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Mario Uribe

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(Redireccionado de Mario Uribe Escobar)

Mario de Jesús Uribe Escobar (Andes, Antioquia o 12 de agosto de 1949 - ) é um político colombianão, membro de uma influente família antioqueña, da que faz parte sua primo Álvaro Uribe Vélez, actual Presidente de Colômbia. Uribe Escobar líder do Partido Colômbia Democrática, tem sido Vereador, Deputado, Representante à Câmara, Senador e presidente do Senado. Uribe Escobar está a ser pesquisado pelo escândalo da parapolítica.

Índice

Biografia

Estudou Direito na Universidade de Antioquia e ao pouco tempo de graduarse exerceu como juiz civil em Salgar e Medellín entre 1973 e 1975. Entre 1976 e 1982 exerceu como vereador de seu povo natal a nome do Partido Liberal e neste ano foi eleito deputado à Assembleia de Antioquia.

Em 1985 integrou-se no "Sector Democrático" do Partido Liberal em Antioquia, segmento fundado por seu primo Álvaro, então vereador de Medellín. De facto nas eleições de 1986 participou como candidato à Câmara de Representantes fazendo casal com Álvaro como candidato ao Senado. Os dois resultam eleitos, e reelegidos em 1990; e depois da revocatoria do Congresso que deu passo à Constituição de 1991, são novamente elegidos em dezembro de 1991]]; para então tinham-se convertido em um casal de importância político enorme em sua região, rivalizando com o barón liberal Bernardo Guerra Serna e com o conservatismo liderado por Fabio Valencia Cossio.

Nas eleições de 1994 Mario é eleito Senador, já que Álvaro retira-se para aspirar a Governador de Antioquia. É reelecto em 1998 e consegue ser Presidente do Senado entre 2000 e 2001. Em 2002, a nome do Partido Colômbia Democrática (surgido do Sector Democrático) é reelecto ao Senado e apoia a candidatura de sua primo à Presidência. Em 2006 é reelecto novamente por Colômbia Democrática, partido do qual é presidente, e apoia a seu primo na reeleição presidencial, sendo um dos artífices da reforma constitucional que lho permitiu; ademais foi o palestrante da primeira versão da Lei de Justiça e Paz.[1] Renúncia a sua curul em outubro de 2007 pelas investigações em sua contra pelo escândalo da parapolítica.

Controvérsia

Artigo principal: parapolítica

Uribe Escobar e seu grupo político resultaram implicados no escândalo da parapolítica. Quem tinham sido elegidos como senadores de seu partido (Álvaro García Romero e Miguel Alfonso da Espriella e um representante à Câmara Erik Morris, estão a ser pesquisados por suas nexos com grupos paramilitares de autodefensa e encontram-se detidos no cárcere A Picota de Bogotá. Em setembro de 2007 Mario Uribe também foi chamado a indagatoria, depois das declarações de Salvatore Mancuso aos juízes de Lei de Justiça e Paz|Justiça e Paz]] nesse mesmo ano, bem como pelas declarações de Jairo Castillo Peralta alias Pitirri, quioen tinha sido colaborador das AUC e que é agora testemunha finque no processo e que acusa a Escobar de se ter valido do poder deste grupo armado ilegal para adquirir terras nos departamentos de Córdoba e Sucre.[2] O senador renunciou à curul no Congresso com o fim de ser julgado pela justiça ordinária e não pelo Corte Suprema de Justiça que pesquisa a quem são congressistas.[3]

O 22 de abril de 2008 a Promotoria ordenou sua captura, Uribe Escobar refugiou-se na embaixada de Costa Rica com o fim de pedir asilo político nesse país, o qual lhe foi negado por ser considerado improcedente e portanto, se entregou à Promotoria.[4] O 19 de agosto do mesmo ano foi deixado em liberdade por ordem de um promotor no meio da controvérsia, a investigação em sua contra segue em curso.

Veja-se também


Predecessor:
Miguel Pinedo Vidal
Presidente do Senado de Colômbia
20 de Julio de 2000
ao 20 de Julio de 2001
Sucessor:
Carlos García Orjuela

Referências

Enlaces externos


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