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Jorge Barreiro

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Jorge Barreiro
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Nome real Jorge Luis Barreiro
Nascimento 14 de março de 1930
Buenos Aires, Argentina Bandera de Argentina
Morte 24 de março de 2009 (79 anos)
Buenos Aires, Argentina Bandera de Argentina
Ficha em IMDb.
Fernanda Mistral, Jorge Barreiro e Cristina do Vale (1973).

Jorge Barreiro (Buenos Aires, 14 de março de 1930 [1] - íd., 24 de março de 2009 [1] ) foi um actor argentino de extensa trajectória em teatro, cinema e televisão.

Biografia

Nascido no bairro porteño de Parque Chacabuco o 14 de março de 1930 e de origens humildes, Jorge Barreiro demonstrou inclinação pela actuação desde muito curta idade. Realizou estudos com Juan Francisco Giacobbe e Hedy Crilla.

Seu debut teatral produz-se em 1962 quando deve substituir a Guillermo Hebling na obra As de Barranco, de Gregorio de Laferrère. Depois integra os elencos de Dom Gil de calça-las verdes, obra de Tirso de Molina e A luz alheia, de Alberto de Zavalía.

Em 1963 faz seu primeiro aparecimento em cinema, no filme inédito Luzia, de Martín Clutet que abrir-lhe-ia caminho à televisão, através da roteirista Nené Cascallar, quem em 1965 lhe possibilita uma rápida ascensão ao estrellato televisivo em Quatro homens para Eva, telenovela na que interpreta já um papel protagónico, junto a Rodolfo Bebán, José María Langlais e Eduardo Rudy e no amor tem cara de mulher.

O sucesso obtido na televisão foi determinante para que Jorge Barreiro encabeçasse elencos ou cobrisse papéis de relevância em obras teatrais, como As amorosas, de Barillet e Grédy (1965/1966); Nos dias felizes, de André Puget (1967); Minha querida parentela, de Alan Ayckbourn (1968); O aniversário da tortuga, de Garinei e Giovanini (1969); Quem sou eu?, de Juan Ignacio Luca de Tena (1970); Os giles, de Alfonso Passo (1973), e, entre muitas outras, Tem chegado um inspector, de J. B. Priestley, representada em Buenos Aires e em Miami, em 1978 .

Paralelamente, o cinema deu-lhe muitas oportunidades entre as que se destacam Com gosto a raiva, de Fernando Ayala (1965); Castigo ao traidor (1966) e Juan Manuel de Rosas (1972), ambas de Manuel Antín; Psexoanálisis, de Héctor Olivera (1968); Jovem, viúva e estanciera, de Julio Saraceni (1970); José María e María José, de Rodolfo Costamagna (1973); Os gauchos judeus, de Juan José Jusid (1975) e várias como galã de Isabel Sarli e com direcção de Armando : Fúria infernal, Intimidades de uma qualquer, O sexo e o amor, O último amor em Terra do Fogo, Uma viúva descocada e Insaciable, filmes que deveram enfrentar censura por sua temática erótica.

Referências

  1. ↑ a b O adeus a um galã: Jorge Barreiro Suplemento Espectáculos do Diário Clarín, 25-03-2009.

Enlaces externos

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