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Metodología arqueológica

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Excavación arqueológica do yacimiento de Grande Dolina, em Atapuerca (Burgos).

Todas as excavaciones Excavación arqueológicas têm como fim historiar as sociedades passadas a partir de documentos materiais. Não obstante, são várias as circunstâncias pelas que se realiza uma intervenção arqueológica que determinam, em última instância, a natureza, as estratégias e os protocolos com os que se realizam as excavaciones (excavaciones preventivas ou de urgência em função da realização de obras públicas ou de reabilitações arquitectónicas; projectos de investigação arqueológica; projectos de posta em valor do património, etc.). Em qualquer caso, ainda que mude a estratégia de excavación e os sistemas de documentação arqueológica, a Metodología arqueológica não se modifica.


Conteúdo

Principal metodología

Método Wheeler

É um método aplicado por Sir Mortimer Wheeler, mediante o qual se realiza uma excavación estratigráfica através do uso de testemunhas. Isto é, a excavación realiza-se mediante um sistema de grades com umas testemunhas (fragmentos de terra - do próprio yacimiento-) entre quadricula e quadricula. Actualmente, não é muito empregado, pois o uso de testemunhas dificulta uma visão conjunta do yacimiento, o qual trá-nos-á problemas à hora do datar.

=== O arqueólogo natural de Ilhas Bermudas Edward C. Harris [1] criou em 1973, durante uma estadia de trabalho na Universidade inglesa de Winchester , um revolucionário instrumento descritivo da estratigrafía arqueológica, baseado na introdução no sistema de documentação arqueológica de uma quarta dimensão, a temporária, e na representação de associações estratigráficas mediante diagramas. É conhecido por seu nome inglês como "Harris matrix" ou "Winchester seriation diagram" [2], em espanhol também como "Matriz Harris", e o acompanhou de uma série de leis da estratigrafía arqueológica". Depois de alguns anos de ensaios, o novo método foi apresentado na monografía Principles of Archaeological Stratigraphy, 1979 (ed. esp. Princípios da estratigrafía arqueológica, Barcelona, 1991), que teve um extraordinário sucesso em todo mundo. Para celebrar o 35 aniversário de sua invenção acaba de ter lugar em Viena , do 17 ao 19 de setembro de 2008, um congresso (35th Anniversary of the Harris Matrix. The International Conference on Archaeological Stratigraphy) e, com este motivo, o autor tem decidido passar ao domínio público seu livro (ed. Londres, 1989), que pode se descarregar livremente no lugar site [3].

Harris distingue três sectores ou momentos na estratigrafía arqueológica: o primeiro concierne a sua teoria e seus componentes, o segundo à documentação e o terceiro à correlação e faseado no âmbito da construção da sequência estratigráfica. Segundo Harris, o conceito de unidade estratigráfica constitui um ponto central de referência para a nova arqueologia. Devemos ao mesmo Harris o desenvolvimento até a lógica consequência extrema do processo seguido em Maiden Castle por Wheeler nos anos trinta, quando pela primeira vez se numeraron os estratos nas secções, e seguido na posguerra, sempre em ambiente britânico, pela numeração pela primeira vez, agora separada, de estratos e elementos. A introdução do conceito de unidade estratigráfica agiliza enormemente o labor do arqueólogo, já seja na execução da excavación como na recolhida da documentação e no momento constitutivo e interpretativo da sequência estratigráfica. “O processo de estratificación, escreve Harris, é um processo de erosión e de agregado... uma amalgama de modelos naturais de erosión e depósito entrelazados com alterações da paisagem efectuadas pelo homem mediante excavaciones e actividade edilicia".

Entre as consequências mais evidentes da concepção da excavación arqueológica como reconhecimento das unidades estratigráficas, assume um posto de relevo a eleição estratégica de excavación em grandes áreas, isto é, sobre superfícies extensas pesquisadas unitariamente, junto à justa e necessária revalorización da documentação gráfica horizontal, evidenciando a superação do método Wheeler, da excavación por quadros, do uso exasperante de testemunhas da exagerada importância concedida em consequência à documentação gráfica vertical. Adquire-se a consciência de que, conquanto o processo de estratificación é antes de mais nada um fenómeno diacrónico, -que a secção com frequência exalta de forma sugerente-, seu entendimento passa pela definição e o reconhecimento dos aspectos sincrónicos da estratificación que só uma concepção, por assim dizer, horizontal da estratigrafía permite valorizar e evidenciar de pleno.

Esta revalorización da estratigrafía horizontal tanto na execução como na documentação da excavación constitui um dos bilhetes mais importantes do trabalho de Harris o mais convincente a respeito da necessidade de uma redefinição teórica das bases sobre as que uma ciência até agora tão empírica como a arqueologia de excavación deve finalmente se fundar.Dizer-se-ia que Harris vem em certa medida a codificar, teorizándolas, práticas já estendidas na arqueologia britânica, isto é, na arqueologia à moda de Biddle ou Barker que têm bebido a prática estratigráfica no biberão de Mortimer Wheeler.

A novidade da teorización de Harris insere-se de pleno direito na tradição britânica de trabalho de campo da que vem a constituir um fecundo elemento de desenvolvimento e contribui a fazer compreender que o hinc et nunc do alto nível da prática arqueológica britânica não é tão só fruto de particulares condições históricas, culturais, climáticas ou psicológicas, senão que pode ser renovado localize et semper.

Harris recorda-nos que o padrão com que se mede a profundidade e a qualidade do trabalho arqueológico não reside tanto na minuciosidad do detalhe como no entendimento e consiguiente restituição gráfica inexcusable das relações estratigráficas.

Estudos da área de yacimiento

Estratégias

Excavación em profundidade

Excavación em extensão

Processo de excavación

Detalhe de um quadro de excavación com todos os utensilios necessários para extrair os fósseis do sedimento, como a mandíbula que se observa, do nível TD-10 de Grande Dolina, Atapuerca.

Classes de excavación:

1.- Poços de prova.- *caracter exploratorio

                     *Sequencial em profundidade
                     *A informação que oferece é uma referência, isto é preliminar.

2.- Trinchera.- Longitudinal em profundidade correlação a estruturas capas.

3.- Areas.- *Expõe espaços totalmente

           *Aclara funções, actividades.

Estratigrafía

Bibliografía

- DOMINDO,I.; BURKE, H.; SMITH, C.(2007) Manual de Campo do Arqueologo. Barcelona. Ariel

Referências

Enlaces externos

Sitio site The Matrix Harris

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Artes_Visuais_Cl%C3%A1sicas_b9bf.html"
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