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| Nacionalidade | Britânico |
| Anos de actividade | 1980-1992 e 1994-1995 |
| Equipa(s) | Lotus, Williams, Newman/Haas Racing, Ferrari e McLaren |
| Carreiras | 185 |
| Campeonatos mundiais | 1 (1992) |
| Vitórias | 31 |
| Podios | 59 |
| Pole positions | 32 |
| Voltas rápidas | 30 |
| Primeiro Grande Prêmio | Grande Prêmio da Áustria de 1980. |
| Primeira vitória | Grande Prêmio da Europa de 1985. |
| Última vitória | Grande Prêmio da Austrália de 1994. |
| Último Grande Prêmio | Grande Prêmio de Espanha de 1995. |
Nigel Mansell OBE (Upton-on-Severn, Worcestershire, Inglaterra, 8 de agosto de 1953 ) é um ex piloto de carreiras, campeão na temporada 1992 de Fórmula 1 e da CART IndyCar Séries em 1993.
De origem humilde, estudou engenharia no Matthew Boulton College em Hall Green, Birmingham. Trabalhou como engenheiro aeroespacial em Lucas Engineering dantes de abandonar sua profissão pelas carreiras de autos.
Depois de uma exitosa carreira em karting (sete vezes campeão de Midlands karting de 1969 a 1976, obteve também os títulos de karting galés de 1970 e 71, campeão do norte britânico do 73 e campeão nacional britânico do 74[1] ), Mansell decidiu começar a correr na Fórmula Ford contra o conselho de seu pai e contra a escassez de dinheiro que dispunha. Em 1976 ganhou 6 das 9 carreiras que participou, incluindo sua debut no circuito de Mallory Park. Em um momento teve que vender sua casa e carro para poder alugar um monoplaza para prosseguir com sua carreira.[2] Sofreu um gravísimo acidente em Brands Hatch onde se rompeu o pescoço, teve que ser hospitalizado e esteve cerca da cuadriplejia. Apesar disso (já tendo abandonado seu trabalho e estando completamente decidido a que dedicar-se-ia às carreiras de automóvel) Mansell se escapou do hospital e voltou a correr. Das 42 carreiras que participou em 1977 ganhou 33, para assim obter seu primeiro título.
Sua primeira temporada foi difícil porque tinha um auto pouco competitivo: usavam os motores Triumph Dolomite contra os poderosos Toyota de melhore-las escuadras. Ganhou uma pole position e obteve um segundo posto. Em sua segunda temporada ganhou em Silverstone e terminou oitavo no campeonato.[3] Protagonizou outro dramático acidente com Andrea de Cesaris do que teve sorte de escapar com vida. Acabou com uma vértebra aplastada e foi hospitalizado de novo.Os medicos pronosticaron que não volveria a correr jamais. Colin Chapman dono de Lotus , notou suas habilidades e depois de passar um teste com um de seus carros (no que Nigel pilotou com calmantes devido às dores do acidente), o fez piloto de provas da equipa.
Combinou durante estes anos as tentativas de conseguir um volante em Fórmula 3 com alguma participação com um Turismo BMW em algumas provas.
Começou a correr na escuderia Lotus no final da temporada de 1980. Durante sua primeira carreira o carro tinha um escape de combustível que se derramava por todas as costas de Mansell. Acabou com queimaduras, mas era tal seu desejo de correr que não se importou. Recordando o acontecimento, Nigel diria anos depois para seu livro "My autobiography": "assim é o glamour das carreiras de autos".
