Visita Encydia-Wikilingue.com

Limites dos continentes

limites dos continentes - Wikilingue - Encydia

Os limites dos continentes marcam as fronteiras entre aqueles continentes que estão unidos entre si por terra fazendo parte de uma mesma entidade ou supercontinente. Estes limites têm sido definidos em base a diferentes critérios geográficos, culturais e políticos.

Conteúdo

Europa e Ásia

Verde - Estados (ou parte de estados) europeus
Rosa - Zonas asiáticas de estados parcialmente europeus
Rosa Escuro - Estados sociopolíticamente europeus
Cinza - Estados Asiáticos.

A natureza das fronteiras entre Europa e Ásia é mais uma questão sociopolítica que geográfica, já que não existe uma borda de placa tectónica separando estes continentes. Muitos geólogos e geógrafos sustentam que Europa e Ásia compartilham muitas características geográficas comuns e que fazem parte de um único continente, Eurasia, em termos geológicos. Ainda que Europa é considerada como uma entidade geográfica, o é como uma super-península da Ásia continental, tal e como o é, por exemplo, o subcontinente Índio, que inclusive descansa sobre uma placa tectónica diferente à do resto da Europa e Ásia.

A fronteira oriental da Europa tem ido variando dede a antigüedad. Herodotus considerava que Europa se estendia até chegar ao Oceano Pacífico, sendo tão alongada (e bem mais grande) que África e Ásia juntas. No mundo moderno existe consenso a respeito de que Europa termina no Mar Egeo, o Mar Negro, o Mar Caspio e os Montes Urales, ainda que as fronteiras entre os três últimos são algo incertas; por exemplo, a divisória que se estende desde os Urales ao Mar Negro tem sido definida por diferentes autoridades pelo Rio Dom, a depressão Kuma-Manych, o Cáucaso, a fronteira russa ou o Rio Rioni.

Alguns atlas argumentam que a fronteira euro-asiática segue a divisória de águas dos Montes Urales desde cerca de Kara, Rússia no Mar de Kara para o nascimento do Rio Ural, seguindo a seguir esse rio até sua desembocadura no Mar Caspio. A fronteira contínua depois pela divisória de águas da cordillera do Cáucaso desde o Mar Caspio até o Mar Negro.

Segundo esta definição, as montanhas do Alto Cáucaso fazem parte da fronteira entre Europa e Ásia. O Monte Elbrus levanta-se ao norte da divisória de águas e estaria, segundo esta definição, integralmente situado na Europa, convertendo no ponto de maior elevação do continente. O Baixo Cáucaso estaria situado completamente na Ásia segundo este mesmo critério. De igual forma, a cidade turca de Estambul estaria emplazada tanto na Europa como na Ásia, sendo uma cidade transcontinental. Georgia e Azerbaiyán têm a maior parte de seu território na Ásia, ainda que pequenas partes de seus territórios setentrionais estão situados na Europa.

Rússia e Kazajistán têm ambas zonas européias (ocidentais) e asiáticas (orientais). Enquanto a Rússia considera-se-lhe geralmente um país europeu que se estende para a Ásia, Kazakhstan está considerado um país centro asiático que se estende até Europa.

Três nações do Cáucaso Meridional: Georgia, Azerbaiyán e Armenia têm uma tendência sociocultural a proclamar-se européias.[cita requerida] Das três só Georgia e Azerbaiyán se considera que têm áreas de seu território na Europa, mas Armenia pode ser considerada como européia por motivos culturais e históricos.[cita requerida] As três, no entanto, costumam ficar fora das listas de países europeus e são incluídas nas de países asiáticos.

