Os nucleótidos são moléculas orgânicas formadas pela união covalente de um monosacárido de cinco carbonos (pentosa), uma base nitrogenada e um grupo fosfato.
São os monómeros dos ácidos nucleicos (DNA e ARN) nos quais formam correntes lineares de milhares ou milhões de nucleótidos, mas também realizam funções importantes como moléculas livres (por exemplo, o ATP).
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A cada nucleótido é um montado de três componentes:
Os nucleótidos, por razão de que seus grupos de fosfato lhe conferem um enlace de alta energia, são fontes preferidas nas células para a transferência de energia. Os nucleótidos encontram-se em um estado estável quando possuem um sozinho grupo fosfato. A cada grupo de fosfato adicional que possua um nucleótido se encontra em um estado mais instável e o enlace do fosfato tende, quando se rompe por hidrólisis , a libertar a energia que o une ao nucleótido. As células possuem enzimas cuja função é precisamente hidrolizar nucleótidos para extrair o potencial energético armazenado em seus enlaces. Por tal razão um nucleótido de trifosfato é a fonte mais utilizada de energia na célula. Deles, o ATP (um nucleótido de adenina com três grupos de fosfato ricos em energia), é o eixo central nas reacções celulares para a transferência da energia demandada. O UTP (uracilo + três fosfatos) e GTP (guanina e três fosfatos) também comprazem as demandas de energia da célula em reacções com açúcares e mudanças de estruturas proteicas, respectivamente.
A posição dos átomos em um nucleótido especificam-se em relação aos átomos de carbono no açúcar de ribosa ou desoxirribosa.