Seus primeiros pontos chegaram com seu primeiro podio finalizando terceiro no Grande Prêmio da Bélgica de 1981. Em seus primeiros anos caracterizaram-se por frequentes abandonos causados sobretudo pela falta de confiabilidad do veículo. Já desde 1982, apesar de ser nesse momento menos veloz que seu colega Elio de Angelis, quando Nigel assinou contrato com Chapman até 1984 se fez milionário.[4] A morte de Colin Champan (1982), quem cria ferventemente na capacidade de Nigel afectou-o em grau somo. A sua vez, o novo manager da escuderia Peter Warr, não sentia que fosse um bom piloto e conservava a Mansell na equipa sozinha pelo patrocinador do mesmo que era britânico (John Player Special). Quando Nigel deixou Lotus foi citado dizendo depreciativamente que "Mansell nunca ganhará um grande prêmio enquanto tenha um buraco em meu cu"[5]
Na temporada de 1984 já Nigel evidenciaba que estava para destacar na Fórmula 1. Liderou durante alguns giros o lluvioso Grande Prêmio de Mônaco de 1984 depois de adiantar a Prost, dantes de cometer um erro e chocar contra as barreiras de protecção em sua afán de ir desnecessariamente mais rápido, quando levava uma cómoda vantagem. Obteve sua primeira Pole Position em Dallas, liderando a metade da carreira e empurrando o carro na última volta, tinha-se rompido a caixa de mudanças, para chegar sexto dantes de cair desmaiado[6] (foi a carreira mais calurosa na história, pouco mais de 40º C, 104º F).
Tendo passado à escuderia Williams-Honda na temporada seguinte, foi em seu grande premeio número 72 que obteve sua primeira vitória no Grande Prêmio da Europa de 1985 e repetiu o acontecimento no Grande Prêmio em Kyalami, África do Sul, quinze dias mais tarde. Esse par de triunfos consecutivos consolidaram-no como piloto e lhe fizeram adquirir o estátus de estrela.
Ao ano seguinte Mansell madurou conductivamente. Chegou a ser subcampeón mundial em uma temporada na qual obteve cinco triunfos (Bélgica, Canadá, França, Grã-Bretanha e Portugal), protagonizou um dos finais mais apertados da história com Ayrton Senna no Grande Prêmio de Espanha de 1986 onde perdeu por sozinho 0,014 segundos, e pôde bater a Nelson Piquet em pontos, seu novo colega na escuderia Williams junto com o que protagonizariam uma das rivalidades mais importantes na história da categoria. Apesar de começar no ano como segundo piloto, tanto Mansell como Piquet dispunham do melhor veículo e sua intensa rivalidad os fez se tirar pontos entre si, o qual beneficiaria à longa a Prost, apesar de que o britânico chegaria em melhores condições à última carreira do ano. O reventón de uma roda trasera no Grande Prêmio da Austrália de 1986, a poucas voltas do final, em plena recta indo a mais de 300 km/h pôde-lhe arrebatar o título (teve que ingeniarse para frear magistralmente e se salvar de um perigoso acidente mas perdeu a oportunidade de ganhar o campeonato).
Em 1987 ganhou seis carreiras (foi o piloto mais vencedor), terminando em segundo lugar no campeonato. Desse ano recordam-se momentos épicos como em Silverstone lhe recuperando 30 segundos a Piquet nas últimas 30 voltas, rompendo o record da volta rápida em 15 ocasiões consecutivas e lhe arrebatando o primeiro posto ao brasileiro a falta de 2 voltas. Ficou finalmente sem combustível mal passada a linha de meta fruto do intenso ritmo que tinha plotado ao veículo. Foi uma actuação que provocou a invasão da pista por centos de fãs ingleses depois de finalizar a carreira. Mansell, quem previamente a este Grande Prêmio tinha sido qualificado por Piquet como "piloto de cazabombarderos mais que de F1",[7] foi levado em moto para o paddock e se deteve no ponto justo onde superou a Piquet para besar essa parte da pista.
Essa temporada foi o piloto mais veloz tanto em classificação (ganhou oito pole positions) como em carreira (liderou a maior quantidade de voltas) mas uma série de circunstâncias conspiraron contra suas possibilidades: as falhas mecânicas em várias carreiras em que era cómodo ponteiro (Mônaco -motor-, Alemanha -motor-, Hungria -erro do box que não ajustou uma porca de uma roda e perdeu a carreira a sete voltas do final-) somado a alguns erros de condução (no circuito de Spa-Francorchamps forçou desnecessariamente uma manobra para passar a Senna e ambos chocaram e abandonaram; em Monza quase vai-se afora por errar uma mudança e permitiu que Piquet o passe), pelo qual o brasileiro, que quase não cometeu erros nesse ano, aproveitou essas defecciones para liderar o campeonato. Um tremendo acidente em Suzuka, onde sofreu danos em seus cervicales e teve que ser internado, o deixou fora de luta pelo título (também não pôde se apresentar a correr o GP da Austrália).
