Os romanos pesavam, contavam e mediam em libras, ases e pés respectivamente, todos divididos em doze unidades (por exemplo, um as = doze unciae). Sem dúvida, os romanos optaram pelo sistema decimal (ainda vigente e utilizado desde a época inicial do Antigo Egipto, faz 5000 anos) por poder contar com os dedos das duas mãos (um um é um dedo, o cinco a mão aberta e o dez as duas mãos cruzadas, I-V-X). O uso do sistema duodecimal foi utilizado em Mesopotamia , possivelmente, pelo facto de contar com as falanges dos dedos, porque é um número divisible por 2, por 3, por 4 e por 6 e, talvez, por estar sócio aos doze ciclos lunares.
No foro das cidades romanas mantinha-se custodiada religiosamente a mensa ponderaria, com os padrões para contrastar as medidas e pesos que se utilizavam nas transacções comerciais.
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Medida de superfície era o actus ou acta geodésica (equivalente ao trabalho de médio dia) e o jugerum (de jugum = yunta ou jugo, que equivalia ao trabalho de um dia completo). Um actus era equivalente a 120 pés quadrados. Ainda que teoricamente medidas de superfície eram mais bem medidas de trabalho.
Inicialmente a medida de longitude era o pé dividido em doze partes.
Mais tarde por influência grega, mudaram-se as unidades (persistindo só as de superfície) e o pé romano que era 24/25 partes do grego, foi igualado a este. O pé seguiu dividido em doze partes, mas também se introduziu a divisão em quatro partes (palmus), e em dezasseis dedos (digitus).
Inicialmente a medida era a libra dividida em doze partes, denominadas onza, a onza a sua vez, dividia-se em 24 escrúpulos.[1]
Os pesos puseram-se também em concordancia com os gregos e quatro libras romanas passaram a valer três minas áticas.
Não se conhecem os nomes primitivos das medidas dos sólidos.
As medidas dos corpos foram tomadas também do grego:
O congius, o sextarius, e o cyathus eram medidas de líquidos, e as duas últimas serviam também para os sólidos.