Maximiliano Kosteki foi um militante pelos direitos do trabalhador argentino.
Integrante do Movimento "Aníbal Verón", foi assassinado o 26 de junho de 2002 junto a seu colega, Darío Santillán, pela polícia bonaerense, depois do qual foi julgado o comissário inspector Alfredo Fanchiotti e transladado a um cárcere de máxima segurança.[1]
Por então, o senador em exercício da Presidência da República Argentina era Eduardo Duhalde quem, em declarações jornalísticas, declarou que aquele duplo crime foi o momento mais crítico de sua administração.
Hoje em dia, junto a Darío Santillán, é recordado por todos os movimentos sociais, como um luchador do povo. Um centro cultural da cidade com seu nome e dezenas de murales evocam seu labor e as circunstâncias de sua morte.
Em 2006 se prensentó o documental A crise causou 2 novas mortes, que narra o episódio.