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O profe é um filme mexicano filmada em 1970 e protagonizada por Mario Moreno Cantinflas e Marga López, é a história de um professor que chega a um povo onde existem os típicos problemas sociais do profundo México (E quiçá de toda Latinoamérica) e um cacique que explode ao povo.
Sócrates García (Cantinflas) é um professor de educação primária. Tem um método para ensinar que é uma mistura de comédia com o professor estrito típico desse tempo. Em um dia um aluno colou-lhe um boneco de papel nas costas. Nesse momento chega o director da escola e diz-lhe que enviá-lo-á em missão para administrar uma escola localizada no povo do Romeral (Localizado originalmente em, Tequisquiapan Queretaro) O director o atribuiu porque é o único professor que é soltero dessa escola. O aceita. O director nota o boneco de papel nas costas e diz-lhe que não tem o respeito de seus alunos. Sócrates responde-lhe que assim jogam o e os alunos e quando se vai o director o lhe cola o boneco nas costas. Quando chega à estação do comboio no próximo povo de San Bartolo ninguém o recebe por ordens do cacique do Romeral. No caminho ele se encontra a um arriero que se dirige ao povo em seu carreta e leva a Sócrates ao Romeral. Quando chega ao povo a gente o recebe muito feliz. Aí estão o cura da população, o presidente municipal e dom Margarito (Víctor Alcocer), o cacique do povo. O cura apresenta-o ante a gente importante, mas imediatamente deu-se conta que ia ter problemas com o cacique. Aí também estava doña Hortensia (Marga López) quem lhe pede que dirija umas palavras ao povo. Mas quando dava seu discurso se destruo o solo da tarima. Mais tarde doña Hortensia leva-o a sua casa para hospedá-lo. O pergunta-lhe onde esta sua escola para a conhecer. A escola estava em terríveis condições. Ao dia seguinte começam as classes. Uma senhora dá-lhe alguns ovos. Após isso, um senhor chega com um menino que se nega a ir à escola porque sua mamãe é uma floja. Inicia a classe e não se dá conta que um aluno pôs os ovos na cadeira. O senta-se sobre os ovos. A pergunta enojado quem foi e ninguém responde. Para descobrir ao culpado joga com os meninos a ver quem tem o cerillo mais longo. Disse-lhes que o que tivesse o mais longo, séria o culpado, mas não sabiam que não tinha cerillo longo, senão que era culpado o que lhe cortasse um trozo ao cerillo. Quando lhes pede que regressem o fósforo, Felipe, o menino mais travieso da classe lhe corto um pedaço ao cerillo e Sócrates o castiga o pondo a escrever 50 vezes "Por minha culpa o professor ficou sem blanquillos". Após esta situação, começa a padecer várias dificuldades ocasionadas pelo cacique do povoo Dom Margarito e sobrepostas pelo presidente municipal, até que ao final, a visita do governador do estado (Arturo de Córdova) ao povo, supõe uma salvação para Socrátes e ao povo em si, ao lhe dar a conhecer uns documentos originais que davam a descobrir as sujas manobras que fazia o cacique junto com o presidente municipal a costas dos camponeses.