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| Miodesopsias Classificação e recursos externos | |
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| Exemplo de miodesopsias vistas contra um céu azul. Trata-se de uma simulação de uma experiência subjetiva, impossível de fotografar | |
| CIE-10 | H43.9; h43 |
| CIE-9 | 379.24 |
| DiseasesDB | 31270 |
| MedlinePlus | 002085 |
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| Sinónimos | {{{sinónimos}}} |
As miodesopsias [do grego, myōdês 'similar a mosca' e òpsis 'visão'] ou moscas volantes [do latín, 'muscae volitantes'] ou também corpos flutuantes são um defeito ocular que se manifesta na visão como um conjunto de manchas, pontos ou filamentos (com frequência em forma de teia de aranha) suspendidos no campo visual.[1]
Trata-se de opacidades que se formam no humor vítreo, o corpo gelatinoso que recheia o balão do olho, e que com o passo da luz projectam sua sombra sobre a retina. Na maior parte dos casos, são uma consequência natural do envejecimiento deste corpo vítreo, que vai perdendo água e diminuindo de volume. Esta diminuição dá lugar a que se separe da retina e colapse. Em consequência, as proteínas vítreas que têm perdido água se condensan perdendo transparência. Ainda que estas manchas parecem estar em frente ao olho, em realidade flutuam no interior deste.
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Identificaram-se como principais factores predisponentes a idade e a miopía. Observa-se um aumento na incidencia das miodesopsias com a idade. No segundo caso, argumenta-se que os miopes, por dispor de um olho mais alongado, tendem a acelerar o processo de desprendimiento vítreo.
Em qualquer caso, não se conseguiu identificar com precisão a relação causa efeito, de sorte que os factores indicados não explicam de por si o aparecimento e a progressão das moscas volantes. Também se apontam a diabetes e as operações de cataratas como causa de seu aparecimento. Em uma proporção muito menor, as miodesopsias podem ser consequência de uma doença ocular grave, como a uveítis, hemorragia vítrea ou desprendimiento de retina. Em outras ocasiões podem ser ocasionadas por incidencia de luz directa de tipo LASER sobre o olho, provocando a condensación do humor vitreo.
Na maioria dos casos, as miodesopsias consideram-se uma circunstância normal e inocua, que não compromete a visão. O paciente pode-se sentir frustrado porque sabe que não existe uma solução efectiva ao problema e segura e pensa que tem que viver o resto de sua vida com elas ,parace que as moscas volantes sejam um pequeno defeito no humor vitreo mas são muito mas que isso já que se amplificam muitas vezes em tamanho ao se ver projectadas sobre o que estamos a olhar e costumam distrair muito, se as moscas volantes são muito densas podem provocar a vision borrosa quando passam por diante.Em uma proporção mais reduzida, as moscas volantes podem estar relacionadas com processos que comprometem a integridade da retina. Por isso, quando aparecem de forma muito repentina ou sócias a fotopsias (destellos de luz), deve ir a um médico. Neste caso, o procedimento de diagnóstico costuma implicar um exame de fundo de olho, por médio do qual se examina o estado da retina para descartar a existência de uma doença ou lesão grave. Nestes casos, as miodesopsias têm a consideração de sintoma.
Não existe um tratamento efectivo e seguro contra as miodesopsias. Cuandos as opacidades são poucas, e depois de uns meses, os pacientes se adaptam a elas, amortizándolas em seu campo de visão. Não obstante, as moscas raramente desaparecem fisicamente, e mantêm-se visíveis, em particular ao olhar superfícies homogéneas, como o céu despejado.
Não se demonstrou relação entre as opacidades vítreas e o uso de complexos vitamínicos baseados em vitamina A, luteína e outros componentes. Não existem dados objectivos nem referências médicas de pacientes que tenham melhorado suas opacidades como consequência do consumo destes preparados.
Cabe referir dois recursos de grande excepcionalidad no tratamento de miodesopsias. Por uma parte está a vitrectomía, que é própria de outras problemáticas oculares mas que vai tendo mais aceitação no mundo para ser utilizada na miodesopsia. Esta cirurgia consiste na extracção do humor vítreo e sua substituição por uma solução salina. Pela outra, está o uso da fotodisrrupción por médio do laser. Este método trata as opacidades com descargas laser. Em uns casos procura-se disgregarlas para fazê-las menos visíveis, e em outros desprender suas ancoragens, para que se desloquem à periférica do campo visual. Argumentou-se que é um método não exento de riscos sobre a retina e de questionável eficácia sobre o problema em si.
As recomendações geralmente aceitadas, baseiam-se em aprender a conviver com as midesopsias utilizando os seguintes procedimentos:
Recomenda-se consultar a um oftalmólogo se repentinamente: