A manufactura (do latín manus, mão, e factura, hechura) descreve a transformação de matérias primas em produtos terminados para sua venda. Também envolve processos de elaboração de produtos semi-manufacturados. É conhecida também pelo termo de indústria secundária. Algumas indústrias, como as manufacturas de semiconductores ou de aço, por exemplo, usam o termo de fabricação.
O termo pode referir a uma variedade enorme da actividade humana, do artesanato à alta tecnologia, mas é mais comummente aplicado à produção industrial, na qual as matérias primas são transformadas em bens terminados a grande escala.
A fabricação produz-se baixo todos os tipos de sistemas económicos. Em uma economia capitalista, a fabricação dirige-se pelo geral para a fabricação em série de produtos para a venda a consumidores com um ganho. Em uma economia colectivista, a fabricação está frequentemente dirigida por uma agência estatal. Nas economias modernas, a fabricação discurre baixo algum grau de regulação governamental.
A fabricação moderna inclui todos os processos intermediários requeridos para a produção e a integração dos componentes de um produto. O sector industrial está estreitamente relacionado com a engenharia e o desenho industrial.
O processo pode ser manual (origem do termo) ou com a utilização de máquinas. Para obter maior volume de produção é aplicada a técnica da divisão do trabalho, onde a cada trabalhador executa só uma pequena porção da tarefa. Assim, se especializa e economiza movimentos, o que vai repercutir em uma maior velocidade de produção.
Ainda que a produção artesanal tem fazer# parte da humanidade desde faz muito tempo (desde a Idade Média), pensa-se que a manufactura moderna surge ao redor de 1780 com a Revolução industrial britânica, se expandindo a partir de então a toda a Europa Continental, depois a América do Norte e finalmente ao resto do mundo.
A manufactura converteu-se em uma porção imensa da economia do mundo moderno. Segundo alguns economistas, a fabricação é um sector que produz riqueza em uma economia, enquanto o sector serviços tende a ser o consumo da riqueza[1] [2]
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