Segundo a definição russa, a fronteira entre Europa e Ásia passa pelas Montanhas Mugodzhar, para o sul ao longo do rio Emba até o Mar Caspio. Desde o Mar Caspio continua até o Mar Negro ao longo da depressão Kuma-Manych, definida pelo rio do mesmo nome. Esta definição de Strahlenberg usavam-na já os geografos russos desde mediados do século XVIII, e foi oficialmente recomendada para seu uso em livros de texto pela Sociedade Geográfica da URSS em 1958. Esta definição de Strahlenberg também é bastante comum em regiões germanas. Situa a todos os países do Cáucaso, incluindo a Georgia, Azerbaiyán e as Repúblicas Caucásicas de Chechênia e Dagestan ao norte completamente na Ásia

As ilhas russas de Vaygach e Nova Zembla, que se estendem para o norte desde o extremo setentrional dos Montes Urales, se podem considerar como uma continuação desta corrente montanhosa que se adentra no Oceano Glacial Ártico. Estas ilhas separam o europeu Mar de Barents do asiático Mar de Kara, e podem ser consideradas como parte da Europa ou Ásia. Os mapas desta página representam-nas como parte da Europa. A Terra de Francisco José, um archipiélago russo no ártico situado mais ao norte, também se associa com Europa. Todas estas ilhas árticas são parte da região russa-européia de Óblast de Arjángelsk.

Outras divisões com menor aceitação entre Europa e Ásia

Estados culturalmente europeus

Existem também outras nações com alguns laços culturais com Europa, como os países da África setentrional, na orla sul do mar Mediterráneo, isto é, Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia e Egipto. Ao mesmo tempo, estes países tem laços culturais bem mais fortes com o mundo árabe. Aparte disto, a clara fronteira que supõe o mar Mediterráneo exclui a estas nações geograficamente. Existe verdadeiro interesse em alguns países como Egipto, Israel, Marrocos, Tunísia e Cabo Verde por passar a fazer parte da União Européia, mas actualmente sua admisión completa como sócios não está permitida (Marrocos solicitou seu rendimento mas foi recusado por motivos geográficos). Também existem, por suposto, outros países fosse do meio europeu que têm laços cultutales e históricos com Europa como consequência da colonização e as migrações. Outros países como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelanda e todos os países da América latina podem ser por tanto considerados como "estados culturalmente Europeus.[cita requerida]

Estados politicamente europeus

Ver também Critérios geográficos para a admisión como membro da UE

Europa limita ao oeste com o Oceano Atlántico, no entanto Islândia e o archipiélago das Açores (no médio do oceano entre Europa e América do Norte) consideram-se habitualmente europeus, como o é o archipiélago noruego de Svalbard no Oceano Ártico. Gronelândia está geograficamente associada com Norteamérica mas politicamente associada com Europa (já que faz parte da Dinamarca, ainda que a lei da UE não é de aplicação ali). Turquia, apesar de ter só um 3% de sua superfície na Europa, tem sido membro do Conselho da Europa desde 1949 e um candidato oficial a fazer parte da União Européia desde 2005. As ilhas geograficamente associadas com um continente muito com frequência têm laços culturais e políticos mais fortes com outro continente. Assim, por exemplo, Chipre, uma ilha que geograficamente faz parte da Ásia, foi admitida pelo Conselho da Europa em 1961 e se aderiu à UE em 2004. Cabo Verde, um grupo de ilhas a pouca distância da costa atlántica da África, também tem mostrado seu interesse de fazer parte da UE. Armenia, Georgia e Azerbaiyán, estados geograficamente asiáticos (ainda que Azerbaiyán e Georgia tenham parte de sua superfície na Europa), também se aderiram ao Conselho da Europa.

África

As fronteiras geográficas naturais da África são o Mar Mediterráneo, o Mar Vermelho; e o Golfo de Adén. A fronteira entre África e Ásia estabelece-se no Golfo de Suez, ou menos frequentemente, no Golfo de Aqaba. Segundo critérios púramete geológicos, a linha de separação entre ambos continentes poderia ser desenhada ao longo da falha do vale Rio Jordán (o que faria que tanto Israel como o Líbano e pequenas partes de Síria fossem parte da África).

