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Os Fabulosos Cadillacs

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Os Fabulosos Cadillacs o 2008 (de izq. a der.): Daniel Lozano, Sergio Rotman, Gabriel Fernández e Flavio Cianciarulo.
Informação pessoal
Nascimento19 de janeiro de 1985.
OrigemBandera de Argentina Argentina, Buenos Aires
Informação artística
Género(s)Ska
Reggae
Rock em espanhol
Murga
Molho
Cumbia
Período de actividade1985 - 2002 / 2006 / 2008 - presente
Discográfica(s)Interdisc
Sony Music
Columbia Records
Ariola
Artistas relacionadosVicentico
Andrés Calamaro
Charly García
Orquestra Jabalí
Site
Sitio siteOs Fabulosos Cadillacs
Membros
Gabriel Fernández (Vicentico)
Flavio Cianciarulo (Sr. Flavio)
Sergio Rotman (Rockman)
Daniel Lozano (Professor)
Fernando (Nando) Ricciardi
Mario Siperman (Spiker)
Gustavo Liamgot

Os Fabulosos Cadillacs é uma banda argentina de rock proveniente de Buenos Aires. Fundada em 1985, é considerada uma das mais influentes e exitosas da Argentina e de Latinoamérica .

4 de seus álbuns têm sido incluídos na lista dos 250 álbuns mais influentes do rock iberoamericano: A marcha do golazo solitário, Rei açúcar, Fabulosos Calavera e Copos vazios.[1] [2] Também seu álbum O leão está na posição número 21 do ranking Os 100 melhores discos do rock nacional da revista Rolling Stone argentina.[3]


Em 1994 o videoclip da canção recebeu o primeiro premeio Video da gente pela corrente MTV Latinoamérica e no ano 2000 recebeu este prêmio o video da canção "A vida" por MTV Latinoamérica sul. Ademais este tema tem saído duas vezes na primeira posição dos rankings feitos por MTV Latinoamérica, o primeiro na celebração dos 10 anos da corrente e depois na celebração dos 15 e conseguiu o segundo posto no ranking dos 100 videos mais MTV. No ano 2008 receberam o Prêmio Lenda da corrente MTV Latinoamérica.[4] Actualmente encontram-se terminando seu gira mundial de promoção do disco A luz do ritmo, telefonema Satánico Pop Tour, e em poucas semanas lançarão seu novo disco A arte da elegancia dos Fabulosos Cadillacs.

Conteúdo

História

Os Fabulosos Cadillacs começaram no ano 1985, quando se juntaram Mario Siperman, Anibal Rigozzi, Gabriel Fernández e Flavio Cianciarulo. Nenhum deles sabia de música, mas formaram um agrupamento só pelo gosto de tocar sendo uma banda underground. Depois de um tempo foram ingressando novos integrantes até chegar a ser oito. Sua primeira apresentação oficial com o nome actual foi em um colégio da cidade de Buenos Aires, com uma apresentação que não foi muito aceitada pelo público.[5]

Nos inícios da banda, tocavam em bares e pubs, sendo fundada por: Gabriel Fernández (Vicentico), líder e voz principal do grupo, Flavio Cianciarulo (Sr. Flavio), bajista e segunda voz, Sergei Itzcowick, na trombeta, Sergio Rotman, saxofonista, Luciano Giugno (Luciano Jr.), percusionista, Mario Siperman (Spiker), nos teclados, Anibal "Vaino" Rigozzi, na guitarra, Fernando Ricciardi, batería, Naco Goldfinger (Ignacio Pardo), no saxo, e Rovert Calcaño, toca cholgas. Apesar que após o tempo a banda foi rotacionando de músicos, as vozes principais (Vicentico e Sr. Flavio) nunca têm mudado.

Origem do nome

Por um pequeno tempo o grupo chamou-se Cadillacs 57, em honra ao modelo de auto do bajista do grupo, Sr. Flavio, inclusive atingiram a fazer algumas actuações. Mas em uma apresentação em um bar o animador ao chamar ao palco apresentou-os como Os Fabulosos Cadillacs, ficando definitivamente com aquele nome.[6]

Um "Cadillac 57".

As críticas, a inexperiência e o debut

Em 1986 editaram seu primeiro álbum Bares e fondas, o qual em realidade se ia chamar "Noites cálidas em bares e fondas" mas decidiram abreviarlo combinando com o nome actual. Com este disco conseguiram dar-se a conhecer ante o público, sendo maioritariamente eliminados e odiados pela imprensa, mas ao mesmo tempo ganhando, ainda que de forma menor, um público fiel.

O disco foi gravado no estudo Moebius baixo o selo discográfico de Interdisc. A imprensa criticava aos Cadillacs principalmente pela inexperiência e pouco profesionalidad de seus músicos e ademais pelo conteúdo das letras, já que canções como "Eu quero me morrer cá", nessa época, era uma letra muito má.

