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Orçamento

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Chama-se-lhe orçamento ao cálculo antecipado dos rendimentos e despesas de uma actividade económica (pessoal, familiar, um negócio, uma empresa, um escritório) durante um período, pelo geral em forma anual.[1] É um plano de acção dirigido a cumprir uma meta prevista, expressada em valores e termos financeiros que, deve se cumprir em determinado tempo e baixo certas condições previstas, este conceito se aplica à cada centro de responsabilidade da organização.

Elaborar um orçamento permite às empresas, os governos, as organizações privadas ou as famílias estabelecer prioridades e avaliar a consecución de seus objectivos. Para atingir estes fins, pode ser necessário incurrir em déficit (que as despesas superem aos rendimentos) ou, pelo contrário, pode ser possível poupar, em cujo caso o orçamento apresentará um superávit (os rendimentos superam às despesas).

No âmbito do comércio, orçamento é também um documento ou relatório que detalha o custo que terá um serviço em caso de se realizar. O que realiza o orçamento se deve ater a ele, e não pode o mudar se o cliente aceita o serviço.

O orçamento pode-se cobrar ou não, em caso de não ser aceite. O orçamento pode considerar-se uma parte do clássico ciclo administrativo que consiste em planear, actuar e controlar (ou, mais especificamente, como uma parte, de um sistema total de administração. [2]

Conteúdo

Funções dos orçamentos

Estas 3 funções são as mas importantes falando em terminos gerais


Os orçamentos són úteis na maior parte das organizações como: utilitaristas (companhias de negócios), não-utilitaristas (agências governamentais), grandes (multinacionais, conglomerados) e pequenas empresas.

Usos do orçamento

O orçamento é um instrumento importante como norma, utilizado como médio administrativo de determinação adequada de capital, custos e rendimentos necessários em uma organização, bem como a devida utilização dos recursos disponíveis conforme com as necessidades da cada uma das unidades e/ou departamentos. Este instrumento também serve de ajuda para a determinação de metas que sejam comparáveis através do tempo, coordenando assim as actividades dos departamentos à consecución destas, evitando custos desnecessários e má utilização de recursos. Do mesmo modo permite à administração conhecer o desenvolvimiento da empresa, por médio da comparação dos factos e cifras reais com os factos e cifras orçadas e/ou projectadas para poder tomar medidas que permitam corrigir ou melhorar a actuação organizacional e ajuda em grande parte para a tomada de decisões.

Um orçamento para qualquer pessoa, empresa ou governo, é um plano de acção de despesa para um período futuro, geralmente de um ano, a partir dos rendimentos disponíveis. Em um ano calendário para um governo denomina-se-lhe "ano fiscal".

O processo orçamental nas organizações

O processo orçamental tende a refletir de uma forma cuantitativa, através dos orçamentos, os objectivos fixados pela empresa em curto prazo, mediante o estabelecimento dos oportunos programas, sem perder a perspectiva do longo prazo, já que esta condicionará os planos que permitirão a consecución do fim último ao que vai orientado a gestão da empresa.

Classificação dos orçamentos

Os orçamentos podem classificar desde vários pontos de vista. A seguir expõe-se uma classificação de acordo com seus aspectos sobresalientes:

Segundo a flexibilidade

Algumas vezes denominado orçamento estático, consiste em um sozinho plano e não faz reservas para as mudanças que possam ocorrer durante o período para o qual se tem confeccionado. Baseia-se fundamentalmente em que as estimativas dos prognósticos são correctas. Por exemplo: Se o orçamento apresentado corresponde a um orçamento fixo. Nele se faz uma estimativa da produção trimestral e anual da fábrica de confecciones e, também, das vendas para esses períodos. Não se faz nenhuma previsão para considerar possível, mudanças nas cifras de produção ou nas estimativas de vendas como resultados de mudanças na situação económica do país, de aumento dos preços das matérias primas, etc. Isto é, considera que não produzir-se-á mudança algum. No caso de um país cuja economia não é estável, os orçamentos fixos não são os mais recomendáveis, a não ser que cubram um período de tempo relativamente curto. Outro exemplo: As tejedoras podem fazer um orçamento fixo para um trimestre, pois é bastante provável que durante esse período não suba o preço da lana.

No entanto, conquanto é verdadeiro que podemos ter alguma segurança quanto ao custo das chombas, a venda delas apresenta mais dificuldades. A demanda deste artigo é uma variável que as tejedoras não controlam e que pode sofrer mudanças bastante sérios. É provável que exista maior demanda durante os meses de outono e inverno que em primavera e verão. Ademais, está sujeita ao pender de compra que tenham as mulheres da população que, se há momentos difíceis, eliminarão ou postergarán sua aquisição. Portanto, estabelecer uma estimativa de 100 chombas vendidas a cada mês é arriscado, já que as razões que determinam esta demanda são mais difíceis de estimar e de prever.

