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Mapa

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Um mapa é uma representação gráfica e métrica de uma porção de território geralmente sobre uma superfície bidimensional mas que pode ser também esférica como ocorre nos balões terráqueos. O que o mapa tenha propriedades métricas significa que tem de ser possível tomar medidas de distâncias, ângulos ou superfícies sobre ele e obter um resultado aproximadamente exacto.

Iniciados com o propósito de conhecer seu mundo, e apoiados primeiramente sobre teorias filosóficas, os mapas constituem hoje uma fonte importantísima de informação, e uma grande parte da actividade humana está relacionada de uma ou outra forma com a cartografía.

Mapa antigo (aprox. 1650) representando à península de Califórnia como uma ilha.

Actualmente tem-se a inquietude (e a necessidade) de prosseguir com a nunca acabada labor cartográfica. O universo em general (e o Sistema Solar em particular) oferecerá sem dúvida novos terrenos para este labor que tem origens inmemoriales.

O uso das técnicas baseadas na fotografia por satélite tem feito possível não só conhecer o contorno exacto de um país, de um continente ou do mundo, senão também aspectos etnológicos, históricos, estatísticos, hidrográficos, orográficos, geomorfológicos, geológicos e económicos que levam ao homem a um conhecimento mais amplo de seu médio, do planeta no que vive.

A história da cartografía abarca desde os primeiros traços na areia ou neve até o uso de técnicas geodésicas, fotogramétricas e de fotointerpretación. Os erros geométricos de um mapa costumam manter-se por embaixo do que o olho humano pode perceber. É habitual cifrar o limite da percepción visual humana em 0,2 mm.

A questão essencial na elaboração de um mapa é que a expressão gráfica deve ser clara, sem sacrificar por isso a precisão. O mapa é um documento que tem que ser entendido segundo os propósitos que intervieram em sua preparação. Todo o mapa tem uma ordem hierárquica de valores e os primários devem destacar-se acima dos secundários.

Para poder cumprir com estas exigências, o cartógrafo deve criar vários "planos de leitura." Em todo momento deve ter presentes as técnicas de simplificação, a base de cores ou simbologia, sem perder de vista que em um plano de leitura mais profunda se podem obter elementos informativos detalhados. A quantidade de informação deve estar relacionada em forma proporcional à escala. Quanto maior seja o espaço dedicado a uma região, maior será também o número de elementos informativos que se possam contribuir a respeito deles.

Em definitiva, todo o mapa tem que incluir uma síntese de conjunto ao igual que um detalhe analítico que permita uma leitura mais profunda. O nível em que se cumpram estas condições será igualmente o nível de qualidade cartográfica de um determinado mapa.

Conteúdo

História da cartografía

Parece que todos os povos primitivos têm tido certa forma de cartografía rudimentaria, expressada muitas vezes pelo que poder-se-ia chamar cartografía efémera: meros traços momentáneos na areia, em terra húmida ou outros elementos. Talvez estes não tenham passado de uma simples seta indicadora de direcção entre dois pontos, mas ainda assim podem ser considerados como um primeiro layout cartográfico.

Os indígenas das Ilhas Marshall elaboravam já proto-mapas prehistóricos com conchas sobre enrejados de palmas, representando cartas marinhas" e indicando a curvatura das frentes de ondas. Também cabe destacar como antecedentes as primitivas cartas elaboradas por esquimales sobre a hidrografía das regiões que habitavam.

Babilonia e Grécia

Erro ao criar miniatura:
Aparência provável do agora perdido primeiro mapa do Mundo (Anaximandro, 610 a 546 a. C.).

Os mapas mais antigos que se conhecem são umas tablillas babilónicas de faz uns 5000 anos. Não obstante, os primeiros mapas com fundamento científico provem da Grécia e baseiam-se em tratar de reproduzir com fidelidade informações contribuídas por viajantes diversos, tentando conjugar essas informações. Afirma-se que Tais de Mileto elaborou o primeiro mapamundi no que se concebe ao Mundo como um disco que flutua sobre as águas. Aristóteles foi o primeiro em medir o ângulo de inclinação com respeito ao ecuador, o que permite posteriormente deduzir a esfericidad da Terra e, inclusive, a existência de zonas tropicais e casquetes polares. Hiparco (século II a. C.), estabeleceu pela primeira vez as convenções matemáticas que permitiam transladar as características da superfície esférica a um plano, isto é, realizou a primeira projecção cartográfica.