“Neste país tem-se um conceito totalmente equivocado do que é uma boa e uma má letra. A pauta é que a gente acha que Atrito é um grupo intelectual ou que Baglietto é um bom compositor. Não é assim. As letras dos Twist são mil vezes melhores que a de Fito Páez, por exemplo. São mais inteligentes e descrevem a realidade muito melhor. Acho que nós, pelo menos, não escrevemos estupidezes, que não dizemos que está tudo bem, que não somos nem Palito Ortega nem Soda Stereo”. (Vicentico)

Ainda que o disco em seu momento não foi tão aceitado, por ser uma banda nova e desconhecida, com o tempo têm saído diferentes singles, que agora são clássicos dos Cadillacs. Como por exemplo a segunda canção do LP, a polémica "Eu quero me morrer cá", também "Silêncio de hospital" e a última canção, a dedicatoria de Vicentico para sua falecida irmã Tamara, "Basta de me chamar assim".[7]

Este disco para L.F.C. foi um passo para dar-se a conhecer somente, pela razão de que após o tempo eles reconheceram das críticas da imprensa de que não sabiam tocar e que eram inexpertos.

“Éramos bastante idiotas, uns imbecis, realmente retardados. Não sabíamos tocar. Mas tinha algumas canções rescatables, como "Basta de me chamar assim"”. (Vicentico)[8]

Graças a este disco, fizeram várias apresentações no Teatro Astros com muito sucesso.

Reconhecimento e sucesso

Seu segundo disco foi chamado "Eu te avisei!!" e a diferença do disco anterior, este Long Play tem diferentes estilos aparte do ska, experimentando com o reggae e o dub. O nome do disco explica-se porque eles sabiam que ia ser um sucesso e ia ser um grande tapaboca para muitos que os criticaram com o primeiro disco.

Este disco foi bem mais preparado que o anterior, contou com a presença de Andrés Calamaro, quem pouco tempo atrás tinha deixado de ser parte dos avôs da nada. Era um disco de alguma forma "já provado" pela razão de que muitos dos temas incluídos já tinham sido tocados pela banda em recitais ao vivo. Também mudaram de casa discográfica, a Sony Music e também nos mesmos integrantes do grupo tinha mais segurança e tranquilidade para o lançamento do disco.

A mudança de opinião da gente para eles foi rotundo, desde a imprensa até a gente comum e corrente admiravam a mudança que tiveram em tão pouco tempo, e causou muita satisfação à banda, já que venderam mais de 250.000 cópias e conseguiram se fazer populares e fazer sua primeira gira o levando a países limítrofes como Chile e Peru. Também atingiram duplo disco de platino e a apresentação no Estádio Fazes Sanitárias no ano 1988. Ademais neste disco integro-se o novo trompetista Daniel Lozano quem desde esse momento converteu-se no definitivo.

Singles do álbum Eu te avisei!!:

O ritmo mundial e a crise Argentina

No ano 1988 lançam seu terceiro disco: "O ritmo mundial", gravado nos Estudos Panda, contém como claramente seu nome diz muitos estilos, ritmos e géneros musicais. Neste álbum Os Fabulosos Cadillacs ampliam seu espectro musical para géneros mais comerciais para a época, sem perder a sobriedad na composição.

O disco abarca géneros como o já clássico ska, alguma que outra balada como: "Sempre me falaste dela", um tema que ficou fora do disco anterior, e "Número 2 em tua lista", também toma o rock no cover da banda The Clash em "Revolution rock".

Ademais, neste vinilo inclui-se "Copos vazios", com a "rainha do molho", a cubana Celia Cruz quem chegou à Argentina na segunda-feira 5 de setembro do ano 1988 para gravar esta canção com os Cadillacs. Ademais, este tema dá-lhe o nome a um disco copilatorio. Com este disco conseguiram vender 30.000 unidades, e baixaram consideravelmente a mais de 100 shows ao ano a tão só 40, todo ésto graças à iminente crise Argentina.[9]

Apesar desta crise Os Fabulosos Cadillacs apresentaram-se no Estádio Fazes Sanitárias com grande sucesso, apresentando seu novo disco, e um progresso do próximo, depois da apresentação cessaram de tantas actuações e se abocaron ao novo disco, compondo e gravando, afectando assim sua explosiva carreira em ascensão que levavam até esse momento. Com o disco conseguiram viajar a Centroamérica com grande sucesso e vários shows.

O satánico Dr. Cadillac e o decrecimiento

Em 1989 começa um período de baixa criatividade, agravado pela crise económica que atravessava a Argentina. A nação sofria um período de crise económica pela hiperinflación da moeda. A crise refletiu-se nas vendas e na qualidade de produção do que seria o quarto LP da banda. Destacam-se quatro canções, "O satánico Dr. Cadillac" "Contrabando de amor" "O som jovem da América" e o cover à banda The Specials em (Rudy), Uma mensagem para vos. No entanto, ao invés do que devesse ter passado, a primeira canção é um clássico da banda e uma das favoritas dos fãs, apesar disto, o agrupamento pensa que é o pior disco que têm sacado, pela má qualidade de letras e de música. A canção homónima está dedicada ao manager dos Cadillacs até o momento anterior da gravação deste disco, Alejandro Taranto.

