| José Antonio Remón Cantera | |
|---|---|
| | |
| 1 de outubro de 1952 – 2 de janeiro de 1955. | |
| Vice-presidente | José Ramón Guizado Valdés e Ricardo Arias Espinosa |
| Precedido por | Alcibíades Arosemena |
| Sucedido por | José Ramón Guizado Valdés |
| Dados pessoais
| |
| Nascimento | 11 de abril de 1908. |
| Fallecimiento | 2 de janeiro de 1955. |
| Partido | CNP |
| Profissão | Militar e Político |
| Religião | Católico |
Em 1947 constitui-se chefe da Polícia Nacional e sua presença provoca em 1949 uma instabilidade política com a renúncia de Daniel Chanis e provocou o derrocamiento de Arnulfo Arias Madri em 1951 .
Ao assumir como Presidente Constitucional do Panamá, adoptou uma política proestadounidense provocando repressões a grupos comunistas e partidos políticos de oposição, além de militarizar a Polícia Nacional que converter-se-ia na Guarda Nacional, com o apoio dos Estados Unidos. Em 1953 negociou com o presidente Dwight Eisenhower uma série de arrendamentos no Canal do Panamá e que teriam o nome de Tratado Remón-Eisenhower, não obstante foram assinados pouco depois do assassinato de Remón.
As circusntancias de seu assassinato não estão claras. Previa-se que um estadounidense chamado Martin Irving Lipstein era o assassino, posteriormente o advogado Rubén Ou. Olhou tinha confessado o crime, mas pouco depois as investigações arrojaram a cumplicidade ao sucessor de Remón, José Ramón Guizado, quem foi processado do mesmo modo.
Recentemente se desclasificaron documentos da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) que revelam que Remón pôde ter sido assassinado por ordens do famoso capo da época Lucky Luciano, devido a uma disputa que o envolveu em um embarque de heroína e Wisky que Remón, segundo se alega na investigação datada em novembro de 1957, lhes confiscou em um berço em Colón à organização de Luciano.
| Predecessor: Alcibíades Arosemena | Presidente do Panamá 1952–1955 | Sucessor: José Ramón Guizado Valdés |
Modelo:ORDENAR:Remon Cantera, Jose Antonio