A linha hoje em dia habitual passa pelo istmo de Suez ao longo do Canal de Suez. Desta forma, a península do Sinaí é geograficamente parte da Ásia, e Egipto um país transcontinental. Um mapa da fronteira reconhecida entre os dois continentes pode ser observado aqui. No entanto, Egipto é considerado habitualmente como um país plenamente africano, já que a maioria de sua população e seu território estão no continente africano. Geopolíticamente, Egipto é às vezes etiquetado como um país asiático, já que se lhe considera habitualmente como parte de Oriente Médio.

Na geografia histórica, muitas das maiores ilhas do Mediterráneo têm estado mais intimamente relacionadas com África que com Europa ou Ásia. O antigo Egipto dominava em muitas épocas Chipre e em algum momento também Creta e Rodas. O Império romano enquadrava a Creta com Cyrenaica (na antiga Líbia). As Ilhas Baleares e a metade de Sicília foram dirigidas desde Cartago.

As Ilhas Canárias e as ilhas de Madeira estão próximas à costa atlántica de Marrocos e, apesar de ser geograficamente parte da África, estão baixo administração de Espanha e Portugal, respectivamente, e por tanto são geopolíticamente parte da Europa. Anteriormente à colonização européia para o sul-oeste, estas ilhas estavam parcialmente integradas na África.

Mayotte, situada no Canal de Moçambique entre África e Madagascar (também geograficamente parte da África) está baixo administração da França, como o estão a Ilha de Reunião ao este de Madagascar e algumas Ilhas Dispersas do Oceano Índico também associadas com África. As Seychelles, Mauricio e Comoras são nações insulares que também ficam associadas com África.

África e Europa

O Mar Mediterráneo.

As fronteiras entre Europa e África estão claramente delimitadas e sem disputas quase por completo, já que os dois continentes ocupam lados opostos do Mar Mediterráneo, no qual sua zona divisória intermediária está mayormente desprovista de ilhas. A Espanha pertencem os enclaves de Ceuta e Melilla em território africano. Sicília e Malta formam uma extensão cultural da Europa no coração do mar Mediterráneo, e só seria questionável o caso da ilha italiana de Pantelleria , rodeada por Malta (européia) e as Ilhas Pelagias (africanas).

Tanto Sicília como Malta estão situadas sobre uma CONTINENTAL CRUSTAL PRONG[1] da Placa Tectónica Africana[2] conhecida como a Plataforma Siliciana-Tunecina, com Malta situada mais próxima a Sicília que a África .[3] As ilhas de Malta formaram-se de facto como pontos elevados de um istmo entre Sicília e África do Norte que acabaram isoladas ao subir o nível do mar após a última glaciación.[4] Ainda que Malta e Sicília foram dirigidas pelos Árabes, os laços históricos forjados como consequência desta relação entre o continente africano e as ilhas se perderam faz muito tempo. A ilha italiana da Pantelleria está situada na conjunción entre a placa tectónica européia e a africana, sendo aliás uma ilha vulcânica e por tanto, geograficamente, poderia fazer parte tanto da Europa como da África, ainda que seja política e culturalmente européia. As Ilhas Pelagio estão situadas no continente africano, fazendo-as geograficamente africanas, no entanto tal e como ocorre com Pantelleria, foram culturalmente assimiladas por Europa.

As ilhas atlánticas portuguesas das Açores estão claramente mais próximas a Europa que a África e estão política e culturalmente associadas a Europa.

África e América do Sul

As fronteiras entre África e América do Sul são claras e indiscutidas, já que os dois continentes formam a costa oposta do Oceano Atlántico, cujas áreas interiores estão quase desprovistas de ilhas entre os continentes. As deshabitadas posses insulares brasileiras de Archipiélago de San Pedro e San Pablo e Trinidad e Martín Vaz associam-se com América do Sul, enquanto as posses insulares britânicas de Ilha de Gough, Santa Helena, Tristán dá Cunha e Ilha de Gough associam-se com África.