Eratóstenes (284 - 192 a. C.) estabeleceu as primeiras medidas da Terra. Obtém a rádio do ângulo terrestre e a partir daí a longitude da Terra, a do meridiano, a circunferencia terrestre (muito aproximada à real). Entre ele, Ptolomeo e outros mudam a concepção dos gregos sobre a Terra, que não é plana, senão curva.

Ptolomeo (século II d.C.) recolheu todos os conhecimentos de seus predecessores e apresentou o primeiro panorama completo do progresso cartográfico conseguido até seu tempo. Publicou um método a respeito da determinação de coordenadas com base em meridianos e paralelos. Com a obra de Ptolomeo iniciava-se a oportunidade de conhecer o mundo de uma nova maneira: por médio dos mapas.

Portulano (1541).

Após a obra de Ptolomeo durante muitos séculos estancou-se praticamente a cartografía, pelo que os marinhos navegavam usando mapas improvisados, até que a descoberta da bússola permitiu que elaborassem os primeiros portulanos. Entre estes mapas, resultantes da experiência, cabe destacar os das escolas italiana, catalã, portuguesa, veneciana, francesa e principalmente mallorquina. As viagens dos venecianos e genoveses ao interior da África e os grandes percursos de portugueses e espanhóis pela costa daquele continente -e posteriormente do americano-, deram um novo e grande impulso à cartografía.

Veja-se também: Mapamundis antigos

Na América

Em México , os chefes indígenas, segundo Hernán Cortês, tinham cartas geográficas elaboradas em papel de maguey e peles, bem como tecidos de algodón , henequén e palma, nos que se desenhava com cores vegetales e em ocasiões se lhes dava um acabamento com barniz. Estes mapas reproduziam itinerarios e zonas específicas. Considera-se que os espanhóis agregaram aos mapas existentes notas em espanhol, substituindo a impressão do pé descalzo por uma herradura para indicar os caminhos que podiam ser transitables a cavalo . Também se agregou a representação de templos católicos por médio de cruzes e posteriormente ideogramas que simbolizavam fontes, canais e acueductos.

Na época da descoberta da América destacaram os grandes cartógrafos como Diego Méndez, Juan da Coisa, Pedro e Jorge Reinel, Sebastiano Caboto, Oronteus Finaeus, Desceliers e, em forma muito especial, Gerardus Mercator, quem em 1569 , utilizou pela primeira vez o canevas de projecção. Como um dado curioso, se conta que Américo Vespucio, quem recebeu a grande distinção de dar nome ao Novo Mundo, foi em realidade um cartógrafo destacado mas não excepcional, e, o quiçá inmerecido honra que se lhe fez, se deveu a que um editor que publicou os primeiros mapas das novas terras, assinalou a estas como "terras de Américo" e o nome se popularizó de um modo irreversible. O sistema da projecção de Mercator, pode considerar-se como o lucro mais importante na história da cartografía, dantes de que no século XX se impusessem as novas técnicas da fotografia aérea e, posteriormente, desde satélites.

Américo Vespucio

Américo Vespucio (1454 - 1512) foi um navegante que trabalhou ao serviço de Portugal e da Coroa de Castilla; considerou-lho o primeiro europeu em compreender que as terras descobertas por Cristóbal Colón conformavam um novo continente. Por esta razão, o cartógrafo Martin Waldseemüller utilizou em seu mapa de 1507 o nome da América" como designação para o Novo Mundo. Vespucio começou a traçar os mapas de suas viagens pelo continente americano uma vez instalado em Sevilla (1508) ao serviço do rei Fernando. Tanto Solís, Pinzón, Juan da Coisa como Vespucio contribuíram com suas expedições ao traçado dos primeiros mapas dos que se tem conhecimento sobre o continente americano. Assim mesmo, os chamados planisferios de Salviatti e de Castiglione, ambos aproximadamente de 1525, são importantes documentos da cartografía da época, na qual se basearam mapas posteriores. O planisferio de Castiglione foi presenteado a este pelo imperador Carlos V. O mapa de Waldseemüller, impresso em 12 folhas separadas, foi dos primeiros no que se separavam com clareza Norteamérica e Sudamérica da Ásia.

