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Partido Revolucionário Institucional

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Partido Revolucionário Institucional
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Presidente/aBeatriz Paredes Rangel
Fundação4 de março de 1929 por Plutarco Elías Ruas (Partido Nacional Revolucionário)
30 de março de 1938 por Lázaro Cárdenas do Rio (Partido da Revolução Mexicana)
18 de janeiro de 1946 por Manuel Ávila Camacho (Partido Revolucionário Institucional)
SedeAv. Insurgentes Norte #59
Col. Buenavista
Delegação Cuauhtémoc
Cidade de México, Distrito Federal Edifício sede do CEN do PRI
Ideologia políticaCentro[1] [2] [3]
Nacionalismo Democrático[4]
Social liberalismo[5] [6]
Afiliación internacionalInternacional Socialista e Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina
Sitio sitewww.pri.org.mx
PublicaçãoA República (jornal)

O Partido Revolucionário Institucional (PRI) é um dos principais partidos políticos mexicanos e manteve o poder sobre México entre 1929 e 1997, quando perdeu a maioria absoluta na Câmara de Deputados. Desde 1929 os presidentes de México proviam deste partido político, até que nas eleições federais do ano 2000 ganhou pela primeira vez o PÃO.

Actualmente a presidenta nacional do partido é Beatriz Paredes Rangel, e a Secretaria Geral ocupa-a Jesús Murillo Karam.

Até 1989, o PRI governava em 32 entidades federativas; agora governa em 19 estados da República, a saber: Chihuahua, Coahuila, Novo León, Tamaulipas, Durango, Sinaloa, Nayarit, San Luis Potosí, Veracruz, Povoa, Hidalgo, Querétaro, Colima, Estado de México, Oaxaca, Tabasco, Campeche, Yucatán e Quintana Roo.

A raiz da eleição federal de 5 de julho de 2009, o PRI ganhou a maioria na Câmara de Deputados, e colocou-se como a primeira força política do país. Obteve 12,821,504 votos e 184 deputados (de 300) de maioria relativa, com um total de 237 se a estes se somam os de representação proporcional. No Senado, é a segunda força política.

Nos últimos anos tem recuperado numerosos e importantes municípios, e tem chegado a governar ao 60 por cento dos mexicanos. Nas eleições intermediárias federais mais recentes o PRI voltou a situar-se como a primeira força política do país, ao ganhar a maioria na Câmara de Deputados do Congresso da União.

Conteúdo

História

Partido Nacional Revolucionário

Em 1928 o presidente Plutarco Elías Ruas criou o Partido Nacional Revolucionário (PNR).

O 22 de novembro um pequeno grupo de políticos afines a Ruas reuniram-se na casa de Luis L. León, na rua de Londres número 156 da cidade de México, para iniciar os trabalhos de organização do PNR. Alguns políticos do grupo foram: Gonzalo N. Santos, Emilio Portes Gil, José Manuel Puig Casauranc, Manuel Pérez Treviño, Manlio Fabio Altamirano, David Orozco e Aarón Sáenz.

Em dezembro de 1928 Ruas fungió como primeiro presidente do comité directivo, Luís N. León como secretário e Manuel Pérez Treviño como tesorero.

O 5 de janeiro de 1929 convocou-se a uma convenção, que levar-se-ia a cabo o 4 de março de 1929 na cidade de Querétaro , para formalizar os estatutos da nova organização e apresentar ao candidato presidencial do Partido Nacional Revolucionário (PNR), com o fim de estabilizar o país e normalizar o acesso ao poder dos principais veteranos da Revolução Mexicana. Foi um acordo político para que acabasse a violência entre os sobrevivientes dessa guerra.

O Partido Nacional Revolucionário (PNR) surgiu em 1929 como um partido de correntes, de forças políticas diferentes mas afines, provenientes do movimento de 1910.

O PNR seria, em consequência, a instituição mais poderosa para a concorrência política, e o lugar adequado para desenhar os primeiros acordos e práticas na luta pelo poder público. Assim pôde auspiciar relevos de governo por médio de eleições e em condições de estabilidade social.

