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Microeconomía

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A microeconomía é uma parte da economia que estuda o comportamento económico de agentes individuais, como são os consumidores, as empresas, os trabalhadores e investidores; bem como dos mercados. Considera as decisões que toma a cada um para cumprir certos objectivos próprios. Os elementos básicos nos que se centra a análise microeconómico são os bens, os preços, os mercados e os agentes económicos. A grande maioria dos modelos que se expõem no presente artigo têm como base a existência de um marco económico e social de economia descentralizada, no que existe propriedade privada.

A microeconomía tem vários ramos de desenvolvimento, as mais importantes são: a teoria do consumidor, a da demanda, a do produtor, a do equilíbrio geral, e a dos mercados de activos financeiros. Não podem se considerar inteiramente separadas porque os resultados de uns aspectos influem sobre os outros. Por exemplo, as empresas não só ofertan bens e serviços, senão que também demandan bens e serviços para poder produzir os seus. A Microeconomía propõe modelos matemáticos que desenvolvem os supostos sobre o comportamento dos agentes económicos, as conclusões à que se chegue usando esses modelos só será válida, enquanto, se cumpram os supostos, coisa que não ocorre sempre, especialmente se se trata de supostos muito fortes ou restrictivos.

Uma das incorporações mais importantes ao estudo da microeconomía é a chamada teoria de jogos. A teoria de jogos é uma teoria matemática que estuda o comportamento de vários agentes quando as decisões tomadas pela cada um influem em que medida a cada um consegue os objectivos que deseja. Usa-se, por exemplo, na teoria da produção industrial, para estudar os casos de oligopolio e de concorrência imperfecta.

Conteúdo

A teoria do consumidor

Artigo principal: Teoria do consumidor

A teoria do consumidor parte das preferências de um indivíduo e tem como objecto determinar que eleição realizará um consumidor entre os bens que tem disponível e dentro dos que pode adquirir com os recursos que dispõe. No que segue e, a não ser que depois se diga o contrário, todo o dito referir-se-á à teoria do consumidor à teoria neoclásica habitual.

As preferências do consumidor

Os consumidores têm preferências sobre os bens e serviços, isto é, dadas duas colecções de bens, também chamadas cestas de bens (nas que, da cada tipo de bem pode ter zero, um ou outra quantidade de bens, inclusive uma quantidade não inteira), um consumidor preferirá a uma sobre a outra (também pode ser indiferente entre elas), se lhe dessem a escolher entre ambas. Por exemplo, se dessem-lhe a escolher entre uma cesta de bens e outra, que fosse igual à anterior oferta, mas se lhe tivesse acrescentado algum bem mais que gostasse a de o consumidor, ou se tivesse mais quantidade de algum dos bens que leva a primeira, geralmente preferiria a segunda cesta.

Supõe-se então, que para a maioria dos consumidores terá umas preferências que poderiam manifestar para qualquer conjunto de cestas que se lhes apresentasse. A cada consumidor teria suas preferências e não teriam por que coincidir com as de outro, ainda que podem. No entanto, espera-se que para a maioria dos consumidores essas preferências sim que tenham umas propriedades comuns. Algumas dessas propriedades seriam:

A restrição orçamental

Artigo principal: Recta de balanço

Tendo em conta que os bens têm preços, e considerando estes dados, está claro que um consumidor não pode conseguir trivialmente a cesta que prefira dentre todas as possíveis. Se temos em conta além dos preços dos bens a renda disponível do consumidor, temos o que se chama a restrição orçamental. Esta é a que nos indica que cestas de bens são as que o consumidor pode eleger e conseguir, tendo em conta o dinheiro de que dispõe e os preços do mercado. A missão do consumidor será então conseguir dentre todas essas cestas aquela que ele prefira a todas as demais (ou alguma das cestas que ele considere que são ao menos tão boas como todas as demais). Encontrar isto é o que se chama maximización do consumidor. Geralmente, é habitual que a cesta eleita do consumidor se encontre na fronteira da restrição orçamental, isto é, que seja uma cesta cujo valor (multiplicando os preços dos bens pelas quantidades destes na cesta) seja exactamente igual à renda disponível do consumidor. Por tanto, o consumidor sempre elegerá a cesta que lhe proporcione a maxima utilidade, a que lhe produza o maior bem-estar.