Abraham Ortelius

Artigo principal: Abraham Ortelius

No século XVI muitos cartógrafos elaboraram mapas que iam incorporando a crescente informação que contribuíam os navegantes e os navegadores. Abraham Ortelius, um cartógrafo flamenco, nascido em 1527 converteu-se em um famoso matemático dantes de centrar sua actividade na geografia e a cartografía. Em 1570 publicou seu Theatrum Orbis Terrarum, o primeiro atlas moderno, obra considerada como o primeiro sucesso comercial imediato dentro de seu tipo. Actualmente segue-se usando a classificação e estrutura deste. Sua primeira versão continha 70 mapas (56 da Europa, 10 da Ásia e África e um da cada continente). Realizou uma selecção de melhore-los mapas disponíveis, que redesenhou com um formato uniforme para a edição de sua obra, e estabeleceu uma ordem lógica dos mapas: mapamundi, Europa, Ásia, África, Novo Mundo. Também incluiu uma lista com os nomes dos autores dos mapas. Este atlas teve um grande sucesso, sobretudo por seu tamanho e formato; foi editado em diversos idiomas, e não parou de se actualizar e se melhorar até 1612. Em 1575 Ortelius foi nomeado geógrafo de Felipe II, um cargo que lhe permitiu acesso aos conhecimentos acumulados pelos navegadores portugueses e espanhóis.

Gerhardus Mercator

As loxodromias, linhas que cortam todos os meridianos segundo um ângulo constante.

O eximio geógrafo e cartógrafo de origem germano-holandês Gerhard Kremer, em latín Gerhardus Mercator (1512 - 1594), natural dos Países Baixos, estudou filosofia e matemáticas em sua juventude, convertendo-se cedo em um eminente cartógrafo; entre outros, realizou trabalhos para o imperador Carlos V. No entanto, na década de 1540 foi acusado de herejía e esteve encarcerado durante algum tempo. Depois transladou-se a Duisburgo , no ducado de Kleve , onde se estabeleceram também muitos protestantes holandeses perseguidos.

Em 1554 fez-se internacionalmente famoso por um grande mapa da Europa. Em um mapamundi do ano 1569 utilizou o sistema de projecção de mapas que mais tarde se baptizou com seu nome. Trata-se de uma representação cilíndrica com meridianos rectos e paralelos e círculos de latitud iguais, e tem a vantagem de que as rectas que unem dois pontos mantêm um rumo constante, o que facilitava a navegação a Bússola. No mapamundi de Mercator, referido a coordenadas cartesianas os paralelos são rectas paralelas ao eixo das abscisas, estando o ecuador representado por dito eixo, e os meridianos são rectas paralelas ao eixo das ordenadas, estando o meridiano origem representada por dito eixo; os pólos não são representables no mapa. A projecção cartográfica de Mercator é, pois, uma projecção cilíndrica retangular directa na que os paralelos são linhas que conservam as distâncias. O valor do módulo de deformação linear cresce com a latitud para o pólo norte ou para o pólo sul, sendo infinito em ambos pólos. A paralelos equidistantes na esfera terrestre correspondem assim, no mapa, rectas a cada vez mais distanciadas. As loxodromias sobre a Terra (linhas que cortam todos os meridianos segundo um ângulo constante) se representam neste mapa mediante rectas. Só a projecção de Mercator goza desta propriedade.

Mapa da América (cartógrafo: Jodocus Hondius, ca. 1640)

O uso desta cartografía é geral em navegação marinha, porque permite encontrar o ângulo de rota por simples procedimentos gráficos. Não obstante, neste mapa a escala varia muito rapidamente, sobretudo nas latitudes altas, pelo que convém dar sempre a escala do mapa de Mercator para um determinado paralelo de referência, que pode ser o ecuador, ou bem para o paralelo médio do mapa. No primeiro ano após a morte de Mercator publicou-se seu grande livro de mapas do mundo. Ele o tinha denominado Atlas, em honra ao gigante da mitología grega que sustentava a abóbada celeste, e desde então se chamaram assim as obras maiores de cartografía. Posteriormente, o famoso cartógrafo e grabador em cobre Jodocus Hondius perfeccionó e voltou a publicar o Atlas de Mercator.