Disto podemos sacar como conclusão que os orçamentos fixos são mais aptos para aquelas operações em que os rubros que intervêm não possuem muitas variações, como por exemplo, os custos de certas matérias primas cujos preços são fixos, os salários e salários que se supõe se mantêm constantes durante o tempo que dura o contrato colectivo. Também podem ser utilizados quando os prognósticos sobre o futuro da empresa são altamente confiáveis. Por exemplo, os colégios que têm uma matrícula mais ou menos fixa, os hospitais, cuja demanda está mais ou menos calculada. Mas não poderiam se utilizar, por exemplo, em um fundo agrícola, já que os prognósticos sobre os resultados da colheita não sempre são confiáveis. Estão sujeitos a muitas contingencias que fazem que o resultado seja às vezes impredecible.


São os que se elaboram para diferentes níveis de actividade e se podem adaptar às circunstâncias cambiantes do meio. São de grande aceitação no campo orçamental moderno. São dinâmicos adaptativos, mas complicados e caros. São os orçamentos que se elaboram para diferentes níveis de actividade e podem adaptar às circunstâncias que surjam em qualquer momento. Estes mostram os rendimentos, custos e despesas ajustadas ao tamanho de operações manufactureiras ou comerciais. Têm ampla aplicação no campo orçamental dos custos, despesas indirectos de fabricação, administrativos e vendas.

O orçamento flexível elabora-se para diferentes níveis de operação, brindando informação projectada para diferentes volumes das variáveis críticas, especialmente as que constituem uma restrição ou factor condicionante.

Sua característica é que evita a rigidez do orçamento mestre – estático – que supõe um nível fixo de trabalho, transformando em um instrumento dinâmico com vários níveis de operação para conhecer o impacto sobre os resultados pronosticados da cada faixa de actividade, como consequência das diferentes reacções dos custos em frente àqueles. Isto significa que se confecciona para um verdadeiro intervalo de volume compreendido entre um mínimo e outro mais elevado, dado pelo nível máximo de actividade da empresa

Segundo o período que cubram

e asi mesmo tomando em conta A determinação do lapso que abarcarão os orçamentos dependerá do tipo de operações que realize a Empresa, e da maior ou menor exactidão e detalhe que se deseje, já que a mais tempo corresponderá uma menor precisão e análise. Por conseguinte, podem ter orçamentos:

São os que se realizam para cobrir a planeación da organização no ciclo de operações de um ano. Este sistema adapta-se aos países com economias inflacionárias.

Este tipo de orçamentos correspondem aos planos de desenvolvimento que, geralmente, adoptam os estados e grandes empresas.

Segundo o campo de aplicabilidad na empresa

Orçamento de vendas

É a predição das vendas da empresa que têm como prioridade determinar o nível de vendas real projectado por uma empresa, este cálculo se realiza mediante os dados de demanda actual e futura.

Elaboraram-se técnicas especiais de investigação de mercado, que se chamam investigação de motivação, para medir a motivação do cliente. Este enfoque depende em grande parte das ciências do comportamento, particularmente da psicologia, sociologia e antropologia.

Muitas companhias requerem que suas vendedores preparem estimativas anuais de vendas dos produtos, já que conhecem melhor as condições locais e o potencial dos clientes.

Observações

A base sobre a qual descansa o orçamento de vendas e as demais partes do orçamento mestre, é o pronostico de vendas, se este prognóstico tem sido elaborado cuidadosamente e com exactidão, os passos seguintes no processo presupuestal seriam muitos mais confiáveis, por exemplo: O prognóstico de venda fornece as despesas para elaborar os orçamentos de:

O prognóstico de venda começa com a preparação dos estimados de venda, realizado pela cada um dos vendedores, logo estes estimados se remetem à cada gerente de unidade. A elaboração de um orçamento de venda inicia-se com um básico que tem linhas diversas de produtos para um mesmo rubro o qual se projecta como pronostico de vendas pela cada trimestre.

Orçamento de produção

São estimativas que se acham estreitamente relacionadas com o orçamento de venda e os níveis de inventario desejado. Em realidade o orçamento de produção é o orçamento de venda projectado e ajustados pela mudança no inventario, primeiro há que determinar se a empresa pode produzir as quantidades projectadas pelo orçamento de venda, com a finalidade de evitar um custo exagerado na mão de obra ocupada.

