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María Emma Mejía

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María Emma Mejía

Chanceler de Colômbia.
1996 – 1998

Dados pessoais
Nascimento 27 de setembro de 1953 , 57 anos
Bandera de Colombia Colômbia, Medellín
Partido Pólo Democrático Alternativo
Residência Bogotá

María Emma Mejía Vélez (Medellín, 27 de setembro de 1953 - ) é uma política e diplomática colombiana. Desempenhou-se no sector público durante vários anos sendo Ministra de Educação e de Relações Exteriores e tem aspirado a ser eleita como prefeita de Bogotá em três ocasiões. Faz parte do partido de esquerda Pólo Democrático Alternativo sendo membro da Direcção Nacional, preside a Fundação Pés Descalzos da cantora colombiana Shakira, realiza entrevistas para o programa televisivo de opinião "O Radar" do Canal Caracol e faz parte também da comissão assessora de Relações Exteriores de Colômbia.

Conteúdo

Biografia

Estudou Comunicação Social na Universidade Pontificia Bolivariana e jornalismo na Universidade do Vale, mais tarde viajaria a Londres para estudar produção de cinema e televisão, ali trabalharia para a BBC; A seu regresso a Colômbia assumiu a direcção da companhia de Fomento Cinematográfico FOCINE (1984).

Trajectória política e pública

Durante esse tempo conheceu ao líder liberal Luis Carlos Galã a quem acompanhou até 1989 quando foi assassinado, nesse mesmo ano assumiu como chefe da campanha presidencial que levaria a César Gaviria Trujillo à Presidência da República; em dito governo foi nomeada conselheira presidencial para Medellín, mas dita designação causou grande extrañeza e críticas ao governo como pela activa participação de María Emma na campanha presidencial esperava-se um posto de maior faixa para ela, e pela peligrosidad do cargo já que Medellín para esta época estava baixo a influência do capo do narcotráfico Pablo Escobar, no entanto María Emma destacar-se-ia por seu labor nas comunas dessa cidade para então açoitadas pela violência gerada pela influência dos narcotráficantes chegando inclusive a transitar por ali sem a companhia de escoltas.[1] Em 1993 é designada Embaixadora em Espanha , sendo ratificada por Ernesto Samper, em cujo governo depois ocuparia inicialmente o cargo de Ministra de Educação (1995-1996) para logo ser designada como Ministra de Relações Exteriores (1996-1998); no exercício deste cargo converteu-se na primeira (e até o momento a única) mulher em exercer o governo de Colômbia, como Ministra Delegataria em funções presidenciais, durante um dia de janeiro de 1998.

Nas eleições de 1998 foi candidata à Vicepresidencia da República pelo Partido Liberal, como fórmula de sua excompañero de gabinete Horacio Serpa, mas são derrotados. Durante o governo de Andrés Pastrana foi designada como negociadora de paz para o malogrado processo de paz com as FARC.

Desempenhou-se por dois anos como a presidenta executiva da Fundação Pés Descalzos da cantautora Shakira[2] enquanto por oito anos tem fazer# parte da Comissão de Facilitación Civil com o ELN e desde faz nove anos é Membro da Comissão Assessora de Relações Exteriores.[3]

Em 2000 aspirou à Prefeitura de Bogotá como independente, mas com o apoio do Partido Liberal; liderou as encuestas durante vários meses, mas no arremate da campanha foi deslocada pelo ex Prefeito, e também ex candidato à Vicepresidencia da República Antanas Mockus, quem a derrotou amplamente. Em 2003 apresenta-se novamente como independente, marcando distância do liberalismo, mas fica em um longínquo terceiro lugar, por trás do ganhador Luis Eduardo Garzón e de Juan Lozano.

Vinculação ao PDA

María Emma uniu-se ao Pólo Democrático Alternativo desde seu processo de unidade do partido sendo membro da Direcção Nacional. Durante as eleições do 2006, María Emma retirou sua aspiração como candidata ao senado por esse partido como foi impossível atingir um acordo para escolher as cabeças de listas que se disputavam entre ela, Gustavo Petro, Jorge Enrique Robledo e Jaime Dussán depois de longas reuniões Mejía se apresentou para retirar a candidatura e expressar seu apoio ao partido desde outras frentes apesar de que vários integrantes do Pólo quiseram persuadir de sua decisão ela não cedeu, no entanto se manteve em bons termos com todos.[4] No 2007 lançou seu precandidatura à Prefeitura de Bogotá para enfrentar-se em consulta interna a vários candidatos em aras de eleger o candidato único do partido, dita consulta realizou-se o 8 de julho de 2007 onde obteve o segundo lugar na votação com um 24% sendo derrotada por Samuel Moreno Vermelhas que obteve ao redor de 64% e que mais tarde seria eleito prefeito de Bogotá. Em seu precandidatura foi apoiada por líderes do partído como Parmenio Cuéllar, Gustavo Petro e Antonio Navarro, também aderiu a sua campanha Jimmy Borda quem até então era precandidato ao mesmo cargo e declinó em sua aspiração.

Aspiração à prefeitura de Bogotá

Veja-se também

Referências

Enlaces externos

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