Veja-se também: Projecção de Mercator

Mercator segue considerando-se como um dos maiores cartógrafos da época das descobertas; a projecção que concebeu para seu mapa do mundo resultou de um valor incalculable para todos os navegantes. A precisão dos mapas posteriores aumentou muito devido às determinações mais precisas sobre latitud e longitude e aos cálculos sobre o tamanho e forma da Terra.

Declinação magnética e correntes

Os primeiros mapas nos que apareciam ângulos de declinação magnética se realizaram na primeira metade do século XVII, e as primeiras cartas que mostravam as correntes oceánicas se realizaram para 1665. No século XVII estabeleceram-se os princípios científicos da cartografía e as inexactitudes mais notáveis dos mapas ficam constreñidas às partes do mundo que não se tinham explorado.

Contribuição Francesa (s.XVIII)

Mapamundo de Delisle (versão de 1707).

No final do século XVII as determinações astronómicas tomadas nas diversas partes do mundo e, em particular, na Ásia Oriental, eram o bastante numerosas para que não se conservassem já nos mapas os erros que os desfiguraban. Os dados falsos e os verdadeiros, misturados desde séculos, formavam um laberinto precisado de uma revisão total. O geógrafo francês Guillermo Delisle (1675-1726) publicou em 1700 um mapamundi que situava em seu lugar e com dimensões correctas as regiões orientais do antigo continente. Jean Baptiste Bourguignon D'Anville tinha 29 anos quando Delisle morreu em 1726. Professou pela geografia uma vocação quase innata, já que de menino era seu jogo e sua distracção. Depois foi sua constante preocupação e o pensamento de toda sua vida. Dedicou a ela todos seus estudos e suas qualidades unidas a um innegable gosto artístico. Aos 22 anos deu-se a conhecer por uma série de mapas da França, produções que tinham já um selo original que distinguiram sempre suas obras posteriores.

Mapa da terceira parte da Ásia (Jean Baptiste Bourguignon d'Anville, Paris, 1753.

A Academia das Ciências da França trabalha em perfeccionar a geografia astronómica e matemática e enviava a viajantes isolados ou comissões a diferentes partes do Balão. Uns, para resolver o problema da física terrestre, como Ridrer, que em 1672 foi à ilha de Cayena, e outros, como M. De Chazelles, em 1694, para determinar a latitud e a longitude de algumas posições importantes no interior do Mediterráneo, a fim de dissipar algumas dúvidas que ficavam a respeito da longitude deste mar tão mau representado segundo os dados de Ptolomeo. Outros se dirigiram a Laponia e ao Peru, para medir ao mesmo tempo dois arcos de meridiano, para além do círculo Polar o um e cerca do ecuador o outro. Deste modo comprovou-se a exactidão da teoria newtoniana a respeito do achatamiento do balão terrestre.

Planisferio celeste do século XVII

Tanto as operações de Laponia, executadas desde 1735 a 1737 por Clairant e Maupertius, como as do ecuador, desde 1735 a 1739 pela Condamine, Godin e Bouguer, acompanhados de Antonio de Ulloa e Jorge Juan, confirmaram as deduções teóricas e puseram de manifesto o aumento progressivo dos graus terrestres a partir do ecuador. Colbert pediu à Academia das Ciências a descrição geométrica do reino e Cassini de Thury, director do Observatório e neto do grande astrónomo, concebeu uma projecção cartográfica que leva seu nome. Em 1744 começou as primeiras operações, ajudado por seu filho, de muitos astrónomos e de uma treintena de práticos hábeis no levantamento de planos. Este trabalho foi terminado em 1773 e serviu de modelo para projectos similares levados a cabo em outros países.