A função de utilidade

Uma forma de representar as preferências, quando estas têm as propriedades adequadas, é mediante o que se chama uma função de utilidade. Neste caso, as canastas de bens podem-se representar também como vetores numéricos, em que a cada componente do vetor nos diz que quantidade da cada bem há nessa cesta. Introduzindo dois vetores de bens em uma mesma função de utilidade e vendo que números nos devolve esta, é possível ver se uma canasta é preferida à outra ou considerada como igual à outra desde o ponto de vista do consumidor. Então, o problema do consumidor poderia considerar-se como o problema matemático de maximizar uma função matemática (com frequência de várias variáveis), que seria a função de utilidade, dentro do conjunto representado matematicamente por todas as canastas de bens (vetores) que cumprissem a restrição orçamental, isto é, que seu valor (resultado de multiplicar o vetor de bens da canasta pelo vetor dos preços correspondentes) fosse igual ou menor que o valor da renda disponível.

Note-se que a função de utilidade se considera uma função monótona crescente dos bens, mas que seu valor é puramente ordinal, isto é, serve para ordenar canastas , mas não para dizer quanto é melhor uma canasta que outra, isto é, não é uma função cardinal. De facto, podem usar-se diferentes funções de utilidade para representar umas mesmas preferências, e ao resolver o problema de maximización todas dariam o mesmo resultado.

Veja-se também: Utilidade marginal

As curvas de indiferença

Outra questão de importância no estudo da teoria do consumidor são os telefonemas "curvos de indiferença". Uma curva de indiferença representaria a todas as cestas que para uma função de utilidade dada têm o mesmo valor.

As curvas de indiferença são o conjunto de pontos de combinações de bens para os que a satisfação do consumidor é idêntica, isto é que pára todos os pontos pertencentes a uma mesma curva, o consumidor não tem preferência pela combinação representada por um sobre a combinação representada por outro. A satisfação do consumidor caracteriza-se mediante a função de utilidade na que as variáveis são as quantidades da cada bem representadas pelo valor sobre a cada eixo.

A principal utilização das curvas de indiferença é encontrar os pontos de maximización da utilidade ao sobrepor com as restrições orçamentas do consumidor, que define os pontos ao alcance da cada indivíduo dependendo de sua disponibilidade em unidades monetárias.

Por outro lado a relação marginal de substituição informa-nos de quanto é capaz de trocar um consumidor de um bem por outro de maneira que sua utilidade se mantenha igual.

Os tipos de bens

Artigo principal: bem económico
Veja-se também: Bens complementares
Veja-se também: Bens sustitutivos
Veja-se também: Bem inferior
Veja-se também: Bem de Giffen

A curva de demanda

A teoria da demanda pode derivar-se da do consumidor, então, agregando as demandas individuais de um bem e vendo quanto seria o total demandado para a cada preço pela cada consumidor. Isto levar-nos-ia à curva de demanda do bem, que geralmente se representa como uma curva descendente, como no eixo de ordenadas se representa o preço, e no de abscisas a quantidade de bem demandada. Significa que quanto menor é o preço, maior é a quantidade demandada.

Representação matemática do problema do consumidor

A microeconomía estuda-se de forma matemática, usando modelos que evitem a ambigüedad da linguagem falada. A maior parte dos desenvolvimentos e estudos da teoria do consumidor têm como base o seguinte problema que se representa assim:

Max Ou(x1,x2,...,xn)

s.a. p1x1+p2x2+...+pnxn <=M

O significado deste problema é o seguinte: Trata-se de maximizar, isto é, obter o valor máximo de uma função, o mais alto de todos os que pode dar, bem como que valores são os que produzem esse máximo. Neste caso seria o de Ou, que é a função de utilidade de um consumidor, que se supõe que depende dos valores das quantidades do n bens (representados pelo variáveis x1 até xn). Há um limite aos valores que essas variáveis podem tomar, o qual está definido pela restrição (s.a. quer dizer "sujeito a" ) de que quando muito o valor total da cesta de bens pode ser igual a M, que seria a renda disponível. Isto é, multiplicamos os preços da cada bem pela cada quantidade de bem (o p1 até pn), e o somámos, e assim obtemos o valor de uma cesta de bens, e esse valor tem que ser menor ou igual (<=) que M, o valor da renda disponível.