América

A fronteira entre os subcontinentes da América do Norte e América do Sul traçou-se de maneira diversa, em general por algum lugar ao longo do Istmo do Panamá.

Uma demarcación comum segue a divisória de águas das montanhas do Darién ao longo da fronteira entre Colômbia e Panamá, onde o istmo se encontra com o subcontinente de América do Sul. Outros localizam a divisão entre subcontinentes no Canal do Panamá, onde Panamá tem território com uma margem na cada subcontinente. Em um sentido geopolítico (isto é, não estritamente geofísico), Panamá se inclui com os outros países da América do Norte na América Central. A fronteira entre América do Norte e do Sur traçou-se também (de maneira infrequente) entre Costa Rica e Panamá, ou por várias outras linhas na largura do istmo do Panamá. Sem embatgo, não é de grande importância aclarar linhas divisoras, já que América do Norte e América do Sul fazem parte de um sozinho continente, que é a América.[cita requerida]

Este grupo de terras e regiões no hemisfério ocidental recebem também o nome das Américas, ainda que este termo é mais frequente em inglês. Desde uma perspectiva sociopolítica e cultural, as Américas dividem-se geralmente na América Anglosajona (os Estados Unidos, Canadá, e os países Anglocaribeños) onde prevalece o idioma inglês e América Latina (México, Centroamérica, a maior parte de América do Sul, e alguns países caribeños tais como Cuba, Haiti e a República Dominicana, os dois últimos fazendo parte da mesma ilha de Santo Domingo ou A Espanhola) onde geralmente predominan as línguas romances. América Latina – e em particular Hispanoamérica – considera-se geralmente como uma região transcontinental que abarca dois continentes, tal como Oriente Médio. Ademais, as Guayanas agrupam-se às vezes com a região Caraíbas juntas com Belize e Bermuda (uma posse britânica que em realidade está a 1000 km ao este da parte continental dos Estados Unidos, e à que às vezes se agrupa com Angloamérica). Não é infrequente que o que se denomina geopolíticamente América do Norte se limite aos Estados Unidos, Canadá, e às vezes Bermuda.

Em algumas culturas não-anglófonas, América se considera como um único continente, abarcando toda a massa terrestre entre Alaska e a Terra do Fogo. Deste modo, Norteamérica e sudamérica consideram-se como regiões da grande massa continental. De está consideração prove o facto de que os Anéis Olímpicos representem a América com um único anel.

As Ilhas Galápagos e a Ilha de Malpelo no Oceano Pacífico oriental são posses de Equador e de Colômbia respectivamente, e estão relacionadas com Sudamérica. As inhabitadas posses fancesas de Ilha Clipperton, a 600 milhas da costa mexicana, estão associadas com Norteamérica, bem como Saint-Pierre e Miquelon, em frente à costa da Ilha de Terranova, e Martinica, Guadalupe, San Bartolomé, e San Martín nas Caraíbas Norte. Os Países Baixos e o Reino Unido são outras duas nações européias que ainda hoje em dia continuam controlando ilhas no caribe. As Antillas Neerlandesas consideram-se divididas entre Norteamérica e Sudamérica.

Europa e América do Norte

As fronteiras entre o continente Europa e o subcontinente Norteamérica estão mayormente claras e fora de nenhuma disputa, já que ambos continentes ocupam lados opostos do Oceano Atlántico Norte. As zonas intermediárias do oceano carecem de ilhas, excepto no norte, onde se situam Gronelândia e Islândia. Esta última junto com as Açores são protuberâncias da Dorsal Oceánica Mesoatlántica e estão associadas com e habitadas por diferentes povos europeus, escandinavos e portugueses respectivamente. Gronelândia considera-se geograficamente como americana e, ademais, a maioria da ascendência groenlandesa prove dos Inuit, população indígena de Norteamérica. As ilhas noruegas do Ártico de Jan Mayen e Svalbard estão associadas com Europa, já que estão bem mais próximas a sua costa que às norte-americanas.