“Nosso manager daquele momento dizia, após nosso segundo disco que tinha colado muito ‘Che, parece que não está a funcionar, não soa o telefone como dantes, rapazs’. E nós pensando ‘que fazemos...?’, com uma preocupação para valer pelo que dizia um salame que não tinha ideia de nada. Aí nota-se que críamos tudo, ainda que também não éramos nenes que dizíamos ‘ah, bom, façamos um disco’. Era ‘andá à concha de tua mãe’ mas ficar-te pensando. Ter jogado a esse manager, foi nossa primeira decisão de ser profissionais”. (Vicentico)[10]

A chegada aos Estados Unidos

Em 1990 edita-se Volume 5, um disco rescatable e ao mesmo tempo fresco para o que era a exigência musical desse então. Dito disco foi o que lhes outorgou aos Cadillacs o acesso à expansão de sua música aos Estados Unidos, mediante um contrato assinado com o produtor internacional Tommy Cookman.[11] Como seu nome diz é o quinto álbum da banda argentina, mas não só se deve tomar de forma literal, o que queriam conseguir com o nome deste LP, era dizer que já levavam cinco discos, e que este em particular tinha que reivindicar aos Cadillacs depois do falhanço anterior.[12]

Extraem-se diferentes singles, mas a banda esperava mais, porque para eles foi um bom disco, bem preparado e boas letras, mas a casa discográfica daquele momento não impulsionou as canções que elestivessem gostado, apesar de de isto se resgatam: "Os esquecidos", também "Rádio Kriminal, um reggae que roza o punk, "Cavalo de madeira", a canção dedicada a Luciano Giugno, que tinha deixado a banda para se lançar como solista, o que os Cadillacs sentiram como uma grande perda e teve muita tristeza na banda, também a canção "Tanto como um deus" foi dedicada para ele.

“O que eu penso deste disco é que apontamos ao mais alto e nos saiu algo muito grosso. Quiçá dantes não apontávamos ao dez, senão ao oito. Sabíamos que tinha coisas que podiam estar muito melhor. Em mudança com este disco apontamos a que todo fosse redondo. O pensamento tem que ser ‘quero ser o mais alto de tudo’. Ou nem sequer como pensamento, porque o fizemos sem o pensar. Mais bem foi como atitude.”. (Vicentico)[12]

Sopa de Caracol

Corria 1991, em um ano não do todo satisfatório em vários sentidos. Evidentemente a banda passava por um período de déficit criativo e isto se evidência na placa do ano em questão: Sopa de caracol. O qual contém só tem um tema novo, que ademais em um cover da banda hondureña Banda Branca, chamado "Sopa de Caracol" ao igual que o disco. Tem uma nova versão de "O génio do Dub", um megamix titulado "Megamix LFC", e um remix de "Demasiada Pressão".

A fins do ano 1991, a banda sofre mudanças em sua integração. Naco Goldfinger sai de banda ao igual que Luciano Jr. quem já se tinha lançado a solista, ingressando dois novos membros: estamos a falar de Fernando Albareda e Gerardo Rotblat.

O leão

Em agosto do 1992, sai à venda o sétimo disco titulado O leão. Este LP, que combina todos os géneros praticados pelos Cadillacs, é um álbum essencial tanto na história da banda como na história do rock argentino chegando a estar na no top 30 do disco mais importantes do rock argentino segundo a revista Roling Stone.[3] Contém ritmo muito caribeños e bailables como por exemplo: o molho, o calipso, reggae e também o infaltable ska. Segundo Vicentico, o vocalista do grupo, é o melhor disco que têm lançado.[13]

A edição em vinilo deste álbum foram ao redor de 500 cópias, inclusive se rumorea que foram menos. A razão do sucedido, é que na esta edição só se encontram 12 temas dos 15 que traz o CD, por motivos de espaço, e ademais o mercado argentino e latinoamericano se viu revolucionado pela chegada do novo tipo de distribuição da música, o CD.

Ainda que não ofereceu o sucesso esperado em vendas, O leão é uma mostra contundente da criatividade da banda. Extraem-se 8 grandes canções e clássicos da banda como: "Carnaval toda a vida", "Manuel Santillán, o leão" (que lhe dá o nome ao disco), "Gitana", o reggae clássico de Rotman "Seguindo a lua", "O cruzeiro do amor", "Arde Buenos Aires", "Desaparecimentos (cover de Rubén Blades)", "Galo Vermelho" (dedicada a Ernesto "Che" Guevara) e "O ferrão".

Matador e a consagración

1993 é o ano de seu oitavo disco Copos vazios, que se trata de uma compilação de 17 temas. 15 são versões antigas e reinterpretaciones de singles passados, mais 2 temas inéditos: Matador e V Centenário. A primeira a de maior sucesso comercial e a mais reconhecida canção em toda a história da banda, tanto pelo tema em si, como pelo videoclip. Ganhando variados prêmios, incluindo ser eleita pela corrente MTV como o "Melhor videoclip latino do ano" em 1994 , a oportunidade de gravar o primeiro MTV Unplugged de MTV Latinoamérica e variados prêmio ao longo de sua história incluindo o presente. A canção trata sobre uma pessoa que luta por um mundo melhor, mais justo e democrático, mas que é perseguido pela justiça. A letra da canção ajusta-se ao cantautor chileno Víctor Jara, que ademais é nomeado no tema. A segunda é uma letra um tanto irónica. Fala sobre a "celebração" dos 500 anos dos povos latinoamericanos para a conquista espanhola.[14]

“V Centenário está dedicado aos 500 anos da conquista da América, mas negando-a. É algo que de alguma maneira já passou, mas a nós nos segue colando. E o louco é que a gente não se faz cargo dessas coisas. Cá vieram, mataram a todo mundo -segue sucedendo de outras maneiras- e a gente celebrou como se fosse uma festa. Quisemos fixar nossa posição”.[14]

Venderam mais de 300.000 cópias desta placa e conseguiram a consagración no âmbito da Argentina, América Latina e o mundo. Gravando seu primeiro disco ao vivo titulado Ao vivo em Buenos Aires enchendo várias vezes o estádio Fazes Sanitárias da cidade capital da Argentina.[14]

Matador no ano 2003 foi interpretado por Ricky Martin na segunda edição dos Prêmios MTV pela celebração dos 10 anos da corrente.

