| Maruja Torres | |
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| Nascimento | 16 de março de 1943 |
| Nacionalidade | espanhola |
| Ocupação | Escritora, Jornalista, Roteirista |
María-Dolors Torres Manzanera, mais conhecida como Maruja Torres (16 de março de 1943 , Barcelona) é uma escritora e jornalista espanhola, ganhadora dos prêmios Planeta e Nadal.
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Nascida no bairro barcelonés do Raval e de família murciana, dedica-se ao jornalismo desde os 21 anos, pese a não ter formação académica em dito campo. Começou sua carreira jornalística da mão da escritora Carmen Kurtz como secretária de redacção no diário A Imprensa, depois de realizar um curso de taquigrafía e mecanografía. Mais adiante colaborou em diversas publicações, como o semanário Garbo, as revistas Fotogramas e Faz favor. Escreve artigos no diário O País.
Em 1989 foi roteirista do filme O rei do mambo, dirigida por Carles Olha.
Reside entre Beirut (Líbano) e Barcelona (Espanha).
Maruja Torres assinou em 1984 o "Manifesto contra a exposição Tintín e Hergé" e por extensão a linha clara.[1]
Maruja Torres desatou também uma importante polémica em 2005 ao chamar filhos de puta" aos votantes do Partido Popular em uma entrevista publicada no Diário do Barcelonés.[2] Em 2007 em uma coluna do diário O País afirmou que o PP não queria o fim de Euskadi Ta Askatasuna já que isso não contribuir-lhe-ia vantagens eleitorais e que as palavras do PP lhe davam tanto medo como as de ETA.[3] Posteriormente, em seu artigo "Neocona" do País afirma, referindo-se a Esperança Aguirre que "Deveriam sedarla/ os no hospital de Leganés".[4] Há que recordar que o "assunto das sedaciones" neste hospital se fez famoso sendo director de Urgências o Dr. Montes, quando se lhe acusou de ser o responsável por uma elevada taxa de mortes por sedación, o qual provocou uma denúncia, posteriormente sobreseída.
Maruja Torres desatou outra polémica em 2006 pela publicação de seu artigo "Sugestão" publicado no País, no que comparava a alguns políticos israelitas com os nazistas e afirmou que Israel "é governado por George W. Bush". O então embaixador de Israel em Espanha, Víctor Harel, respondeu-lhe a Maruja Torres através de um artigo também publicado no Diário O País, titulado "Antisemitismo", no que acusou à jornalista de ser "antisemita". Maruja Torres respondeu-lhe com um novo artigo titulado "Antisionista" publicado no mesmo jornal, no que se declarou abertamente antisionista, através das seguintes palavras: "... não sou antisemita... Sou antisionista. Antisionista, antisionista, antisionista".
Biografia e obras de Maruja Torres
Entrevista em sincolumna.com sobre sua faceta como columnista
Perfil e artigos de Maruja Torres no País Modelo:ORDENAR:Torres, Maruja