Processo

Orçamento de mão de obra (PMO)

É o diagnóstico requerido para contar com uma diversidade de factor humano capaz de satisfazer os requerimientos de produção planeada. A mão de obra indirecta inclui-se no orçamento de custo indirecto de fabricação, é fundamental que a pessoa encarregada do pessoal o distribua de acordo às diferentes etapas do processo de produção para permitir um uso de 100% da capacidade da cada trabalhador.

Componentes

Orçamento de despesa de fabricação

São estimados de maneira directa ou indirecta intervêm em toda a etapa do processo produção, são despesas que se devem carregar ao custo do produto. É importante considerar um orçamento de Despesas de Manutenção, o qual também impacta as despesas de fabricação.

Sustentação

Observações

Este orçamento deve coordenar com os orçamentos anteriores para evitar uma despesa desnecessária que depois não se possa reverter...

Orçamento de custo de produção

São estimados que de maneira específica intervêm em todo o processo de fabricação unitária de um produto, quer dizer que do total do orçamento do requerimiento de materiais se deve calcular a quantidade requerida por tipo de linha produzida a mesma que deve concordar com o orçamento de produção.

Características

Orçamento de requerimiento de materiais (PRM)

São cálculos de compra de materiais preparado baixo condições normais de produção, enquanto não se produza uma carência de materiais isto permite que a quantidade se possa fixar sobre um regular determinado para a cada tipo de produto bem como a quantidade orçada pela cada linha, deve responder aos requerimiento de produção, o departamento de compras deve preparar o programa que concorde com o orçamento de produção, se tiver necessidade de um maior requerimiento se tomasse a flexibilidade do primeiro orçamento para uma ampliação oportuna e assim cobrir os requerimiento de produção. É importante verificar as variações do mercado internacionais, para encontrar o melhor ponto de compra.

Orçamento de despesa de vendas (PGV)

É o Orçamento de maior cuidado em seu manejo pelas despesas que ocasiona e sua influência na despesa Financeira. Considera-se-lhe como estimados projectados que se origina durante todo o processo de comercialização para assegurar a colocação e aquisição do mesmo nos mercados de consumo.

Características

Desventajas

Orçamento de despesas administrativos (PGA)

Considerando como a parte medular de todo o orçamento porque se destina a maior parte do mesmo; são estimados que cobrem a necessidade imediata de contar com todo o tipo de pessoal para suas diferentes unidades, procurando lhe dar operatividad ao sistema. Deve ser o mais austero possível sem que isso implique um atraso no manejo dos planos e programas da empresa.

Características

Orçamento financeiro

Consiste em fixar os estimados de investimento de venda, rendimentos vários para elaborar ao final um fluxo de caixa que meça o estado económico e real da empresa. Compreende:

Leste inclui o cálculo de p, também conhecido como erogaciones de capitais.

Orçamento de tesorería

Formula-se com a estimativa prevista de fundos disponíveis em caixa, bancos e valores de fácil realização. Também se denomina orçamento de caixa ou de efectivo porque consolida as diversas transacções relacionadas com a entrada de fundos monetários (vendas ao contado, recuperações de carteira, rendimentos financeiros, etc.) ou com saída de fundos líquidos ocasionados pela congelación de dívidas ou amortizações de créditos ou provedores ou pagamento de nomina, impostos ou dividendos. Se fórmula em dois períodos curtos: meses ou trimestres.

Orçamento de erogaciones capitalizables

Controla os diferentes investimentos em activos fixos como são as aquisições de terrenos, construções ou ampliações de edifícios e compra de maquinarias e equipas, serve para avaliar alternativas possíveis de investimento e conhecer o monto de fundos requeridos e sua disponibilidade no tempo.

Orçamento público

Artigo principal: Orçamento público

São aqueles que elaboram os governos, estados, empresas descentralizadas, etc., para controlar as finanças de suas diferentes dependências. Nestes se quantificam os recursos que requer a operação normal, o investimento e o serviço da dívida pública dos organismos e as entidades oficiais.

Rendimentos públicos e sua classificação

Os recursos (rendimentos) públicos são as diversas formas de agrupar, ordenar e apresentar os recursos (rendimentos) públicos, com a finalidade de realizar análise e projecções de tipo económico e financeiro que se requer em um período determinado. Sua classificação depende do tipo de análise ou estudo que se deseje realizar; no entanto, geralmente utilizam-se três classificações que são:

Segundo seu periodicidad

Esta agrupa aos rendimentos segundo a frequência com que o fisco os percebe. Classificam-se em ordinários e extraordinários, sendo os ordinários, aqueles que se arrecadam em forma periódica e permanente, provenientes de fontes tradicionais, constituídas pelos tributos, as taxas e outros meios periódicos de financiamento do Estado. Os rendimentos, extraordinários por exclusão, seriam os que não cumprem com estes requisitos.