Esta canção também tem deixado um selo nos campos do futebol argentino, sua melodia se escuta precisamente nas tribunas, sendo a claque do Clube Atlético San Lorenzo de Almagro a pioneira disto, não é um dado menor que o clube azulgrana tenha como um de seus apodos "Matador" (apodo obtido na década do '70) e que Gabriel Fernández (Vicentico) tanto como Sergio Rotman sejam fãs deste quadro.

A canção "Matador" também se lhe atribui a jogador chileno Marcelo Salgas. Se lhe apodó desta forma em seu primeiro clube, Universidade de Chile, o qual se manteve durante a época em que jogou na equipa argentina River Plate, em onde a claque lhe cantava esta canção.

Mau bicho

No ano 1995 a banda argentina lança um novo disco titulado "Rei açúcar", com a produção de Tina Weymouth e Chris Frantz (Talking Heads). Os Cadillacs afirmam que esta época foi a "primavera da banda". No disco pode-se apreciar uma maduración musical notável, e ademais deixa-se em claro as posturas políticas da banda.[15]

Singles do álbum Mau Bicho:


Depois de Rei Açúcar e com uma incipiente fama nos Estados Unidos, 1996 vê-os gravando um cover de Charlie dom't surf de The Clash, para um disco homenagem a dita banda, e também lançando um single gravado a mão com uma banda de ska norte-americano telefonema Fishbone; o single foi What's new pussycat?, afamada canção do galés Tom Jones.

O resto do ano, os Fabulosos deram recitais ao longo de seu país e por Latinoamérica, e giras pelo velho continente (algo não muito comum em bandas provenientes da Argentina ), em onde chegaram a compartilhar palco com os reis do punk: The Sex Pistols, e com bandas de renome como Cypress Hill, ou Rede Hot Chilli Peppers, em um festival chamado "Saint Gallen, ao ar livre" onde os fabulosos cadillacs fecharam o evento, e diz Gabriel Fernández Vicentico que eles não tinham porque fechar o evento por que eram menos populares que os demais.

É importante aclarar que em meados do '96, novamente se produzem mudanças na banda: o guitarrista e fundador Aníbal "Vaino" Rigozzi abandona a banda e toma o comando como produtor da mesma. Em seu lugar entra o guitarrista Ariel Sanzo Ariel Minimal, que influiria no som do próximo disco.

Fabulosos calavera

Já no 1997, os Cadillacs preparam e editam o disco Fabulosos calavera mais jazzero, mais tanguero e com toques de hardcore. Um grande disco experimental. Além dos singles há outros que se destacam, como Surfer calavera, Howen e a cautivante A.D.R.B (em procura eterna).

O disco brindou-lhes numerosas satisfações, entre as que se destaca ter ganhado o primeiro Grammy a uma banda em toda Latinoamérica, no ano 1998.

Ao mesmo tempo faziam uma nova compilação de sucessos, simplesmente titulada 20 grandes sucessos, que contém versões inéditas de canções; Mau bicho (com participação de Babasónicos ) e uma canção que não chegou a sair no disco O ritmo mundial... telefonema Igual a quem.

Singles:

A marcha do golazo solitário e a polémica

Já em 1999 os Fabulosos Cadillacs, lançam o que seria seu último trabalho em estudo: A marcha do golazo solitário, um grande disco plagado de canções boas, e que possivelmente nos faça ver a uns Cadillacs que voltam às bases de seu sucesso mas sem se conformar com isto seguem seu caminho de experimentación:

Os singles da Marcha do golazo solitário:

Subsiguieron as apresentações ao vivo do disco, em uma Argentina atormentada pela má administração económica desse então.

Olá e Chau

Em setembro do ano 2000 os Cadillacs festejam seus 15 anos de banda, realizando uma pequena agenda de concertos onde os países incluídos só são Argentina e Chile.

Na Argentina foi uma série de três concerto no Estádio Fazes Sanitárias na capital, nos dias 1, 2 e 29 de setembro. Em Chile, foi só uma apresentação, no dia 7 de outubro em Santiago no Teatro Monumental, onde fazem quase todos seus concertos quando vão àquele país, com cheio total, fazendo um concerto ante mais de 8.000 pessoas.[16] Dos shows em Buenos Aires é o CD e DVD titulado "Olá/Chau".[17] O DVD foi lançado recém o 18 de abril do 2006, que inclui a gravação da apresentação na segunda noite na cidade de Buenos Aires. A produtora encarregada de gravar o concerto foi Quatro Cabeças e lançado baixo o selo discográfico de Sony-BMG .

Louco, medo Louco

No 2001, os Cadillacs decidem realizar uma série de 6 apresentações, nos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de agosto no Teatro Astral da cidade de Buenos Aires baixo o nome de "Louco, medo Louco".

