O modelo atómico de Thomson, também conhecido como o budin de passas, é uma teoria sobre a estrutura atómica proposta em 1904 por Joseph John Thomson, descubridor do elétron,[1] em 1897, dantes da descoberta do protón e do neutrón. Em dito modelo, o átomo está composto por elétrons de ónus negativa em um átomo positivo, como passas em um budín. Pensava-se que os elétrons se distribuíam uniformemente ao redor do átomo. Em outras ocasiões, em lugar de uma sopa de ónus positiva se postulaba com uma nuvem de ónus positiva. Em 1906 Thomson recebeu o prêmio Nobel de Física por suas investigações na condução eléctrica em gases.
Dado que o átomo não deixa de ser um sistema material que contém uma verdadeira quantidade de energia externa, esta provoca um verdadeiro grau de atração dos elétrons contidos na estrutura atómica. Desde este ponto de vista, pode interpretar-se que o modelo atómico de Thomson é um modelo actual como consequência da elasticidade dos elétrons no cosseno da citada estrutura.
Se fazemos uma interpretação do modelo atómico desde um ponto de vista mais microscópico, pode definir-se uma estrutura aberta para o mesmo, dado que os protones encontram-se inmersos e submergidos no seio da massa que define o ónus neutro do átomo.
Dito modelo foi rebatido depois do experimento de Rutherford,[2] quando se descobriu o núcleo do átomo. O modelo seguinte foi o modelo atómico de Rutherford.[3]