Segundo o Artigo 14 de Lei Orgânica de Regime Orçamental Venezuelano: "São extraordinários os rendimentos fiscais não recorrentes, tais como os provenientes de operações de crédito público, de Leis que originem rendimentos de carácter eventual ou cuja vigência não exceda de três anos e da venda de activos propriedade do Estado".

Não obstante, para efeitos da classificação orçamental, devem considerar-se também como rendimentos extraordinários a existência do Tesouro não comprometidas ao trinta e um de dezembro do exercício fiscal anterior ao vigente, utilizadas de acordo ao artigo 17 da mesma Lei que ao efeito estabelece: "Quando for indispensável para cumprir com o disposto no artigo 3º da presente Lei, no orçamento de rendimentos poder-se-á incluir até a metade das existências do Tesouro não comprometidas e estimadas para o trinta e um de dezembro do ano de apresentação do Projecto de Orçamento". "Esta fonte de financiamento terá carácter de rendimento extraordinário".

Económica

Segundo esta classificação os rendimentos públicos classificam-se em correntes, recursos de capital e fontes financeiras. Os rendimentos correntes são aqueles que procedem de rendimentos tributários, não tributários e de transferências recebidas para financiar despesas correntes. Os recursos de capital são os que se originam pela venda de bens de uso, muebles e inmuebles, indemnização por perdas ou danos à propriedade, cobranças de empréstimos outorgados, diminuição de existências, etc.

As fontes financeiras geram-se pela diminuição de activos financeiros (uso de disponibilidades, venda de bonos e acções, recuperação de empréstimos, etc.) e o incremento de pasivos (obtenção de empréstimos, incremento de contas por pagar, etc.)

Por Sectores de Origem

Esta classificação fundamenta-se em um dos aspectos que caracterizam a estrutura económica de Venezuela, onde uma elevada proporção de produtos se realizam em actividades petroleras e de ferro, o qual implica que a maioria dos rendimentos surgem das operações executadas no exterior. Dita classificação apresenta o seguinte:

Dos egresos públicos (despesas públicas) e sua classificação

Estes constituem as diversas formas de apresentar os egresos públicos previstos no orçamento, com a finalidade dos analisar, proporcionando ademais informação para o estudo geral da economia e da política económica que tem previsto aplicar o Governo Nacional para um período determinado. A seguir apresentam-se as diferentes formas de classificar o egreso (despesa) público previsto no orçamento:

Classificação institucional

Através dela se ordenam as despesas públicas das instituições ou dependências às quais se atribuem os créditos orçamentas, em um período determinado, para o cumprimento de seus objectivos.

Classificação por natureza de despesa

Permite identificar os bens e serviços que se adquirem com as atribuições previstas no orçamento e o destino das transferências, mediante uma ordem sistémica e homogéneo destes e das transferências, mediante uma ordem sistémica e homogéneo destes e das variações de activos e pasivos que o sector público aplica no desenvolvimento de seu processo produtivo.

Classificação económica

Ordena as despesas públicas de acordo com a estrutura básica do sistema de contas nacionais para acoplar os resultados das transacções públicas com o sistema, ademais permite analisar os efeitos da actividade pública sobre a economia nacional.

Descrição dos principais rubros da classificação económica:

Classificação sectorial

Esta apresenta a despesa pública desagregado em função dos sectores económicos e sociais, onde o mesmo tem seu efeito. Persegue facilitar a coordenação entre os planos de desenvolvimento e o orçamento governamental.

Classificação por programas

Esta apresenta a despesa pública desagregado em função dos sectores económicos e sociais, onde o mesmo tem seu efeito. Persegue facilitar a coordenação entre os planos de desenvolvimento e o orçamento governamental.

Classificação regional

Permite ordenar a despesa segundo o destino regional que se lhe dá. Reflete o sentido e alcance das acções que realiza o sector público, no âmbito regional.

Orçamento por desempenho

Inclui informação sobre desempenho na presupuestación para reorientar o processo de orçamento federal de seu enfoque nos insumos para um que, também, inclua a produção obtida pelo uso de tais insumos.