Este modelo resolve-se usando uma técnica matemática telefonema dos Multiplicadores de Lagrange (se supõe-se que finalmente consumir-se-á toda a renda disponível, o que equivale a supor que p1x1+...+pnxn=M ) ou bem o dos Multiplicadores de Khun-Tucker, se se acha que pode que sobre renda (caso no que mantemos que a restrição é do tipo <=).

As soluções que se obtêm nos servem para a análise anteriormente dita, para obter como reagiriam as quantidades demandadas se mudassem os preços, e é possível estudar também, mediante modificações a este problema básico, que ocorre se se introduzem impostos sobre a renda, impostos indirectos, subvenciones, que sucederia se consideramos a poupança como um bem, que ocorre se consideramos também bens cujo valor é incerto (como no caso de activos financeiros), etcétera, e ver como influem não só sobre a quantidade de bem consumida senão também sobre a utilidade que recebe o consumidor.

A teoria do produtor

Em microeconomía, a produção é simplesmente a conversão de factores produtivos em produtos e uma empresa é qualquer organização que se dedica ao planejamento, coordenação e supervisión da produção. A empresa é o agente de decisão que elege entre as combinações factores-produto de que dispõe, aquela que maximiza seu benefício. O problema compartilha similitudes, com o do consumidor. No caso do consumidor, a microeconomía redú-lo com frequência à questão de maximizar uma função de utilidade com uma restrição orçamental. No caso da produção, trata-se de maximizar a função de benefícios tendo em conta restrições tecnológicas (supondo, em princípio, que os preços estão dados, suposto este muito forte que posteriormente se relaxa).

A função de produção

Começa-se considerando, por razões de simplificação, que se produz um só bem (ou serviço) por uma empresa e que para o produzir é necessário uma série de elementos denominados factores de produção (também podem ser denominados insumos ou inputs). O bem ou serviço produzido recebe o nome de output. A função que relacionaria as quantidades da quantidade de factores produtivos utilizados com o output obtido recebe o nome de função de produção. Os inputs utilizados seriam as matérias primas, produtos intermediários (comprados a outra empresa ou obtidos em outro processo de produção da mesma empresa), o trabalho humano usado, os fornecimentos de energia, água e similares, o custo de repor o capital utilizado, maquinaria, ferramentas), já que sofre desgaste pelo uso no processo de fabricação. Uma simplificação frequente é reduzir a duas os factores: capital e trabalho. Trabalho representaria o trabalho humano, capital o resto.

As funções de produção também podem ter uma série de propriedades que convém destacar. Uma delas é a do que se chamam Economias de escala

Veja-se também: Isocuanta

O problema de maximización do benefício

Expressa a natureza geral do objectivo de assinaturas não é o benefício por si mesmo que as assinaturas devem tentar para maximizar. Em lugar as assinaturas desejam maximizar o valor de seus tenencias de equidad. Este valor de equidad tanto faz ao valor actual (descontado) previsto das voltas netas dessas tenencias. As voltas utilizam-se aqui mais bem que benefício devido a algumas tecnicidades que tratado a mais adiante. A clarificación mais importante requerida é a matéria da equidad baseada sobre considerações em longo prazo contra o conceito em curto prazo do benefício. Se a assinatura está a funcionar em condições de estado estacionário tais que todas as condições então, e somente depois são em um verdadeiro prazo constante, queira a maximización de voltas anuais seja equivalente à maximización do valor actual de todas as voltas netas. Inclusive no caso da operação de estado estacionário da assinatura não é benefício por si mesmo que é o objectivo apropriado da assinatura. O benefício relevante para uma assinatura é por suposto o benefício após impostos. O recebo da contribuição para uma assinatura depende da definição do benefício imponible. Geralmente o problema de maximización do benefício pode-se estudar tanto em curto prazo como em longo prazo. Em curto prazo considera-se que um dos inputs, como o capital, está já decidido para a empresa e o preço pelo mesmo se pagou já. Em longo prazo, no entanto, todos os inputs implicados podem variar, por exemplo, se a empresa varia a quantidade de capital disponível.

