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Define-se como narco-estado ao conjunto de instituições políticas que constituem um Estado influenciadas pelo narcotráfico cujos actores fungen simultaneamente como servidores públicos governamentais e traficantes de drogas narcóticas ilegais, amparados por suas potestades legais.
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A utilização do termo remonta-se a Colômbia , com o auge dos cartazes da droga (Medellín, Cali e Norte do Vale), particularmente Pablo Escobar, quem tinha conseguido converter-se em representante ante o Congresso por Medellín em 1982 e ao Cartaz de Cali o qual consigo influir na campanha presidencial de Ernesto Samper.
O narco-estado deriva-se do termo «Estado Profundo» (em turco:derin devlet), como as relações entre forças de segurança, máfia e grupos nacionalistas; e por Peter Dá-lhe Scott como a «simbiosis entre os governos (e em particular suas agências de inteligência) e as associações criminosas».
A partir desse acontecimento, os cartazes da droga, mediante milionários contribuas económicos, financiaram as candidaturas de políticos a cargos públicos electivos a mudança de garantir-lhes impunidade, protecção e amparo do Poder estatal em suas operações. Assim mesmo, dito poder estendeu-se aos estamentos militares e policiais, aproveitando as baixas condições de vida de seus componentes para infiltrarlos e corrompê-los para que sirvam a seus interesses.
Um país ou território para atingir essa penosa condição deve caracterizar-se ademais em sua escassa vigilância, sem prisão que se possa considerar como tal, ausência do império da Lei, um Estado demasiado débil e servidores públicos permeables à corrupção.
Assinala-se a países como Guiné-Bissau, considerado "o primeiro narco-Estado do Africa" e Kosovo, considerado nesse mesmo renglón na Europa.[1]