Norman Smith foi um músico e produtor musical britânico nascido o 22 de fevereiro de 1923 . Depois de iniciar-se como músico no mundo do jazz, começou a trabalhar como aprendiz de engenheiro de som para a discográfica EMI, chegando a ser produtor e engenheiro de som nos míticos estudos de Abbey Road e a trabalhar com grupos como The Beatles ou Pink Floyd. Com The Beatles trabalhou como produtor e/ou engenheiro de som em todos os álbuns que o grupo de Liverpool gravou entre 1963 e 1965.
Em 1967 produziu The Piper at the Gates of Dawn, o primeiro trabalho de Pink Floyd, com os que também colaborou em seus trabalhos de 1968 (A Saucerful of Secrets) e 1969 (Ummagumma). Sua colaboração com Pink Floyd e The Beatles lhe grangeó fama por sua elaborada produção e foi elogiado pela crítica pela meticulosidad de suas últimas gravações.
Norman Smith introduziu aos Pink Floyd no mundo da música concreta ao mostrar naqueles dias de 1967 o potencial dos estudos da EMI em Abbey Road e a ele se devem grande parte dos sons extra-musicais que podem se ouvir ao longo de The Pipper at the Gates of Dawn.
Em 1968 foi o produtor de S.F. Sorrow dos The Pretty Things, considerado o primeiro álbum de rock conceptual. A princípios dos anos 70, baixo o pseudónimo de "Hurricane Smith," gravou alguns temas de sucesso, como "Dom't Let It Die" (1971) ou "Oh Babe What Would You Say". Em 2004 sacou um novo trabalho no que reinterpretó, junto a temas novos, seus sucessos dos anos 70.
Faleceu o 3 de março de 2008 .[1]