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El Salvador é um país da América Central, cuja cultura é uma mistura de Mayas , Pipiles, Espanhóis e nada ou quase nada de descendencia Africana, devido a uma lei imposta pelos Espanhóis e Criollos ao redor do século XVII, a qual foi mantida pelas autoridades ainda após a Independência com Espanha em 1821 e abolida até quase finais do século XX, na que não se permitia que as pessoas descendentes de africanos ingressassem ao país.
El Salvador é pois a sumatoria de rasgos das diferentes culturas que se misturaram entre sua gente ao longo de sua história.
Em sua música inclui cantos religiosos, sobretudo Católicos, usados para celebrar a Navidad e outras festas, especialmente para comemorar ao Santo Patrão de uma determinada população.
Os estilos populares em El Salvador moderno incluem: Molho, Cumbia, Merengue, entre outros.
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Dantes da chegada dos colonos espanhóis, El Salvador compartilhava a cultura com os Mayas/Pipiles, que falavam a língua Náhuatl, os Lencas que falavam Potón, os Chortís cuja língua era a Chorti, etc. Os Pipiles foi a etnia mais numerosa; ademais teve Pokomames, Cacaoperas, etc.
Pouco sabe-se sobre a música tradicional destes povos dantes do contacto com os europeus.
A música dos Pipiles e Antigos Mayas era principalmente com Tambor, Traqueteo e Flauta. Um grupo notável de música indígena é Talticpac, que significa em castelhano: “sobre a terra”.
À vinda dos espanhóis, a música clássica européia e a espanhola misturaram-se com os estilos nativos.
Uma canção indígena muito conhecida em El Salvador é "O Torito Pinto".
Um músico salvadoreño muito conhecido foi Pancho Lara, quem escreveu a canção "O carbonero", a qual é proclamada popularmente como o segundo Hino Nacional de El Salvador, e esta composição menciona à ave nacional, "o torogoz".
Na música popular de El Salvador usam-se: flautas, tambores, raspadores timbales e calabaza, também guitarra, batería, estes últimos mais recentemente importados, além de outros instrumentos.
A música Molho, Cumbia e Regional mexicana têm-se infiltrado no gosto da gente, especialmente a Ranchera e a Grupera, ainda que costumam escutar-se mais que tudo na zona rural.
O caos político rasgou ao país na primeira metade do Século XX e a música Autóctona foi restrita quase por completo.
Nos 50s, foi decretado que uma dança telefonema Xuc seria a “dança nacional”, apesar de que não era comum em todo o país.
Os 60s tiveram uma influência do pop e rock em Inglês, enquanto as duas décadas seguintes foram dominadas pela Cumbia e o Molho. O Merengue de dominicano e e a bachata também chegaram a ser muito populares bem como o Rock em espanhol.
Nos anos 80´s surgem bandas de Rock como Crise, Camuflage, The Hooligans e outras mas só OVNI comandada por Rafael Alfaro se distinguiu por fazer música original e é a única que tem subsistido até a data.
Nos anos 90s, após a guerra civil salvadoreña, surgiram vários músicos e agrupamentos com propostas frescas e com influências diversas nos que se destacam: Nativa Geranio, Super Pakito Chac, Adrenalina entre outros.
Nos últimos anos, o Hip hop e o reggaeton têm influenciado à maioria da juventude salvadoreña, a qual tem formado grupos como: Pescozada e Mecate.
A cumbia salvadoreña relaciona-se e ao mesmo tempo é muito diferente da cumbia colombiana. A Chanchona, conduzida por um sozinho Bandolon ou Baixo, é popular, especialmente entre as comunidades imigrantes de Washington , e Los Angeles nos Estados Unidos.