Este problema geralmente pode-se representar de forma matemática assim:

Max P1E1+...+PnYn-(C1X1+...+CmXm)

s.a.

Condições das funções de produção.

E1<=F1(x11,...,x1m)

...

Yn<=Fn(xn1,...,xnm)

Condições de uso dos inputs adquiridos pela empresa. [Podem ser reescritas para alguns outputs, ver mais adiante em (*)]

X1=x11+...+xn1

...

Xm=x1m+...+xnm

A explicação deste problema: O objectivo da empresa é maximizar seu benefício, que é a diferença entre os rendimentos e os custos. Os rendimentos são iguais aos outputs produzidos pelos preços aos que se vendem (se note que supomos que se vende toda a produção da empresa, coisa que não é sempre o caso na realidade), e os custos são os de multiplicar os inputs utilizados pelos preços dos outputs. Agora bem, as restrições seriam que os outputs são função (de produção) das quantidades da cada um dos inputs utilizados, inclusive se um input não se utilizasse, poder-se-ia considerar que a quantidade utilizada desse input é zero.

(*) Se, por exemplo, usasse-se do input de tipo 1 na produção dos diferentes outputs possíveis, a soma do total do utilizado para a cada um dos outputs deveria ser igual ao total do input 1 adquirido pela empresa (Isto é, se usa x11 do input 1 para fabricar o output 1, x21 para fabricar do output 2, etcétera, então, x11+...+xn1=X1, e X1 seria o total do input 1 utilizado). Não obstante, e isto é importante, em alguns casos é possível que ao usar de alguns inputs "não se consumam" ao usar na fabricação de certos outputs, pelo que poderia ser que estas condições não estivessem escritas assim. Por exemplo, se considerássemos o tempo de trabalho, em horas, de certa máquina como um input, e essa máquina pudesse elaborar dois tipos ou mais de output ao mesmo tempo, não introduzir-se-ia a restrição correspondente neste modelo, isto é, se por exemplo a máquina trabalhasse 8 horas fazendo duas outputs diferentes ao mesmo tempo, não repartiria as 8 horas entre a cada um deles senão que investi-las-ia inteiras na cada um.

Este problema pode-se resolver também usando os Multiplicadores de Lagrange ou os de Khun-Tucker.

As curvas de custos

Uma forma habitual de simplificar o problema é supor que só se produz um bem e que só vai ter um input que varie segundo a produção da empresa, estando todos os demais fixos (Nota: Em um modelo determinado, supor que um conjunto de variáveis pode mudar enquanto o resto de variáveis vão permanecer constantes, independentemente de suas relações com o resto do modelo, é o que se chama Céteris Páribus, uma técnica simplificadora mas que pode levar a erro quando se compara com a realidade, na que em última instância todo se relaciona e influi com todo) Com isto, por exemplo, se pode estudar como a produção de uma empresa de um bem vai determinar a demanda de trabalho por parte dessa empresa. Todos os inputs pelos que a empresa tem pago já, e que não vai variar no curto prazo, o valor total dos mesmos dar-nos-ia o que se chama o Custo Fixo.. Pelo contrário, o valor dos inputs que mudará segundo se decida o nível de produção, será o Custo Variável.. A soma dos dois será o Custo Total. Como conforme varie a produção da empresa estes custos vão variar, se obtém para o estudo microeconómico o que se chamam Curvas de Custos. As mais importantes, seriam a de Custo variável, a de Custo total, a de Custo Médio, e a de Custo marginal.

A Curva de Custo variável relaciona o total dos custos variáveis com o nível de produção. Geralmente é crescente, mas pode tender a crescer a menor velocidade. A de Custo Total é praticamente idêntica, já que seria uma translação da Variável na magnitude do Custo Fixo, o qual é importante sobretudo em Teoria da Produção Industrial porque uns custos Fixos elevados disuaden a empresas de entrar no mercado.

A Curva de Custo médio, pelo contrário, pode ser crescente ou descendente, inclusive crescente em uns trechos e descendente em outros, já que esta curva nos informa de quanto, por meio-termo, nos custa produzir a cada output dependendo do nível de produção. Por exemplo, é possível que com certa função de produção o valor de produzir 300 unidades de output seja tal que a cada uma custe 1.5 unidades monetárias, enquanto produzir 600 possa nos custar a cada uma só 1 unidade monetária. Isto estaria relacionado possivelmente com a existência de economias de escala, como se disse dantes.