Em 1988 Williams perdeu os motores Honda Turbo em benefício de McLaren, já que promediando a temporada anterior os nipones queriam um lugar para Satoru Nakajima, e Williams não podia despedir nem a Mansell nem a Piquet. Nessa temporada o inglês teve que lutar com um pouco competitivo Williams-Judd aspirado e abandonou praticamente todas as carreiras que participou (salvo dois muito boas actuações na Inglaterra e Espanha onde conseguiu ser segundo contra os imbatibles McLaren-Honda Turbo); decidiu mudar de escuderia a temporada seguinte quando se converteu no último piloto em ser eleito pessoalmente por Enzo Ferrari, quem ademais lhe obsequiou um Ferrari F40 de 1988 como "um presente para Mansell", honra aquele que o britânico descreveu como "um dos maiores de toda minha carreira".[8] Nessa temporada conseguiu duas vitórias, uma no Brasil em sua debut com o "Cavallino", e outra delas de maneira espectacular no Grande Prêmio de Hungria de 1989 onde remontou desde o 12º lugar da grelha e conseguiu adelantamientos quase impossíveis em um circuito sempre complicado recordando da carreira o mítico adelantamiento a Senna no que desde então se chamou as "Eses de Mansell"; quando Senna liderava essa carreira Mansell se lhe colou ao carro e no momento em que o brasileiro quis passar ao Onix rezagado que lhe predizia foi já tarde; Mansell tinha-lhes adiantado aos dois. Foi penalizado com uma data de suspensão por um toque contra Ayrton Senna imediatamente depois de ficar desclasificado do GP de Portugal por ter usado a marcha atrás em boxes (afirmou que o sol de frente não o tinha deixado ver a bandeira negra de publicação). Terminou em quarto lugar no campeonato.
Em 1990 teve em um ano complicado por seus múltiplos abandonos e pela convivência com Alain Prost de quem Nigel queixava-se porque este sempre conseguia um melhor e mais confiável auto. Éso foi uma luta política que Prost começou achando que Ferrari favorecia a Nigel pela quantidade de engenheiros ex-Williams que tinha na equipa, de modo que decidiu pedir insistentemente a "sua" gente de McLaren até conseguir o trato de favor da equipa. Por exemplo, no GP de Grã-Bretanha Mansell inquiriu aos mecânicos porqué o auto não tinha o mesmo agarre que na carreira anterior onde tinha conseguido a pole position, estes confessaram que Prost tinha visto que seu auto era superior pelo que tinha sido mudado, sem lhe consultar a Mansell.[9] De inícios de temporada, podemos fazer menção à vehemencia em como classificou no GP de San Marinho ou recordar a manobra antológica que realizou na última volta para passar a Gerhard Berger por afora na super rápida (e muito perigosa) curva Peraltada no Autódromo Irmãos Rodríguez de México[1], manobra que alguns qualificaram como "impossível" e outros como "demencial".
Tinha tomado a decisão de afastar das pistas depois de abandonar quando ia em ponta no Grande Prêmio da Inglaterra (decisão que revería depois de receber milhares de cartas de seus fanáticos[10] e até do conselho público de Senna para que considerasse as propostas de Williams -Renault,[11] escuderia à que voltaria). Não obstante, realizou um grande fechamento de ano com destacadas actuações nos Grandes Prêmios finais da temporada, conseguindo a vitória em Portugal (depois de um polémico encerro a Prost na largada), liderando o GP japonês até abandonar pelo rompimento da caixa e sendo protagonista de um final electrizante no Grande Prêmio da Austrália com Piquet (no Grand Prix número 500 da categoria), carreira na que acabou em segundo lugar. Terminou no quinto lugar do campeonato mundial.