Nesta apresentação incluíram-se variados covers de diferentes bandas. Partiram o concerto com "Sujo e desprolijo", canção de seu compatriota Pappo, passando por "Seus olhos fecharam-se" (tango de Carlos Gardel) e "O cantor" de Héctor Lavoe a qual popularizó na Argentina Andrés Calamaro. O teatro no que tocam tem uma capacidade muito limitada, só para 1000 pessoas, pelo que eles mesmos disseram que ia ser um concerto muito pessoal e íntimo, e que isso dar-lhe-á um muito bom ambiente.[18]


Neste concerto os Cadillacs não estavam completos. Contemplou-se a instabilidade da banda nesse momento, com a saída de Daniel Lozano, o trompetista, quem ingressou à banda no ano 1985 depois da saída de Sergei Itzcowick, e depois com a saída de Mario Siperman, o tecladista, e fundador da banda.[19]

A separação

No ano 2002 os rumores da separação dos Cadillacs incrementaram-se de grande maneira. Primeiro com a iminente emigración de Sr. Flavio a Monterrey , México e com a preparação de discos solistas de alguns de seus integrantes.[20]

Os Fabulosos Cadillacs encontravam-se sem contrato com nenhuma disquera, não tinham material novo, e ademais teve um avarie na banda pela saída de duas de seus integrantes. Em uma entrevista com uma página de fanáticos, ao perguntar-lhe sem não tinha ofertas de companhias para gravar um novo disco, Vicentico afirmou:

“-Ofertas não teve? (entrevistador)


-Se, alguma teve. Mas, a verdade, também não temos muito que oferecer... Digamos...eu sê que se pensa que às companhias não lhe interessam nem Os Pericos nem Os Cadillacs. Eu acho que depende do que queira, ofereça ou peça o grupo. A nós, o único que pode chegar a apremiarnos é o dinheiro. A cada um tem sensações diferentes. Flavio sempre diz "sigamos gravando", em qualquer situação. Eu também... Fernando por aí não tem vontades. Quando todos estejamos em sintonía, vamos voltar a gravar”. (Vicentico, 15/08/01)[21]

Projectos paralelos e último concerto

No ano 2002, o cantor da banda, Vicentico, apresenta seu primeiro trabalho solista titulado simplesmente como: Vicentico, com respetable sucesso. Uma mistura de diferentes ritmos e que faz lembrar muito aos Cadillacs. Ao todo o cantor em solitário lança 5 discos, dos quais 3 são discos de estudos, um ao vivo desde a Lua Park e uma recopilación. Sr. Flavio cria a banda "Flavio e a Mandinga" lança 6 discos e também se dedicou a escrever livros.[22] Ariel Minimal, cria Peixe lançando 18 disco em general, Sergio Rotman com Cienfuegos e continuando em Mimi Maura junto a Fernando Ricciardi, Gerardo Rotblat. Fernando Albareda, em 1999 , juntos a outros velhos Cadillacs de instrumentos de ventos criam "A Cornetita". Também entre o 1999 e 2000, Mario Siperman e Daniel Lozano fazem um soundtrack de um filme chamado "Tesouro meu", conseguindo uma moderada fama underground.[23] Gerardo Rotblat, participou em vários projectos, inclusive nos Autênticos Decadentes, para depois, no 2005 formar sua própria banda, a Orquestra Jabalí, sacando um disco nesse mesmo ano titula como "Salta e voa".[24]

Último concerto

O 14 de maio no Acapulco Fest 2002 realizou-se a última apresentação dos Fabulosos Cadillacs. No palco notou-se o cansaço e desgano dos integrantes da banda, não deixando contentes a seus seguidores. Depois deste concerto os Cadillacs nunca mais realizaram um concerto, o que foi tomado como a dissolução da banda, ainda que eles afirmaram de que nunca separar-se-iam, só tomariam rumos diferentes, e que os Cadillacs jamais deixarão de existir.[25]

Calamaro querido! e rumores de reunião

Em maio do 2006, a banda reúne-se para gravar A parte de adiante, um cover homenagem no disco Calamaro querido! Cantando ao salmón, dedicado ao cantautor e ex produtor dos Fabulosos Cadillacs, Andrés Calamaro. Isto faz supor a muitos fãs de uma futura reunião da banda. No disco a banda interpretam a primeira canção "A parte de adiante". Convertendo-se em um single imediato, lamentavelmente nesta apresentação não esteve presente Ariel Minimal. Vicentico, por sua vez interpreta "Para não esquecer", canção número 6 do disco número 2.

