos nacionalistas egípcios e turcos). Daqui por diante, a chilaba masculina, de cores sobrios, começará a produzir-se em cores vivos, para mulheres, e converter-se-á na vestimenta feminina urbana mais habitual. As mulheres dessa geração seguir-se-ão cobrindo a cabeça com a capucha da chilaba e o rosto com o lenço branco, mas nas décadas seguintes generalizar-se-ão a cabeça descoberta e os atavíos europeus entre as classes médias.

O auge do panarabismo e os movimentos análogos nos anos 50 e 60, com seu ónus de laicismo e militancia política, dará mais curso à participação feminina no público e irá relegando a cada vez mais o hiyab. Deste modo, nos 60 levar a cara ou a cabeça cobertas era um fenómeno minoritário, salvo em países que se tinham mantido à margem das convulsões políticas do século, e em especial aqueles nos que a prática do islão estava unida ao wahhabismo (Arábia Saudita e outros Estados da zona).

O novo hiyab

O novo hiyab

Nos anos 1970 e 80, e até hoje, o hiyab resurge com força em uma forma nova: um tipo de lenço que cobre completamente a cabeça e o pescoço e ao que com frequência se dá também o nome de hiyab (ou velo islâmico, nas línguas ocidentais).

A reaparición do hiyab de novo corre casal com os acontecimentos políticos. Seu relegación nas décadas anteriores coincidiu com uma etapa que em termos gerais poderia se chamar de esperança: as descolonizaciones, os experimentos democráticos, a busca da unidade nos países árabes, a tímida bonanza derivada das rendas do petróleo e das reformas sociais, a educação, etc. A princípios dos anos 70 as esperanças desvanecem-se: as democracias languidecen em mãos de oligarquías que se eternizan no poder, sustentadas por um neocolonialismo que se faz muito patente; outro tanto ocorre nos Estados regidos por ideologias panarabistas e de socialismo árabe, e o sonho da unidade árabe desaparece; em todas partes se aplicam políticas neoliberales draconianas, crescem o desemprego e a emigración, a corrupção é geral... Perdidas as esperanças de mudança, perdem-se assim mesmo nos países nos que ainda dominam regimes e modos de vida chamados tradicionais. Palestiniana, cujo conflito com Israel, apesar de que afecta a uma muito pequena porção do mundo islâmico, tem um altísimo valor simbólico, parece ter sido abandonada a sua sorte depois da derrota árabe na guerra dos Seis Dias e os acordos assinados depois da guerra de 1973. Em todas partes cunde o descontentamento e o pesimismo, que, dado o falhanço experimentado pelos movimentos políticos laicos, será capitalizado pelos chamados grupos islamistas, que experimentam ademais um notável empurre depois do triunfo da revolução islâmica no Irão (1979).

O islamismo não pretende uma volta aos modos de vida tradicionais, senão uma organização social moderna mas baseada não em ideias que considera importadas de Occidente, senão no próprio acervo cultural islâmico. O empurre do islamismo cria toda uma moda de identidade islâmica que, entre outras coisas, manifestar-se-á no atuendo: a barba nos homens e, sobretudo, o novo velo nas mulheres. Leste velo não é tradicional, senão uma prenda de nova criação que cedo estender-se-á pelas populações urbanas. Ao igual que sucedeu com o desaparecimento do hiyab nas décadas anteriores, serão as jovens urbanas de classe média (com frequência universitárias) as primeiras em adoptar as novas vestimentas.

Mulher com chador no Irão. Esta prenda, ícone e imposição da Revolução iraniana, se diferencia do velo mais estendido em que cobre quase todo o corpo e em sua cor invariavelmente negra.

As mulheres islamistas com frequência levam também um tipo peculiar de vestido, que também não é tradicional, consistente em uma túnica até os joelhos de cor sobrio e completamente fechada, com pantalones da mesma cor. O velo, no entanto, pode levar-se com este ou qualquer outro atuendo (incluídos o ocidentais tipo pantalones vaqueiros, etc.).

As polémicas sobre o uso do velo em países europeus com numerosa população muçulmana (França é o exemplo mais claro).[3] , tem suscitado numerosas análises a respeito das razões do uso deste atuendo. No entanto, o fenómeno do velo é dificilmente aprehensible: seu significado varia enormemente segundo os países, as classes sociais e inclusive as pessoas. Seu uso é obrigatório no Irão, e de nenhum modo em capitais muito occidentalizadas onde, apesar de tudo, foi onde primeiro se estendeu. Também não é necessariamente uma imposição familiar, como às vezes se disse: é frequente em uma mesma família seguir o rastro do uso do hiyab através das gerações: a avó com o vestido tradicional, a mãe vestida ao modo europeu e a filha com o velo (com frequência são as filhas as que introduzem a moda do velo em seus lares, fazendo que o adoptem a mãe e a avó). Conquanto tem sua origem no auge do islamismo, não pode se estabelecer uma relação directa entre o uso e a ideologia ou a religiosidad da pessoa que o porta. Em termos gerais, o mais aproximado que se pode dizer é que é uma moda: nos anos 60 e 70 os movimentos contraculturales generalizaram em Occidente certas estéticas, sem que isso significasse de um modo unívoco que as pessoas que as usavam se reconhecessem completamente no contracultural, nem que as pessoas vestidas de outro modo não se reconhecessem em isso. Naturalmente, a analogia não é do todo exacta, já que o velo, em frente à estética contracultural, se converteu em expoente do moralmente correcto e existe por tanto certa obrigação social, maior ou menor segundo as zonas. Com frequência seu uso é uma expressão de religiosidad pessoal. Também pode ser fruto de certa obrigação social ou familiar. Em muitos casos é um signo de reivindicação cultural em um médio onde se percebe rejeição (particularmente nas comunidades muçulmanas de Occidente). Em muitos outros é assim mesmo um signo de reivindicação feminina, e aí entronca com o significado mais antigo do hiyab: mostrar que não se é uma mulher objecto (se pode comparar com certa estética surgida do feminismo em Occidente, com prendas longas e holgadas destinadas igualmente a sustraer o corpo à mirada masculina). Por último, com muita frequência é simplesmente um modo de vestir que está de moda.

Bibliografía

Referências

  1. Segundo a Fundéu, é uma palavra masculina e deve escrever-se em redonda, sem itálico nem aspas[1] (consultado o 29 de abril de 2010).
  2. Dolors Bramon, Velo sim, velo não
  3. Jornal O País (ed.): «Uma piscina pública de Paris proíbe o acesso a uma muçulmana por levar um 'burkini'» (12-08-2009). Consultado o 13 de agosto de 2009.

Veja-se também

Enlaces externos

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