Em 1991 repetiu o subcampeonato por terceira vez, lutando contra a pouca confiabilidade do Williams-Renault a começo de temporada (perdeu o Grande Prêmio do Canadá na última volta), contra o tremendo erro do box de sua equipa em Portugal (não ajustaram uma porca e perdeu a roda quando punteaba comodamente a concorrência) e contra Ayrton Senna que realizou uma temporada sem erros. De qualquer jeito foi para ele uma temporada brilhante ganhando três GP consecutivos (em Magny-Cours , França, superando a Prost por afora e se tomando revanche do ano anterior; adiante de seu público em Silverstone , Inglaterra; e em Hockenheimring, Alemanha, de ponta a ponta), obtendo seu primeiro e único triunfo em Monza , em uma de suas actuações mais estratégicas (deixando que seu colega Riccardo Patrese desgaste os pneus Senna, para depois o superar) que foi festejado até o delírio pelos tifosi italianos como se tivesse corrido para Ferrari,[12] e uma grande vitória no circuito de Cataluña que se estreava como circuito de F-1, na que deveria adiantar a Schumacher, Berger e Senna em grandes manobras. Recordar-se-á essa carreira por seu duelo milimétrico de roda a roda com Ayrton Senna na recta principal. O título definiu-se no Japão com uma saída de pista.
A revanche chegou em 1992 onde conseguiu se coroar finalmente campeão mundial no circuito de Hungaroring , Hungria, ganhando 9 carreiras nessa temporada (cinco delas de forma consecutiva ao início da temporada o qual era um record até que Michael Schumacher conseguisse 7 na Temporada 2002) e obtendo 14 pole positions (recorde ainda vigente, um dos poucos que não tem podido bater Michael Schumacher), ademais, foi o primeiro piloto que ganhou o campeonato superando a barreira dos 100 pontos. Dessa temporada, onde Mansell ganhava as carreiras quase sem oposição, (contou com o Williams-Renault FW14b, um dos monoplazas mais tecnológicos que se fabricaram) podemos destacar a vitória em Silverstone, de ponta a ponta, depois de ter obtido a pole position a mais de 2 segundos de diferença com Patrese (segundo) e a quase três de Senna, carreira que Mansell tem elegido entre suas favoritas em seu livro autobiográfico. Outra carreira memorable foi em Montecarlo, onde Mansell tinha liderado a vontade até que teve uma pinchadura lenta e teve que mudar pneus, circunstância que aproveitou Senna para liderar. Ainda a sabiendas de que em Mônaco em condições normais é muito difícil superar a outro veículo (e ainda mais a Senna), deu tudo de si para tentar passar ao brasileiro, brindando um espectáculo inolvidable, e terminando em segundo lugar a carreira em um final ajustado.
Anunciaria seu retiro da Fórmula Um no GP de Monza, por não aceitar a cifra de cinco milhões de dólares de Frank Williams para a temporada de 1993 (era a metade do que tinha percebido para 1992), dado que o construtor inglês lhe tinha expressado que Ayrton Senna se tinha oferecido a correr "grátis" e que devia "tomar ou deixar" sua proposta[13] (anos depois Williams manejar-se-ia de modo similar com Damon Hill). Outro dos motivos de seu abandono se fundava em que Nigel tinha decidido não correr mais com Alain Prost como parceiro de equipa após sua experiência em Ferrari. O francês tinha vetado o rendimento de Senna por um ano à escuderia britânica.
Em 1993 foi campeão da CART IndyCar Séries nos Estados Unidos em sua primeira temporada, sendo o primeiro novato que o conseguia. Tinha debutado exitosamente ganhado a pole position e a carreira no circuito de rua de Surfers Paradise, Austrália, ao comando de um Lola Ford T93 da equipa Newman/Haas Racing. Teve um forte acidente no circuito de Phoenix International Raceway, onde danificou suas costas e teve que ser internado. Terminou terceiro em sua primeira carreira nas 500 milhas de Indianápolis, depois de ter cometido um erro em um reinicio da concorrência que tinha liderado quase até o final (por sua falta de prática em comparação com o F-1 que na época que Mansell corria não tinha automóveis de segurança). Conseguiu um total de cinco vitórias essa temporada e bateu a outra glória do F-1, Emerson Fittipaldi que ficou segundo no campeonato. Com isto completou o maior lucro de sua carreira, obter um campeonato em Fórmula 1 e em IndyCar em anos consecutivos, tarefa que ninguém mais tem conseguido de maneira consecutiva e por este ordem.
Após uma breve volta em 1994 pilotando pára Williams, onde ganhou sua última carreira em Adelaida, Austrália, em 1995 passou à escuderia McLaren onde se retirou após só 2 concorrências, não sentindo a esse veículo como competitivo.