Akustic-Loko de Fabulosos Amigos

O 17 de julho do 2007, enquanto continua com seu projecto solista The Flavio Mandinga Project, Flavio Cianciarulo conduz na rádio chamada "Rádio Atomika" de San Martín, o programa "Sonidero FM". O programa radial realiza-se nos dias terças-feiras às 21:00 horas. Anuncia-se o "Akustic-Loko de Fabulosos Amigos", uma junta dos Cadillacs na rádio onde Sr. Flavio compartilhará com cinco dos antigos integrantes da banda à qual pertencia. Assistem: Vicentico, Sergio Rotman, Fernando Ricciardi, Luciano Jr. e Hugo Lobo como convidado especial. Tocam 17 temas em versão acústica conseguindo uma grande popularidade e sintonía a rádio naquele momento. Na emissão o anfitrião perguntou: Quando voltam os Cadillacs?, ao que Gabriel só respondeu: Que boa pergunta!. Com isto os fãs asseguravam a volta dos Cadillacs e a diferença de Soda Stereo, não se desmentiu uma volta, só o deixaram em dúvida. Sergio Rotman disse:

“Isto é para a história do rock: Os Cadillacs voltaram em uma rádio de bairro. Esta é a mística do rock: com os Cadillacs sempre foi assim, nunca planeamos as coisas, Por que?, porque a diferença de Soda Stereo, Os Cadillacs não têm que comprovar nada”.[26]

Morte de Gerardo "Toto" Rotblat

O percusionista durante 11 anos dos Fabulosos Cadillacs, Gerardo Rotblat faleceu o 29 de março do 2008, aos 38 anos, vítima de um edema pulmonar.[27]

Depois da separação de L.F.C. "Toto" foi convidado a tocar em diferentes bandas, entre elas Os Autênticos Decadentes, Todos teus mortos, Dar-me-ás mil filhos, etc. para depois criar sua própria banda, a Orquestra Jabalí, com a qual no 2004 lançou um disco "Salta e voa". Depois da notícia da morte do percusionista desse-se a saber ao público, os artistas elegeram seu MySpace para despedir-se com frases como:

“Sempre te estranho tanto, tanto, aveces te recordo e rio, éso é o bom....às vezes choro muito....quase sempre....”. (Sr. Flavio)[28]

Os restos do músico foram sepultados no panteón da Sociedade Argentina de Autores e Compositores no Cemitério de Chacarita, em Buenos Aires, Argentina.[29] Após a morte do músico e amigo da banda, pensou-se que um possível reencuentro seria ainda mais difícil, mas o grupo musical, actualmente em todos seus concertos lhe rende homenagem a Toto. E em seu último disco "A luz do ritmo" publicado no 2008 dedica-se-lhe uma canção chamada "Nós egoístas", canção que foi escrita por Flavio Cianciarulo.

Actualidade

Eu te avisei!!

Ainda que oficialmente os Cadillacs nunca se separaram,[30] depois de 6 anos, Os Fabulosos Cadillacs confirmaram oficialmente sua reunião.[31]

Arquivo:LFCEscenarioDF.jpg
Palco dos Cadillacs na apresentação no D.F. em México.

Esta volta aos palcos foi publicitada com a frase "Eu te avisei!!", fazendo referência a esse disco. Para este regresso, a banda lançou um novo disco titulado "A luz do ritmo" que consta de 13 temas: 5 são canções inéditas, 6 são novas versões de canções antigas e duas são covers. Dele se desprendeu o primeiro singelo: "Pai Nosso", que tem uma versão de cumbia villera com um músico convidado, Pablo Lescano, de Damas Grátis,[32] logo o singelo homónimo do disco, "A luz do ritmo" saiu ao ar e mais tarde a canção "O fim do amor". Em uma entrevista com MTV Latino, os Cadillacs adiantaram que o novo disco chamar-se-á "O ritmo da luz", mas semanas dantes de seu lançamento o disco foi denominado "A arte da elegancia dos Fabulosos Cadillacs".[33] [34] A arte da elegancia dos Fabulosos Cadillacs, tem 13 canções ao igual que seu antecessor, fazendo uma espécie de segunda parte. A tampa do álbum é obra de Marta Minujín, uma artista plástica originaria da Argentina. Mario Siperman, tecladista do grupo, adiantou que o disco não terá nenhum cover, mas sim versões novas de canções antigas, por exemplo: Copos vazios versão dúo Vicentico com Mimi Maura, Destino de paria, Gitana e Seguindo a lua. Junto com esta volta ao palco, se remasterizaron todos os discos, mantendo todo original a excepção da portada, que agora vem com uma borda negra, ao médio a carátula original, e na parte de acima da imagem diz "Remasterizado 2008"

Arquivo:ZapatillasLFC2.jpg
Fanático com sapatilhas dos Fabulosos Cadillacs.

O regresso do os Cadillacs, foi impulsionada por uma forte propaganda por diferentes meios, televisão,[35] cartazes nas ruas, produtos (como sapatilhas), e a mais forte por internet, criando páginas oficiais em MySpace , Last.fm, Facebook, Flickr, YouTube, Fotolog, Tublip e sendo apoiado por grandres empresas como: Sony Ericsson e Pessoal.[36]




Satánico Pop Tour

Artigo principal: Satánico Pop Tour

Os Fabulosos Cadillacs começaram gira-a mundial em México , depois de 6 anos de inactividade, no dia 5 de novembro do 2008 dando um concerto gratuito ante mais de 10.000 pessoas, marcando assim o início ao "Satánico Pop Tour 08/09".[37] Percorrendo cinco cidades de México, nos dias 5, 6, 8, 12 e 14[38] a banda conseguiu reunir mais de 200.000 pessoas. Depois, o 29 de novembro chegaram a Peru , apresentando na cidade de Lima no Estádio Nacional. As entradas naquele país estiveram à venda desde o 1 de outubro,[39] chegando a convocar a 35.000 pessoas.[40] Em seu regresso a sua terra natal, Córdoba foi a primeira cidade em ser visitada. As entradas puseram-se à venda no dia 26 de julho, no dia 6 de dezembro chegaram mais de 20.000 pessoas ao estádio Chateau.[41] A próxima parada foi a cidade de Buenos Aires, onde fizeram dois shows nos dias 12 e 13 de dezembro. Na primeira apresentação reuniram a mais de 60.000 fanáticos[42] e na segunda noite chegaram mais de 66.000 mil pessoas,[43] marcando assim o fim do "Satánico Pop Tour 08".

