Mario Cipollini (* Lucca, 22 de março de 1967 ) é um célebre ciclista italiano, já retirado, que destacou por sua habilidade no sprint.
Ao longo de sua carreira profissional, entre 1989 e 2005, conseguiu mais de 180 triunfos, sendo assim um dos ciclistas com maior número de vitórias em seu palmarés da história.
Suas vitórias mais importantes foram o Campeonato do Mundo de 2002 em Zolder e a Milão-San Remo do mesmo ano, um doblete impressionante para um corredor de já 35 anos. Ademais, tem ganhado um bom número de etapas nas três grandes voltas (Tour da França, Volta a Espanha e Giro da Itália), conseguindo nesta última um total de 43 etapas.
A decadência chegou-lhe a Mario a partir de 2003 , onde pela primeira vez apareceu uma figura capaz de ensombrecerle nas chegadas em massa: a de seu compatriota Alessandro Petacchi.
Pese a tudo, seguiria competindo até a temporada 2005, até que o 26 de abril desse mesmo ano anuncia por surpresa sua retirada imediata do ciclismo profissional, a falta de mal dez dias para o começo do Giro, no que pensava participar.
Cipollini foi todo um ídolo e também uma figura controvertida, criticado com frequência por sua falta de profesionalidad. Destacam feitos como seu breve passo pela Volta a Espanha 2003, onde foi só para que sua equipa fosse convidada, abandonando depois da primeira etapa ante a estupefacción da organização.
Outra curiosidade sobre Cipollini era, dentro de sua afán de protagonismo, sua afición a utilizar llamativos trajes de contrarreloj nas etapas prólogo do Tour e sobretudo do Giro.
Mario Cipollini regressou ao ciclismo profissional em 2008 com a equipa estadounidense Rock Racing. Sua aventura com a equipa norte-americana foi curta, pois o 17 de março de 2008 anunciou que abandonava a equipa e, por segunda vez, sua retirada do ciclismo.
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