Mansell ganhou 31 carreiras de F-1, 32 Pole Positions e 30 Voltas Rápidas em Carreira em 187 participações, sendo o piloto britânico mais ganhador de todos os tempos e o quarto na história da categoria por trás de Schumacher, Prost e Senna.
Aguerrido, arriscado, agressivo e audaz para adiantar a um rival eram adjectivos que descreviam ao inglês ao que os italianos chamavam "Il Leone" (o leão). Algo desconfiado no paddok, e com certa dose de má sorte nas grandes definições, Mansell era uma verdadeira garantia de espectáculo para o espectador da Fórmula Um.
Foi situado entre os dez melhores pilotos de toda a história por Murray Walker, comentarista da categoria por 50 anos.[14]
Obteve a Ordem do Império Britânico (OBE). Ganhou o prêmio BBC Sports Personalidade do ano em 1986 e 1992. Ganhou o prêmio do Royal Automobile Clube e o prêmio ESPY por melhor piloto de 1993. Em mérito a seus lucros, no ano 2005 foi ingressado ao Salão Internacional da Fama dos Desportos Motorizados. O lugar "Hall of Fame" da página oficial da Fórmula um diz sobre Nigel: "um dos pilotos mais excitantes, com seu estilo de 'a todo ou nada' (31 vitórias e 32 choques). Sua torpe personalidade deu-lhe alguns inimigos, seus heroicas actuações milhões de fanáticos".[15]
Em 1998 participou de algumas concorrências do Turismo Inglês BTCC, conduzindo um pouco competitivo Ford Mondeo. Recorda-se como a melhor carreira de todos os tempos desta especialidad à concorrência de Donington Park[16] onde tinha largado no posto 19º e chegou a estar primeiro por vários giros, baixo uma forte chuva, para finalizar quinto. Mansell correu três carreiras baixo o número 55, em vermelho.
Em 2005 voltou a competir enrolándose no Campeonato GP Masters Séries, para ganhar em cita-a que se disputou em Kyalami adiante de Fittipaldi, Jones, Patrese e demais.
Em 2006 ganhou a seguinte carreira em Qatar disputada em Losail (depois de ontener a pole position), e em casa em Silverstone não pôde dar mais que uma sozinha volta por culpa de problemas mecânicos.
Em 2007 participou da segunda rodada do Campeonato GT da FIA, conduzindo uma Ferrari F430 GT2, para a Scuderia Eccosse.[17] Finalizou sétimo em sua classe e 21 na geral.
Em 2008 junto seu filho Leio, provaram um Lola-AER B06/10 no circuito de Estoril, para uma possível participação em Série Americana de Lhe Mans, que ao final não acontenció.
Em 2010 participou com sua própria equipa Bechdeean - Mansell no Campeonato Mundial das Lhe Mans Séries com seus dois filhos Leio e Greg e abandonou em 24 h de Lhe Mans aos 20 minutos de carreira devido a um pinchazo e posterior golpe contra as barreiras
| Ano | Escuderia | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | Posto | Pontos |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1980 | | ARG DNP | BRA DNP | RSA DNP | USW DNP | BEL DNP | MON DNP | FRA DNP | GBR DNP | ALE DNP | AUT Ret | HOL Ret | ITA DNQ | CAN DNP | USA DNP | NOC | 0 | |||