A Curva de Custo Marginal, tem para a análise grande importância, razão pela que às vezes se chama a certos estudos da economia "marginalistas". Esta curva, que matematicamente equivale à derivada da Curva de Custo Total, nos representa quanto mais nos custa produzir uma unidade de output a partir do nível anterior de produção. Por exemplo, se para produzir 100 unidades de um bem temos um custo de 1000 unidades monetárias, e produzir 101 unidades desse mesmo bem o custo fora de 1020 unidades monetárias, a curva valeria 20 (1020-1000) no nível 100 de produção.

A análise mais geral para decidir o nível de produção de uma empresa parte de que a empresa quer maximizar seu benefício. O benefício tanto faz aos rendimentos (I) menos os custos (C), ambos são funções dependentes do nível de produção. Desde o ponto de vista matemático, maximizar uma função supõe igualar a zero a derivada essa função com respeito à variável que queremos maximizar; se derivamos a função beneficio, seria a derivada de seus componentes: os rendimentos menos os custos:

dei/dx - dC/dx = 0

O que leva a que o Rendimento marginal (Que seria derivar os Rendimentos da empresa na função de benefício) deve ser igual ao Custo Marginal, que é a derivada dos Custos da empresa, como condição para que o nível de produção seja o que maximize o benefício. Se supomos que os preços do mercado não podem mudar pela actuação da empresa, senão que estão dados (porque estejamos no que se chama Concorrência Perfeita, na que há muitas empresas e nenhuma pode influir no preço), então a condição é: Preço tem de ser igual a Custo Marginal.

Um exemplo disto é: se a função de Benefício da empresa é B(E)=PY-C(E) (Preço por produção é o rendimento, ao que se lhe resta o Custo total dessa produção), então, se aplicamos a condição de primeira ordem de máximo de uma função derivable (supomos que C é uma função derivable), temos que a condição é P-C'(E)=0, isto é, C' representa o Custo Marginal de produzir a quantidade "E" de output. Isto já se diz que é válido só para uma empresa em concorrência perfeita.

Veja-se também: Isocuanta
Veja-se também: Curva de oferta

Estrutura de mercados

No mercado da cada bem ou serviço, se podem dar sobretudo quatro tipos de situações.Estas situações são conhecidas como Estruturas de Mercado. As que veremos são:

Monopólio

Artigo principal: Monopólio

O Monopólio (do grego, macaco=único e polio=vendedor) é uma estrutura de mercado caracterizada pela presença de uma única empresa, que produz um bem homogéneo e que se comporta não parametricamente em preços, e pela existência de barreiras primeiramente e saída no mercado. Em general está provado, nos modelos microeconómicos que o estudam, que, quando o Monopólio não pode realizar discriminação entre seus compradores (isto é, quando não pode pôr preços diferentes para a cada consumidor em função das possibilidades deste), senão que põe o mesmo preço para todos os possíveis compradores, neste caso, o preço de equilíbrio no mercado e a quantidade produzida desse bem, que se determinam a partir de onde se cruzam a Curva de Custo Marginal (que depende da função de produção da empresa monopolística) e a Curva de Rendimento Marginal (que depende da Demanda do bem produzido pela empresa, demanda que depende dos compradores desse bem), são tais que, geralmente, cumprem isto:

Por todas estas razões, e algumas mais, os monopólios são vistos de forma negativa nos mercados (Por exemplo, recordar as leis Anti-Monopólio dos Ou.S.A.). Não obstante, existem alguns monopólios inevitáveis, chamados Monopólios Naturais. Em ocasiões tenta-se que os problemas deste tipo de monopólios se resolvam de man global) seja quem controle o preço e a produção desse monopólio ou que lhe permita os variar em função dos utentes ou compradores do Monopólio.