Concebido como um partido de massas e tutelar dos direitos dos trabalhadores, ante a crescente ascensão das mobilizações populares que reclamavam uma maior participação nos assuntos do Estado e uma mais equitativa distribuição da riqueza, se creia em 1936 a Confederación de Trabalhadores de México (CTM) e, dois anos depois, a Confederación Nacional Camponesa (CNC). Mais adiante, em 1943, constituir-se-ia a Confederación Nacional de Organizações Populares (CNOP), com o que o partido configuraria uma estrutura representativa dos sectores operário, camponês e popular.

"Apresenta-se à totalidade da família mexicana a oportunidade, quiçá única em muitos anos, de fazer um decidido, firme e definitiva tentativa para passar da categoria de povo e de governo de caudillos, à mais alta, mais respeitada, mais produtiva, mais pacífica e mais civilizada de povo de instituições e de leis."[7]

Partido da Revolução Mexicana

Nove anos depois, em 1938 , o também presidente Lázaro Cárdenas incluiu em suas bichas às principais centrais operárias do país e mudou o nome da Instituição ao que denominou Partido da Revolução Mexicana (PRM).

"É preciso rectificar(…) para tranquilidade de nossas massas e para fortalecimiento de nossa vida política, fazendo que o PNR se transforme em um partido de trabalhadores em que o direito e a opinião das maiorias sejam a forma fundamental de seu propósito, e que a une que os uma ao poder público conduza ao bem-estar geral e o engrandecimiento da pátria, fazendo deste um prolongamento das determinações da colectividad organizada" Manifesto do Presidente Cárdenas sobre a transformação do PNR no Partido da Revolução Mexicana (PRM). 18 de dezembro de 1937.

De maneira incipiente surgiu o sistema de partidos. Junto ao Partido da Revolução Mexicana –em que se transformou o PNR em 1938– e a presença absoluta que mantinha no palco político nacional, a partir de 1939 começaram a surgir uma série de partidos com ideologias e princípios opostos aos postulados da Revolução.

Nessa época cresciam e multiplicavam-se na terra os regimes comunistas e de fascistas ; os nazistas provocavam a Segunda Guerra Mundial.

Com um governo cohesionado e forte, o progresso que se atingiu durante esses anos permitiu contar com serviços a cada vez mais estendidos em matéria sanitária e de assistência social; passou do latifundio, à comunidade ejidal e à pequena propriedade agrícola e construiu-se uma ampla rede de estradas; criou-se a organização sindical e garantiu-se o reconhecimento dos direitos operários, um estatus jurídico para os empregados e a instituição de pensões civis de retiro; passou da empresa capitalista de transportes, à cooperativa de trabalhadores; do desvalimiento das classes trabalhadoras, ao seguro social; da exploração das riquezas por interesses estrangeiros, à incorporação dessas riquezas ao património nacional; do crédito usurero e insuficiente aos bancos agrícolas e ejidal; do exército recrutado à força, passando pelo soldado revolucionário, ao serviço militar por conscripción; e à criação de centros escoares a cada vez mais numerosos e melhor equipados.

Partido Revolucionário Institucional

"Somente iniciando uma volta à época heroica e idealista da revo­lución, no sentido de sobreponer os interesses colectivos aos mesquinhos interesses individuais, poderemos enfrentar as crises políticas e de qualquer outra índole que tratem de provocar os eternos inimigos do processo…"[8]

A estabilidade conseguida até então ia da mão com o predominio do PRI (que substituiu ao PRM em 1946), submetido a fortes pressões e exigências para a preservación e conquista dos espaços de poder público. Ademais, o PRI enfrentava a mudança generacional obrigado pelo envejecimiento dos militantes formados na luta revolucionária, para abrir o passo ao poder a civis com educação universitária.

Com o PRI no governo e seu compromisso com o destino democrático do país, foi possível superar as tentaciones para os autoritarismos de esquerda e de direita que apareceram no meio da Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, da Guerra Fria.

