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Montanha

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K2 (Karakoram).
Aconcagua (Andes).
Mont Blanc (Alpes).
Para outros usos deste termo, veja-se Montanha (desambiguación).

Montanha é uma eminencia superior a 700 metros com respeito a sua base, isto é, uma elevação natural do terreno. As montanhas agrupam-se, a excepção dos vulcões, em cordilleras ou serras.

As montanhas cobrem 53% da Ásia, 36% de Norteamérica , 25% da Europa, 22% de Sudamérica , 17% da Austrália e 3% da África. Ao todo, um 24% da litosfera constitui massa montanhosa. Um 10% da população mundial habita em regiões montanhosas. Todos os rios maiores do mundo nascem em áreas montanhosas e mais da metade da humanidade depende da água das montanhas.

Conteúdo

Origem

A origem das montanhas está em forças endógenas (orogénesis oro montanha; génesis=origem), posteriormente modificadas por factores exógenos, como a erosión. As orogénesis que têm deixado mais impressões no relevo e na configuração actual dos continentes derivam do plegamiento herciniano, na Era Primária, e do plegamiento alpino, na Terciária. Em era-a Cuaternaria as glaciaciones têm erosionado as correntes montanhosas dando lugar a muitos das paisagens montanhosas característicos. Um exemplo de formação montanhosa terciária é a Cordillera de ande-los.

Na história da Terra tem tido ao menos três períodos de formação de montanhas:

  1. Caledoniano, cujos relevos montanhosos formaram-se faz 400 milhões de anos, como sucede na Escócia (cujo nome latino era o de Caledonia), cujo bico mais elevado é o Ben Nevis.
  2. Herciniano, com relevos que se formaram faz 270 milhões de anos. Como por exemplo, os Urales (bico Narodnaya de 1 873 msnm) e os Apalaches em Norteamérica (com o Monte Mitchell, de 2 025 msnm).
  3. Alpino, com relevos montanhosos elevados formando longas cordilleras, vulcânicas ou não, que se formaram faz uns 35 milhões de anos, como sucede nos Alpes (Europa) e o Himalaya na Ásia. São os relevos mais jovens e muitos deles ainda se estão a levantar, resultando ademais que a erosión tem actuado sobre eles durante menos tempo, pelo que as montanhas alpinas apresentam as maiores alturas do relevo terrestre. Exemplos representativos deste tipo de montanhas são o Mont Blanc de 4 810 msnm. e o Everest de 8 848 msnm.

No Dia Internacional das Montanhas é o 11 de dezembro.

Classificação das montanhas

Há montanhas de estilos tectónicos, de plegamientos e falhas mistas germánicas, jurásicas e alpinas.

Fruto das diferentes orogénesis podemos encontrar montanhas dobradas ou produto de uma falha ou fractura; e inclusive dobrado fracturadas. Também a há de origem vulcânico, como sucede com o Teide em Tenerife .

Segundo sua altura as montanhas podem-se dividir em colinas, montanhas médias, e montanhas altas. Pela forma em que se agrupam podemos encontrar cordilleras, unidas em sentido longitudinal, e maciços, agrupadas em forma mais circular ou compacta.

Montanhas escarpadas ou alpes

O significado etimológico de Alpes é vale, o que põe em relevo que quando se nomeou aos Alpes não interessavam tanto as cumes, senão os vales altos. Os povos Celtas, um dos mais primitivos da Europa, chamaram alpe em general a toda montanha escarpada. Nesta secção toma-se alpe como sinónimo de montanha escarpada.

Europa é onde mais cordilleras alpinas há, contando entre elas 18 cordilleras, entre as quais se podem citar aos Alpes, Pirineos, Cárpatos, etc. Encontramo-los também no Japão, Nova Zelanda, na Gronelândia, Transilvania, e até na Lua.

O maior sistema de Montanhas Vulcânicas no mundo é o Cinto de Fogo do Pacífico com 48000 km, o segundo é o chamado Alpino-Himalayo.

Segundo a Geologia há montanhas de forma Alpina. Desde o momento que nasce uma montanha, a erosión começa a desgastarla. Quanto mais antiga é uma montanha, tanto mais baixa e redonda será sua silhueta.

Clima e vegetación

Outras características fundamentais para considerar um terreno montanhoso são o clima e a vegetación. O clima de montanha é mais frio e húmido que o do plano, já que a temperatura desce a um ritmo aproximado de 5º a cada 1 km de altitude e as chuvas vão aumentado com a altura, devido ao chamado "efeito ecrã", conquanto é frequente encontrar nas zonas montanhosas vertentes mais húmidas (expostas a ventos húmidos), em frente às mais secas, nas que esses mesmos ventos têm perdido a humidade por elevação e tendem a absorver a existente no solo, fenómeno conhecido como "efeito Föehn"; tal é o fenómeno que se produz nos Pirineos, onde sua vertente norte é mais húmida que a espanhola ou sul. A vegetación em montanha encontra-se escalonada ou em andares. Nos andares inferiores podemos encontrar vegetación similar à do plano circundante mas à medida que ascende-se vão aparecendo espécies mais higrófilas e mais resistentes ao frio; depois das últimas espécies arbóreas aparece a pradera alpina seguida do roquedo e inclusive a neve perpétua. As espécies presentes na cada um destes andares e a altitude à que podemos as encontrar variam segundo os continentes e também com a latitud, pois não é o mesmo uma zona montanhosa em zonas subpolares que em zonas tropicais.

As montanhas Rocosas recebem uma quantidade moderada de precipitações em forma de chuva, sobretudo durante os meses de inverno. As praderas cobrem os níveis inferiores e dão passo a grandes bosques de coníferas. Acima da zona arbolada estendem-se pastizales e arbustos isolados. As cumes dos bicos têm escassa vegetación e alguns estão cobertos de neve e gelo durante todo o ano.

Montanhas mais altas

As montanhas mais altas por continentes são:

Veja-se também

Enlaces externos

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