Veja-se também: Barreira primeiramente
Veja-se também: Monopólio discriminador de preços

O modelo de concorrência perfeita

Preço e quantidades de mercado no caso de um monopolista e no de concorrência perfeita.
Artigo principal: Concorrência perfeita

O modelo de concorrência perfeita descreve uma estrutura de mercado que cumpre com os seguintes supostos:

  1. Não há barreiras à entrada de novas empresas e o sair não implica um custo.
  2. Existe informação perfeita sobre preços, bens e insumos.
  3. Produto homogéneo, isto é, os bens são substitutos perfeitos.
  4. Não há externalidades, isto é, os direitos de propriedade estão perfeitamente definidos.
  5. Os contratos cumprem-se porque há um aparelho jurídico eficiente.
  6. Não há rendimentos crescentes a escala nem na produção nem no consumo.

Se os supostos cumprem-se podemos estar seguros de que a atribuição que gera o mercado é eficiente. De facto, em um modelo de equilíbrio geral as atribuições são eficientes no sentido de Pareto.

A condição de optimalidad do mercado exige que o preço seja igual ao custo marginal. Se o preço é menor algumas empresas saem do mercado pressionando o preço à alça pela redução da quantidade oferecida e se o preço é maior algumas empresas entram ao mercado esperando benefícios positivos, mas ao fazê-lo, pressionam o preço à baixa como a oferta expande-se.

O modelo de concorrência perfeita é um ente ideal que tenta capturar a esencia do comportamento económico, tanto das empresas como dos indivíduos. A maior parte da literatura ocupa-se de analisar o impacto que tem sobre o bem-estar ou a eficiência o que algum dos supostos acima mencionados não se cumpra. Quiçá um dos mais importantes é o da informação.

Oligopolio

Artigo principal: Oligopolio

No oligopolio (do grego oligo=poucos, polio=vendedor), supõe-se que há várias empresas, mas de tal forma que nenhuma delas pode se impor totalmente no mercado. Há por isso uma constante luta entre as mesmas para poder se levar a maior parte da quota do mercado na que as empresas tomam decisões estratégicas continuamente, tendo em conta as fortalezas e debilidades da estrutura empresarial da cada uma.

O problema pode-se propor em ocasiões usando métodos da Teoria de jogos. Por exemplo, dada as funções de custos da cada uma das empresas implicadas, a cada uma atrever-se-á a oferecer a um determinado preço, uma quantidade determinada, ao mercado. Mas, estas ofertas das empresas ao ser observadas desde o ponto de vista da demanda, terão efeito em quanta quantidade é realmente demandada para a cada empresa, e dado o preço que tem posto a cada uma, dar-lhe-ão à cada uma delas um verdadeiro nível de benefícios. Também se pode introduzir a ideia de que as empresas tentem "diferenciar" seu produto com respeito ao produto das outras, para que não pareçam tão "sustitutivos" e por isso se possam considerar como "diferentes" pelos consumidores. Ainda que com frequência essas diferenças em produto sejam em coisas mínimas como a apresentação do produto, sua "qualidade", o envase no que vem, serviços de pós-venda, as redes de distribuição, a cercania do produto ao domicílio do consumidor, etcétera (para isto há que estudar mais as estratégias comerciais da cada empresa em particular). Todo isso pode dar lugar ao estudo de diferentes tipos de modelos.

Geralmente, quando se aplica a Teoria de Jogos, se supõe que a cada empresa pode tomar decisões em um conjunto de decisões próprio, e que dependendo de cuales toma essa empresa e as demais, essa empresa e as demais obterão um determinado resultado. Às vezes isto se pode representar como que a cada empresa tem uma "Curva de Reacção" às acções das demais empresas. Por exemplo, se o resto das empresas tomassem uma série de decisões, e nossa empresa em questão conhecesse (suposto bastante forte, desde depois) que decisões têm tomado as demais, para poder obter ela o máximo benefício deveria de tomar certas decisões a sua vez, que dependem das tomadas pelas demais.

Hipoteticamente, se as "curvas de reacção" de todas as empresas se cruzassem em algum lugar, esse conjunto de decisões para todas as empresas implicadas implicaria o "Equilíbrio do Jogo", porque todas as empresas estariam ao mesmo tempo fazendo o melhor para si mesmas dado o que estão a fazer o resto das empresas. Isto é o que se conhece como Equilíbrio de Nash. Nash provou em que condições se pode dar este Equilíbrio. Exemplos de equilíbrios nos mercados são o de Cournot , quando as empresas competem em quantidades ofertadas, e o de Bertrand , quando o fazem em preços.