México punha-se ao dia com as tendências na participação democrática do mundo; em 1947 ao reconhecer o voto da mulher nas eleições municipais e em 1953 o direito de votar e ser votada em qualquer eleição.

Um novo passo para diante fazia necessário levar a pluralidad de partidos a sua expressão política na conformación do governo; o trajecto iniciou-se em 1963 com os deputados de partido, a fim de assegurar que forças políticas prioritarias acedessem ao Congresso e com isso se fortalecessem, enriquecendo a vida política do país. Novamente o PRI vislumbró esse caminho e foi quem levou-o à prática.

O balanço não pode ignorar a emergência de movimentos de inconformidad social suscitados a fins dos anos cinquenta e durante a década dos sessenta, que mostraram as limitações do sistema político bem como as contradições do esquema de desenvolvimento do país, com alto crescimento económico e expansão dos serviços em um marco de estabilidade política e de preços, mas que não resultavam suficientes para uma população que crescia a ritmo acelerado e estava mais alerta de seus direitos. Todo isso mostrava que o regime político requeria se reformar para melhorar seu desempenho. Para esse ponto orientar-se-iam as transformações que o PRI alentaria.

O sistema de partidos e a afirmação da pluralidad política têm seu impulso definitivo com a reforma eleitoral de 1977. A partir de então se encauza a resistência política pela legalidade e os partidos são reconhecidos na Constituição como entidades de interesse público.

A iniciativa priísta teve lugar com uma oposição que parecia diluirse quando em 1976 o candidato postulado pelo partido não enfrentou adversário algum para a eleição presidencial, com sério risco para sua legitimidade.

A proposta foi aprovada quando a viragem para as dictadu­ras de direita se encontravam em pleno auge no sul do continente, com seus dramáticos saldos de re­pressão e violação dos direitos humanos. Em um marco que chamava ao autoritarismo em Latinoamérica, México abraçava a democracia.

O PRI conciliava vontades diversas no trajecto para uma democracia plural e competitiva, através de grandes transformações no sistema eleitoral; fundamentalmente, em torno das normas para a organização das votações, as características da instituição encarregada disso, o sistema para a calificación das eleições e a regulação dos partidos como entidades de interesse público, com uma vida institucional fortalecida legalmente.

Em frente à crise eleitoral de 1988, na que actuavam fracções desprendidas do partido, o PRI soube entender novamente a necessidade de ajuste. Em 1989 iniciou-se um ciclo positivo de reformas eleitorais para a concorrência política que culminaram em 1996; este ciclo implicou a criação de instituições e procedimentos que profesionalizaron e outorgaram autonomia à organização das eleições, com um corpo jurisdiccional para a calificación eleitoral, e conseguiram construir bases de equidad entre os partidos políticos na concorrência pelo poder público.

Efectivamente, o PRI conseguiu uma permanência como partido no governo que continuou para além do atingido por outros partidos em regimes democráticos, mas o balanço de sua gestão é também único se se localiza no ponto de partida de uma democracia incipiente, com antecedentes de instabilidade e fracturas, próxima ainda aos confrontos próprios do caudillismo da etapa revolucionária e com grande influência ou dependente de quem tinham comando de forças armadas.

O ponto de partida foi difícil; não menos foi o caminho subsecuente, surcado por ameaças e riscos de diferentes fracturas. Com o PRI no poder, o país registou um comportamento em linha crescente para a democracia; os desaciertos e equívocos de quem exerceram responsabilidades públicas têm estado sujeitos a revisão nos termos das leis e têm respondido por isso.

Sistema eleitoral

Como partido, o PRI lutou por uma melhor vida democrática através das normas. Assim se viveu um processo de novos equilíbrios gera­dois por uma pluralidad a cada vez mais firme e ampla; isso conduziu a formar os rasgos autoritarios no regime político.

A crítica mais importante ao PRI talvez não seja sobre o balanço de suas realizações, senão respecto do ritmo das transformações que impulsionou; é evidente que tivesse sido desejável um trajecto mais curto nas mudanças praticadas.