Para finais do século XVIII, quando decayó o espírito navegador e começou a se desenvolver o nacionalismo, um grande número de países europeus começou a empreender estudos topográficos detalhados a nível nacional. O mapa topográfico completo da França publicou-se em 1793, com uma forma mais ou menos quadrada e com uma medida de aproximadamente 11 m de lado. O Reino Unido, Espanha, Áustria, Suíça e outros países seguiram seu exemplo. Nos Estados Unidos organizou-se, em 1879, o Geological Survey (estudo geológico) com o fim de realizar mapas topográficos de grande escala em todo o país. Em 1891, o Congresso Internacional de Geografia propôs cartografiar o mundo inteiro a uma escala 1:1.000.000, tarefa que ainda não tem concluído.

Mapa topográfico dos Alpes de 1907.

A cartografía no século XX

No século XX, a cartografía tem experimentado uma série de importantes inovações técnicas. Fotografa-a área, denominada também ortofotomapa, se desenvolveu durante a I Guerra Mundial e se utilizou, de forma mais generalizada, na elaboração de mapas durante a II Guerra Mundial. Os Estados Unidos, que lançaram em 1966 o satélite Pageos e continuaram na década de 1970 com os três satélites Landsat, estão a realizar estudos geodésicos completos da superfície terrestre por médio de equipas fotográficos de alta resolução colocados nesses satélites. Apesar dos grandes avanços técnicos e dos conhecimentos cartográficos, ficam por realizar estudos e levantamentos topográficos e fotogramétricos de grandes áreas da superfície terrestre que não se estudaram em detalhe.(Martín A.Cagliani)

Mapa geológico de Lorena (França).

A princípios do século XX ficava por explorar ao redor do 5 % da superfície terrestre. Foi até a segunda metade deste século que se conseguiu, com ajuda dos satélites artificiais, a exploração de praticamente a totalidade da Terra.

Mapa topográfico de Sri Lanka.

Para a fotogrametría moderna empregam-se instrumentos de alta precisão que permitem relacionar as fotografias aéreas e de satélite com as medidas reais do terreno. Disso resulta uma informação gráfica que faz possível conhecer as distâncias e os desniveles de uma região determinada. A fotointerpretación, através da visão estereoscópica da fotogrametría ou aerotopografía, dá um elevado nível de detalhe, que faz possível chegar a conclusões verdadeiras a respeito das condições dos solos, seus usos actuais e potenciais.

Por outra parte, o aparecimento dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) nos anos 1970 e seu popularización nos 90 têm revolucionado a forma de criar e manejar cartografía através destas ferramentas informáticas que associam elementos espaciais com banco# de dados. Os SIG permitem a análise e a gestão do território através de cartografía digital de uma maneira rápida e efectiva.

Na actualidade a elaboração de mapas é uma operação complexa na que participam grupos a mais de 50 diferentes disciplinas: fotonavegantes, mecânicos, químicos laboratoristas, geodestas, matemáticos, topógrafos, geólogos, biólogos, geógrafos, físicos, agrónomos, edafólogos, engenheiros civis, economistas e arquitectos, entre outros.

Teve quem pensavam que a cartografía se ia estancar uma vez que se plasmara em mapas a superfície da cada região da Terra. No entanto, existem planos sérios de fazer mapas dos planetas vizinhos do Sistema Solar, de maneira que os mapas, que foram a forma inicial de conhecer a Terra, muito cedo servirão para levar as fronteiras do conhecimento para além do planeta no que vivemos.

Tipos de mapa

Climas do Mundo.
Temperatura média anual da superfície oceánica.
Nível do mar.
Mapa batimétrico do Oceano Pacífico.
Divisão política de Bolívia em secções municipais.
Mapa da Oceania.
Mapa de zonas horárias.
Mapa indicando os lugares de alunizaje .
Transporte público de Curitiba .
Mapa dasimétrico mostrando densidade de população.
Mapa linguístico do quechua.
Mapa fenológico mostrando a migração da cigüeña negra.
Mapa turístico de Paris gerado para uma guia impressa de viagens de Wikitravel a partir de dados do projecto OpenStreetMap.

Veja-se também

Enlaces externos

Wikcionario

pnb:نقشہ

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