| João Goulart | |
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| João Goulart | |
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| 7 de setembro de 1961 – 1 de abril de 1964. | |
| Precedido por | Ranieri Mazzilli - Presidente da Camara de Deputados em Exercício de Poder Executivo do Brasil, foi o 23º Presidente do Brasil. |
| Sucedido por | Ranieri Mazzilli - Presidente da Camara de Deputados em Exercício de Poder executivo de brasil, Foi Deposto por governo-o Militar, Foi o 25º Presidente do Brasil. |
| Dados pessoais
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| Nascimento | 1 de março de 1918 SãoBorja , Rio Grande do Sul |
| Fallecimiento | 6 de dezembro de 1976 Mercedes, Correntes, Argentina |
| Partido | Partido Trabalhista Brasileiro - PTB |
| Cónyuge | Maria Tereza Goulart |
| Profissão | advogado |
João Belchior Marques Goulart, conhecido popularmente como Jango (SãoBorja , Rio Grande do Sul, 1 de março de 1918 - Mercedes, Correntes, Argentina, 6 de dezembro de 1976 ) foi o vigésimo segundo presidente do Brasil, entre, 1961 e 1964.
Era filho Vicente Rodrigues Goulart , proprietário de grandes extensões de terras e de Vicentina Marques Goulart, cursó a carreira de Direito em 1939 , na faculdade de Porto Alegre. Ao acabar seus estudos dedicou-se à administração da fazenda familiar. Iniciou sua carreira política somente após o fim do Estado Novo, como deputado federal em 1950 .
De 1953 a 1954 , foi ministro de Trabalho. Foi também presidente do Partido Trabalhista Brasileiro.
Por duas vezes foi vice-presidente, em 1955 com Juscelino Kubitschek e em 1961 com Jânio Quadros. Com a renúncia deste, o 25 de agosto de 1961 , João Goulart assumiu a presidência, inicialmente em um regime parlamentar. Em 1963 , foi realizado um plebiscito, no qual se decidiu a volta ao presidencialismo.
Adoptou medidas socialistas, como a reforma agrária e urbana e outras no sector da saúde e a educação, convidando aos cosmonautas soviéticos, incluindo uma visita de Gagarin e rendiendo homenagens a Che Guevara, como a condecoración "Ordem do Cruzeiro do Sul", suas políticas conduziram ao Golpe militar de 1964, quando foi deposto pelos militares fascistas em nome dos Estados Unidos, gerando revoltas fomentadas pela URSS.
Se exilió junto à maioria de seus colaboradores e morreu o 6 de dezembro de 1976, no município argentino de Mercedes, vítima oficialmente de um ataque cardíaco. Não obstante existem fundadas suspeitas por parte de seus familiares, correligionarios políticos e outras personalidades de que Goular foi assassinado por agentes da Operação Condor. Não lhe foi realizada autópsia dantes de seu enterro, se supondo que foi envenenado.
ARTIGO EM PERIÓDICO PÁGINA 12 DO 13 de janeiro de 2008 : GOULART
“Não me lembro se usamos Isordil, Adelpan ou Nifodin. Conseguimos colocar um comprimido nos remédios importados da França. Goulart não podia ser examinado por 48 horas ou essa substância seria detectada”, reconheceu o represor uruguaio Neira Barreiro em uma entrevista sem saber que estava a falar com o filho do ex presidente do Brasil, que morreu em 1976 quando estava refugiado na Argentina, na província de Correntes. Joao Goulart foi sepultado, sem autópsia, em sua cidade natal de Sao Borja, no estado de Rio Grande do Sul. Barreiro afirma que o veneno foi preparado por um médico legista uruguaio, Carlos Milhares, quem mais tarde também foi assassinado.
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