| 1981 | | USW Ret | BRA 11 | ARG Ret | SMR DNP | BEL 3 | MON Ret | ESP 6 | FRA 7 | GBR DNQ | ALE Ret | AUT Ret | HOL Ret | ITA Ret | CAN Ret | LVG 4 | 14º | 8 | ||
| 1982 | | RSA Ret | BRA 3 | USW 7 | SMR DNP | BEL Ret | MON 4 | USA Ret | CAN Ret | HOL DNP | GBR Ret | FRA DNP | ALE 9 | AUT Ret | SUI 8 | ITA 7 | LVG Ret | 14º | 7 | |
| 1983 | | BRA 12 | USW 12 | FRA Ret | SMR 12 | MON Ret | BEL Ret | USA 6 | CAN Ret | GBR 4 | GER Ret | AUT 5 | HOL Ret | ITA 8 | EUR 3 | RSA Ret | 13º | 10 | ||
| 1984 | | BRA Ret | RSA Ret | BEL Ret | SMR Ret | FRA 3 | MON Ret | CAN 6 | USA Ret | USA 6 | GBR Ret | ALE 4 | AUT Ret | HOL 3 | ITA Ret | EUR Ret | POR Ret. | 10º | 13 | |
| 1985 | | BRA Ret | POR 5. | SMR 5 | MON 7 | CAN 6 | USA Ret | FRA DNS | GBR Ret | ALE 6 | AUT Ret | HOL 6 | ITA 11 | BEL 2 | EUR 1 | RSA 1 | AUS Ret | 6º | 31 | |
| 1986 | | BRA Ret | ESP 2 | SMR Ret | MON 4 | BEL 1 | CAN 1 | USA 5 | FRA 1 | GBR 1 | ALE 3 | HUN 3 | AUT Ret | ITA 2 | POR 1. | MEX 5 | AUS Ret | 2º | 72 | |
| 1987 | | BRA 6 | SMR 1 | BEL Ret | MON Ret | USA 5 | FRA 1 | GBR 1 | ALE Ret | HUN 14 | AUT 1 | ITA 3 | POR Ret. | ESP 1 | MEX 1 | JPN DNS | AUS DNP | 2º | 61 | |
| 1988 | | BRA Ret | SMR Ret | MON Ret | MEX Ret | CAN Ret | USA Ret | FRA Ret | GBR 2 | ALE Ret | HUN Ret | BEL INJ | ITA INJ | POR Ret. | ESP 2 | JPN Ret | AUS Ret | 9º | 12 | |
| 1989 | | BRA 1 | SMR Ret | MON Ret | MEX Ret | USA Ret | CAN DSQ | FRA 2 | GBR 2 | ALE 3 | HUN 1 | BEL 3 | ITA Ret | POR DSQ. | ESP EX | JPN Ret | AUS Ret | 4º | 38 | |
| 1990 | | USA Ret | BRA 4 | SMR Ret | MON Ret | CAN 3 | MEX 2 | FRA 18 | GBR Ret | ALE Ret | HUN 17 | BEL Ret | ITA 4 | POR 1. | ESP 2 | JPN Ret | AUS 2 | 5º | 37 | |
| 1991 | | USA Ret | BRA Ret | SMR Ret | MON 2 | CAN 6 | MEX 2 | FRA 1 | GBR 1 | ALE 1 | HUN 2 | BEL Ret | ITA 1 | POR DSQ. | ESP 1 | JPN Ret | AUS 2 | 2º | 72 | |
| 1992 | | RSA 1 | MEX 1 | BRA 1 | ESP 1 | SMR 1 | MON 2 | CAN Ret | FRA 1 | GBR 1 | GER 1 | HUN 2 | BEL 2 | ITA Ret | POR 1. | JPN Ret | AUS Ret | 1º | 108 | |
| 1994 | | BRA DNP | PFC DNP | SMR DNP | MON DNP | ESP DNP | CAN DNP | FRA Ret | GBR DNP | GER DNP | HUN DNP | BEL DNP | ITA DNP | POR DNP. | EUR Ret | JPN 4 | AUS 1 | 9º | 13 | |
| 1995 | | BRA DNP | ARG DNP | SMR 10 | ESP Ret | MON DNP | CAN DNP | FRA DNP | GBR DNP | GER DNP | HUN DNP | BEL DNP | ITA DNP | POR DNP. | EUR DNP | PFC DNP | JPN DNP | AUS DNP | 29º | 0 |
| Predecessor: Ayrton Senna | Campeão da Fórmula 1 1992 | Sucessor: Alain Prost |
Pode destacar-se que foi o primeiro piloto que usou uma mudança semiautomática em uma Fórmula 1 (junto a Gerhard Berger), concretamente no Grande Prêmio do Brasil de 1989 (concorrência onde ademais teve que mudar o volante em boxes, e ainda assim ganhou a carreira) com o Ferrari 640, número 27.
Sempre recordar-se-lhe-á pela mítico "Rede 5" do morro de seu carro e por seu mostacho que não passava desapercibido.
Modelo:ORDENAR:Mansell, Nigel