Entrada para entrar ao concerto em Medellín, Colômbia.

A segunda etapa de gira-a, começou no dia 28 de janeiro do 2009 na cidade de Mar da Prata na Argentina, no Polideportivo daquela cidade, onde chegaram 8.000 fãs e onde tocaram mais de 30 canções. A penúltima data na Argentina foi o dia 20 de fevereiro em Mendoza , onde 10.000 fanáticos desfrutaram a LFC no estádio Andrés Oficinas. Continuaram o 27 de fevereiro em Medellín , Colômbia, sem um cheio total mas com grande sucesso,[44] para seguir em terras cafeteras mas desta vez em Bogotá no dia 28 de fevereiro, causando furor com um grande espectáculo.[45] Estes dois últimos concertos em realidade estavam programados para os dias 19 e 22 de novembro respectivamente, mas por más condições climáticas foram reprogramadas nas datas assinaladas.[46] No dia 14 de março, apresentaram-se em Rosario, exactamente no Hipódromo daquela cidade, convocando mais de 12.000 pessoas aquela noite, tocando 30 temas entre clássicos e novas canções e cantando com Mimi Maura e Pablo Lescano. No dia 3 de abril apresentaram-se no Congress Theater, Chicago, com um grande sucesso e boas críticas de parte da imprensa estadounidense.[47] [48] Seguindo em terras norte-americanas continuaram por Nova York no dia 5 de abril, o 8 tiveram sua actuação em Miami , para finalizar em Los Angeles no Gibson Amphitheatre o 10 no mesmo mês. No dia 14 de abril a banda bonaerense voltou a terras aztecas para tocar no Palácio dos Desportos na capital do país. Foram ao redor de 21.000 pessoas e criaram grande efervescencia tanto no público mais adulto como nos jovens.[49] Passaram por Monterrey , com uma actuação na "Areia Monterrey" com um público espectador a mais de 9.000 e cantando todos seus clássicos.[50]

O concerto do 19 de abril foi um concerto especial, pela razão de que era a benefício para a cidade argentina de Tartagal por um alud de lodo causado pelo desborde de um rio ocorrido naquela localidade. Organizado pela Lotería da Província, apresentaram-se na cidade da Prata com um marco de gente de 2.000 pessoas. As entradas trocavam-se com a colaboração de seis platos de vajillas novos para apoiar aos danificados.[51]

Palco onde se apresentaram Os Fabulosos Cadillacs em La Paz, Bolívia.

Os Fabulosos Cadillacs tiveram duas apresentações em Bolívia : o 30 de abril na cidade de Santa Cruz, estádio Tahuichi Aguilera, com um concerto a mais de duas horas de duração, encheram o estádio com uma afluencia de público de ao redor de 20.000 pessoas.[52] O acidentando concerto em La Paz, capital boliviana, teve vários inconvenientes, sendo o principal, os rumores de suspensão do evento por culpa da chamada gripe humana ou porcina, mas ao final, o concerto realizou-se com total normalidade no estádio Marechal Braun.

Pelo brote de Gripe A (H1N1), em México, os três concertos que se tinham programados para os dias 15 em Povoa , 17 no Distrito Federal (Vive Latino) e 19 de maio em Guadalajara , foram pospostos por ser um dos países mais afectados pela influenza, reprogramados para fins de junho, excepto pára Guadalajara, onde se concretara no dia 30 de maio à 21:00 horas.

Em paralelo, gira-a continua, apresentando-se o 23 de maio em Porto Rico no Coliseo José Miguel Agrelot da cidade de San Juan.[53] O 26 de maio apresentaram-se em Costa Rica, no Estádio Saprissa de sua capital, San José. O concerto teve ao redor de uma hora de atraso, mas o público ainda que ao princípio molesto, ao ingressar a banda a gente perdoou-o e começou o concerto como sempre: com a canção principal de James Bond. O recital durou ao redor de 3 horas finalizando às 12:15 da noite.[54] Em Povoa , México, se concretó o recital no dia 26 de junho, em Auditório Século XXI.[55] O 28 de junho, a banda argentina por fim se reencontró com o Vive Latino, que se realiza no D.F. de México, causando grande furor no público e sendo o concerto mais esperado de toda a noite. Apresentaram-se no "Palco verde" na segunda noite de concertos.[56] [57] O 30 de junho apresentaram-se no Auditório Telmex em Zapopan , Jalisco, o concerto foi um grande sucesso começando às 21:10 e terminando após as 23:00.[58] O 25 e 26 de Agosto apresentam-se no mítico estádio Lua Park. O última recital do Satánico Pop Tour em Buenos Aires em um recital solidario que se deu no Clube Cidade de Buenos Aires ante 20.000 pessoas. Desse recital também participaram Não te vai gostar e Os Pericos. Gira-a fechou-se em Santiago de Chile, apresentando-se ante mais de 60.000 pessoas. O grupo ia apresentar-se na última noite do Festival de Vinha do Mar 2010 em Chile no sábado 27 de fevereiro, mas a jornada foi cancelada devido ao terramoto ocorrido no país nesse mesmo dia sábado às 3:34 da madrugada. Finalmente puderam concretar o recital esperado por milhares de fãs o 8 de maio do mesmo ano.

