Visita Encydia-Wikilingue.com

Oscar Raúl Cardoso

oscar raúl cardoso - Wikilingue - Encydia

Oscar Raúl Cardoso
Em uma mobilização de jornalistas ante o Ministério de Trabalho durante a ditadura.[1]
Em uma mobilização de jornalistas ante o Ministério de Trabalho durante a ditadura.[1]
Nome real Oscar Raúl Cardoso
Nascimento 1948
Buenos Aires, Bandera de Argentina Argentina
Morte 1 de julho de 2009 , 61 anos
Buenos Aires, Bandera de Argentina Argentina
Casal Alicia O Bianco, "A China"
Filho/s 3
Sitio site blog pessoal

Oscar Raúl Cardoso (Buenos Aires, 1948 - Buenos Aires, 1 de julho de 2009 ) foi um jornalista argentino especializado em política internacional, em cujo rubro tinha sido elegido por seus colegas como o melhor.

Caiu em sua casa, com a companhia de Alicia O Bianco, "a China", jornalista como ele e sua colega na vida desde a mais de três décadas. "Morte súbita", disseram os médicos. Seu velatorio concitó a presença de um importante número de colegas e leitores.[2]

Tinha definido seu trabalho do seguinte modo:

Os jornalistas sempre somos funcionais ao sistema porque, no melhor dos casos, resolvemos em forma simbólica o que teria que resolver nas ruas”.[3]

Conteúdo

Trajectória

Estudou Filosofia e Letras, na Universidade de Buenos Aires.

Foi docente de cursos especiais tanto na câmara empresária ADEPA como no sindicato UTPBA.

Integrou a Associação Jornalistas desde sua fundação.

Trabalhou 31 anos em Clarín, e sua última nota de opinião foi sobre o Golpe de Estado em Honduras de 2009[4]

O do sábado 27 de junho seria o último panorama internacional com sua assinatura. Levava em seu título uma sorte de advertência, alumiada por exemplos históricos: "Irão: entre olhar para outro lado ou voltar a equivocar-se".[5]


Gráfica

Seu primeiro trabalho foi no diário O Sol, de Quilmes . Também escreveu em

Rádio

Em FM Rock & Pop, compartilhou a primicia do relatório de Inteligência da SIDE a respeito do empresário Alfredo Yabrán, suspeitado do crime contra o fotoperiodista José Luis Cabeças.

De Rádio Província, de Buenos Aires, renunciou quando seu programa foi incluído em um pedido de relatórios debito ao cachet que cobrava do governo provincial.

Em Rádio Nacional, depois de uma entrevista a Raúl Alfonsín, o ex presidente disse-lhe ao ar que não queria deixar passar a oportunidade de lhe dizer quanto lhe admirava e respeitava seus conhecimentos de política internacional.

TV

Coberturas

Como corresponsal itinerante de Clarín cobriu, entre outros acontecimentos:

Livros

Prêmios

Despedidas

Gordo, onde andás? Temos o diário ainda aberto esperando tua coluna. É talvez outro de teus truques para atrasar o fechamento, simulando que entregás a nota? Não funciona o telex? O fax? Caiu-se o sistema informático? Os mensageiros não deram com tua casa? Talvez, se já não llegás, estranharei (estranharemos) teu talento, nossas discussões, o humor compartilhado, teu feroz ironía... temos sido amigos por trinta anos, Oscar, e nunca me imaginei escrever estas linhas de despedida. Pelas dúvidas, ficarei esperando (te). Porque não acho que para valer te tenhas ido”.
Ricardo Kirschbaum[6]
Dançamos os três juntos em um salão com poucas luzes do Hotel Meliá. Era uma madrugada de faz muito tempo em Madri. Tínhamos recebido um prêmio pelo livro de Malvinas, esse que fraguó para sempre nossa amizade irrompible. Choramos de riso também quando lemos um disparate bem espanhol em uma reportagem que te tinham feito no diário Povo. Seguimos-nos rindo. Contaste-me no dia que se perderam com o Colorado no "scalectrix" de Madri. Vimos-te uma manhã abarrotado de vajilla do room service na habitação do hotel. Como gostavas. Lembrança quando baixaste de meu auto e detiveste um táxi para que pudéssemos sair das ruas laberínticas de Roma, onde nos tínhamos perdido. De todo isso nos rimos sempre. Muito. Os três. Prometo-te que nos vamos seguir rindo com Ricardo”.
Eduardo vão der Kooy[7]
Era um homem culto, um fino analista da política internacional, que começou a entender durante sua infância em Washington como filho de um diplomata. Estudou filosofia e seu maior prazer era a leitura. Mas ao mesmo tempo tinha um entrañable sentido popular. Morreu tão de repente que não chegou a saber que se ia no mesmo dia que Perón. Tivesse gostado. Cardoso nunca teve jactancia (da empresa para a que escrevia). Mas durante três décadas trabalhou em Clarín sem pôr-se nunca outra t-shirt que a de Boca Juniors, com a que pediu ser velado e cremado. Assim esencializado, suas cinzas serão espalhadas sobre a grama da Bombonera”.
Horacio Verbitsky[8]

Veja-se também

Referências

  1. Foto do livro "Sete anos de luta contra a ditadura", de Alfredo Carazo e Rodolfo Audi, editado por Novo Horizonte. Cardoso, obeso e com barba, em Diagonal Sur. A sua esquerda, o gordo Gramuglia, escondido atrás, o 'Pato' Fernando Galmarini.
  2. Morreu o jornalista Oscar Raúl Cardoso
  3. Em nota da gremialista Lidia Fagale
  4. Morreu Oscar Raúl Cardoso
  5. Nota em Clarín
  6. [em Hora de fechamento]
  7. [naquele dance em Madri]
  8. Chau, Gordo; em Página/12

Modelo:ORDENAR:Cardoso, Oscar Raul

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Artes_Visuais_Cl%C3%A1sicas_b9bf.html"
Your Ad Here