O PRI e seus predecessores são organizações políticas que conjuntaron mais de 70 anos em exercício do poder público; constituem, nesse sentido, o actor principal da façanha democrática de México, inclusive quando outros flaqueaban ou quando, pelo cálculo de ganhos parciais e imediatas, negaram sua contribuição às reformas democráticas de México. No ano de 1946, com o fim de enfatizar o início de uma nova época onde o governo de México já não seria encabeçado pelos líderes revolucionários, senão pelas instituições sociais que emanaron a partir dessa guerra civil, o partido adoptou o nome com o qual se lhe conhece na actualidade: Partido Revolucionário Institucional (PRI).

Este partido conseguiu manter todas as posições políticas de México desde o Sexenio de Plutarco Elías Ruas, controlando o Congresso da União, a Presidência da República e inclusive o Poder Judicial.

Durante décadas manteve-se no poder a base do Corporativismo que aglutino os movimentos operários, organizados por Fidel Velázquez Sánchez, Vicente Lombardo Toledado, Luis N. Morones, entre outros líderes sindicais, além de Organizações Camponesas e Populares.

Em suas primeiras etapas mostrou uma ideologia Nacionalista, entre elas pela Nacionalización do Petroleo, a Indústria eléctrica além da contínua expansão das empresas do Estado. A criação de sistemas de Saúde e de Alimentação.

Bem como a nível federal, nos estados da união, mantinha-se o poder. Mas devido a sua estadia longa no poder, os meios estavam estritamente controlados como em outros países-- somente uma minúscula fracção dos meios nacionais eram do domínio público, o Partido exercia o poder mediante uma polícia secreta demonianda "Direcção Federal de Segurança" (DFS) até 1989, quando se refunda baixo o nome de Centro de Investigação e Segurança Nacional.

A alternancia do 2000 ocorreu com a necessidade de acordos especiais para vencer resistências e para habilitar o translado do poder de um partido a outro; também perdeu simpatias devido ao escândalo denominado Pemexgate, no que ficou evidente o desvio de fundos, por conduto do sindicato petroleiro, para a campanha presidencial de Francisco Labastida Ochoa, candidato pelo Partido Revolucionário Institucional no ano 2000.

Fisuras no PRI e a origem de outros partidos

Durante as primeiras quatro décadas de governos emanados dos Partidos Nacional Revolucionário, da Revolução Mexicana e Revolucionário Institucional, o país conseguiu altas taxas de crescimento económico. A estabilidade política e económica foi a origem do termo milagre mexicano. Por estas razões e por uma débil oposição, o domínio do PRI foi quase absoluto tanto no âmbito federal como nos âmbitos estatal e municipal em todo o país.

Diferentes analistas, no entanto, consideram que o domínio quase total do PRI obedecia a sua capacidade para controlar tanto a legislação como a organização e os processos eleitorais. Na década dos sessenta, o PRI perdeu eleições municipais, em capitais de estados do norte da República, que deram início a um longo ciclo de reformas eleitorais iniciando em 1963 com a criação dos "deputados de partido" e concluíram em 1997.

No entanto, foi até 1989 quando é derrotado na eleição de governador do estado de Baixa Califórnia, quando Ernesto Ruffo Appel, da Partido Acção Nacional, se alçou com a vitória. Em 1988 sofreu a primeira ameaça eleitoral séria a nível federal por parte da Frente Democrática Nacional (FDN), uma aliança formada por ex membros do PRI, entre os quais destacavam Cuauhtémoc Cárdenas, Porfirio Muñoz Ledo e Ifigenia Martínez e que com os anos formariam o Partido da Revolução Democrática (PRD).

A necessidade de contar com melhores quadros dentro da administração pública para emitir políticas públicas mais racionais e administrar esta mais profissionalmente, atraiu a uma nova camada de servidores públicos públicos, a maior parte deles com estudos de posgrado, quem deslocaram à geração anterior, formada nas práticas clientelares que tinham caracterizado ao partido.