O 29 de abril, pela primeira vez na história Cadillac, apresentaram-se na Inglaterra no salão de concertos "Troxy" e o 1 de maio em Espanha no Festival VIÑAROCK 2010 sendo as duas um rotundo sucesso.

Prêmios Gardel

Os Fabulosos Cadillacs são nominados a cinco Prêmios Gardel. As categorias são: "Melhor álbum grupo de rock" por "A luz do ritmo", "Melhor videoclip" por "Pai nosso", "Melhor colecção de catálogo", pela remasterización de todos seus discos no ano 2008, "Canção do ano", igualmente por Pai Nosso e "Álbum do ano" também por "A luz do ritmo".[59] A banda não ganhou nenhum prêmio dos nominados, mas recebeu o prêmio "Personalidade do ano", prêmio anteriormente ganhado por Diego Torres, León Gieco, Gustavo Santaolalla, Andrés Calamaro e Soda Stereo.[60]

Discografía

Artigo principal: Discografía dos Fabulosos Cadillacs


Ano Disco Selo Discográfico Tipo de gravação
1986 Bares e fondas Interdisc Estudo
1987 Eu te avisei!! Columbia Estudo
1988 O ritmo mundial Columbia Estudo
1989 O satánico Dr. Cadillac Sony Music Estudo
1990 Volume 5 Sony Music Estudo
1991 Sopa de Caracol Sony Music Recopilación (1 tema novo)
1992 O leão Columbia Estudo
1993 Copos vazios Epic Recopilación (2 temas novos)
1994 Ao vivo em Buenos Aires - Ao vivo
1995 Rei açúcar Sony Music Estudo
1997 Fabulosos Calavera Sony Music Estudo
1998 20 Grandes Sucessos Sony Music Recopilación
1999 A Marcha do Golazo Solitário Sony Music Estudo
2001 Olá Sony Music Ao vivo
2001 Chau Sony Music Ao vivo
2008 A luz do ritmo Sony Music Estudo
2009 A arte da elegancia Sony Music Estudo

Videoclips

Ano Video Director Enlace
1987 Minha noiva caiu-se a um poço cego enlace
1988 Revolution Rock enlace
1988 Conversa nocturna enlace
1990 Demasiada pressão enlace
1991 Sopa de caracol enlace
1992 Manuel Santillán, o leão enlace
1992 Gitana enlace
1992 Desaparecimentos enlace
1993 Matador Pucho Mentasti enlace
1995 Mau Bicho Pucho Mentasti enlace
1995 Strawberry fields forever enlace
1996 As veias abertas da América Latina enlace
1996 What's new pussycat? (com Fishbone) Rich Wafer enlace
1997 O morto enlace
1997 Sábato enlace
1997 Calaveras e Diablitos enlace
1999 A vida enlace
1999 Os condenaditos enlace
2000 Vos sabés Javier Nir e Pablo Fisherman enlace
2000 C.J. José Luis García enlace
2000 Piraña, todos os argentinos somos D.T. enlace
2008 Pai nosso Luis Santos enlace
2008 A luz do ritmo Luis Santos enlace
2009 Contrabando de amor G. Fernández Capello (Vicentico) enlace

Recopilaciones

Ano Disco Selo Discográfico
- O legado dos Fabulosos Cadillacs 1 e 2 -
2000 Os Fabulosos Cadillacs:Fazes cimeiras Columbia

Tributos

Ano Disco
2008 Chill N´ Matador
2001 Fogón - Fabulosas Canções
2008 Todos queremos tocar o céu
2009 Vos sabés... como te esperava Vol. 1

DVD e VHS

Especiais e/ou inéditos

Nota: Estes discos não se puseram à venda em massa, ou não se puesieron à venda.

Referências

  1. J. L. Mercado. «Os 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano» (em espanhol). Revista AlBorde. Consultado o 27 de março de 2009.
  2. J. L. Mercado. «Os 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano» (em espanhol). Revista AlBorde. Consultado o 27 de março de 2009.
  3. a b «Os 100 melhores discos do rock nacional» (em espanhol). Revista Rolling Stone Argentina. Consultado o 27 de março de 2009.
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  7. «Ver video de "Basta de chamar-me assim" onde Vicentico afirma a dedicatoria a sua irmã» (em espanhol). Consultado o 28 de março de 2009.
  8. Erro em cita-a: O elemento <ref> não é válido; pois não há uma referência com texto chamada discobaresfondas
  9. Vito Rivelli. «O ritmo sem fronteiras» (em espanhol). LFC Rarezas. Consultado o 28 de março de 2009.
  10. Vito Rivelli. «O satánico Dr. Taranto» (em espanhol). LFC Rarezas. Consultado o 28 de março de 2009.
  11. Vito Rivelli. «Armando as valijas» (em espanhol). LFC Rarezas. Consultado o 28 de março de 2009.
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Enlaces externos

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