O idealismo é uma proposta artística que procura a representação fiel da realidade, ao igual que o realismo e o naturalismo. A diferença estriba em que é uma fidelidade apurada do vulgar através da sensibilidade do artista. A representação desta realidade é abstraída para eliminar qualquer ausência de refinación e mostrar só o belo e elegante. Para isso muitas vezes se plasma a cena elegendo diferentes elementos tomando só o melhor da cada um e os reunindo todos juntos em um mesmo conjunto. Igualmente, é uma arte unida às leis académicas e, na arte ocidental, às bases fixadas na antigüedad greco-latina.[1] As obras de estética idealsta compartilham, pois, uma série de características finais como a mesura, a elegancia, a ausência de fortes contrastes e a composição fechada.
Arte Clássica: Perseo e Andrómeda de Pompeya |
Renacimiento: Filippino Lippi (alegoria da música) |
Manierismo: Parmigianino (Madonna do pescoço longo) |
Barroco Clasicista: Lhe Sueur (Musas Clio, Euterpe e Thalia) |
Academicismo: Bouguereau (Caridade) |
Ukiyo-e: Utamaro (Baixo juramento) |
Simbolismo: Klimt (Retrato de Adele Bloch) |
Prerrafaelismo: Burne-Jones (O último sonho de Arturo) |