Insuficiencias do PRI

Para a terceira parte do século XX, o poder do partido foi diminuindo em consequência de episódios como a Matança de Tlatelolco, perpetrada o 2 de outubro de 1968 por ordem do governo mexicano na praça das Três Culturas. Sua reputação como partido dominante sofreu em consequência das crises económicas que padeceu México a partir do governo de Luis Echeverría Álvarez, seguido pelos governos de José López Portillo, Miguel da Madri Hurtado e Carlos Salinas de Gortari, que geraram fortes desvalorizações, desemprego e ampliação da pobreza em general.

Nas eleições federais de 1988 , pela primeira vez competiu uma esquerda unificada, representada por Cuauhtémoc Cárdenas, filho do ex presidente Lázaro Cárdenas do Rio. Por seu lado, competiu o PÃO, oposição de direita, com Manuel Clouthier como abanderado. O candidato do PRI foi Carlos Salinas de Gortari, quem resultou triunfador.

A legitimidade do triunfo de Salinas nas eleições do 6 de julho de 1988 tem sido muito questionada [cita requerida], devido uma queda do sistema durante o processo de conteo dos votos, anunciada pelo então Secretário de Gobernación Manuel Bartlett Díaz.

Transição política do ano 2000

O 2 de julho do ano 2000, o PRI representado por Francisco Labastida Ochoa perderia sua primeira eleição para presidente desde 1929, sendo ganhada pela Aliança pela Mudança (PAN-PVEM) acedendo à presidência da república Vicente Fox Quesada.

O reconhecimento imediato e posterior entrega do poder por parte do governo encabeçado por Ernesto Zedillo Ponce de León para o candidato da oposição, é uma meta na história política de México, pois pela primeira vez a presidência do país é transferida a um candidato opositor, legalmente e sem violência.[cita requerida]

A crise do ano 2006

Seis anos depois, o candidato à eleição presidencial foi o político tabasqueño Roberto Madrazo Pintado; na eleição do 2 de julho de 2006 o PRI sofreu seu mais grave crise política ao perder por segunda ocasião consecutiva a Presidência da República ficando em um terceiro lugar na preferência eleitoral com 9.3 milhões de votos. O Candidato Roberto Madrazo Pintado não foi capaz de ganhar em nenhum estado do país pese a ter governadores em 17 entidades. O PRI ganhou 5 estados na eleição de senadores e 65 de 300 distritos eleitorais.

O conflito mais forte que marcou a derrota de Roberto Madrazo foi com a dirigente do SNTE a Professora Elba Esther Gordillo, quem ainda sendo Secretária Geral do CEN do PRI propiciou a criação do Partido Nova Aliança, ao igual que o TUCOM conformado nesse então pelo coordenador dos senadores do PRI, Enrique Jackson; o governador do Estado de México, Arturo Montiel; o governador de Tamaulipas , Tomás Yarrington; o governador de Novo León, José Natividad González Parás, e o governador de Coahuila , Enrique Martínez e Martínez.

A recuperação eleitoral após a debacle

Actualmente, Beatriz Paredes Rangel é desde o 4 de março de 2007 , a presidenta do partido, depois de vencer nas eleições do 18 de fevereiro do mesmo ano a Enrique Jackson.

Depois das grandes derrotas que sofreu o PRI nas eleições passadas do 2006, o PRI foi capaz de se recuperar eleitoralmente no 2007 mediante as eleições de alguns Estados da República, tais como Tabasco (onde manteve a Gubernatura), Yucatán (onde recuperou o governo), Chihuahua, Oaxaca, Durango, Aguscalientes e Veracruz. Ao ganhar estas gubernaturas tem conseguido subir um 48% das Preferências Eleitorais a nível nacional acima do PÃO e do PRD .

Na actualidade, ao ano 2009, o PRI conta com 19 governos estatais, com quase o 60 por cento da população do país, e é maioria em 19 dos 32 congressos locais. Do mesmo modo, obteve o controle da Câmara de Deputados do Congresso da União.

