O Investimento estrangeiro é a colocação de capitais em longo prazo em algum país estrangeiro, para a criação de empresas agrícolas, industriais e de serviços, com o propósito de internacionalizarse. Em inglês fala-se de Foreign Direct Investment ou FDI.
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As características mais importantes dos investimentos estrangeiros directas são:
Grandes empresas multinacionais, a globalização e o avanço nas tecnologias de informação e comunicações têm acelerado a tendência de investir fora das fronteiras.
Muitos são os países que contam com organismos especializados.
A maioria dos governos actualmente oferecem incentivos e benefícios àquelas empresas que escolham seu país como lugar para estabelecer suas operações. Estes vão desde serviços de apoio ao inversionista, mão de obra barata, protecção da propriedade, até isenções tributárias.
O investimento estrangeiro directa implica um grau importante de influência por parte do investidor na gestão da empresa residente no outro país. Este investimento refere-se tanto à transacção inicial entre ambas entidades como a todas as transacções subsiguientes entre estas entidades e seus filiais estrangeiras, tanto se estão constituídas em sociedades de capital como se não.
Em alguns casos, o investimento estrangeiro estende-se para além das empresas; as vantagens brindadas ao investimento estrangeiro permitem o controle político sobre sociedades com grande desigualdade social. Nestes casos as elites locais estão associadas às elites estrangeiras para manter seus privilégios internos. Estas últimas cedem o controle dos recursos estratégicos. Os ganhos do investimento estrangeiro, são principalmente exportadas ou retidas em consumo suntuario das elites locais, mas ao mesmo tempo traduzem-se em despesas militares que permitam conter uma explosão social. (Ver teoria da dependência)