Ásia e América do Norte

O Estreito de Bering e o Mar de Bering separam ao continente Ásia e ao subcontinente Norteamérica, também formam a fronteira internacional entre Rússia e os Estados Unidos. Esta fronteira nacional e internacional separa as Ilhas Diómedes no Estreito de Bering, nas Grandes Diómedes na Rússia e as Pequenas Diómedes em EE.UU. As Ilhas Aleutianas são uma corrente de ilhas que se estendem para o oeste desde a Península de Alaska para as russas Ilhas do Comandante e a Península de Kamchatka, bem como uma parte integrante do estado americano transcontinental de Alaska . A maioria delas estão associadas com o continente da América, excepto o mais ocidental grupo das Ilhas Near, que está sobre a plataforma continental asiática para além da depressão das Aleutinas Setentrionais e permite que Estados Unidos possa ser considerado um país transcontinente sem ter em conta o estado de Hawaii e outras posses insulares no oceano.

Os EE.UU. estariam por tanto situados em Norteamérica central e noroeste, Ásia nordeste e Oceania. A Ilha de San Lorenzo no Mar de Bering setentrional pertence a Alaska e pode ser associada com qualquer dos dois continentes, bem como o podem ser as Ilhas Rata na corrente Aleutiana. As Ilhas Aleutianas ocidentais pertencem ao transcontinental Área Censal das Aleutienas Oeste. A ilha de San Lorenzo pertence à Área Censal de Nome, que também seria transcontinental se a ilha se considerasse associada a Ásia.

Ásia e Oceania

Indonésia é hoje em dia comummente denominado como um país do Sudeste Asiático e por tanto simplesmente Asiático ainda que parte de suas ilhas pudessem se considerar parte da Oceania. Timor Oriental, um estado independente que anteriormente era parte da Indonésia, se considera habitualmente como parte da Oceania, no entanto as Nações Unidas o classificam como parte do bloco "Ásia Sur-Este". Espera-se que se uma à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) [1], tendo estado envolvido como membro do Foro Regional da ASEAN desde sua independência, e tem participado nos Jogos do Sudeste Asiático desde 2003.

A Commonwealth da Austrália inclui as posses insulares tanto na Oceania como no Sudeste Asiático, bem como posses insulares sub-Antárticas deshabitadas.

Antártida

A Antártida e suas ilhas circundantes não têm população permanente. Todos os territórios ao sul dos 60°S de latitud é terra nullius e o Tratado Antártico deixa todas as reivindicações territoriais em suspenso. Ainda que as Ilhas Georgias do Sur e Sandwich do Sur está mais cerca da Antártida, as Ilhas Malvinas estão mais cerca de Suramérica e a plataforma continental separa-as do grupo de Georgia do Sur. Estes grupos insulares do Atlántico Sur foram fonte de conflito na guerra das Malvinas entre o Reino Unido e Argentina, a qual mantém suas reivindicações sobre as ilhas.

As seguintes ilhas e territórios sub-antárticos estão situados ao norte do paralelo 60° e sócios à Antártida:

Veja-se também

Referências

  1. Saclant Undersea Research Centre, A Spezia (Italy). «Geological Development of the Sicilian-Tunisian Platform held in Italy (University of Urbino) on November 4, 5, 6, 1992». Consultado o 19-01-2009.
  2. Commission for the Geological Map of the World. «Geodynamic Map of the Mediterranean». Consultado o 28-11-2008.
  3. «Department of Information».
  4. «Island Landscape Dynamics: Examples from the Mediterranean». Consultado o 13-12-2008.
Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Encydia-Wikilingue%7EArt%C3%ADculos_solicitados_2358.html"