Classificação mista

São combinações das despesas públicas, que se elaboram com fins de análise e tomada de decisões. Esta classificação permite mostrar uma série de aspectos de grande interesse, que possibilitam o estudo sistémico da despesa pública e a determinação da Política Orçamental para um período dado. As seguintes são as classificações mistas mais usadas:

Privados

São os orçamentos que utilizam as empresas particulares como instrumento de sua administração
Contêm os mesmos elementos económicos e financeiros em termos gerais de orçamentos do sector publico com algumas variantes na concepção de partidas ou contas de atribuição orçamental.

Outras classificações dos orçamentos

Base Zero

Artigo principal: Orço base zero

É aquele que se realiza sem tomar em consideração as experiências tidas. Este orçamento é útil ante a desmedida e contínua elevação dos preços, exigências de actualização, de mudança, e aumento contínuo dos custos em todos os níveis, basicamente. Resulta ser muito caro e com informação extemporánea. Na concepção de alguns autores, o processo de análise da cada partida orçamental, começando com o nível actual da cada uma delas, para depois justificar os desembolsos adicionais que possam requerer os programas no próximo exercício, é típico de uma administração pública e não deve ser o procedimento para decidir na esfera privada. Para isso, impulsionaram o PBC (orço base zero) como técnica que sustenta o princípio de que para o próximo período o custo da cada partida é zero. Enquanto um enfoque dá por válido o executado anteriormente, outro afirma que nada existe e tudo deve se justificar a partir de zero, analisando a relação custo – beneficio da cada actividade. O primeiro dos sistemas (método incremental) modifica as partidas do período anterior, enquanto o segundo transfere à cada período a responsabilidade de sua justificativa aos titulares da cada área. O aparecimento do PBC constituiu uma reacção ao procedimento do sector público – fundamentalmente cuantitativo e quase nada cualitativo – que não só não contribui a uma análise crítica da cada partida, senão que por uma espécie de inércia, geralmente fomenta um aumento nas erogaciones.

Sua instrumentação ou aplicação compreende várias etapas, sendo a mais relevante a de análise das unidades ou pacotes de decisão, já que desta dependem a maior parte dos resultados para melhorar seu efectividad. O PBC resulta muito pouco operativo porque exige que a cada gerente comece todos os anos de zero, como se sua actividade nunca tivesse existido e descubra uma nova forma de trabalho e que ademais a avalie relacionando seu custo com o benefício. Em um autêntico orçamento, as partidas do exercício anterior sempre se encontram sujeitas a modificações ou a sua eliminação, e devem ser cuidadosamente analisadas e avaliadas em ordem a seus destinos. No entanto, deve-se destacar que o orçamento comum não implica que as erogaciones anteriores simplesmente são ratificadas e com frequência incrementadas. Pelo contrário, exige concorrência para a revisão periódica de todo o actuado e a avaliação da gestão e das actividades da cada responsável para a definição das partidas que o compõem.

O PBC consiste em um processo mediante o qual a administração, ao executar o orçamento anual, toma a decisão de atribuir os recursos destinados a áreas indirectas da empresa, de tal maneira que na cada uma dessas actividades indirectas se demonstre que o benefício gerado é maior que o custo incurrido.

Não importa que a actividade se esteja a desenvolver desde muito tempo atrás, se não justifica seu benefício, deve se eliminar; isto é, parte do princípio de que toda a actividade deve estar sujeita à análise custo – beneficio. Esta técnica não se aplica a nenhum elemento do custo como matéria prima, mão de obra ou despesas indirectos de fabricação. É de aplicação imediata, sobretudo naquelas empresas onde a proporção de custos indirectos ao produto é maior que a de custos directos, com respeito ao total de custos.

Sintomas para justificar seu emprego
Sintomas administrativos
Sintomas financeiros
Metodología para aplicar PBC

De trabalho

É o orçamento comum utilizado por qualquer empresa ou o coaching; seu desenvolvimento ocorre normalmente nas seguintes etapas puras:

  1. Previsão
  2. Planeación
  3. Formulación
    1. Orçamentos parciais: Elaboram-se em forma analítica, mostrando as operações estimadas pela cada departamento da empresa; com base neles, se desenvolvem os:
    2. Orçamentos prévios: São os que constituem a fase anterior à elaboração definitiva, sujeitos a estudos e a:
  4. Aprovação: A formulación prévia está sujeita a estudo, o qual geralmente dá lugar a ajustes de quem afinan os orçamentos anteriores, para dar lugar a o:
  5. Orçamento definitivo

É aquele que finalmente se vai exercer, coordenar, e controlar no período ao qual se refira.

Referências

  1. [1]
  2. [www.gestiopolis.com]

Enlaces externos

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