Efectivamente, o 5 de julho de 2009 o PRI deu uma mostra de sua recuperação eleitoral em frente a sua anterior derrota do 2006. O PRI conseguiu obter nestas eleições federais a maioria absoluta na Câmara de Deputados ao ganhar 241 diputaciones, e ter vitórias totais em estados como o Estado de México, Jalisco, Coahuila, Oaxaca, Tamaulipas, Campeche, Quintana Roo e Yucatan. Ademais nas eleições para governador (que essa noite se deram em 6 estados) o PRI manteve as de Colima, Campeche e Novo León; ganhou as de Queretaro e San Luis Potosí até então panistas, mas perdeu a de Sonora.

Eleição da dirigencia nacional de fevereiro de 2007

O 18 de fevereiro de 2007 levou-se a cabo a eleição para renovar a dirigencia nacional do PRI. As fórmulas que contenderam e os resultados que se obtiveram se descrevem em seguida:

# Presidência Secretaria Geral Votos Percentagem
A Alejandro Gárate Uruchurtu Amelia Olguín Varfas 16
B Enrique Jackson Sara Latife Ruiz Chávez 4,173
C Beatriz Paredes Rangel Jesús Murillo Karam 9,410
D Javier Oliva Luzia Montes Vázquez 39
E Sergio Martínez-Chavarría Artemisa Lara Orozco 17
Votos nulos
Total 13,655

Fonte: O Universal

Presidentes do PRI

Candidatos à Presidência de México

Presidentes de México emanados do PRI ou de seus antecedentes

  1. 1928-1930: Emilio Portes Gil
  2. 1930-1932: Pascual Ortiz Loiro
  3. 1932-1934: Abelardo L. Rodríguez
  4. 1934-1940: Lázaro Cárdenas do Rio
  5. 1940-1946: Manuel Ávila Camacho
  6. 1946-1952: Miguel Alemão Valdez
  7. 1952-1958: Adolfo Ruiz Cortines
  8. 1958-1964: Adolfo López Mateos
  9. 1964-1970: Gustavo Díaz Ordaz
  10. 1970-1976: Luis Echeverría Álvarez
  11. 1976-1982: José López Portillo e Pacheco
  12. 1982-1988: Miguel da Madri Hurtado
  13. 1988-1994: Carlos Salinas de Gortari
  14. 1994-2000: Ernesto Zedillo Ponce de León

Veja-se também

Enlaces externos

Referências

  1. Eluniversal.com.mx, Setembro de 2006, México. PRI: ave fénix?”.
  2. Adn.é, 01 de Julio de 2009, Espanha. O centrista PRI recuperará maioria na Câmara de Deputados”.
  3. Aalainet.org, 14 de Fevereiro de 2008 O centro político do PRI permitiu-lhe dominar oito décadas”.
  4. Pri.org.mx, Mexico. História do PRI, onde diz: Os priístas entendemos por Nacionalismo Democrático o corpo ideológico que conjuga a liberdade, a igualdade, a democracia e a defesa da soberania. Um novo nacionalismo incluyente, moderno, firme na defesa dos interesses populares e nacionais.”.
  5. Cidob.org, Mexico. Biografia Carlos Salinas de Gortari, onde diz: Salinas obteve de XVI Assembleia Nacional do partido, reunida em Aguascalientes em uma atmosfera de intenso debate, a inclusão do conceito de liberalismo social no sustrato ideológico da sexagenaria formação. (Referindo-se ao PRI).”.
  6. Fundacioncolosio.org, Mexico: O Liberalismo Social, a Última Contribuição. - Juan Carlos Reis Torres.”.
  7. Presidente Plutarco Elías Ruas. Relatório de Governo ao Congresso da União. 1ou. de setembro de 1928.
  8. Discurso do licenciado Antonio Villalobos ao iniciar-se a Segunda Convenção Nacional do PRM. 18 de janeiro de 1946.
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