Não obstante, um caso comum também é que alguma das empresas seja Líder e as demais Seguidoras. Neste caso, em vez de supor-se que se vai atingir um equilíbrio no que todas as empresas mais ou menos chegam simultaneamente a essa situação de equilíbrio, a vantagem da empresa Líder (por exemplo, por ter alguma vantagem empresarial aplastante sobre as outras empresas) lhe leva a tomar primeiro uma decisão ante a qual respondem, ou seja, a tomán depois, as Seguidoras. Isto é o que leva à Líder a ter em conta, para a cada decisão, que as seguidoras vão responder de uma determinada maneira, pelo que reajusta sua forma de decidir tendo em conta cuales serão as decisões das demais, como se em verdadeiro modo também as pudesse controlar a elas e pôr ao serviço de seu próprio benefício.

Também é possível que as empresas do oligopolio se ponham de acordo para actuar coordenadamente à hora de ofertar seus bens e de pôr seus preços, com o que conseguem maior benefício total para a cada uma delas que quando actuam por separado. Ao acordo entre empresas para pactuar produção ou preços chama-se-lhe colusión e ao grupo de empresas que têm coludido lhas chama cártel. Nestes acordos o preço é superior ao custo marginal, sendo socialmente ineficiente e produzindo uma situação parecida, desde o ponto de vista dos consumidores, à do monopólio.

Veja-se também: Teoria de jogos

Concorrência monopolística

A concorrência monopolística é uma estrutura de mercado caracterizada pela presença de muitas empresas que vendem produtos heterogéneos, sustitutivos próximos, mas imperfectos, entre si. Ao tratar-se de produtos heterogéneos, a cada produtor tem um verdadeiro poder de mercado sobre o bem que produz, pelo que a concorrência monopolística pode se definir como uma estrutura de mercado intermediária entre monopólio e concorrência perfeita.

O modelo clássico de concorrência monopolística deve-se ao economista britânico Chamberlin. Chamberlin propõe que, devido ao cáracter heterogéneo dos bens e ao verdadeiro poder de mercado que possui a cada produtor sobre os mesmos, as empresas crêem enfrentar a uma curva de demanda estimada ou "imaginaria", segundo a qual as decisões do resto de produtores estão dadas. No entanto, para o resto de competidores não é óptimo manter suas decisões ante uma variação unilateral da produção da empresa i-ésima. Deste modo, existe uma curva de demanda real, que recolhe as decisões de todos os produtores e que vai determinar o equilíbrio de mercado. Em curto prazo, o equilíbrio de mercado atinge-se quando as decisões tomadas pelas empresas segundo a curva de demanda "imaginaria" são compatíveis com a curva de demanda real. Isto é, no ponto no que ambas se igualam. Em longo prazo, baixo o suposto de livre entrada e saída do mercado, não pode existir benefício extraordinário, de tal modo que o equilíbrio se atinge no ponto no que a curva de demanda "imaginaria" é tangente ao custo médio em longo prazo e coincide com a demanda real de mercado. Como resultado se obtém o Teorema do excesso de capacidade de Chamberlin, segundo o qual a empresa não atinge o nível eficiente de produção em longo prazo (mínimo do custo médio).

A chave dos modelos de concorrência monopolística é a existência de produtos não homogéneos. Isto se explica habitualmente pela existência de diferenciación de produtos , isto é as empresas produzem diferentes variedades de um mesmo bem, o que lhes outorga um verdadeiro poder de mercado sobre o mesmo. A diferenciación de produtos pode ser: horizontal, os consumidores demanda bens com diferentes características, ou vertical, os consumidores têm uma diferente disposição ao pagamento por uma mesma característica. O modelo clássico de diferenciación horizontal é o de concorrência espacial Hotelling (1929).

Evolução recente

Com a teoria da eleição racional e outros enfoques modernos os economistas a cada vez tentaram entender fenómenos sociais nos que existiam incentivos e desincentivos para as pessoas em determinadas situações. Estes estudos em verdadeiro modo continuam a tradição da microeconomía clássica.

Referência

Bibliografía

Veja-se também

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/n/d/Andorra.html"